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Oportunidades na área de gênero - Setembro/2020

Published in 15/09/2020 - 13:34

As informações divulgadas nesta página, exceto tópico 1 - Núcleo Pagu, foram extraídas de sites de organizações externas ao Núcleo e por isso não são de responsabilidade do Núcleo ou da Universidade Estadual de Campinas.
 
Para recebimento de oportunidades via e-mail, envie uma mensagem com o título "inscrição divulga-pagu" para: pagu[arroba]unicamp.br.
 
 
 
TÓPICO 1 – NÚCLEO PAGU
 
 
1.A – Chamadas abertas
 
#2 CHAMADA DE PROPOSTAS PARA O MOMENTO COVID-19
A COVID mudou algo na sua pesquisa? Venha divulgar suas reflexões, resultados preliminares ou aquele artigo que acabou de sair! A #1 Chamada de propostas para o Momento COVID-19 aceita propostas até 22/09.
As propostas podem ser individuais ou coletivas, baseadas em conhecimento empírico sólido e consistente e pensadas para participações individuais ou em dupla de vídeos de até 12 minutos de duração. As propostas serão avaliadas a partir de sua adequação aos temas desta chamada e sua consistência interna. Também será levada em consideração a diversidade regional e disciplinar para composição dos episódios. Se aceitas, as propostas serão gravadas em formato de vídeo, com uso de plataforma específica e gravação realizada pela equipe do Gênero & Desigualdades. Recomenda-se também que as pessoas interessadas consultem os vídeos anteriores da série Momento COVID-19, disponíveis nas redes sociais do Numas/USP e do Pagu/Unicamp: https://www.facebook.com/PaguUnicamp e https://www.youtube.com/channel/UCjNV-tVtCD8xmz6eyOiZYZg/videos.
A data limite para envio é 10 de outubro de 2020. Link para inscrição: https://bit.ly/3gZQPvn
Dúvidas devem ser enviadas para: generodesigualdades@gmail.com
Coordenação: Regina Facchini (Pagu/Unicamp) e Carolina Parreiras (Numas/USP)
Comissão editorial: Bruno Nzinga Ribeiro (PPGAS; Pagu/Unicamp), Carolina Bonomi (PPGCS; Pagu/Unicamp), Cilmara Veiga (PPGCS; Pagu/Unicamp), Evandro Cruz Silva (PPGCS/UNicamp), Gleicy Mailly da Silva (Pagu/Unicamp), Íris Nery do Carmo (Pagu/Unicamp), Isabela Venturoza (PPGCS; Pagu/Unicamp; Numas/USP), Luiza Ferreira Lima (PPGAS; Numas/USP), Natália Lago (Numas/USP), Paula Alegria (PPGAS; Numas/USP), Pedro Lopes (Numas/USP).
 
CADERNOS PAGU
Cadernos pagu, revista online, de acesso aberto e gratuito do Núcleo de Estudos de Gênero-Pagu, publica artigos inéditos com contribuições científicas originais, que colaborem para a difusão de conhecimentos no campo dos estudos de gênero e a leitura crítica da produção internacional. Recebe artigos em fluxo contínuo em português, inglês e espanhol. Todo o material publicado, inclusive no período anterior à indexação no SciELO, se encontra disponível em https://www.pagu.unicamp.br/pt-br/cadernos-pagu e http://http//periodicos.sbu/%C2%A0. No Scielo, disponível a partir da edição 16, em http://www.scielo.br/cpa%C2%A0%C2%A0.
 
 
1.B – Próximos eventos a serem transmitidos on-line
 
DIA 16/09/20, às 18h
GÊNERO E DESIGUALDADES + SAÚDE
Parceria entre Pagu/Unicamp,  PPGAS/USP e CLAM/IMS/UERJ
Debates #2 Aborto e movimento feminista no Brasil: como ser resistência no contexto conservador?
Com Carla de Castro Gomes (Pagu/Unicamp), Emanuelle Góes (Cidacs-Fiocruz-Bahia e Musa/ISC/UFBA), Gabriela Rondon (Cravinas/ UnB), Morgani Guzzo (Catarinas, Legh/UFSC, CEDIM/SC), Paula Viana (Grupo Curumim, Comitês de Estudos da Mortalidade Materna-PE, e de Estudos da Mortalidade Materna-Recife, Frente Nacional Contra a Criminalização das Mulheres e pela Legalização do Aborto), Alessandra Brigo (CLAM/IMS/UERJ)
Transmissão em https://www.facebook.com/PaguUnicamp/https://www.youtube.com/channel/UCjNV-tVtCD8xmz6eyOiZYZg/featured
Organizado pelas pesquisadoras Regina Facchini (Pagu/Unicamp) e Carolina Parreiras (Numas/USP).
Produzido em parceria com o Centro Latino-americano em Sexualidade e Direitos Humanos (CLAM/IMS/UERJ), a partir da articulação com as pesquisadoras Alessandra Brigo e Viviane Mattar.
 
DIA 21/09/20, das 14h às 17h (horário de Paris)
MESA REDONDA EM TORNO DA EDIÇÃO 16 DA REVISTA "BRÉSIL(S) – GENRE ET JUSTICE "
Atividade virtual com inscrição obrigatória: moschpun@ehess.fr
Presença de Guita Grin Debert e Maria Filomena Gregori;
Autores: Lia Zanotta Machado, Luís Roberto Cardoso de Oliveira, Daniel Schroeter Simião, Marcella Beraldo de Oliveira, Ana Lúcia Pastore Schritzmeyer, Larissa Nadai, Cilmara Veiga e Heloisa Buarque de Almeida.
Debatedores: Pascale Molinier (Sorbonne Paris Nord University), Mathieu Trachman (Instituto Nacional de Estudos Demográficos - INED). Para saber mais: http://mondes-americains.ehess.fr/index.php
 
CICLO DE DEBATES PESSOA TRANS E POLÍTICA
Todos os eventos serão transmitidos em: https://www.youtube.com/ifchunicamp1
Mais informações em: https://www.pagu.unicamp.br/pt-br/ciclo-debates-pessoa-trans-politica-25...
DIA 25/09, às 18h  História, Transgeneridades e Trajetórias. 
Com Keila Simpson, Kátia Tapety, Jovanna Cardoso e João Custódio.
DIA 02/10, às 18h  Identidades Trans e Partidos Políticos.
DIA 05/10, às 14h  Ativismos, Política e Pautas Transfeministas. 
DIA 14/10, às 14h  Precariedade, Direitos e Resistência. 
DIA 23/10, às 18h  Mudança e Continuidades na Política: Identidades de Gênero e Interseccionalidade.
 
 
1.C – Eventos realizados durante a pandemia e disponibilizados on-line
 
FÓRUM: PANDEMIA E VIOLÊNCIA DE GÊNERO, UMA ÓTICA INTERSECCIONAL
Evento organizado pela Comissão da Mulher, juntamente com o COMESP/Tribunal de Justiça e o Núcleo de Estudos de Gênero - Pagu/UNICAMP, para discussão e proposição de políticas públicas relativamente ao agravamento da violência contra mulheres, crianças e adolescentes no contexto da pandemia.
Com a participação de Dra. Angélica de Almeida (TJ/SP e COMESP), Dra. Karla Bessa (PAGU); Mariana Conti (Vereadora Campinas), Joice Berth (arquiteta negra), Fabiana de Andrade (UERJ), Marina Ganzarolli (advogada, deFEMde) e Magali Mendes (APLP). Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=z96r2-1iZoY
 
AULAS ABERTAS DE ESTUDOS DE GÊNERO
Ciclos de aulas abertas da linha de Estudos de Gênero, Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da Unicamp (PPGCS)
 
Aula #1 Interseccionalidades e Consubstancialidades. Com Adriana Piscitelli, Ângela Araújo e Nathanael Araújo. https://www.youtube.com/watch?v=4mDU_HJ45-w
 
Aula #2 Tecnologias de Gênero, lendo Teresa de Lauretis. Com Karla Bessa, Henrique Rodrigues Marques, e exposição do curta-metragem Tentei (2017), de Laís Melo. https://www.youtube.com/watch?v=-Dt6_RF4Hrk
 
Aula #3 Donna Haraway. Com Marko Monteiro, Carolina Cantarino, e Yama Chiodi. https://www.youtube.com/watch?v=HpGewgik_yE
 
Aula #4 Internet e Redes Sociais. Como as teorias feministas e os estudos de gênero nos ajudam a compreender a internet e as redes sociais? Com Iara Beleli, Jair de Souza Ramos João Custódio. https://www.youtube.com/watch?v=5ZUA7g8x_D0
 
 
CICLO DE ENCONTROS PANDEMIA NA RODA
 
Encontro #1 Cemitérios, mortes e sofrimentos. Com Fábio Araújo (FioCruz), Flávia Medeiros (UFSC), Fábio Mallart (UERJ), Liliana Sanjurjo (UERJ), Larissa Nadai (USP) Desirée Azevedo (UNIFESP) e Everton de Oliveira (UFSCar) e também com as debatedoras Juliana Farias (Pagu/Unicamp) e Bernardo Fonseca Machado (DA-IFCH/UNICAMP). Organização de Juliana Berger Valente (CUNY/NY), Larissa Nadai (USP) e Natália Corazza (Pagu/Unicamp). https://youtu.be/NhE-_nvp5G8
 
Encontro #2 Vulnerabilidades, Precariedades e Desigualdades. Com Márcia Pereira Leite (UERJ), Carolina Branco Ferreira (UNICAMP) e Pedro Lopes (USP) a participarem da Roda, colocando suas respectivas reflexões publicadas na Revista Dilemas e no Boletim da ANPOCS. O debate ficará a cargo de Julian Simões (UNIFESP) e Lucas Freire (FGV). Organização de Juliana Berger Valente (CUNY/NY), Larissa Nadai (USP) e Natália Corazza (Pagu/Unicamp). https://www.youtube.com/watch?v=-y1mf6X-3mw
 
CICLO CONHECIMENTOS IMPLICADOS (edição em pandemia)
Cátedra Libre Géneros y Sexualidades "Amelia Carreras" - IIEGE UBA
Capítulo 2 com Dra. Adriana Piscitelli
 
CLUBE DE LEITURAS FEMINISTAS PAGU
2º Encontro do Clube de Leituras Feministas Pagu
Com Letícia Nunes de Moraes: historiadora, docente na Universidade de Sorocaba. https://www.youtube.com/watch?v=Tb6YHehpung
 
 
PROJETO GÊNERO E DESIGUALDADES
Parceria entre Pagu/Unicamp e PPGAS/USP
 
Aula Aberta #1 Desigualdades Sociais, Saúde e o COVID-19. Participam do debate Luís Eduardo Batista (Instituto de Saúde/SES-SP), Fernanda Lopes (GT Racismo e Saúde/Abrasco) e Alexandre da Silva (Faculdade de Medicina de Jundiaí). A mediação de Regina Facchini (Pagu/Unicamp). https://www.youtube.com/watch?v=gcIypHsy1QQ
 
Aula Aberta #2 Periferias, resistência e saúde mental. Com Tatiana Minchoni (Sarau do Binho/Felizs/CRP-SP); Deivison Faustino (Unifesp); Emiliano de Camargo David (PUC-SP/AMMA Psiquê); Gleicy Silva (Pagu/Unicamp). https://www.youtube.com/watch?v=xy2pnQt_Ffk
 
Aula Aberta #3 Violências em favelas e periferias na pandemia. Com Juliana Farias (Pagu/Unicamp), Elaine Lima (Pedagoga/GP Mulheres do Capão Redondo), Bruno Nzinga Ribeiro (PPGAS/Unicamp) e Carolina Parreiras (NUMAS/USP). https://www.youtube.com/watch?v=smPWm7awETM
 
Aula Aberta #4 Religião e COVID-19 em debate. Com Magali do Nascimento Cunha (Intercom), Ronaldo de Almeida (DA/LAR/Unicamp), Christina Vidal da Cunha (UFF), Ivá Adriana de Nanã (Ilé Axé Omó Nanã), Rodrigo Toniol (DA/LAR/Unicamp). https://www.youtube.com/watch?v=2O2_1Wt_Hq0
 
Aula Aberta #5 Migrações, Refúgio e LGBTI+. Com Lara Lopes, Maria Paula Botero, Nathália Antonucci, Isadora Lins França. https://www.youtube.com/watch?v=RdGqcUFNSBg
 
Aula Aberta #6 Saúde LGBT em tempos de Covid-19. Com Adriano Queiroz (PMDSTAIDS-SP; UFABC), Fernanda Fortes de Lena (Unicamp; VOTE LGBT), Flávia Teixeira (CRAIST/UFU; ABRASCO), Gabriela Calazans (FM; NEPAIDS/USP), Camilo Braz (SER-TÃO/UFG). https://www.youtube.com/watch?v=Jce7pauwJHw
 
Aula Aberta #7 Direitos em tempos de Desmocratização. Com Anna Tulie Araújo (ULTRA; UniCEUB), Bruna Andrade Irineu (UFMT; ABEH), Jacqueline Moraes Teixeira (FE; NUMAS/USP; CEBRASP), Lucas Bulgarelli (NUMAS/USP), Luiz Mello (SER-TÃO/UFG), Thiago Coacci (Larvas Incendiadas). https://www.youtube.com/watch?v=gsolYqKF4gQ
 
Aula Aberta #8 Corpos e (R)Existências Negrxs e LGBT na Universidade. Com Luciana de Oliveira Dias, (UFG; ABA), Suely Messeder (UNEB), Megg Rayara Gomes de Oliveira (UFPR), Thiago Teixeira (PUC-MG), Michel Ferreira (UTFPR), Stephanie Pereira de Lima (Unicamp). https://www.youtube.com/watch?v=vGQTGk35h18
 
Aula Aberta #9 Despatologização/Repatologização: O que dizem as Ciências PSI? Com Isabela Saraiva (NEGAH/UFSJ), Alexandre Oviedo Gonçalves (Unicamp; CEBRAP), Maya Foigel (Generidades/ Sedes Sapientiae; Transitar), Beatriz Pagliarini Bagagli (IEL/UNICAMP), Marco Aurélio Prado (Nuh/UFMG), Heder Bello (UFRJ; CRP-RJ) https://www.youtube.com/watch?v=yW50atQ9aIE
 
Aula Aberta #10 Transfobia, Racismo e o Acesso à Educação e ao Trabalho. Com Keila Simpon (ANTRA), Dayanna Louise L. dos Santos (UFPE; SE-PE), Luck Yemonja Banke (NETRANS; PREPARA UBUNTU/UFSC), Brume Dezembro Iazzetti (PPGAS; PAGU/Unicamp) e Amanda (AMOTRANS/ANTRA). https://www.youtube.com/watch?v=3-vQge7Cm-g
 
Aula Aberta #11 - Resistências negras e música no Brasil e em Angola. Com Bruno Nzinga Ribeiro (PAGU/Unicamp), Kelly Adriano (Pesquisadora e gestora cultural), Jaqueline Santos (CEMI-Unicamp) e Daniela Vieira (UEL). https://youtu.be/M1VKaVn97YA
 
Aula Aberta #12 - Negras(os) nas universidades: subjetividades e transformações recentes. Com Gleicy Silva (PAGU/Unicamp), Mário Medeiros (IFCH-Unicamp), Stephanie Lima (Pesquisadora independente) e Fabiana Mendes (Pesquisadora independente). https://youtu.be/jgTxjN4P3FI
 
Aula aberta #13 – Aprendizados do combate à COVID-19: força-tarefa interdisciplinar da Unicamp. Silvia Maria Santiago (FCM-Unicamp), Sávio Cavalcante (IFCH/Unicamp), Luciana Utsunomiya (SOMA) Jacqueline Santos Rios (agente popular de saúde), Giorgia Carolina do Nascimento (PPGAS/Unicamp). https://www.youtube.com/watch?v=2dOoYmSryOE
 
Aula aberta #14 – Direitos Humanos em disputa: trajetória, controvérsias e atualidades em torno dos PNDH. Com Lucas Bulgarelli (NUMAS/USP e OAB/SP), Rodrigo Toniol (PPGAS/Unicamp e ACSRM), Jacqueline Morais (PPGE – USP NUMAS e CEBRAP), Isabela Kalil (FESPSP, NEU e OED Brasil), Regina Facchini (PAGU). https://www.youtube.com/watch?v=nT2ZbEVD5K0&pp=QAA%3D
 
Aula aberta #15 – Corpo, diferença e deficiência: (novos?) desafios na pandemia. Com Anahí Guedes de Mello (UFSC, Anis e ABA), Carolina Branco Ferreira (PPGAS e PPGCS Unicamp/CAPES), Julian Simões (PPGCS/Unifesp e ABA), Marco Antônio Gavério (UFSCar), Pedro (Numas/USP), Anna Paula Vencato (UFMG). https://www.youtube.com/watch?v=aEYYpS2gNxY
 
Clássicos #1 Morte em Família, de Mariza Corrêa. Com Adriana Piscitelli (Pagu/Unicamp), Larissa Nadai (DA/USP), Roberto Efrem Filho (UFPB/UFPE), com mediação de Thiago Coacci (Larvas Incendiadas) e Regina Facchini (Pagu/Unicamp). https://www.youtube.com/watch?v=Fun4lhkXRjk
 
Clássicos #2 Raça, gênero e classe no pensamento, de Lélia Gonzalez. Com Flávia Rios (NEGRA/UFF; AFRO-CEBRAP), Alex Ratts (LAGENTE/UFG), Gleiccy Mailly da Silva (PAGU/Unicamp) e Thiago Coacci (Larvas Incendiadas). https://www.youtube.com/watch?v=5OkCY6DHIng
 
Clássicos #3 - Envelhecimento e sexualidade: contribuições de Guita Debert e Júlio Simões. Com Guita Debert (Unicamp), Júlio Assis Simões (USP), Mauro Brigeiro (Fiocruz), Carlos Eduardo Henning (UFG) e Guilherme Passamani (UFMS). https://youtu.be/33xjaytYQrc
 
Debates #1 - Gênero & Desigualdades + Saúde – Debate: Desejos, prazeres e pandemia. Com Felipe Padilha (FURG), Maria Elvira Diaz Benitez (NuSEX UFRJ) May Medeiros (luzvermelha.tv), Monique Prada (MundoInvisivel.org, CUTS, ONU Mulheres), Renata Carvalhaes RENATA CARVALHAES (Secretaria Municipal de Educação de Angra dos Reis), Victor Hugo Barreto (UFF e NuSEX). https://www.youtube.com/watch?v=jjwbALPbW9E&pp=QAA%3D
 
Lançamento #1 “Dossiê “Movimentos sociais e transformações do ativismo contemporâneo” Revista EDUCAÇÃO & SOCIEDADE, V. 41. Com os autores Marilia Pontes Sposito (FEUSP e GETESE), Breno Bringel (IESP-Uerj, NETSAL e ALAS), Francisco Mata Machado Tavares (UFG e GESF), Regina Facchini (PAGU); a coautora Stephanie Pereira de Lima; e o mediador Thiago Coacci. https://www.youtube.com/watch?v=cL9vw8emxaA
 
Lançamento #2 “Bradando contra todas as opressões! Ativismos LGBT, negros, populares e periféricos em relação", de Vinicius Zanoli. Com Vinícius Zanoli, autor do livro, Silvia Aguião, (CLAM/UERJ e Afro/CEBRAP), Regina Facchini (PAGU) e (IFCH e PAGU). https://www.youtube.com/watch?v=8lfnf0tyGFA
 
Lançamento de livro #3 Da Praça aos Palcos: caminhos da construção de uma carreira drag queen. Com Rubens Mascarenhas Neto (FU-Berlin/LAI), Anna Paula Vencato, (PPGE e DECAE/FAE/UFMG), Isadora Lins França (PPGAS-IFCH/Unicamp e PAGU/Unicamp), Regina Facchini (Pagu/Unicamp e PPGAS - IFCH/Unicamp). https://www.youtube.com/watch?v=Sf2HRc4yZ-Q
 
Momento COVID-19 #1 Dilemas éticos na pandemia. Com a Profa. Guita Grin Debert (DA/Pagu/Unicamp). https://www.youtube.com/watch?v=ftbX9QZ56Kg
 
Momento COVID-19 #2 Isolamento social e violência doméstica. Com Beatriz Accioly Lins (NUMAS/USP). https://www.youtube.com/watch?v=Fse8UeMAQ4A
 
Momento COVID 19 #3 Prisões, famílias e COVID-19: repensando as porosidades. Com Natália Corazza Padovani (Pagu/Unicamp) e Natália Lago (NUMAS/USP). https://www.youtube.com/watch?v=0KDj-RiQamA
 
Momento COVID -19 #4 Saúde Mental e violações de direitos humanos no contexto da COVID-19. Com Marcos Garcia (UFSCAR). https://www.youtube.com/watch?v=SSW4CNEmEuU
 
Momento COVID-19 #5 LBGTIfobia e COVID-19" efeitos do isolamento social. Com Héder Bello (PPGTP/UFRJ) e Cris Serra (CLAM/IMS/UERJ). https://www.youtube.com/watch?v=MAwxvlvJcI4
 
Momento COVID-19 #6 Lutos da COVID-19: mortes e dores do desamparo. Com Margareth Arilha (NEPO/Unicamp). https://www.youtube.com/watch?v=zUbW3934K4Y
 
Momento COVID-19 #7 Desigualdades escancaradas: gênero, raça e classe. Com Heloisa Buarque de Almeida (DA/NUMAS/USP). https://www.youtube.com/watch?v=JYnPnzfxg08
 
Momento COVID-19 #8 As consequências sociais da pandemia para os trabalhos das mulheres. Com Bárbara Castro (DS/Pagu/Unicamp). https://www.youtube.com/watch?v=DD8fbe5dYSc
 
Momento COVID-19 #9 Homens, masculinidades e violências em tempos de pandemia. Com Benedito Medrado (GEMA/UFPE) e Isabela Venturoza (PPGAS/Unicamp). https://www.youtube.com/watch?v=M5jldF0pxKQ
 
Momento COVID-19 #10 O poder de expor à morte e gerir a crise. Com Roberto Efrem Filho (UFPB/UFPE) e José Clayton Murilo Cavalcante Gomes (UFPB). https://www.youtube.com/watch?v=bdM-1HJ2sgU
 
Momento COVID-19 #11 Pedagogia do Racismo. Com Matheus Gato (Unicamp/Cebrap) e Maria Carolina Trevisan (UOL/Afro-Cebrap). https://www.youtube.com/watch?v=LEfrrHjdFek
 
Momento COVID-19 #12 COVID-19, Velhices e diversidade sexual e de gênero. Com Carlos Eduardo Henning (Ser-tão/DA/FCS/UFG). https://www.youtube.com/watch?v=N-fXZAKyWVY
 
Momento COVID-19 #13 Bolsa Família, Auxílio Emergencial e gestão da precariedade na pandemia. Com Viviane Mattar (CLAM/IMS/UERJ). https://www.youtube.com/watch?v=x0C6LDwfmEE
 
Momento COVID-19 #14 O cuidado perigoso: as mulheres e as doenças. Com Denise Pimenta (USP). https://www.youtube.com/watch?v=xQVJPyRInp8
 
Momento COVID-19 #15 Bibliotecas e Bibliotecários em Tempos de Pandemia. Com Nathalia Romeiro (PPGCI/UFMG) e Ricardo Queiroz (PMSBC). https://www.youtube.com/watch?v=e38HhZ9UjP4
 
Momento COVID-19 #16 Ensino Remoto: experiências na Unicamp. Com Isadora Lins França (IFCH; Pagu/Unicamp) e Anna Christina Bentes (IEL; Pagu/Unicamp). https://youtu.be/x0Zqpi-mIDQ
 
Momento COVID -19 #17 Podem duas mulheres falar sobre masculinidades? Com Isabela Venturoza (Pagu/Unicamp; Numas/USP) e Fernanda Martins Sousa (Pagu/Unicamp). https://www.youtube.com/watch?v=HNmzEkS8a2A
 
Momento COVID-19 #18 Haitianos em Tijuana, México: mobilidades em contexto de COVID-19. Com Domila Pazzini. https://www.youtube.com/watch?v=gGaQuU6n1-k
 
Momento COVID-19 #19 Desigualdades digitais e educação. Com Carolina Parreiras (Numas/USP) e Renata Mourão Macedo (FEUSP/Numas/USP). https://www.youtube.com/watch?v=zAeJx5OYHcI
 
Momento COVID-19 #20 Trabalho emocional e profissionais de enfermagem em tempos de pandemia. Com Bárbara Ferrari Brandi (PPGS/Unicamp). https://www.youtube.com/watch?v=7AKtpDooIzk
 
 
JORNADAS CLAM: SAÚDE, SEXUALIDADE E DIREITOS HUMANOS
Reflexões sobre as mudanças sociais e políticas neste momento de pandemia de Covid-19.
Organizado pelo Instituto de Medicina Social (IMS/UERJ) e CLAM.
Mesa de abertura com Adriana Piscitelli e Natália Padovani: Mobilidades nas margens https://www.youtube.com/watch?v=lRCPk4bA2aI
Canal para acesso as demais mesas/debates: https://www.youtube.com/channel/UC2v8eRib9Z1lVmRCP8-WKgg
 
 
PODCAST LARVAS INCENDIADAS
 
#39. Guita Grin Debert – A reinvenção da velhice https://larvasincendiadas.com/2020/05/13/39-guita-grin-debert-a-reinvenc...
 
#42. Regina Facchini – Sopa de letrinhas #AlémDoArcoÍris https://larvasincendiadas.com/2020/06/17/facchini-sopa-de-letrinhas/
 
#45 Lélia Gonzalez – Trajetória Com Gleicy Silva e Thiago Coacci entrevistando o antropólogo e geógrafo Alex Ratts e a socióloga Flávia Rios. https://larvasincendiadas.com/2020/07/29/45-lelia-gonzalez-trajetoria/
 
 
TV VERMELHO
Live sobre construção de identidades nos movimentos sociais, em especial no movimento LGBT. Com Regina Facchini (PAGU-Unicamp). https://www.facebook.com/PaguUnicamp/posts/3636681253022406
 
 
UNICAMP QUEER 2020
Atividades e assuntos de interesse da comunidade LGBTI+.
Organizado pelo Instituto de Artes (IA), Diretoria de Direitos Humanos, CADER, Comissão de Gênero e Sexualidade, Diretoria de Cultura (Dcult) e Núcleo da Consciência Negra da Unicamp.
Mesa de abertura com Regina Facchini, “A gente não é só LGBTQIA+”: https://www.youtube.com/watch?v=cKimD7v3ik4
Canal para acesso as demais mesas/debates: https://www.youtube.com/channel/UCWtkySCzik7aEYphc2ycJMg
 
 
 
TÓPICO 2 - FINANCIAMENTO DE PESQUISA
 
 
Fluxo Contínuo 
A Fundação de Pesquisa de São Paulo (FAPESP) oferece em fluxo contínuo financiamento para projetos de pesquisa individuais e colaborativos a serem desenvolvidos sob a responsabilidade de um Pesquisador Responsável com título de doutor ou qualificação equivalente avaliada por sua súmula curricular, vinculado a entidades de ensino superior e pesquisa, públicas ou privadas, no Estado de São Paulo.
Para saber mais, acesse: http://www.fapesp.br/auxilios/
 
Chamada FAPESP 25/2017
Chamada de Propostas - Programa de Apoio a Núcleos de Excelência
Prazo para recebimento de propostas: fluxo contínuo
Serão selecionadas propostas em temas relacionados às mais diversas áreas do conhecimento, em consonância com os objetivos do Programa de Apoio a Núcleos de Excelência.
Apoio: FAPESP e CNPq
 
Chamada FAPESP 41/2016
DFG/FAPESP  Coordinated Programmes
Prazo para recebimento: fluxo contínuo
Propostas deverão seguir as normas da modalidade Auxílio à Pesquisa – Projeto Temático.
Apoio: FAPESP e Sociedade Alemã de Amparo à Pesquisa (DFG) 
 
Chamada FAPESP 40/2016
DFG/FAPESP Research Grant Proposals 
Prazo para recebimento: fluxo contínuo
Propostas deverão seguir as normas da modalidade Auxílio à Pesquisa – Regular.
Apoio: FAPESP e Sociedade Alemã de Amparo à Pesquisa (DFG)
 
Chamada FAPESP 42/2015
Chamada de propostas em colaboração com propostas submetidas ao EU Horizon 2020 
Prazo para recebimento de propostas: fluxo contínuo
A pesquisa em colaboração abrange todas as áreas do conhecimento.
Apoio: FAPESP e União Europeia/Horizonte 2020
 
Fundo de Estruturação de Projetos - BNDES FEP
O BNDES apoia com recursos não reembolsáveis, provenientes do BNDES Fundo de Estruturação de Projetos (BNDES FEP), estudos técnicos ou pesquisas que estejam relacionadas ao desenvolvimento econômico e social do Brasil e da América Latina e que possam orientar a formulação de políticas públicas. Também são passíveis de apoio estudos que propiciem, direta ou indiretamente, a geração de projetos de elevado retorno social, que possam implicar significativos investimentos públicos ou privados.
 
Chamada FAPESP/UKRI
A FAPESP e os Conselhos de Pesquisa (Research Councils) do Reino Unido (UKRI, na sigla em inglês) tem como objetivo apoiar o desenvolvimento de projetos conjuntos de pesquisa propostos por pesquisadores vinculados a instituições de pesquisa do Reino Unido e do Estado de São Paulo.
Prazo para recebimento de propostas: Fluxo contínuo
Mais informações em: http://www.fapesp.br/10273
 
 

TÓPICO 3 - ENVIO DE ARTIGOS, TRABALHOS E PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS

 
 
3.a - Chamada para submissão de trabalhos
 
 
Revista Nupem: Ciência, saúde e doenças no Brasil - abordagens históricas e contemporâneas
Muito se tem dito e podemos sentir que nada será como antes depois da pandemia de Covid-19. De certo modo, não apenas o futuro será diferente. O passado também o será. O presente dossiê propõe, portanto, promover um diálogo entre as pesquisas históricas e as contemporâneas, discutindo, a partir de uma perspectiva interdisciplinar, as relações entre ciência, saúde e doenças no Brasil. Considerando a força com que a atual pandemia tem mobilizado governos e instituições do mundo todo, interessa-nos refletir sobre o modo como as doenças – especialmente as com potenciais epidêmicos – impactaram a sociedade em diferentes momentos da história. Ao mesmo tempo, o convite se estende aos trabalhos que procuram compreender como a sociedade, os governos, a ciência e as instituições de saúde responderam aos problemas colocados pelas epidemias, desde a formulação de políticas governamentais, de medidas médicas e de pesquisas científicas de enfrentamento das doenças, até a relação estabelecida pelos grupos sociais, a imprensa e os governos diante do impacto e das mudanças que esses eventos impõem ao mundo social, à economia e à política.
Desta maneira, o dossiê propõe analisar as doenças como eventos históricos, médicos e biológicos, bem como sociológicos e políticos com forte impacto sobre as instituições científicas, as políticas de saúde públicas e as ações governamentais em suas dimensões locais, nacionais e globais.
Data de Submissão – 20/07/2020 a 15/12/2020
 
Revista Em Tempos de História - Dossiê História e Cinema
A partir da concepção do cinema como fonte histórica que deve ser interrogada a partir da especificidade da linguagem cinematográfica, da história do cinema e das tradições cinematográficas, do contexto histórico e cultural de produção, assim como das formas de circulação e consumo das imagens,  o dossiê “História & Cinema” busca acolher pesquisas concluídas ou em andamento que investiguem a produção da história, da memória e do imaginário político no cinema nacional ou estrangeiro, nas mídias analógicas ou digitais. São bem-vindos trabalhos elaborados no bojo de diferentes perspectivas teóricas, mas que concebam os filmes como ponto de partida para a análise, evitando-se a abordagem dessa produção como mera ilustração de um saber histórico prévio e exterior a elas.
O cinema também tem se constituído em um importante instrumento didático para a educação e o ensino de História. Assim, também buscamos dar visibilidade a pesquisas sobre o uso didático do cinema em diferentes contextos históricos, assim como a reflexão sobre experiências pedagógicas concretas de usos do cinema nas aulas de História.
Dessa maneira, a investigação do cinema em diferentes suportes e plataformas, a partir dos seus elementos intrínsecos que busca o diálogo interdisciplinar na produção de conhecimento histórico articulado às esferas do social, da cultura e da política forma o escopo desse dossiê.
Prazo para submissão: 18 de setembro de 2020
 
Cadernos de Estudos Culturais: "Despolíticas, despoéticas – desobediências"
O número 24 dos CADERNOS DE ESTUDOS CULTURAIS, a ser publicado até dezembro de 2020, tem como temática as despolíticas, despoéticas – desobediências (MIGNOLO, 2008; 2010) — na arte, na cultura, nos corpos, nas mídias (em tempos de fake news), no direito e na ignorância, nas leis e no fora-da-lei, na saúde (doença e morte), no trabalho e no desemprego, na economia contra a vida, no cotidiano e no formal, no sexo e na abstinência, na fé e no profano, na esperança e no desespero, no amor e no ódio, enfim, no pensamento atual em geral — que nos impõem, nas atividades dos seres humanos de lugares fronteiriços que estão encravados na exterioridade, uma ordem de desobedecer ao que está estabelecido pelos sistemas de políticas e poéticas. Logo, a ideia é reunir contribuições que desobedeçam e promovam reflexões de despolíticas e despoéticas – desobedientes – na arte, na cultura e na produção de conhecimentos em tempos de generalizações. Não fosse o aparecimento de pandemia, a “política econômica de morte”, a “política de ódio” e muitas imposições sistêmicas atuais, em contexto brasileiro, talvez não viessem à tona. De certo modo, sem a menor sombra de dúvida, todas essas questões elencadas, bem como muitas outras dualidades ainda presentes nas políticas e poéticas contemporâneas, emergiram após a história pós-colonial das Américas (QUIJANO, 2019), mas são mantidas pelas múltiplas facetas da colonialidade do poder (QUIJANO, 2019) mais que nunca imperante neste contexto epistêmico enunciativo da América Latina. Assim, convidamos autorxs para contribuírem com reflexões epistêmicas desobedientes às políticas e poéticas sistêmicas de colonialidade e de colonização que versem sobre despolíticas, despoéticas – desobediências nas práticas culturais contemporâneas.
Prazo para Submissão: de 24 de Maio de 2020 a 30 de Setembro de 2020.
 
Revista Les Cahiers Alhim: Territórios feministas na América Latina: vozes periféricas
A Revista Les Cahiers Alhim, editada pela Universidade de Paris 8, seleciona artigos sobre "Territórios feministas na América Latina: vozes periféricas" para sua próxima edição. Serão aceitos artigos em português, inglês, espanhol e francês.
Este número tem a ambição de mostrar um esclarecimento crítico sobre a participação das mulheres na construção das nações e do imaginário nos campos político, econômico e social. Propõe uma reflexão sobre a participação de mulheres "anônimas" na emancipação feminina, mulheres que foram injustamente contempladas em papéis secundários, seguindo a tendência geopolítica centralista que favoreceu o pensamento de oposição entre o centro e a periferia, as capitais e as regiões. Essa perspectiva assume, assim, a existência de um estado de discriminação nas relações geopolíticas de poder baseadas na invisibilidade de regiões e estados.
As contribuições para esta questão visam abordar territórios que foram negligenciados na história da emancipação das mulheres na América Latina, descentralizando o ponto de vista e, assim, valorizando a voz das mulheres que estão “fora do tempo, fora do acontecimento”. (Perrot, 1998: 1): mulheres em oficinas, em conventos, em fábricas, em escolas, no campo, mulheres responsáveis pelo cuidado de corpos e almas, trabalhando pelo seu destino, quebrando uma relação dominante que elas mesmas fraturaram por meio de suas ações e seu discurso e investindo gradualmente no espaço público, em todas as dimensões (política, econômica, social, artística), mulheres como sujeitos políticos, como trabalhadoras; mulheres que contribuíram para romper com o universalismo masculino com base no gênero (definido como construção social e cultural) e que assim participaram desse “grande movimento de reequilíbrio” entre os sexos. (Héritier, 2002: 207).
Data de Submissão – até 30/09/2020
 
Revista Saúde em Debate: "Mulheres, ciência e saúde"
Esta chamada é destinada a compor um número especial da revista ‘Saúde em Debate’, editada pelo Cebes (Centro Brasileiro de Estudos de Saúde), dedicado à temática ‘Mulheres, ciências e saúde’. Seus objetivos são: a) divulgar pesquisas sobre a participação das mulheres no campo da produção de conhecimentos e práticas em saúde, abrangendo sua formação e modos de inserção neste campo, suas trajetórias e carreiras, suas contribuições teóricas, sociais e políticas, sua produção científica, entre outros aspectos; b) promover a reflexão crítica sobre como marcadores sociais – gênero, raça/cor/etnia, origem regional, idade, classe social, dentre outros – afetam tais processos; c) discutir como a presença e o protagonismo crescentes de uma pluralidade de mulheres têm produzido efeitos nas bases epistemológicas, na práxis científica e em suas hierarquias.
São bem-vindas produções desenvolvidas nas diferentes áreas do conhecimento que tem a saúde como campo disciplinar e/ou como objeto de estudo: ciências humanas e sociais, epidemiologia, saúde coletiva, biomedicina, bioética, planejamento e gestão, ciências ambientais, direito, educação, dentre outras.
Prazo para submissão: 02 de outubro de 2020
 
Revista Crítica Histórica: Masculinos & Masculinidades
Neste dossiê serão bem-vindos estudos, pesquisas e ensaios que tenham como ponto de partida, chegada ou como caminho, aqueles que se dediquem a:
1) analisar e problematizar a produção, social, cultura e histórica das masculinidades em distintos contextos temporais e espaciais;
2) abordar, de modo interseccional, como os marcadores sociais de raça, classe, gênero, sexualidade, idade e/ou geração, atravessam e modulam as possibilidades de “ser”, “estar” e de se “fazer” homem homo, hetero ou bissexual, cis ou transgênero;
3) produzir debates e reflexões que priorizem a interface dos estudos de masculinidades com as teorias queer e de gênero, reconhecendo os limites e potencialidades das aproximações desses campos analíticos;
4) focalizar as masculinidades historicamente nomeadas como desviantes e/ou dissidentes, as dinâmicas da amizade entre homens e, ainda,
5) destacar as masculinidades femininas, bem como as chamadas masculinidades sem homens.
Por fim, neste dossiê, almejamos reunir trabalhos que complexificam e interrogam as narrativas hegemônicas, e denunciam criticamente as hierarquias sociais pautadas na naturalização da condição do homem, dos masculinos e das masculinidades, apontando, assim, outros e novos (des)caminhos na produção histórica, social e política das masculinidades.
Prazo para submissão: 15 de Outubro de 2020
 
Fundo Baobá: Filantropia para promoção de equidade racial no Brasil no contexto pós-pandemia da covid-19
O momento de pandemia tem mexido com a sociedade como um todo e, de certa forma, mesmo que a médio prazo, é necessário planejar os próximos passos enquanto comunidade. O Fundo Baobá lançou uma chamada para artigos inéditos que contribuam para aprimorar a ação filantrópica para equidade racial no Brasil pós-pandemia da Covid-19. Realizada em parceria com a Fundação Ford, a iniciativa faz parte do projeto Consolidando Capacidades e Ampliando Fronteiras e selecionará 20 artigos, que receberão R$ 2,5 mil cada um. Além disso, os textos serão publicados bilíngues, em 2021.
Segundo Selma Moreira, diretora-executiva do Fundo Baobá para Equidade Racial, os impactos da Covid-19 ainda são desconhecidos e explicitaram o abismo social presente no Brasil desde sempre. “Os números da Covid-19 não deixam dúvidas sobre quem são as principais vítimas: ao mesmo tempo em que a pandemia explicitou as consequências do racismo que permeia as estruturas sociais do Brasil, ela também acentuou as desigualdades que marcam nosso país”, destacou.
De acordo com o Edital, a chamada é aberta a especialistas, mestres e doutores com produção acadêmica ligadas às áreas priorizadas pelo Fundo Baobá para os seus investimentos programáticos como educação do ciclo básico à pós-graduação; população quilombola; juventude negra; racismo religioso; saúde da população negra e ciclo de vida; masculinidades negras; violência de gênero contra mulheres negras; violência de gênero contra comunidade LGBTQI+; violência racial, entre outros.
Data de Submissão – até 12/10/2020
Mais informações: www.baoba.org.br
 
Revista Via Atlântica: Literatura, feminismos e história
Em sua trigésima nona edição, a revista Via Atlântica, periódico vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa (DLCV FFLCH USP), trará o dossiê temático Literatura, feminismos e história: imbricações possíveis, pretendendo ampliar as reflexões em torno da produção literária e ensaística de mulheres a partir do modo-de-produção capitalista em suas diversas configurações: históricas, sociais, afetivas, políticas, econômicas e culturais. Lembrando, com Virgínia Woolf, os enfrentamentos vividos pelas mulheres ao longo da história, o seu distanciamento compulsório da vida pública e o seu confinamento à vida privada.
Dentro deste debate a importância de autoras como Heleieth Saffioti, referência essencial para o feminismo marxista do Brasil ao desenvolver o tema da mulher na sociedade de classes, e as contribuições dos estudos interseccionais oriundos do pensamento de Angela Davis, que sinalizaram para a realidade de mulheres negras presas por um triplo grilhão de opressão - como negras, como trabalhadoras e como mulheres - são centrais para a problematização do papel da mulher no mundo contemporâneo.
Data de Submissão – até 22/10/2020
 
Revista Interdisciplinar Sistemas de Justiça e Sociedade: Violência de gênero - estudos sobre a realidade brasileira e implicações do sistema de justiça
O Programa de Pós-Graduação e Pesquisa da Escola Superior da Magistratura do Maranhão (PPGP-ESMAM) torna pública a chamada de artigos para a primeira edição da Revista Interdisciplinar Sistemas de Justiça e Sociedade. Além do dossiê temático, que abordará sobre “Violência de gênero: estudos sobre a realidade brasileira e implicações do sistema de justiça”, nessa primeira edição a proposta é abrir a submissão para qualquer assunto relacionado ao Poder Judiciário, pela interdisciplinaridade da revista científica.
Por isso, serão aceitos trabalhos de profissionais das diversas áreas, docentes e pesquisadores(as), com produções técnicas e/ou científicas relacionadas ao tema proposto.
Data de Submissão – até 25/10/2020
 
Revista Veredas da História: O vestir e o despir na história - interfaces entre roupas, gênero e imagem no cotidiano
Em pleno século XXI, ao observarmos críticas sobre a performance de um artista nu em interação com o público e com uma criança no Museu de Arte Moderna (MAM), ou  quando identificamos manifestações civis dizendo que “Menino nasce menino e menina nasce menina”, durante um ato contrário à conferência de Judith Butler sobre as questões de gênero, ou quando presenciamos discursos políticos afirmando que “Menino veste azul e menina veste rosa”.
De modo metafórico e pejorativo ao que se entende por “ideologia de gênero”, constatamos os riscos que a falta de conhecimento e de interpretação podem conduzir ao distorcerem as múltiplas representações sobre o vestir e o despir na História e suas interseções entre roupa, gênero e imagem, promovendo o fortalecimento de reações conservadoras e até agressivas à tentativa de diálogo para a desconstrução de equívocos e posições ideológicas.
Neste sentido, este dossiê visa agrupar pesquisas que dialoguem, analisem e reflitam os diversos códigos visuais e simbólicos a respeito das representações de gênero, do corpo, do vestir, do despir, das roupas e de suas imagens projetadas no tempo e no espaço histórico, para então, ampliarmos e divulgarmos o conhecimento científico-social a respeito dos processos de (re/des)construção política, econômica e cultural ao longo da História.
Prazo para submissão: 30 de Outubro de 2020
 
Cadernos de Sociomuseologia - Corpo, gênero e dissidências nos museus e na museologia
Para isso, apoia-se na Resolução nº 4/ICOM (2013), nos Princípios de Yogyakarta (2007), na Declaração Universal sobre Diversidade Cultural (2002), entre outros documentos que orientam sobre a necessidade de se buscar novas políticas culturais que contemplem a diversidade tendo em vista a superação de desigualdades históricas. Neste sentido, este dossiê recebe artigos sobre ações e reflexões em múltiplas abordagens teóricas, em especial quando tratam sobre documentação, conservação, expografia, ação educativa, comunicação, política de aquisição e descarte, entre outros ofícios e saberes próprios dos museus e da Museologia, particularmente quando vinculados aos modos de representar ou de esquecer corpos femininos e/ou dissidentes.
Em conjunto, o dossiê objetiva a promover a circulação de conhecimentos interessados no aprofundamento do pensamento sociomuseológico diretamente vinculado aos debates de equidade de gênero e orientações plurais, compreendendo os museus e a Museologia enquanto importantes agentes do processo de superação de fobias contemporâneas a essas corporalidades.
Data de Submissão – até 30/10/2020
 
Revista Brasileira de Estudos da Homocultura: Interseccionalizando em educação lutas sociais e direito à diferença
A educação aqui pensada vai desde a institucionalizada até a vivida nos contextos cotidianos de socialização, ou mesmo de formação profissional (na segurança pública, na saúde, no trabalho sexual, nas artes, nas licenciaturas, etc.). A cis-heterossexualidade normatiza a negritude, assim como a branquitude rege as discussões das travestilidades, das transexualidades, das transmasculinidades, das homossexualidades, das lesbianidades e bissexualidades também nos contextos educacionais. Para uma educação democrática e participativa é urgente o debate do direito à diferença nas infâncias vividas e em qualquer idade e classe social.
O racismo e o sexismo, por exemplo, são categorias plurais e assim devem ser tratadas, o que faz da interseccionalidade uma ferramenta fundamental nesse processo, já que um estudo pode apresentar falhas quando desconsidera os múltiplos fatores que envolvem o objeto investigado, em especial nos estudos de gênero e relações étnico-raciais. Racismo e sexismo, então, não devem ser tratados como problemas análogos, mas interpretados em seus múltiplos entrelaçamentos e combinações. Ou seja, a partir do que propõem as feministas negras, o racismo precisa ser entendido sob a perspectiva de gênero e o sexismo precisa ser racializado (Ina KERNER, 2012).
Data de Submissão – até 31/10/2020
 
Revista Poder & Cultura: Vozes subalternizadas e discursos periféricos
Historicamente, mulheres, negros, homossexuais e indígenas foram marginalizados e, sistematicamente, silenciados. Gayatri C. Spivak (1995), ao questionar as possibilidades de fala dos grupos excluídos socialmente, descreve as tribulações que envolvem a luta pelo direito à voz em sistemas opressivos.
Nesse sentido, em meio às efervescências sociais que marcam as primeiras décadas do século XXI, convidamos os pesquisadorxs de estudos literários, da linguagem e das ciências humanas em geral a compartilharem os textos originais e inéditos neste dossiê sobre as diversas vozes abarcadas no grupo dos periféricos, marginalizados e subalternizados. Discursos tantas vezes apagados e ignorados, mas nunca silenciados.
Data de Submissão – até 31/10/2020
 
Revista Periferias: raça, racismo, território e instituições
Saberes, estudos analíticos e propositivos, narrativas estéticas, literárias, jornalísticas e de opinião, fotografia e arte, embasam as proposições sobre o modo como o racismo estrutural reproduz desigualdades nas sociedades contemporâneas, especialmente no campo da violação de direitos à vida plena e, no limite, à própria vida.
A Revista Periferias considera a complexidade que o tema traz, e abrigará trabalhos em diálogo com experiências, sobretudo das pessoas negras em seus territórios de existências, mas não apenas. Abordará, também, diferentes conflitos vivenciados também pelos povos originários, população cigana e migrante, considerando a importância da interseccionalidade no debate sobre raça/racismo para reflexões que elucidem gênero, orientação sexual, religião, casta, idade ou demais eixos que apontem para a identidade social.
A proposta é fazer convergir críticas ao racismo estrutural e institucional, às narrativas estigmatizantes, aos imaginários sociocêntricos historicamente construídos, à expropriação de territórios de ancestralidades e às epistemologias eurocentradas, sem perder de vista a forte manutenção que o racismo encontra em seu intermédio institucional —como assim o faz instituições do Estado, Mercado, Religião e/ou, ainda, da própria sociedade civil.
A ênfase está nas lutas e movimentos, estratégias e elaborações antirracistas originadas e em curso nas periferias globais, sem que se desvincule raça, território e instituições, em sua reconstrução sempre expressiva dos paradigmas que normatizam estruturas de poder no contemporâneo, considerando as múltiplas formas em que o racismo engendra e afeta a afirmação de direitos de sujeitos e sujeitas subalternizadas em relações racializadas de poder. A atualidade dos territórios populares, assim como práticas e metodologias antirracistas, são referências de composição crítica para a edição.
Data de Submissão – até 01/11/2020
 
Nava: Artes, Mulheres e Migrações
Os processos migratórios são uma constante histórica, não obstante as variações das suas origens e determinações. Segundo o World Migration Report 2020 da Organização Internacional para as Migrações (2019), no cenário global, o número de migrantes internacionais em 2019 chegou aos 277 milhões, sendo que 74% dos migrantes estavam em idade ativa (20-64 anos). Concomitantemente, vários autores e organizações indicam que há um processo de feminização da migração e de mudança do perfil da mulher migrante. Nestes trânsitos e fluxos, as desigualdades de gênero persistem e permanecem invisibilizadas, tal qual as particularidades dos reais universos simbólicos, culturais e sociais vivenciados por estas mulheres nos seus quotidianos dos países de destino. Apesar disso, as mulheres migrantes resistem e reinventam suas vidas. Representam uma geração conectada e globalizada, que estabelece outras formas de relações sociais, permeadas por linguagens imagéticas, artísticas e tecnológicas intensas. O acionamento destes capitais tem permitido a dinamização de processos articulados em redes e atravessados por expressões artísticas que visam o enfrentamento de iniquidades, revelando um ativismo estético-político pulsante que sinaliza potencialidades expressivas para a evocação de demandas da realidade e alinha-se com o cenário global.
De fato, as manifestações sociais mundo afora evidenciam a diversidade de expressões reveladas em graffiti, performances, música, literatura, ocupações urbanas, entre outras, presentes em inúmeros países protagonizadas por mulheres migrantes. Com este Dossiê, queremos destacar experiências artísticas e de ativismo estético-político levadas a cabo por mulheres migrantes considerando que as suas expressões têm sinalizado as potencialidades das artes enquanto dispositivos capazes de trazer à luz universos silenciados e possibilitar a recriação incessante de identidades.
Data de Submissão – até 01/11/2020
 
Revista Escripturas: Memórias de sangue - recordar a violência, escrever a história
É impossível pensar a história e permanecer alheio ao papel que a violência desempenhou nos assuntos humanos, e, no entanto, é surpreendente que a violência raramente tenha sido escolhida como objeto de considerações especiais. Essa frase expressa uma avaliação formulada por Hannah Arendt nos anos 1960. Mais de meio século depois, tal avaliação permanece atual e pertinente. Desde então muito foi escrito. Numerosos estudos surgiram e catapultaram a história da violência para o patamar de um tema vasto o suficiente para preencher estantes inteiras. Porém, a extensão do interesse segue em descompasso com a densidade analítica: alguns dos estudos mais célebres de nosso tempo sequer formulam a pergunta o que é violência? – basta folhear Os Anjos Bons da Nossa
Natureza: por que a violência diminuiu. Prevalece certa naturalização da violência, cuja realidade é, de modo geral, considerada corriqueira, óbvia para todos, algo que ninguém questiona. Este dossiê foi pensado a partir dessa inquietação. Portanto, esperamos que ele seja encarado como um convite a todos aqueles que se sintam mobilizados por pensar as relações existentes entre a compreensão da violência e os sentidos da história. Afinal, as maneiras de recordar e escrever sobre o passado afetam a identificação da violência? Haverá alguma relação fundamental entre a multiplicidade das abordagens historiográficas, em suas diferentes orientações teóricas, metodológicas, delimitações empíricas e temporais, e a ampliação da percepção da violência como fenômeno social que pode assumir uma realidade física, moral, institucional, simbólica, militar? Dito de modo mais direto: as formas da violência afetam as formas da história, ou vice-versa? Essa chamada é dirigida a todos aqueles interessados em publicar estudos relevantes para tal campo de questionamentos.
Data de Submissão – até 15/11/2020
 
Revista Sul-Sul - Revista de Ciências Humanas e Sociais: Nossos feminismos americanos e descoloniais - escritos anfíbios entre militâncias e academia
Infelizmente, em julho de 2020, ficamos sabendo, e com grande tristeza, da morte da feminista anticolonial María Lugones. Em meio à pandemia de COVID-19, para honrar sua vida, seu trabalho e conscientes de que a estratégia do pensamento colonial é destruir alianças feministas, o poder do comunitário, a resistência tecida de mão em mão; propomos este espaço de escrita como um tecido de práticas, conhecimento e resistência feminista Nuestra americanas, como uma tentativa de transformar as desigualdades contra as quais María Lugones também lutou. "Sem patriarcado, não há colonialidade", ensinou-nos María Lugones. Assim como ofereceu ferramentas para analisar como o sistema de gênero constituía tanto a colonialidade do poder como a colonialidade do saber. Graças às contribuições de Lugones, as conexões entre gênero, classe e heterossexualidade tornaram-se presentes na análise feminista como racializadas.
 Nesse sentido, registrando as contribuições de María Lugones, este dossiê propõe as seguintes perguntas que podem ser articuladas coletivamente: Como proceder diante de uma academia que, quando encontra discursos, conhecimentos e práticas que não são a norma, os considera como "objetos de estudo", mas não modos de conhecimento válidos? Os feminismos anticoloniais devem insistir para que esse conhecimento seja incluído na universidade e na academia em geral? Como confrontar as lógicas extrativistas da academia? É possível que a academia desarme as lógicas coloniais de conhecimento, poder e gênero? Como podemos imaginar estratégias feministas anfíbias que nos permitam estar ao mesmo tempo dentro e fora da academia, e que gere encontros entre sujeitos distantes?
Neste dossiê, convidamos você a debater essas questões e refletir sobre elas a partir dos seguintes tópicos:
Feminismos latino-americanos e descoloniais        
Feminismos comunitários e indígenas        
Feminismos pretos, chicanos ou coloridos        
Ativismos, militâncias, ativismos, conhecimentos e práticas periféricas para a academia        
Feminismos críticos e anticoloniais        
Extrativismos acadêmicos        
Territórios, órgãos e Sul global        
 Lgbtttiqnb + nossos movimentos americanos e anticolonialismo
Prazo para submissão: 01 de Dezembro de 2020
 
Revista Tropos: Mídia, religião e religiosidades na era da digitalização
O mundo religioso sempre esteve conectado com a mídia. Historicamente, a emergência de uma nova mídia sempre implicou transformações no relacionamento entre a esfera religiosa e a sociedade, mudanças no modo como os fiéis de uma religião a professam e na forma como as instituições realizam as suas práticas e se posicionam no espaço público (HORSFIELD, 2015).
Há algumas décadas, as pesquisas em mídia e religião eram sistematizadas em dois eixos: o uso da mídia por organizações religiosas e o uso da religião por corporações de mídia (sobretudo no jornalismo) em seus produtos. A crescente contribuição de pesquisas acadêmicas em mídia e religião a partir de novas abordagens e o advento e desenvolvimento da internet mostraram que esta divisão é insuficiente para dar conta desta problemática.
Este número especial de Tropos: Comunicação, Cultura e Sociedade em parceria com o site acadêmico Mídia, Religião e Sociedade pretende contemplar discussões teóricas ou analíticas que estejam relacionadas às complexas articulações entre mídia, digitalização, religião e religiosidade. Espera-se receber contribuições que abordem, preferencialmente, mas não somente, os seguintes temas:
· Religião, gênero e sexualidade online
· Reconfiguração de práticas religiosas (rituais, liturgias etc) em relação com o digital
· A presença de organizações religiosas nas mídias digitais: iniciativas, produtos
· Formação de grupos religiosos em ambientes digitais
· A autoridade religiosa na internet
· Religião, política e internet
· Religião, entretenimento e internet
· Religião e jogos digitais
· O desenvolvimento de comunidades e identidades religiosas online
· Jornalismo e religião nas mídias digitais
· Teologias para o mundo digital
· Conflitos religiosos nas mídias digitais
· Espiritualidade em ambientes online
· Discursos de ódio, intolerância religiosa e mídia digital
· Fakenews, religião e mídia digital
· Tolerância religiosa, ecumenismo e mídias digitais
· A circulação de discursos religiosos online
· Midiatização e religião/ religiosidades e espiritualidades online
· Tecnologia digital e a dimensão religiosa e espiritual
· Inteligência Artificial e religião
· O imaginário tecnológico e a religião.
Data de Submissão – até 20/12/2020
 
Revista A Cahiers des Amériques latines: O que aconteceu com a "revolução dos direitos" LGBTQI+ na América Latina?
Dez anos após a lei histórica sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo na Argentina, esta edição dos Cahiers des Amériques latines propõe questionar a noção de "revolução de direitos" [Encarnación, 2016] e fazer um balanço da situação das minorias sexuais e de gênero na região. Desde o início do século XXI, inúmeras leis e políticas públicas foram adotadas em toda a América Latina para proteger os direitos das pessoas LGBTQI+. Atualmente, todos os países da região descriminalizaram a atividade consensual entre adultos do mesmo sexo.  O casamento entre pessoas do mesmo sexo é protegido pelas leis e jurisprudência das mais altas cortes da região, incluindo a CIDH, desde 2018. As chamadas leis de identidade de gênero para pessoas trans na região despertam reivindicações a nível internacional, e as políticas públicas contra a homofobia ou para a proteção de pessoas intersex são reconhecidas como inovadoras. Embora as mudanças sejam assimétricas entre países ou regiões dentro dos países, o reconhecimento dos direitos das pessoas LGBTQI+ tem sido generalizado e sustentado, colocando a região na vanguarda das políticas LGBTQI+ em todo o mundo.
Este contexto institucional fornece um ponto de partida para a análise do reconhecimento dos direitos e condições de vida das minorias sexuais e de gênero na América Latina contemporânea. De fato, esses avanços para as populações LGBTQI+ parecem ser hoje desafiados pela ascensão ao poder de governos mais conservadores e pelo crescente poder dos atores evangélicos na política. Os cortes orçamentários e a consolidação de grupos contrários à "ideologia de gênero" parecem ameaçar a consolidação dos movimentos de direitos humanos e, especificamente, o ativismo LGBTQI+.
Para esta edição, esperam-se estudos empíricos originais e inéditos, como estudos de caso ou comparações temporais e espaciais que possam vir de todas as disciplinas das ciências humanas e sociais: história, geografia, ciência política, sociologia, antropologia, direito, etc.
Prazo para submissão: 11 de Dezembro de 2020
 
CHAMADA PARA TRABALHOS - DOSSIÊ TEMÁTICO: "GÊNERO, POLÍTICAS PÚBLICAS E SERVIÇO SOCIAL"
A Revista Gênero comunica que se encontra aberta a submissão de artigos para o dossiê temático Gênero, Política Social e Serviço Social. O processo de institucionalização dos estudos de gênero no Brasil, no âmbito das Ciências Humanas, data do final dos anos de 1970, concomitantemente ao fortalecimento do movimento feminista no país. A incorporação da perspectiva de gênero por diferentes áreas do conhecimento e, consequentemente, pelas políticas sociais públicas contribuiu para deslocamentos conceituais, problematizações epistemológicas e visibilidade de temas e segmentos sociais que não estavam na ordem do conhecimento acadêmico.
Ademais, os estudos de gênero congregam um conjunto de conhecimentos capazes de explicitar a organização da vida social e as relações de poder que atravessam as formações sociais e políticas. No atual cenário de fortalecimento do neoconservadorismo, com ataques e retrocessos às conquistas no campo do gênero, da sexualidade, e da reparação social a negros(as), povos tradicionais, mulheres, população LGBTQI+, simultaneamente a um desmonte da Seguridade Social e a focalização da proteção social na extrema pobreza, projetar pesquisas e trabalhos desenvolvidos nesse campo temático é resistir e reafirmar uma produção de conhecimento comprometida com a equidade de gênero e políticas sociais públicas.
Nesse sentido, a transversalidade de gênero se impõe como responsabilidade dos governantes sobre a desigualdade de gênero, resultante dos acordos internacionais dos anos de 1990, e estratégia de incorporação do princípio de gender mainstreaming pelos Estados. No contexto das políticas para mulheres em âmbito mundial, esta estratégia prevê a incorporação da perspectiva de gênero em todas as áreas de políticas públicas, com a finalidade de melhorar as condições de vida e o status das mulheres. Porém, ao analisar políticas públicas e programas governamentais a partir da perspectiva de gênero, pretende-se ir além da identificação de políticas e programas que atendam as mulheres.
O Serviço Social tem se aproximado dessa questão ao constatar que novas relações de gênero exigem políticas públicas que incorporem a interseccionalidade e a equidade de gênero: políticas de ações afirmativas, políticas para neutralizar a violência contra as mulheres, contra a população LGBTTs; mudanças no sistema de cotas e benefícios específicos para mulheres pobres, trabalhadoras, indígenas, negras, prostitutas, mulheres e meninas em situação de rua e destituídas de seus direitos mínimos. É no espaço da esfera pública que serão delineadas propostas de políticas com estas perspectivas.
Pretende-se, portanto, com este Dossiê criar um espaço de discussão plural sobre as pesquisas e experiências profissionais desenvolvidas que utilizem a leitura interseccional para refletir sobre as diferentes categorias de opressão – gênero, raça/etnia, classe, gerações e sexualidades - na produção de conhecimento do Serviço Social. Indicam-se como eixos para pensar o entrecruzamento de matrizes de opressão nas políticas sociais as questões de trabalho, sexualidades, violências de gênero e família, genocídio e extermínio da população negra e antirracismos.
Previsão de publicação: 31 de julho de 2021
Período de submissão: 10 de janeiro de 2020 a 20 de dezembro de 2020.
 
Revista Porto das Letras: Literaturas de Língua Portuguesa e de Língua Inglesa, Cultura e Política
Nos últimos anos, o cenário literário vem discutindo diferentes formas de opressão sustentadas por projetos políticos, sociais, étnico-raciais, de classe e de gênero. Além disso, novos escritores e literaturas não-hegemônicas nos fazem questionar o sentido de um cânone literário, associando a falta de diversidade na produção literária à exclusão promovida pelas sociedades e pelo sistema-mundo. Dessa forma, vemos o texto literário entrelaçado com a cultura, história e política, discutindo sistemas de poder, seu imaginário e suas formas de colonizar desejos e corpos. Nesta edição da Revista Porto das Letras, estamos interessados em artigos que tratem da discussão sobre projetos de poder político, heteropatriarcal, colonial, social ou étnico-racial nas Literaturas de Língua Portuguesa e Literaturas em Língua Inglesa. Acolheremos trabalhos que problematizem as identidades culturais e as relações étnico-raciais e de gênero, sob a perspectiva da fratura em narrativas sociais hegemônicas. Além disso, também receberemos textos que reflitam sobre processos históricos e políticos e suas revisões por meio da literatura.
Data de Submissão – até 30/01/2021
Revista Intellèctus: Decolonialidades, narrativas históricas, ensino e memórias
A Revista Intellèctus abre chamada para receber artigos para compor o Dossiê “Decolonialidades, narrativas históricas, ensino e memórias”.
O Dossiê terá por eixo transversal e estrutural a insurgência do pensamento decolonial e suas implicações na historiografia e no ensino de História. Os conceitos de colonialidade, modernidade, de(s)colonialidade, ecologia de saberes, dentre outros, exibem a interface teórica da potência do pensamento decolonial na busca por trilhas e pistas na construção de narrativas históricas e memórias outras referenciadas em grupos subalternizados e/ou periféricos, especialmente no Brasil e na América Latina e suas dimensões sociais, econômicas, políticas, ideológicas e ambientais no/do Tempo Presente.
Data de Submissão – até 15/02/2021
 
Revista de questões de gênero: De igualdade e diferença
Comunicamos que está aberta a convocatória para envio de artigos originais e inéditos para o monográfico nº 16 da Revista Cuestiones de Género se dedicará ao tema: “A agência feminina em narrativas audiovisuais” e será coordenado por María Teresa Vera Balanza, Elia Saneleuterio, María Jesús Ruiz Muñoz y Daniele Leoz.
Questões de gênero: igualdade e Diff to  é uma revista acadêmica de acesso aberto e criada anualmente por iniciativa do Seminário Interdisciplinar de Estudos da Mulher da Universidade de León. Está aberto a todas as pesquisas realizadas na área dos estudos feministas e femininos com o objetivo de consolidar um espaço acadêmico e interdisciplinar de investigação, encontro e debate sobre gênero. Admite contribuições inéditas e em qualquer uma das línguas oficiais da União Europeia.
Prazo de recepção:  28 de Fevereiro de 2021
 
Revista Transversos: Africanizar- resistências, resiliências e sensibilidades
A 22ª edição da Revista Transversos, Qualis A3, tem o prazer de convidar pesquisadores de diversas áreas do conhecimento para o envio de artigos inéditos, experimentações, entrevistas e notas de pesquisa para o dossiê Africanizar: resistência, resiliências e sensibilidades. Busca textos que iluminem, a partir de problematizações teóricas e metodológicas, as práticas de resistências e de resiliências, assim como as sensibilidades expressas pela multiformidade africana ao longo de sua história. Rastreia reflexões que procuram formas mais complexas de análise, além das oferecidas pelo pensamento binário. O imperativo “africanizar” surge como necessidade de ouvir as vozes do continente, evitando as essencializações redutoras, questionando os parâmetros fornecidos apenas a partir do viés eurocêntrico, da branquidade, do androcentrismo, do heteronormativo, das metanarrativas nacionais homogeneizantes ou dos interesses dos dominantes, sejam eles, estrangeiros ou locais. Deseja distintas escritas que apontem o agenciamento e os saberes dos silenciados, dos invisibilizados e daqueles que foram colocados à margem. Quer análises de como se deram as resistências - atos de persistir, de se assumir, de não aceitar a ser coisificado pelo outro, mesmo que para isso se utilize do simulacro, do mimetismo e do hibridismo. Interessa ao dossiê artigos vasculhadores de que forma, no continente africano, vulnerabilizados, seja do ponto de vista econômico, social, político ou cultural, arquitetam, ante as opressões, saídas pela resiliência. Essa vista como arte do mais fraco em se adaptar às situações adversas, reinventando-se positivamente, buscando autoestima ou significado para a vida, preservando ou reconstruindo identidades, para enfrentar e, se possível, superar as sujeições. Enfim, o dossiê deseja reunir textos atentos à diversidade das sensibilidades africanas, às maneiras como os subalternizados enfrentam as estruturas políticas, econômicas, sociais e culturais cerceadoras dos desejos, das formas de sentir, imaginar, valorar e agir, que se constroem contra o estabelecido.
Prazo para submissão: 31 de março de 2021
 
Renbio - Revista de Ensino de biologia: Gênero, Sexualidade e Ensino de Biologia - entre práticas, políticas e resistências
Experiências pedagógicas e pesquisas acadêmicas, a partir de diferentes reflexões teórico-metodológicas, têm realizado e marcado a importância dos atravessamentos de gênero e sexualidade na área de Educação em Ciências e Biologia, compondo assim uma arena territorial de disputas, sobretudo nas últimas décadas com as implicações da interferência religiosa e conservadora nas políticas públicas e educacionais. Nesse sentido, o Dossiê temático “Gênero, Sexualidade e Ensino de Biologia: entre práticas, políticas e resistências” propõe reunir artigos inéditos oriundos de pesquisas ou relatos de experiências de autoras brasileiras e estrangeiras que dialoguem e multipliquem as possibilidades de se pensar o Ensino de Ciências e Biologia com gênero e/ou sexualidade. Buscamos produções de: a) análises das políticas públicas educacionais voltadas a gênero e sexualidade e suas (des)articulações com a Educação em Ciências e Biologia; b) experiências pedagógicas em contextos da Educação em Ciências e Biologia que problematizem as normas binárias e essencialistas de gênero e sexualidade; c) análises das propostas que circulam na Educação em Ciências e Biologia e que se opõem as iniciativas das diferentes experimentações de corpos, gêneros e sexualidades, tais como o “Movimento Escola sem Partido” e a ideia de “ideologia de gênero”; d) análises de representações em textos curriculares da Educação em Ciências e Biologia sobre gênero e sexualidade, em suas expressões normativas ou dissidentes, em interface com os outros marcadores sociais da diferença e) leituras de artefatos culturais que possibilitem análises sobre as questões de gênero e sexualidade na interface com o Ensino de Ciências e Biologia. Assim, espera-se que esta chamada se constitua como um território de diálogo e re-existências éticas e políticas ao contexto atual.
Data de Submissão – até 01/03/2021
 
Cadernos de Gênero e Diversidade: Interlocuções sul-sul - infâncias, interseccionalidade e pensamento decolonial
O pensamento decolonial parte de uma perspectiva teórica que promove a construção de um projeto de contraposição às tendências acadêmicas eurocentradas, buscando por meio de uma análise crítica questionar a geopolítica dos conhecimentos, que tem invisibilizado e silenciado outras formas de saberes, assim busca-se romper com o legado colonial que legitima apenas as epistemologias do norte. Tal narrativa esconde o lado mais sombrio e obscuro da colonialidade, que se reproduz através de mecanismos opressores de exploração e geradores de subjetividades tanto dominantes quanto subalternizadas. Nesse contexto, as infâncias passam a ser somente um momento de espera, uma expectativa para uma vida adulta concebida numa visão branca, heterossexual e capitalista. Mas, o que os povos tradicionais e os saberes decoloniais tem a dizer sobre as infâncias e as relações com as comunidades que as constroem?
Partindo de uma interlocução sul-sul, este dossiê propõe reunir trabalhos de pesquisadoras e pesquisadores, profissionais da educação e ativistas, que tomam a interseccionalidade na articulação das suas análises com base no referencial teórico decolonial para se pensar as infâncias.
Neste sentido, serão bem-vindos trabalhos que se dediquem a compreender como se estabelecem as formas pelas às quais as relações étnico-raciais, de gênero, classe, sexualidade e idades perpassam as vidas das crianças de 0 a 12 anos, questionando e desnaturalizando visões ainda eurocêntricas e abstratas que estão enraizadas na área de estudo e pesquisa. De modo, a conhecer as infâncias de maneira mais próxima das próprias crianças, que participam com os seus protagonismos dos processos de mudança social, objetivando reunir trabalhos de profissionais da educação, das ciências sociais, do psicologia social, do direito, elegendo a estratégia metodológica da interseccionalidade na articulação das análises com base na colonialidade para pensar as infâncias.
Data de Submissão – até 01/03/2021
 
Revista Mediações: Quando o "Outro" é o antropólogo - reflexões sobre as produções etnográficas contemporâneas
A presente proposta pretende reunir artigos que tragam reflexões sobre os efeitos da produção de antropólogos negros e indígenas – mas não só – para a teoria antropológica no que diz respeito, em especial, a essas duas distinções fundantes do campo da antropologia: a separação sujeito – objeto e a separação campo – casa. Inspiradas em Nascimento e Cruz (2017), nas suas reflexões sobre a “Quinzena do Negro”, evento organizado por intelectuais negros na USP, em 1977, ressaltamos que essas etnografias são baseadas não no “eu estive lá”, mas fundamentalmente no “eu sou de lá”.
O que estamos buscando são textos que, de distintas maneiras, abalem o “mito do pesquisador de campo semicamaleão” (GEERTZ, 1997[1983]:85). Mas não porque esses textos permitam expor a “verdade” do que acontece com os antropólogos (ou ao menos parte deles) em campo – forma como muitos encararam a publicação póstuma dos diários de Malinowski. Estamos interessadas em textos que abalem esse mito justamente porque entendemos que ele vem perdendo sentido se considerarmos que muitos antropólogos não são mais estrangeiros a se camuflar entre os Outros.
Mais do que simplesmente dar visibilidade à produção de antropólogos negros e indígenas, a proposta do presente dossiê visa sistematizar um corpus de reflexões teórico-metodológicas que vem se construindo nos últimos anos no campo da antropologia produzida no país. Entendemos que essas etnografias produzidas desde casa, ou a partir de relações diversas daquelas preconizadas pelo modelo que conformou inicialmente o campo disciplinar, podem trazer novas e importantes questões para a antropologia como um todo.
Data de Submissão – até 22/07/2022
 
Coisas do Gênero - Revista de estudos feministas em teologia e religião: ecofeminismo (s), teologias e territórios
O termo Ecofeminismo traz à discussão a relação entre duas bases que estruturam a sociedade atual: o patriarcado e o capitalismo. Entendendo que as mulheres são as maiores vítimas da violência da degradação ambiental, os movimentos ecofeministas articulam, em uma perspectiva sistêmica, as buscas por direitos iguais para mulheres e homens, por sustentabilidade e a defesa do meio-ambiente. Dentro desses movimentos, a reflexão teológica está associada à teologia ecofeminista. Ela envolve o desenvolvimento conceitual das relações entre as religiões patriarcais, junto aos seus sistemas simbólicos, e a evolução social patriarcal e capitalista, propondo de ações e discursos para desenvolver espiritualidades engajadas na busca dessas novas relações. Este dossiê busca refletir sobre teorias, metodologias e práticas ecofeministas e suas histórias, aceitando artigos em perspectivas plurais
 
Chamada Temática para submissão de artigos,resenha, entrevista ou ensaio – Revista Profanações
Atualmente a Revista Profanações conta com pesquisadores pareceristas vinculados ao pensamento agambeniano e/ou de seus interlocutores de universidades da Argentina, Chile, Peru, Colômbia, México, Espanha, Itália e, de diversas regiões do Brasil.
A Revista Profanações convida os/as interessados/as em contribuir com a temática proposta, sob a forma de artigo, resenha, entrevista ou ensaio. Esperamos receber contribuições sobre a temática apresentada acima, assim como análises comparativas, que considerem as contribuições da biopolítica italiana frente a possíveis diálogos com autores europeus, latino-americanos e/ou asiáticos, além de análises sobre a (bio)política no Brasil à luz do pensamento italiano. Nesse sentido, são bem-vindas quaisquer contribuições que estejam de acordo com os interesses da “Revista Profanações” (vide “Foco e Escopo” da revista).
Prazo para submissão: Fluxo contínuo
 
Revista Argumentos
Argumentos é uma revista eletrônica do Departamento de Política e Ciências Sociais da Universidade Estadual de Montes Claros. Seu objetivo geral é estabelecer-se como um espaço de debate e intercâmbio em ciências sociais sob uma perspectiva crítica. Sua área temática, portanto, inclui antropologia, sociologia e ciência política.
Nosso público-alvo são pesquisadores de ciências sociais e humanas (acadêmicos, estudantes, membros de organizações sociais e da comunidade em geral). Argumentos tem o português como idioma principal, mas recebe e publica pesquisas em espanhol e inglês. Sua periodicidade é semestral. Convidamos a apresentação de artigos científicos públicos não publicados e originais, sujeitos a um processo de revisão por pares. Lançamos dois dossiês por ano, mas temos uma recepção aberta e permanente de itens ao longo do ano.
Atualmente, a Argumentos está em indexadores com os metadados DOAJ, Latindex, Redib, Sumarios.org, Diadorim, Mines Journals; no indexador de métricas do Google Scholar; e nos mecanismos de busca da CAPES, Portal de Jornais - ANPOCS, LatinREV - CLACSO, MIAR e EZB. Cada artigo publicado pela Argumentos também possui o sistema de identificação DOI (Digital Object Identifier). As avaliações seguirão uma ética de avaliação duplo cego. Depois de passar pelo Comitê Editorial da revista, responsável por verificar se os padrões exigidos na seção "Diretrizes para autores" são cumpridos, os artigos são enviados anonimamente a dois árbitros, especialistas na área, para uma avaliação cuidadosa dos sua qualidade Em caso de desacordo, o artigo será enviado a um terceiro especialista. Os documentos recomendados para publicação com revisão de conteúdo serão enviados novamente a dois revisores, preferencialmente os do processo inicial.
Mais informações podem ser encontradas na página da revista: http://www.periodico.unimontes.br/argumentos
Os artigos podem ser enviados através do email: revista.argumentos@unimontes.br ou através da plataforma.
 
Revista Gênero
A revista publica trabalhos que contribuam para o estudo das relações de gênero, escritos a partir de diferentes tradições disciplinares, dentro de um arco de questões que dizem respeito à condição feminina, homossexualidades, masculinidades dentre outros temas correlatos.
 
Revista Diversidade e Educação
A Revista Diversidade e Educação é uma revista de divulgação científica semestral e publica artigos e relatos de experiências educativas nas temáticas de corpos, gêneros, sexualidades e relações étnico-raciais. A revista tem como foco textos que tratem dessas temáticas no espaço escolar e em outros espaços educativos.
 
Revista Pluralista
A Revista Pluralistas abre inscrições para o Conselho Consultivo. É designado aos pareceristas a responsabilidade de avaliação minuciosa dos textos submetidos à Revista, com finalidade de publicação.
Os interessados deverão encaminhar um e-mail para o endereço pluralistas.cisges@gmail.com. Colocar no assunto: CONSELHO CONSULTIVO e compor o texto do e-mail das seguintes informações: nome completo, curso e instituição da qual possui vínculo, e-mail e telefone para contato.
Mais informações: pluralistas.cisges@gmail.com
 
Revista LibertAção
O Consultor Ad Hoc tem a função de auxiliar na avaliação dos artigos das diversas áreas do conhecimento enviados para o periódico. Para a seleção dos consultores que formarão o cadastro, serão considerados a titularidade (doutorado em Filosofia, Educação ou áreas afins) e a vinculação institucional.
As áreas temáticas da revista são Ensino de Filosofia, Marxismo e Educação, Filosofias Africanas, descolonização curricular/decolonialidades e filósofas contemporâneas.
Os/as interessados/as devem enviar os dados pessoais (nome, e-mail), suas áreas de interesse/pesquisa, bem como o link do currículo lattes para o e-mail revlibertacao@gmail.com com assunto Cadastro de Consultor Ad Hoc.
Mais informações: revlibertacao@gmail.com
 
 
 
3.b - Inscrições abertas para participação em eventos
 
III Encontro Nacional sobre discurso, identidade e subjetividade (ENDIS)
O III ENDIS é um evento de âmbito nacional, de importância para a pesquisa científica no Brasil, pois funciona como um espaço que estimula o debate entre estudantes, professores e profissionais das áreas de Comunicação, Estudos da Linguagem, Filosofia, História, Antropologia e Sociologia e áreas afins, com ênfase nos estudos sobre discurso, identidade e subjetividade e suas interconexões e interfaces.
Grupos de Trabalho:
1. Discursos de ódio, redes sociais e Fake News
2. Imagem e produção de sentidos
3. Discurso e narrativas midiáticas
4. Discurso, gênero e subjetividade
5. Discurso, Identidade e Cultura
6. Discurso e cibercultura
7. Discurso, memória e subjetividade
8. Discurso e literatura
9. Discurso e ensino
10. Discurso, violência e subjetividade
Período de submissão: até 30/09/2020
 
III Seminário (des)fazendo saberes na fronteira - lutas e (re)existências
O III Seminário (Des)Fazendo Saberes na Fronteira, como a temática “Lutas e (RE)Existências” tem por objetivo dar continuidade às ações iniciadas no ano de 2016, em sua primeira edição que problematizou temas como “Diversidade, Identidade e Direitos Humanos”. Já no ano de 2018, em sua segunda edição, o evento teve como tema central “Feminismos, Gêneros, Sexualidades” a partir dos diversos modos de ser e existir. De lá para cá o acirramento de todas as formas de desigualdades, da criminalização da pobreza e dos movimentos sociais, da fragmentação da
consciência de classe, do desmonte de direitos, do sucateamento e mercantilização dos serviços públicos, e tantas outras disparidades características do tempo presente, somos instigados a aprofundar reflexões e compromissos com as lutas feministas e LGBTTIQ+ (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais, Intersexuais e Queer).
Em sua terceira edição o evento tem por objetivos principais promover o intercâmbio entre pesquisadores com foco interdisciplinar nos estudos de gênero, sexualidade, feminismos e movimento LGBTTIQ+; oportunizando um espaço para problematização dos gêneros, das sexualidades, do feminismo e suas interseccionalidades nas pesquisas em Ciências Sociais e Humanas. As pesquisas e práticas extensionistas que perpassam abordagens dos gênero, sexualidades, feminismos e lutas dos movimentos LGBTTIQ+ são fundamentais para a criação de uma sociedade mais justa e igualitária, especialmente, em um contexto de conservadorismo que vem crescendo em toda América Latina.
Nesse sentido, o evento busca responder como os estudos de gênero podem contribuir para auxiliar na garantia dos direitos das mulheres, dos LGBTTIQ+ e na disseminação dos discursos democráticos e plurais em tempos de conservadorismo, de ataques misóginos, racistas, sexistas dentre tantas outras formas de tentativas de silenciamento e não reconhecimentos dos direitos humanos. O III Seminário (Des)Fazendo Saberes na Fronteira busca o fornecimento de um espaço de reflexão e debate sobre os mais diversos campos teóricos dos estudos de gênero, feminismos e sexualidades visando uma ampliação dos horizontes sobre as lutas e (re)existências, através de pesquisas acadêmicas, considerando e valorizando, a pluralidade de ideias e práticas, da relação entre teoria e vivências acadêmicas, práticas profissionais e de militância.
Data – 11 a 13/11/2020
 
VII Simpósio Internacional Desigualdades, Direitos e Políticas Saúde, Corpos e Poder na América Latina
De 04 de Novembro a 06 de Novembro de 2020
Programa de pós-graduação Ciências Sociais - Unisinos
O Simpósio dará ênfase ao domínio da Saúde, já que se trata de esfera sobre a qual converge o conjunto das discussões teóricas e metodológicas que a área das Ciências Sociais vem fazendo em seus investimentos contemporâneos. Como a saúde e o direito à vida entraram no bojo das garantias dos direitos sociais nos países latino-americanos? Em que medida as políticas públicas efetivaram instrumentos de equidade/justiça social/interculturalidade de longo alcance? Como podemos delinear análises macro e micro das relações de poder e dos processos sociais, tendo como territórios de indagação o corpo e a saúde? Esses interrogantes abrem espaço para sólida reflexão acadêmica nacional e internacional ao mesmo tempo em que reforça o diálogo com a sociedade civil, movimentos sociais, usuários/as e gestores públicos envolvidos com experiências e boas práticas responsivas à equidade e pluralidade.
 
XI Copene: Congresso Brasileiro de Pesquisadores/as negros/as
O COPENE, nesta décima primeira edição, apresenta o tema: “NEGRAS ESCREVIVÊNCIAS, INTERSECCIONALIDADES E ENGENHOSIDADES”. O tema escrevivências busca dar destaque para as experiências coletivas dos corpos negros, especialmente das mulheres negras, como foco da dupla discriminação de raça e gênero; articula-se com a interseccionalidade que remete aos cruzamentos de hierarquizações de raça com outros eixos de desigualdade social, tais como gênero, identidade de gênero, sexualidade, classe, idade, deficiências, diferenças linguísticas; e com engenhosidades que remete a emergência da criatividade e resistências negras para lidar com as ambiguidades do contexto atual, de recrudescimento de políticas públicas e políticas identitárias ao mesmo tempo em que alguns frutos de ações afirmativas se manifestam.
A Associação Brasileira de Pesquisadores/as Negros/as – ABPN e a Universidade Federal do Paraná (UFPR) no papel de instituições organizadoras desta edição do COPENE vem por meio desta realizar chamada aberta a especialistas, mestres e doutores com produção acadêmica concernentes às áreas priorizadas nos eixos temáticos a seguir:
1. Afrocentricidade: contribuições para pesquisas e práticas sociais no Brasil.
2. Alvos negros: guerra às drogas, encarceramento e juvenicídio.
3. Currículo y diáspora africana em América Latina y el Caribe. Experienciais, alcances y desafios.
4. Filosofia africano-brasileira: diálogos filosóficos entre o Atlântico e o Índico.
5. Intolerância Religiosa e Racismo Religioso no Brasil: desafios epistemológicos.
6. Literatura, Língua e Artes: Linguagens d’Áfricas e suas diásporas Memórias e Histórias de Bairros Negros e Populações Negras no Século XX.
7. Nós por nós - Matriarcado Afreekana Narrativas Cruzadas Negros ao Brasil.
8. Professoras doutoras negras e suas práticas de insurgências nos espaços acadêmicos.
9. Relações étnico-Raciais: espaço escolar e não escolar na efetivação da luta antirracista.
10. Vozes Apagadas: (R) Existências de Travestis e Mulheres Transexuais Negras no Brasil.
Data de Submissão – até 06/11/2020
 
14º Congresso Mundos de Mulheres (ouvinte)
Tema: FeminismoS AfricanoS – Construindo alternativas para as mulheres e para o mundo através de um corredor de saberes que cuida e resiste
O MM2020 tem por horizonte o reforço das solidariedades Sul – Sul e Sul – Norte. Nosso tema parte do reconhecimento da limitada presença de vozes, cosmovisões, artes e experiências, práticas e racionalidades que pensam e dizem o Mundo a partir do grande continente africano. Evidenciando os FeminimoS AfricanoS está chamada é plural e abrangente e está aberta a
propostas de reflexão a partir da academia e dos ativismos feministas que questionem os lugares hegemónicos contemporâneos assentes no colonialismo, capitalismo, racismo e patriarcado e alarguem possibilidades de lhes resistir e construir as alternativas que não deixarão ninguém para trás.
Espera-se a participação de ativistas, artistas e académicas/os africanas/os e dos demais continentes do mundo para uma partilha horizontal de saberes e experiências. Tendo o epicentro em Moçambique, na África austral oriental, o desafio do MM 2020 é realizar um Congresso que seja um marco transformador para os feminismos e o Mundo.
As línguas oficiais da 14ª edição do MM2020 serão: Português, Espanhol e Inglês.
Data: 21 a 24 setembro de 2020
Local: Campus Universitário Principal, Universidade Eduardo Mondlane - Maputo, Moçambique.
 
Seminário Virtual: Feminismos negros: perspectivas críticas da América Latina e do Caribe
Este seminário virtual acontece no contexto da Década Internacional dos Afrodescendentes, com a intenção de ir além dela. Nosso seminário faz parte do projeto estratégico de atingir um conjunto representativo de demandas de formação acadêmica e política, que tem racializado as mulheres como interlocutoras e agentes diretas de produção de conhecimento.
Feminismos negros constituem a base e a razão para o seminário. A partir desse lugar de enunciação, o grupo docente reúne acadêmicas ativistas afrofeministas, integrantes do grupo de trabalho do CLACSO “Afrodescendentes e propostas contra-hegemônicas”. Rosa Campoalegre (Cuba) e Claudia Miranda (Brasil) vão dividir este espaço de treinamento. O seminário se destaca pela voz das mulheres negras, interpretando, narrando e transformando sua história ancestral e seus futuros.
Entre os principais tópicos estudaremos: a introdução ao feminismo negro; as contribuições teórico-metodológicas e práticas dos feminismos negros; o movimento de mulheres negras / afrodescendentes; a plataforma política das mulheres líderes antes da Década; as dimensões políticas, pedagógicas e espirituais do ativismo das mulheres afro-brasileiras; as “mães de santo” e a luta pelo reconhecimento no Brasil; vozes e silêncios de mulheres afro-cubanas; análise comparativa Brasil e Cuba; finalizando com a avaliação e fechamento. Nós lhes damos boas-vindas.
Inscrições: até 20 de Setembro de 2020
Início do Seminário: 21 de Setembro de 2020
 
V Colóquio Internacional de Literatura e Gênero e II Colóquio Nacional de Imprensa Feminina: Questões de gênero na literatura luso-afro-brasileira
Os Colóquios em questão acontecerão na modalidade on-line, nos dias 01, 02 e 03 de outubro de 2020, cujo propósito é estabelecer um diálogo entre os saberes regionais, nacionais e internacionais através da investigação científica e da interdisciplinaridade com as áreas afins, além de promover um debate, sob a ótica da pluralidade, do respeito às diferenças, no que tange as relações entre literatura e questões de gênero. Almeja-se, então, a troca de experiências através da transmissão de conhecimentos e de conteúdos nas áreas de literatura, história, cultura, gênero, como também a divulgação de nomes de escritoras que circulam em periódicos brasileiros, luso afro-brasileiroe latino-americano.
A proposta é uma iniciativa do grupo de pesquisa centrado nos estudos de Literatura e gênero, vinculado ao Mestrado em Letras da UESPI, e voltado para a divulgação da produção científica sobre A Mulher na Literatura, junto à comunidade acadêmica desta IES, de outras instituições de ensino superior de outros Estados e de docentes e discentes do Ensino Básico.
Data – 01 a 03/10/2020
 
Congresso Virtual do IBDFAM: Família, Gênero e Direitos Fundamentais
Tema "Violência doméstica e familiar: violação dos Direitos Humanos".
De: 15 de Outubro de 2020  Até: 16 de Outubro de 2020
Local: On-line
Evento será realizado via Zoom, com certificado de participação.
 
II Seminário de História e Gênero: Gênero, ditadura e autoritarismo
Em 2020, o Grupo Pesquisa e Estudo em História e Gênero (GPEHG) da Universidade Federal do Ceará coloca em debate as perspectivas em torno das questões de gênero no âmbito dos estudos historiográficos sobre a ditadura civil-militar brasileira pós 1964.
O tema vem ganhando espaço, nos últimos anos, e enfrenta o lugar dos pressupostos de modelos femininos e masculinos mobilizados pelo regime autoritário para a construção de legitimidade e produção de consensos e gerenciamento do medo, para a construção de políticas públicas da ditadura nos campos da educação, cultura, propaganda, política antidrogas, além das repressões e resistências em torno do controle da sexualidade em suas múltiplas vivências.
Essas questões animam o GPEHG, desde 2011, e já produziu dois livros, vários artigos, dissertações e teses, além de ter nos permitido o trabalho em rede com outros grupos e universidades de todo o Brasil.
Data – 21 a 23/10/2020
Mais informações: https://www.even3.com.br/gda/
 
CEEINTER: I Seminário de Políticas Públicas e Interseccionalidades
O evento surge como uma possibilidade de promover e ampliar as discussões acerca das políticas públicas nas diversas áreas do conhecimento, buscando debater as diversas intersecções e como elas dialogam entre si. Além disso, o evento busca um diálogo especial com as seguintes áreas do conhecimento: assistência social, saúde, educação, trabalho, territórios, patrimônio, cultura, direitos sociais e humanos, desenvolvimento social e regional e suas interfaces. Para isso, contamos com pesquisas acadêmicas advindas de diversas universidades, faculdades e locais de aplicação ou planejamento das políticas públicas. Dessa forma, o evento visa ampliar o espaço acerca de tais discussões, possibilitando as diversas concepções teóricas e práticas dos distintos campos do conhecimento com as políticas públicas e suas interseccionalidades.
Data – 07 a 09/12/2020
 
VI Simpósio Gênero e Políticas Públicas - GT 20 - Teorias e práticas feministas
Esse GT dedica-se aos debates sobre as teorizações e as práticas feministas no contexto atual e acolhe trabalhos que discutem essas questões, contemplando sua expansão, evolução e diversificação em relação às múltiplas posições teóricas e às suas implicações políticas. Serão considerados: (a) as variadas construções teóricas (universalistas, diferencialistas ou essencialistas, pós-modernas, pós-estruturalistas e outras variações) em suas formas de uso nas pesquisas recentes no campo dos estudos de gênero; (b) os trabalhos empíricos, respaldados por abordagens teóricas, que versam sobre práticas feministas, enfatizando as trajetórias, as experiências e os movimentos das mulheres, a construção de discursos e narrativas, com foco na construção das agências, nos processos e dinâmicas orientados pelas pautas feministas contemporâneas; c) trabalhos que versem sobre a agência feminista dentro do Estado como, por exemplo, atuação em comitês específicos, articulação política e advocacy, em diferentes níveis da política e administração pública.
 
 
 
TÓPICO 4 - CURSOS NA ÁREA DE GÊNERO
 
 
Memórias coletivas e perspectivas feministas
O curso aborda a relação entre gênero e memória, enfatizando duas formas de compreender essa articulação: de um lado, entendendo a memória coletiva como uma construção de sujeitos multiposicionados e de gênero; e, por outro lado, explorando diferentes abordagens de gênero para o estudo deste campo. Numa perspectiva feminista, analisamos as memórias feitas por ativistas, guerrilheiros, vítimas e outros agentes sociais em relação às suas posições de gênero no presente e no passado; bem como as continuidades e descontinuidades dos papéis e dinâmicas de gênero que ocorreram em eventos significativos que eles narram. Através do seminário pretende-se analisar exercícios de contra-memória (Arfuch, 2013; Luongo, 2013) ou memórias subalternas, aquelas que colocam o acento em temas e perspectivas pouco explorados nas memórias dominantes: por exemplo, visualizar como as ordens de gênero são desestabilizadas ou preservadas na construção dessas memórias, ou como se estruturam processos híbridos de afetividade, ação política e resistência à violência. lembre-se de certos eventos e contextos. Isso porque entendemos que os sujeitos das memórias são agentes multiposicionais que se articulam por meio de eventos / espaços (Zalaquet, 2011).
Inscrições: até 20 de Setembro de 2020
Início do curso: 21 de Setembro de 2020
 
Políticas de cuidado com perspectiva de gênero
O objetivo da especialização consiste em:
Fornecer ferramentas teóricas que permitam uma formação sólida a respeito do vínculo entre gênero e cuidado, seus principais debates e tensões conceituais.
Conhecer os avanços da pesquisa empírica realizada na região e suas principais contribuições
Capacitação para a formulação e análise de políticas públicas para que os alunos possam fazer contribuições que permitam incorporar a perspectiva de gênero nas questões do cuidado.
Duração: setembro de 2020 a junho de 2021
 
Políticas públicas e justiça de gênero
O Curso de Especialização e Internacional em Políticas Públicas e Justiça de Gênero oferece um amplo espaço para treinamento teórico e prático, onde situações de desigualdade estrutural e de gênero são analisadas com base nas disposições contidas na lei internacional de direitos humanos mulheres e estudar sua abordagem a partir de políticas públicas.
Inscrições até: 04 de Dezembro de 2020
 
Docência em gênero e sexualidade
As instituições de ensino devem ser espaços que promovem a aceitação às diferenças e discutem os temas mais urgentes da sociedade. Muitas questões consideradas tabus podem ser trabalhadas desde a infância para evitar situações posteriores de discriminação, preconceito e violência. Curso para capacitar educadores para desenvolverem atividades na área, atuando com a prática docente relacionada ao tema como forma de contribuir para mudanças significativas na sociedade.