Oportunidades na área de gênero - Dezembro/2021

Publicado em 07/12/2021 - 18:08

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Para recebimento de oportunidades via e-mail, envie uma mensagem com o título "inscrição divulga-pagu" para: pagu@unicamp.br .

 

 

TÓPICO 1

 

 

CADERNOS PAGU

Cadernos pagu, revista online, de acesso aberto e gratuito do Núcleo de Estudos de Gênero-Pagu, publica artigos inéditos com contribuições científicas originais, que colaborem para a difusão de conhecimentos no campo dos estudos de gênero e a leitura crítica da produção internacional. Recebe artigos em fluxo contínuo em português, inglês e espanhol. Todo o material publicado, inclusive no período anterior à indexação no SciELO, se encontra disponível em https://www.pagu.unicamp.br/pt-br/cadernos-pagu e https://periodicos.s.... No Scielo, disponível a partir da edição 16, em http://www.scielo.br/cpa%C2%A0%C2%A0.

 

 

1.b – Eventos realizados durante a pandemia e disponibilizados on-line

 

 

AULAS ABERTAS DE ESTUDOS DE GÊNERO

Ciclos de aulas abertas da linha de Estudos de Gênero, Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da Unicamp (PPGCS) organizado por Natália Corazza.

Aula #1 Interseccionalidades e Consubstancialidades. Com Adriana Piscitelli, Ângela Araújo e Nathanael Araújo. https://www.youtube.com/watch?v=4mDU_HJ45-w

Aula #2 Tecnologias de Gênero, lendo Teresa de Lauretis. Com Karla Bessa, Henrique Rodrigues Marques, e exposição do curta-metragem “Tentei” (2017), de Laís Melo. https://www.youtube.com/watch?v=-Dt6_RF4Hrk

Aula #3 Donna Haraway. Com Marko Monteiro, Carolina Cantarino, e Yama Chiodi. https://www.youtube.com/watch?v=HpGewgik_yE

Aula #4 Internet e Redes Sociais. Como as teorias feministas e os estudos de gênero nos ajudam a compreender a internet e as redes sociais? Com Iara Beleli, Jair de Souza Ramos João Custódio. https://www.youtube.com/watch?v=5ZUA7g8x_D0

Aula 5# Gênero e Cuidado. Com Guita Grin Debert (Unicamp), Nadya Araújo Guimarães (USP) e Mariana Marquez Pulhez (PPGAS / Unicamp). https://www.youtube.com/watch?v=KtIUI8vnRJY

Aula 6# Insurgências epistêmicas: feminismos e teoria do ponto de vista. Com Regina Facchini (Pagu Unicamp), Gleicy Mailly da Silva (Pagu Unicamp) e Evandor Cruz e Silva (PPGCS). Mediação de Bruno Nzinga Ribeiro (PPGAS, Pagu Unicamp). https://www.youtube.com/watch?v=JSV4_kYqWwc

Aula 7# Sexualidades, exílios e fronteiras. Com Isadora Lins França (PPGAS-IFCH/Unicamp e PAGU) e Nicolas Wasser (PAGU). Mediação de Bruno Nzinga Ribeiro (PPGAS Unicamp). https://youtu.be/FYy_01DPnJg

Aula 8# A vontade de saber: O sexo e o gênero da/na história da sexualidade de Michel Foucault. Com Larissa Nadai (USP), Julian Simões (Unifesp) como ministrantes e Gustavo Córdoba (PPGAS/Unicamp) como mediador. https://www.youtube.com/watch?v=KPVYbRGRwfs

 

CICLO DE ENCONTROS PANDEMIA NA RODA

Encontro #1 Cemitérios, mortes e sofrimentos. Com Fábio Araújo (FioCruz), Flávia Medeiros (UFSC), Fábio Mallart (UERJ), Liliana Sanjurjo (UERJ), Larissa Nadai (USP) Desirée Azevedo (UNIFESP) e Everton de Oliveira (UFSCar) e também com as debatedoras Juliana Farias (Pagu/Unicamp) e Bernardo Fonseca Machado (DA-IFCH/UNICAMP). Organização de Juliana Berger Valente (CUNY/NY), Larissa Nadai (USP) e Natália Corazza (Pagu/Unicamp). https://youtu.be/NhE-_nvp5G8

Encontro #2 Vulnerabilidades, Precariedades e Desigualdades. Com Márcia Pereira Leite (UERJ), Carolina Branco Ferreira (UNICAMP) e Pedro Lopes (USP) a participarem da Roda, colocando suas respectivas reflexões publicadas na Revista Dilemas e no Boletim da ANPOCS. O debate ficará a cargo de Julian Simões (UNIFESP) e Lucas Freire (FGV). Organização de Juliana Berger Valente (CUNY/NY), Larissa Nadai (USP) e Natália Corazza (Pagu/Unicamp). https://www.youtube.com/watch?v=-y1mf6X-3mw

 

CICLO CONHECIMENTOS IMPLICADOS (edição em pandemia)

Cátedra Libre Géneros y Sexualidades "Amelia Carreras" - IIEGE UBA

Capítulo 2 com Dra. Adriana Piscitelli https://www.facebook.com/PaguUnicamp/posts/3668205923203272

 

CICLO DE DEBATES PESSOA TRANS E POLÍTICA

Dia #1 História, Transgeneridades e Trajetórias. Com Keila Simpson, Kátia Tapety, Jovanna Cardoso e João Custódio. https://youtu.be/ehalZnALWd0

Dia #2 Identidades Trans e Partidos Políticos. Com Rafa Ella Brites, Brenda Santunioni, Luiz Fernando Prado Uchoa e Jinx Vilhas. https://youtu.be/SNXAiU8ZlW4

Dia #3 Ativismos, Política e Pautas Transfeministas. Com Hailey Kass, Maria Clara Araújo e Brume Dezembro Iazzetti. https://youtu.be/gvzsMiUb4Gk

Dia #4 Precariedade, Direitos e Resistência. Com Indianares Siqueira, Caio Lima, Vicenta Perrota e Alexis K. Santos. https://youtu.be/6CskRJ0Up7c

Dia #5 Mudança e Continuidades na Política: Identidades de Gênero e Interseccionalidade. Com Mario Felipe Carvalho (EMERJ, IP/EURJ, GEPSID), Jaqueline Gomes de Jesus (IFRJ, UFRRJ) e Guilherme Almeida (ESS/UFRJ). Mediação de Jinx Vilhas e João Custódio. https://www.youtube.com/watch?v=8tbkAocH4Rk

 

CLÁSSICAS DO PENSAMENTO SOCIAL: MULHERES E FEMINISMOS NO SÉCULO XIX

Evento organizado por RedeGen. Com a pesquisadora Adriana Piscitelli (PAGU/Unicamp), e as autoras do livro Verônica Toste Daflon (LABGEN-UFF) e Bila Sorj (NESEG-UFRJ). Mediação de San Romanelli (IESP-UERJ). https://www.youtube.com/watch?v=88SkxQZwY4Y&feature=youtu.be

 

CLUBE DE LEITURAS FEMINISTAS PAGU

2º Encontro do Clube de Leituras Feministas Pagu

Com Letícia Nunes de Moraes: historiadora, docente na Universidade de Sorocaba para apresentar o livro da Pagu, Parque Industrial. https://www.youtube.com/watch?v=Tb6YHehpung

3º Encontro do Clube de Leituras Feministas Pagu

Com Maria Stella Bresciani (DH- IFCH/ Unicamp) para apresentar o livro de Beth Lobo, Emma. https://youtu.be/BCIp16oOVzk

 

FÓRUM: PANDEMIA E VIOLÊNCIA DE GÊNERO, UMA ÓTICA INTERSECCIONAL

Evento organizado pela Comissão da Mulher, juntamente com o COMESP/Tribunal de Justiça e o Núcleo de Estudos de Gênero - Pagu/UNICAMP, para discussão e proposição de políticas públicas relativamente ao agravamento da violência contra mulheres, crianças e adolescentes no contexto da pandemia.

Com a participação de Dra. Angélica de Almeida (TJ/SP e COMESP), Dra. Karla Bessa (PAGU); Mariana Conti (Vereadora Campinas), Joice Berth (arquiteta negra), Fabiana de Andrade (UERJ), Marina Ganzarolli (advogada, deFEMde) e Magali Mendes (APLP). Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=z96r2-1iZoY

 

LIVE OS DIREITOS HUMANOS E A DIVERSIDADE. Evento integrante do Congresso Nacional do Ministério Público Democrático. Com Fabíola Sucasas Negrão Covas (Promotora MP/SP) Lídice Leão (Jornalista Jornal do Brasil), Karla Adriana Martins Bessa (Pesquisadora PAGU/Unicamp), Eunice Aparecida de Jesus Prudente (Advogada e Secretária de Justiça do Município de SP) e Thiago Sabatine (Professor da Rede Estadual de Ensino SP). https://www.youtube.com/watch?v=zq3s-9Q7NqI

 

MOSTRA “ELAS NA CONTRA LUZ”

Encontro #1 Encontros entre cinema e literatura. Com Marcela Lordy, Assunção Hernandes e homenagem a Suzana Amaral (in memoriam), debatendo os filmes “Ser o que se é” e“A hora da estrela”: https://youtu.be/hS0Epq4ehF0 .

Encontro #2 De fora para dentro, de dentro para fora: cinema de mulheres indígenas. Com Tizuka Yamazaki, Larissa Y. Duarte e Patrícia Ferreira debatendo os filmes “Encantados” e “Wehsé Darase - Trabalho da Roça”: https://youtu.be/BJPG6YJD0Dw .

Encontro #3 A (des)racialização das telas e das câmeras. Com Adélia Sampaio e Kris Niklison debatendo os filmes “Denúncia Vazia”, “O Mundo do Dentro” e “Vergel”: https://youtu.be/5yyxwzmua7w .

Encontro #4 As subjetividades políticas no documentário. Com Lúcia Murat e Lilian Solá Santiago debatendo os filmes “Três Atos” e “Balé de pé no chão”: https://www.youtube.com/watch?v=LDuAeL6cDMI

Encontro #5 Mulheres, decolonialismo, exclusão social e solidão. Com Viviane Ferreira e Edileuza Penha debatendo os filmes “O dia de Jerusa” e “Filhas de Lavadeiras”: https://www.youtube.com/watch?v=tFc8QTtofG8

Encontro #6 Feminilidades e os gêneros cinematográficos brasileiros. Com Tata Amaral e Jorane Castro debatendo os filmes “Hoje” e “Para ter aonde ir”: https://www.youtube.com/watch?v=SlP5RHwn0jU

 

POR NÓS: COLETIVO DE MULHERES SOBREVIVENTES DO CÁRCERE

Com a participação de Mary Jello, Mãe Batia de Oxum, Elizângela Lima, Natasha Adelaide (Lena) e Débora Antunes. Disponível em: https://youtu.be/OIMdmp_4XyQ

Organização: Por Nós Coletivo de Mulheres Sobreviventes do Cárcere, Natália Corazza Padovani (PAGU), programas de pós-graduação em Ciências Sociais e Antropologia do IFCH-Unicamp).

Colaboração: Magali Mendes (PLPs Campinas), Denise Chicoli (União de Mulheres de Sp/ PLPS SP) e Marilia Kayano (União de Mulheres de São Paulo e PLPS SP).

Apoio: Pagu/Unicamp

Apoio técnico: Coordenadoria de Eventos, Extensão e Difusão do IFCH/Unicamp

 

PROJETO GÊNERO E DESIGUALDADES

Parceria entre Pagu/Unicamp e PPGAS/USP

Organizado por Regina Facchini e Carolina Parreiras

 

Aula Aberta #1 Desigualdades Sociais, Saúde e o COVID-19. Participam do debate Luís Eduardo Batista (Instituto de Saúde/SES-SP), Fernanda Lopes (GT Racismo e Saúde/Abrasco) e Alexandre da Silva (Faculdade de Medicina de Jundiaí). A mediação de Regina Facchini (Pagu/Unicamp). https://youtu.be/LAy8LVHq4r0

Aula Aberta #2 Periferias, resistência e saúde mental. Com Tatiana Minchoni (Sarau do Binho/Felizs/CRP-SP); Deivison Faustino (Unifesp); Emiliano de Camargo David (PUC-SP/AMMA Psiquê); Gleicy Silva (Pagu/Unicamp). https://youtu.be/HHbRtKjzO50

Aula Aberta #3 Violências em favelas e periferias na pandemia. Com Juliana Farias (Pagu/Unicamp), Elaine Lima (Pedagoga/GP Mulheres do Capão Redondo), Bruno Nzinga Ribeiro (PPGAS/Unicamp) e Carolina Parreiras (NUMAS/USP). https://youtu.be/D8BzTemN5Ro

Aula Aberta #4 Religião e COVID-19 em debate. Com Magali do Nascimento Cunha (Intercom), Ronaldo de Almeida (DA/LAR/Unicamp), Christina Vidal da Cunha (UFF), Ivá

Adriana de Nanã (Ilé Axé Omó Nanã), Rodrigo Toniol (DA/LAR/Unicamp). https://youtu.be/YdjFc-ZHrrs

Aula Aberta #5 Migrações, Refúgio e LGBTI+. Com Lara Lopes, Maria Paula Botero, Nathália Antonucci, Isadora Lins França. https://youtu.be/CO_scHJvsSk

Aula Aberta #6 Saúde LGBT em tempos de Covid-19. Com Adriano Queiroz (PMDSTAIDS-SP; UFABC), Fernanda Fortes de Lena (Unicamp; VOTE LGBT), Flávia Teixeira (CRAIST/UFU; ABRASCO), Gabriela Calazans (FM; NEPAIDS/USP), Camilo Braz (SER-TÃO/UFG). https://youtu.be/-J3KKmurZSc

Aula Aberta #7 Direitos em tempos de Desmocratização. Com Anna Tulie Araújo (ULTRA; UniCEUB), Bruna Andrade Irineu (UFMT; ABEH), Jacqueline Moraes Teixeira (FE;

NUMAS/USP; CEBRASP), Lucas Bulgarelli (NUMAS/USP), Luiz Mello (SER-TÃO/UFG), Thiago Coacci (Larvas Incendiadas). https://youtu.be/9J0T8zf7TX8

Aula Aberta #8 Corpos e (R)Existências Negrxs e LGBT na Universidade. Com Luciana de Oliveira Dias, (UFG; ABA), Suely Messeder (UNEB), Megg Rayara Gomes de Oliveira (UFPR), Thiago Teixeira (PUC-MG), Michel Ferreira (UTFPR), Stephanie Pereira de Lima (Unicamp). https://youtu.be/RrhmpK4kRQI

Aula Aberta #9 Despatologização/Repatologização: O que dizem as Ciências PSI? Com Isabela Saraiva (NEGAH/UFSJ), Alexandre Oviedo Gonçalves (Unicamp; CEBRAP), Maya Foigel (Generidades/ Sedes Sapientiae; Transitar), Beatriz Pagliarini Bagagli (IEL/UNICAMP), Marco Aurélio Prado (Nuh/UFMG), Heder Bello (UFRJ; CRP-RJ) https://youtu.be/qzweontSRo8

Aula Aberta #10 Transfobia, Racismo e o Acesso à Educação e ao Trabalho. Com Keila Simpon (ANTRA), Dayanna Louise L. dos Santos (UFPE; SE-PE), Luck Yemonja Banke (NETRANS; PREPARA UBUNTU/UFSC), Brume Dezembro Iazzetti (PPGAS; PAGU/Unicamp) e Amanda (AMOTRANS/ANTRA). https://youtu.be/FTjGpna7Df0

Aula Aberta #11 - Resistências negras e música no Brasil e em Angola. Com Bruno Nzinga Ribeiro (PAGU/Unicamp), Kelly Adriano (Pesquisadora e gestora cultural), Jaqueline Santos (CEMI-Unicamp) e Daniela Vieira (UEL). https://youtu.be/T2NhLnFQrkU

Aula Aberta #12 - Negras(os) nas universidades: subjetividades e transformações recentes. Com Gleicy Silva (PAGU/Unicamp), Mário Medeiros (IFCH-Unicamp), Stephanie Lima (Pesquisadora independente) e Fabiana Mendes (Pesquisadora independente). https://youtu.be/I3tHw8Crt-Y

Aula aberta #13 – Aprendizados do combate à COVID-19: força-tarefa interdisciplinar da Unicamp. Silvia Maria Santiago (FCM-Unicamp), Sávio Cavalcante (IFCH/Unicamp),

Luciana Utsunomiya (SOMA) Jacqueline Santos Rios (agente popular de saúde), Giorgia Carolina do Nascimento (PPGAS/Unicamp). https://youtu.be/yFPrWN0uX64

Aula aberta #14 – Direitos Humanos em disputa: trajetória, controvérsias e atualidades em torno dos PNDH. Com Lucas Bulgarelli (NUMAS/USP e OAB/SP), Rodrigo Toniol (PPGAS/Unicamp e ACSRM), Jacqueline Morais (PPGE – USP NUMAS e CEBRAP), Isabela Kalil (FESPSP, NEU e OED Brasil), Regina Facchini (PAGU). https://youtu.be/rWr17NKmjYY

Aula aberta #15 – Corpo, diferença e deficiência: (novos?) desafios na pandemia. Com Anahí Guedes de Mello (UFSC, Anis e ABA), Carolina Branco Ferreira (PPGAS e PPGCS Unicamp/CAPES), Julian Simões (PPGCS/Unifesp e ABA), Marco Antônio Gavério (UFSCar), Pedro (Numas/USP), Anna Paula Vencato (UFMG). https://youtu.be/b4XaRmmRkAw

Aula Aberta #16 – Proteção de crianças e adolescentes: desafios nos 30 anos do ECA. Com Camila Fernandes (PPGAS/MN/UFRJ, NUSEX, PPGAS/MN, LACED), Maria Carolina Trevisan (UOL, Afro/Cebrap), Carolina Parreiras (DA e NUMAS/USP, PPGAS/Unicamp), Vanessa Leite (UNIFESP, CLAM/IMS/UERJ). Mediação de Regina Facchini (Pagu/Unicamp e PPGAS IFCH/Unicamp). https://www.youtube.com/watch?v=9YLayDxp4qU

Aula aberta #17 – Gênero, sexualidade e o combate ao assédio, discriminação e violência na Unicamp. Com Ana Maria Fonseca Almeida (FOCUS/FE/Unicamp), Carolina Bonomi (PPGCS/IFCH/PAGU/Unicamp), Leandro Martínez (IQ/Unicamp), Silvia Santiago (FCM/Unicamp), Tania Maron Vichi Freire De Mello (SAPPE/Unicamp), Milena de Oliveira Santos (Demografia/Unicamp) e Regina Facchini (Pagu e PPGAS-IFCh/Unicamp ABA, DeDH). https://youtu.be/0MyA_AwSpLE

Aula Aberta #18 – Violência sexual, consentimento e experiências de intervenção em universidades. Com Ana Maria Fonseca de Almeida (FOCUS/FE/Unicamp), Camila Ferreira (SAVS/Unicamp), Carolina Parreiras (NUMAS/USP e PPGAS/Unicamp), (PAGU/Unicamp e

NUMAS/USP), Heloisa Buarque de Almeida (NUMAS/USP), Tatiana Lionço (Escuta Diversa./UnB) e Regina Facchini (Pagu e PPGAS-IFCh/Unicamp ABA, DeDH). https://youtu.be/-zX5_r-bduk

Aula Aberta #19 – Negras/os, LGBTI+ e mulheres na política. Com Cristiano Rodrigues (PPGCP-UFMG, IESP-UERJ, MARGEM, NEPEM). Danusa Marques (UnB, ABCP). João Filipe Cruz (FFLCH/USP, NÓS/USP). Mediação/Debate: Regina Facchini (Pagu e PPGAS-IFCh/Unicamp ABA, DeDH) e Thiago Coacci (NEPEM/UFMG e Larvas Incendiadas). https://www.youtube.com/watch?v=gCGrOIy-NFI

Aula Aberta #20 Mulheres, pessoas negras e LGBTI+ nas eleições 2020. Com Cláudio Nascimento (Grupo Arco-Íris, Voto com orgulho, Aliança Nacional LGBTI, Gay Latino),

Cristiano Rodrigues (PPGCP-UFMG, IESP-UERJ, MARGEM, NEPEM), Danusa Marques (Núcleo Flora Tristán-UnB), Fernanda K. Martins (PPGCS-Unicamp, InternetLab), Marlise Matos (NEPEM-UFMG, International Sociological Association e Sociologists for Women in Society). Mediação de Regina Facchini (PPGCS-IFCH, PAGU, DeDH/Unicamp) e Thiago Coacci (NEPEM-UFMG e Larvas Incendiadas). https://youtu.be/9GbL8mM6PpE

Aula Aberta #21 Podcasts, divulgação científica e desigualdades. Com Ramon Reis (Compósita), Paula Lacerda (UERJ e Campo), Patrícia Pinheiro (Unila e Observantropologia), Bruner Titonelli (Unb e Conversas da kata). Mediação de Carolina Parreiras (NUMAS/USP e PPGAS - IFCH/Unicamp). https://youtu.be/ZQzf--kY408

Aula Aberta #22 O Coletivo Leilane Assunção e o a acesso e a permanência na Unicamp. Com Brume Dezembro Iazetti (PAGU/Unicamp), Ariana Oliveira Alves (PPGCS/IFCH e PAGU/Unicamp, Guilherme Oliveira (PAGU). Mediação de Regina Facchini (PPGCS-IFCH, PAGU, DeDH/Unicamp). https://youtu.be/UFSYtflNXVI

Aula Aberta #23 Diretos em disputa: os conservadorismos religiosos e a ordem sexual contemporânea. Com Brenda Carranza (DA-IFCH/Unicamp, LAR/Unicamp), Cris Serra (IMSHC/UERJ e CLAM) e Juan Marco Vaggione (Universidade de Córdoba e CONICET). Mediação de Regina Facchini (PPGCS-IFCH, PAGU, DeDH/Unicamp). https://youtu.be/lTcezzE0KSQ

Aula Aberta #24 LGBTfobia, lutas, direitos e resistências. Com Thiago Coacci (Larvas Incendiadas),  Amanda Palha (Amotrans/Antra), Bruno Nzinga Ribeiro (PPGAS/Unicamp). Mediação de Regina Facchini (PPGCS-IFCH, PAGU, DeDH/Unicamp).

https://www.youtube.com/watch?v=VEQ23Ch89Kk

Aula Aberta #25 Prostituição e trabalho em tempos de crise sanitária e da Democracia. Com Ana Paula da Silva (PPJS/LEC/UFF/Coletivo PutaDavida/Comitê de Gênero e Sexualidade ABA), Betania Santos (Associação Mulheres Guerreiras/Coletivo PutaDavida), José Miguel de Olivar Nieto (USP/ColetivoPutaDavida), Laura Murray (NEPP-DH/UFRJ/Coletivo PutaDavida), Monique Prada (Escritora/Master Love/Colunista da Mídia Ninja/Mundo Invisível) e Carla Elísio (UNEB, direitos das prostitutas e AzMina). Mediação de Regina Facchini (Pagu/Unicamp; Comitê Gênero e Sexualidade/ABA). https://youtu.be/ruuFQ9mROwU

Aula Aberta #26 LGBTI+, saúde mental, violência e resistências. Com Thiago Teixeira (PUC/MG), Cris Serra (CLAM/IMS/UERJ), Héder Bello (UFRJ,CRP-RJ) e Jeferson Batista (PPGAS/Unicamp). Mediação de Regina Facchini (PAGU/Unicamp). https://youtu.be/ZrW5QlBNBHM

Aula Aberta #27 Disputas e Convergências na Inserção de Corpos e Saberes Trans* na Universidade. Com Blas Radi (Universidad de Buenos Aires), Brume Dezembro Iazzetti (PPGAS/PAGU/Unicamp), Ian Habib (Desmonte Seminário, NUCUS/UFBA), Yuna Vitória Santana da Silva (NUCUS-UFBA e GPDS-FDUFBA).Mediação de Regina Facchini (Pagu; Comissão Assessora de Gênero Sexualidade/DeDH/Unicamp). https://youtu.be/5-9YR3MhK_s

Aula Aberta #28 Bissexualidade: ativismo e produção de conhecimento no Brasil. Com Fernanda Coelho (Coletivo BIL, conselho e comitê de saúde em MG, Frente Bissexual Brasileira), Inácio Saldanha (PPGAS/Unicamp e GAEBI), Regina Facchini (PAGU e DeDH/Unicamp, ABA) debatendo com Vanessa Leite (UNIFESP, CLAM/IMS/UERJ). https://youtu.be/M7jUHJe31qc

 

Clássicos #1 - Morte em Família, de Mariza Corrêa. Com Adriana Piscitelli (Pagu/Unicamp), Larissa Nadai (DA/USP), Roberto Efrem Filho (UFPB/UFPE), com mediação de Thiago Coacci (Larvas Incendiadas) e Regina Facchini (Pagu/Unicamp). https://youtu.be/Dojqzfwt9g4

Clássicos #2 - Raça, gênero e classe no pensamento, de Lélia Gonzalez. Com Flávia Rios (NEGRA/UFF; AFRO-CEBRAP), Alex Ratts (LAGENTE/UFG), Gleiccy Mailly da Silva (PAGU/Unicamp) e Thiago Coacci (Larvas Incendiadas). https://youtu.be/uiX7my7a6PQ

Clássicos #3 - Envelhecimento e sexualidade: contribuições de Guita Debert e Júlio Simões. Com Guita Debert (Unicamp), Júlio Assis Simões (USP), Mauro Brigeiro (Fiocruz), Carlos Eduardo Henning (UFG) e Guilherme Passamani (UFMS). https://youtu.be/WzD8Cs-RUko

Clássicos #4 - Beatriz Nascimento: corpo, território e transatlanticidade. Com Alex Ratts (LaGENTE/IESA/UFG), Christen A. Smith (Univ. do Texas), Mariléa de Almeida (Alesp), Gleiccy Mailly da Silva (PAGU/Unicamp) e Thiago Coacci (Larvas Incendiadas). https://youtu.be/sDvNnEmL2bM

Clássicos #5 Especial: Gênero e violência: contribuições de "Cenas e queixas" de Maria Filomena Gregori. Com Maria Filomena Gregori (DA;Pagu/Unicamp; ABA), Guita Debert (DA;Pagu/Unicamp), María Elvira Díaz Benítez (Museu Nacional/UFRJ), Roberto Efrem Filho (DCJ/UFPB; PPGA/UFPE), Carolina Parreiras (DA; Numas/USP). Mediação de Regina Facchini (Pagu; Comissão Assessora de Gênero Sexualidade/DeDH/Unicamp) e Thiago Coacci (Nepem/UFMG; Larvas Incendiadas). https://youtu.be/kLAM3UmMISo

Clássicos #6 - O Movimento Negro Educador: raça, diferença e educação na obra de Nilma Lino Gomes. Com Nilma Lino Gomes (FAE/UFMG, NERA), Luciana de Oliveira Dias (UFG, Rosa Parks, ABA), Regimeire Oliveira Maciel (UFABC, NEAB), Stephanie Pereira de Lima (CRIOLA), Tayná Victória de Lima Mesquita (PPGCS/PAGU/Unicamp). Mediação de Regina Facchini (Pagu; Comissão Assessora de Gênero Sexualidade/DeDH/Unicamp) e Thiago Coacci (Nepem/UFMG; Larvas Incendiadas). https://www.youtube.com/watch?v=NRyEzzyN03E

Clássicos #7 Família, Sexo, Amor e Dinheiro: As contribuições de Adriana Piscitelli. Com Adriana Piscitelli (PAGU e DA Unicamp), Antónia Pedroso de Lima (ISCTE), Cecilia Varela (CONICET/UBA), Carolina Garcia (PAGU/Unicamp), Monique Prada (MundoInvisivel.ORG, CUTS, ONU Mulheres), Natália Corazza Padovani (PAGU, PPGCS e PPGAS Unicamp). Mediação de Regina Facchini (PAGU e DeDH/Unicamp) e Thiago Coacci (NEPEM/UFMG e Larvas Incendiadas). https://youtu.be/HDVE8qf9aSI

 

Debates Saúde #1 - Desejos, prazeres e pandemia. Com Felipe Padilha (FURG), Maria Elvira Diaz Benitez (NuSEX UFRJ) May Medeiros (luzvermelha.tv), Monique Prada (MundoInvisivel.org, CUTS, ONU Mulheres), Renata Carvalhaes RENATA CARVALHAES (Secretaria Municipal de Educação de Angra dos Reis), Victor Hugo Barreto (UFF e NuSEX). https://youtu.be/LJd5ZxSEUaI

Debates Saúde #2 - Aborto e movimento feminista no Brasil: como ser resistência no contexto conservador?

Com Carla de Castro Gomes (Pagu/Unicamp), Emanuelle Góes (Cidacs-Fiocruz-Bahia e Musa/ISC/UFBA), Gabriela Rondon (Cravinas/ UnB), Morgani Guzzo (Catarinas, Legh/UFSC, CEDIM/SC), Paula Viana (Grupo Curumim, Comitês de Estudos da Mortalidade Materna-PE, e de Estudos da Mortalidade Materna-Recife, Frente Nacional Contra a Criminalização das Mulheres e pela Legalização do Aborto), Alessandra Brigo (CLAM/IMS/UERJ). https://youtu.be/_tKo_h7kXmc

Debates Saúde #3 - Prisões, saúde e marcadores sociais da diferença: reflexões em tempos de pandemia.

Martinho Silva (UERJ, ANPEPP, ABRASCO), Anna Paula Uziel (CLAM/IMS/UERJ, LIDIS, GEPSID), Natália Lago (Numas/USP e PAGU/Unicamp), Joyce Gravano JOYCE (Eu sou Eu, Espaço de aprendizagem Joyce Gravano), Márcio Zamboni (Numas/USP, EASA), Denise Anjos (ENSP/FioCruz), Vanessa Sander (Pagu/Unicamp). https://www.youtube.com/watch?v=LtE-3cCvpZ0

Debates e Saúde #4 Medicamentos, saúde e marcadores sociais da diferença em tempos de COVID-19. Com Rogério Azize (UFRJ/ IMS/UERJ), Cíntia Engel (UnB/CASCA), Leandro Gonçalves (UFF/LELIA), Roberta Dorneles (IMS/UERJ/LELIA). https://youtu.be/GiZdm2lh4CI

Debates e Saúde #5 Corpos gordos e COVID-19: estigma, ativismo e resistências. Com Malu Jimenez (UFTM, Todas Fridas, Margens, Blog Lute como uma Gorda, Coletivo Gordas Xômanas, Pesquisa Gorda) Marcelle Silva (NUSS/UFC, Paralaxe/UFC, Pesquisa Gorda), Mirani Barros (UFRJ/Macaé). Mediação de Carolina Parreiras (NUMAS/USP e PPGAS - IFCH/Unicamp). https://youtu.be/-YNksSwhyY8

Debates e Saúde #6 Lutas, processos de cuidado e acesso à saúde de pessoas trans. Com Carolina Parreiras (NUMAS/USP e PPGAS - IFCH/Unicamp), Sara Wagner York (GESDI/FFP/UERJ), Cleiton Vieira do Rego (UFRN), Maya Fogel (Generidades, Sedes Sapientiae, Transitar, WPATH), Guilherme Almeida (FSS/UERJ, ENSP/FIOCRUZ, IMS/UERJ, LIDIS/UERJ). Mediação de Ueslei Solaterrar (CAPS III RJ, IMS/UERJ). https://www.youtube.com/watch?v=-iVMX8wXkLU

Debates e Saúde #7 Luto, dores e processos de sobrevivência e resistência”. Com Denise Pimenta (CIDACS-Fiocruz/BA), Mônica Cunha (Coalização Negra por Direitos, Comissão DH ALERJ), Adriana Vianna (PPGAS/MN), Iyá Adriana de Nanã (Ilê Axé Omó Nanã) e Sérgio Carrara (CLAM/IMS/UERJ). Mediação de Bernardo Machado (DA/Unicamp, NUMAS/USP). https://youtu.be/N3Vvw0Oy5Bs

Debates e Saúde #8 Pandemia e desigualdades sociais: desdobramentos e enfrentamentos da crise sanitária. Com Renata Souza (PSOL), Beatriz Accioly Lins (PPGAS, GEMID e NUMAS/USP, PAGU/Unicamp e Instituto Avon), Viviane Mattar (IMS/UERJ, CLAM, Projeto Violeta), Germana Soares (Associação UMA), Carolina Parreiras (NUMAS/USP). Mediação de Horacio Sívori (IMS/UERJ e CLAM). https://youtu.be/jlEDhTf38HU

 

Lançamento #1 “Dossiê “Movimentos sociais e transformações do ativismo contemporâneo” Revista EDUCAÇÃO & SOCIEDADE, V. 41. Com os autores Marilia Pontes Sposito (FEUSP e GETESE), Breno Bringel (IESP-Uerj, NETSAL e ALAS), Francisco Mata Machado Tavares (UFG e GESF), Regina Facchini (PAGU); a coautora Stephanie Pereira de Lima; e o mediador Thiago Coacci. https://youtu.be/IuXZeSMvx8A

Lançamento #2 “Bradando contra todas as opressões! Ativismos LGBT, negros, populares e periféricos em relação", de Vinicius Zanoli. Com Vinícius Zanoli, autor do livro, Silvia Aguião, (CLAM/UERJ e Afro/CEBRAP), Regina Facchini (PAGU) e (IFCH e PAGU). https://youtu.be/q_-GflG1998

Lançamento #3 Da Praça aos Palcos: caminhos da construção de uma carreira drag queen. Com Rubens Mascarenhas Neto (FU-Berlin/LAI), Anna Paula Vencato, (PPGE e

DECAE/FAE/UFMG), Isadora Lins França (PPGAS-IFCH/Unicamp e PAGU/Unicamp), Regina Facchini (Pagu/Unicamp e PPGAS - IFCH/Unicamp). https://youtu.be/7-Mkv74_mjg

Lançamento #4 Direitos em Disputa: LGBTI+, poder e diferença no Brasil contemporâneo. Com Regina Facchini (PAGU/Unicamp e PPGAS - IFCH/Unicamp) , Carol Parreiras (NUMAS/USP e PPGAS - IFCH/Unicamp) e Isadora Lins França (PPGAS-IFCH/Unicamp e PAGU/Unicamp). https://www.youtube.com/watch?v=uLWKA6sk8Ys

Lançamento #5 Direitos em Disputa: LGBTI+, Poder e Diferença no Brasil - regional Nordeste. Com Isadora Lins França (DA/Unicamp), Roberto Efrem Filho (UFPB/UFPE), José Cleyton Murilo Cavalcante Gomes (UFPB), Olívia Cristina Perez (UFPI), Roberto Marques (URCA/UECE), Regina Facchini (PAGU/Unicamp). https://www.youtube.com/watch?v=ZuVlPdJlSC4

Lançamento #6 "Governo de Mortes. Uma etnografia da gestão de populações de favelas no Rio de Janeiro”, de Juliana Farias. Com Juliana Farias (Núcleo de Justiça Racial e FGV Direito SP), Dalva Correa (Movimento Posso me identificar?), Rachel Barros (Cidades/UERJ; FASE), Adriana Vianna (PPGAS/MN). Mediação de Carolina Parreiras (PPGAS/Unicamp; Numas/USP). https://www.youtube.com/watch?v=3Nc5jf3rDjA 

 

Memória e História #1 Homenagem a Janaina Lima. Com Regina Facchini (PAGU e DeDH Unicamp), Thiago Coacci (NEPEM/UFMG e Larvas Incendiadas), Julian Rodrigues, Tiago Duque. https://www.youtube.com/watch?v=KQUfdoLl0GA

 

Momento COVID-19 #1 Dilemas éticos na pandemia. Com a Profa. Guita Grin Debert (DA/Pagu/Unicamp). https://youtu.be/bRIbPMgTV-o

Momento COVID-19 #2 Isolamento social e violência doméstica. Com Beatriz Accioly Lins (NUMAS/USP). https://youtu.be/blfX_ohLlzw

Momento COVID-19 #3 Prisões, famílias e COVID-19: repensando as porosidades. Com Natália Corazza Padovani (Pagu/Unicamp) e Natália Lago (NUMAS/USP). https://youtu.be/ssfI3ifwZjo

Momento COVID -19 #4 Saúde Mental e violações de direitos humanos no contexto da COVID-19. Com Marcos Garcia (UFSCAR). https://youtu.be/6o4gBeZ6Lkw

Momento COVID-19 #5 LBGTIfobia e COVID-19" efeitos do isolamento social. Com Héder Bello (PPGTP/UFRJ) e Cris Serra (CLAM/IMS/UERJ). https://youtu.be/FBQu6-FXqc8

Momento COVID-19 #6 Lutos da COVID-19: mortes e dores do desamparo. Com Margareth Arilha (NEPO/Unicamp). https://youtu.be/r6UUjP7rDWs

Momento COVID-19 #7 Desigualdades escancaradas: gênero, raça e classe. Com Heloisa Buarque de Almeida (DA/NUMAS/USP). https://youtu.be/JJLoBJ8UMyI

Momento COVID-19 #8 As consequências sociais da pandemia para os trabalhos das mulheres. Com Bárbara Castro (DS/Pagu/Unicamp). https://youtu.be/1iXUTpymg_s

Momento COVID-19 #9 Homens, masculinidades e violências em tempos de pandemia. Com Benedito Medrado (GEMA/UFPE) e Isabela Venturoza (PPGAS/Unicamp). https://youtu.be/q-gkS-vK5eo

Momento COVID-19 #10 O poder de expor à morte e gerir a crise. Com Roberto Efrem Filho (UFPB/UFPE) e José Clayton Murilo Cavalcante Gomes (UFPB). https://youtu.be/dCcdJoDnb0Q

Momento COVID-19 #11 Pedagogia do Racismo. Com Matheus Gato (Unicamp/Cebrap) e Maria Carolina Trevisan (UOL/Afro-Cebrap). https://youtu.be/KZk6L5lT27o

Momento COVID-19 #12 COVID-19, Velhices e diversidade sexual e de gênero. Com Carlos Eduardo Henning (Ser-tão/DA/FCS/UFG). https://youtu.be/3TfBEToNYqQ

Momento COVID-19 #13 Bolsa Família, Auxílio Emergencial e gestão da precariedade na pandemia. Com Viviane Mattar (CLAM/IMS/UERJ). https://youtu.be/xdTvsKH1Tvs

Momento COVID-19 #14 O cuidado perigoso: as mulheres e as doenças. Com Denise Pimenta (USP). https://youtu.be/DUmbBMlMGvE

Momento COVID-19 #15 Bibliotecas e Bibliotecários em Tempos de Pandemia. Com Nathalia Romeiro (PPGCI/UFMG) e Ricardo Queiroz (PMSBC). https://youtu.be/oFZWO02I14U

Momento COVID-19 #16 Ensino Remoto: experiências na Unicamp. Com Isadora Lins França (IFCH; Pagu/Unicamp) e Anna Christina Bentes (IEL; Pagu/Unicamp). https://youtu.be/mlsSe60Xn9M

Momento COVID-19 #17 Podem duas mulheres falar sobre masculinidades? Com Isabela Venturoza (Pagu/Unicamp; Numas/USP) e Fernanda Martins Sousa (Pagu/Unicamp). https://youtu.be/hiLtM3ZdRjE

Momento COVID-19 #18 Haitianos em Tijuana, México: mobilidades em contexto de COVID-19. Com Domila Pazzini. https://youtu.be/RvZ5AC5uNE0

Momento COVID-19 #19 Desigualdades digitais e educação. Com Carolina Parreiras (Numas/USP) e Renata Mourão Macedo (FEUSP/Numas/USP). https://youtu.be/UzYx8XbForw

Momento COVID-19 #20 Trabalho emocional e profissionais de enfermagem em tempos de pandemia. Com Bárbara Ferrari Brandi (PPGS/Unicamp). https://youtu.be/pfv43VUfEj0

Momento COVID-19 #21 As criaturas invisíveis da ficção científica: controle e diferença em Aniquilação. Com Thaís Lassali (PPGAS/Unicamp). https://youtu.be/XyN7sdrJEGU

Momento COVID-19 #22 Educação de jovens, adultos e idosos em tempos de pandemia. Com Tayná Mesquita (FOCUS/FE/Unicamp). https://youtu.be/2g26A62naOU

 

JORNADAS CLAM: SAÚDE, SEXUALIDADE E DIREITOS HUMANOS

Reflexões sobre as mudanças sociais e políticas neste momento de pandemia de Covid-19.

Organizado pelo Instituto de Medicina Social (IMS/UERJ) e CLAM.

Mesa de abertura com Adriana Piscitelli e Natália Padovani: Mobilidades nas margens https://www.youtube.com/watch?v=lRCPk4bA2aI

Canal para acesso as demais mesas/debates: https://www.youtube.com/channel/UC2v8eRib9Z1lVmRCP8-WKgg

 

PODCAST MUSEOLÓGICAS

#33 Direitos em disputa - LGBTI+: poder e diferença no Brasil contemporâneo. Com Regina Facchini (PAGU, PPGCS/Unicamp), Isadora Lins França (PAGU, PPGCS/Unicamp), Roberto Efrem Filho (PPGA-UFPE), Hugo Menezes (PPGA-UFPE) e Francisco Sá Barreto (PPGA-UFPE) e Beatriz Gusmão (PPGA-UFPE). https://anchor.fm/museolgicas-podcast/episodes/33-Direitos-em-Disputa---...

 

PODCAST LARVAS INCENDIADAS

#39. Guita Grin Debert – A reinvenção da velhice https://larvasincendiadas.com/2020/05/13/39-guita-grin-debert-a-reinvenc...

#42. Regina Facchini – Sopa de letrinhas #AlémDoArcoÍris https://larvasincendiadas.com/2020/06/17/facchini-sopa-de-letrinhas/

#45. Lélia Gonzalez – Trajetória Com Gleicy Silva e Thiago Coacci entrevistando o antropólogo e geógrafo Alex Ratts e a socióloga Flávia Rios. https://larvasincendiadas.com/2020/07/29/45-lelia-gonzalez-trajetoria/

 

SESSÃO & DEBATE DO FILME “LIMIAR” DE CORACI RUIZ. Um evento organizado por CinePagu e DeDH/Unicamp. Com Josianne Cerasoli (DeDH, IFCH e CIECC/Unicamp), Alessandra, Andrea Joaquim, Cássia Janeiro, Tamara Luzardo. https://youtu.be/NQ42XFpLQHo

 

SEMINÁRIO “EXISTIMOS! ARQUIVOS E MEMÓRIA LGBTI+”

Organização de Regina Facchini e Ana Maria Almeida a partir da parceria entre Núcleo de Estudos de Gênero – Pagu, Comissão Assessora de Gênero e Sexualidade e o SAVS DeDH Unicamp.

Evento #1 Movimento LGBTQI+ em Campinas. Com Paulo Mariante (Grupo Identidade/Campinas), Lúcia Castro (Grupo aos Brados Campinas), Bruna Cilento (Mo.le.ca./Campinas), Susy Santos (Casa sem Preconceito Campinas), Vinicius Zanoli (Pagu/Unicamp), Daniele Motta (Grupo Identidade/Campinas; Unicamp). Mediação de Regina Facchini. https://youtu.be/LCn6kWQmpts

Evento #2 As primeiras iniciativas ativistas e os potenciais dos acervos do AEL

Com Thiago Barcelos Soliva (CCS/UFRB), Edward MacRae (DA; CETAD/UFBA), Pedro de Souza (UFSC; CNPq), Caio Maia (Museu Nacional/UFRJ), Sérgio Carrara (CLAM/IMS/UERJ). Mediação de Aldair Rodrigues. https://youtu.be/CRSJr_YDyzU

Evento #3 Ativismo e o processo de cidadanização LGBTQI+ no Brasil

Com Claudio Nascimento (Grupo Arco-Íris de Cidadania LGBTI; Aliança Nacional LGBTI+), Regina Facchini (Pagu/Unicamp), Silvia Aguião (UFMA; Afro-Cebrap), Stephanie Pereira de Lima (PPGCS; Pagu/Unicamp), Thiago Coacci (NEPEM/UFMG). Mediação de Isadora Lins França (IFCH e Pagu/Unicamp). https://youtu.be/cNCEW_PJCQI

Evento #4 Conjuntura contemporânea e a importância dos acervos históricos LGBTQI+

Com Cris Serra (IMS/UERJ), Paulo Roberto Iotti Vecchiatti (GADvS; CDSG/OAB-SP), Leonardo Arouca (Museu da Diversidade Sexual), Renan Honório Quinalha (EPPEN/UNIFESP), Erika Hilton (ALESP Codeputada estadual pelo Psol). Mediação de Mário Medeiros. https://youtu.be/fXsmAL3SNZE

 

TV VERMELHO

Live sobre construção de identidades nos movimentos sociais, em especial no movimento LGBT. Com Regina Facchini (PAGU-Unicamp). https://www.facebook.com/PaguUnicamp/posts/3636681253022406

 

UNICAMP QUEER 2020

Atividades e assuntos de interesse da comunidade LGBTI+.

Organizado pelo Instituto de Artes (IA), Diretoria de Direitos Humanos, CADER, Comissão de Gênero e Sexualidade, Diretoria de Cultura (Dcult) e Núcleo da Consciência Negra da Unicamp.

Mesa de abertura com Regina Facchini, “A gente não é só LGBTQIA+”: https://www.youtube.com/watch?v=cKimD7v3ik4

Canal para acesso as demais mesas/debates: https://www.youtube.com/channel/UCWtkySCzik7aEYphc2ycJMg

 

Webinários da Associação Brasileira de Antropologia (ABA) LGBTI+, desafios e cidadania em tempos de pandemia. Com Amanda Palha (Amotrans/Antra), Roberto Marques (URCA e UECE) e Silvia Aguião (Clam/UERJ e AfroCebrap), Luiz Mello (Ser-Tão/UFG) e Gloria Careaga (UNAM). Mediação de Regina Facchini e Sérgio Carrara, ambos integrantes do Comitê Gênero e Sexualidade da ABA. Organização de Regina Facchini (Pagu; PPGAS/Unicamp; Projeto Gênero & Desigualdades), Carolina Parreiras (PPGAS/Unicamp; Numas/USP, Projeto Gênero & Desigualdades) e Sérgio Carrara (IMS/UERJ). https://youtu.be/lS0zuIh_DiQ.

 

 

TÓPICO 2 - FINANCIAMENTO DE PESQUISA

 

 

Fluxo Contínuo

A Fundação de Pesquisa de São Paulo (FAPESP) oferece em fluxo contínuo financiamento para projetos de pesquisa individuais e colaborativos a serem desenvolvidos sob a responsabilidade de um Pesquisador Responsável com título de doutor ou qualificação equivalente avaliada por sua súmula curricular, vinculado a entidades de ensino superior e pesquisa, públicas ou privadas, no Estado de São Paulo.

Para saber mais, acesse: http://www.fapesp.br/auxilios/

 

Chamada FAPESP 25/2017

Chamada de Propostas - Programa de Apoio a Núcleos de Excelência

Prazo para recebimento de propostas: fluxo contínuo

Serão selecionadas propostas em temas relacionados às mais diversas áreas do conhecimento, em consonância com os objetivos do Programa de Apoio a Núcleos de Excelência.

Apoio: FAPESP e CNPq

http://www.fapesp.br/10992

 

Chamada FAPESP 41/2016

DFG/FAPESP  Coordinated Programmes

Prazo para recebimento: fluxo contínuo

Propostas deverão seguir as normas da modalidade Auxílio à Pesquisa – Projeto Temático.

Apoio: FAPESP e Sociedade Alemã de Amparo à Pesquisa (DFG)

http://www.fapesp.br/10624

 

Chamada FAPESP 40/2016

DFG/FAPESP Research Grant Proposals

Prazo para recebimento: fluxo contínuo

Propostas deverão seguir as normas da modalidade Auxílio à Pesquisa – Regular.

Apoio: FAPESP e Sociedade Alemã de Amparo à Pesquisa (DFG)

http://www.fapesp.br/10623

 

Chamada FAPESP 42/2015

Chamada de propostas em colaboração com propostas submetidas ao EU Horizon 2020

Prazo para recebimento de propostas: fluxo contínuo

A pesquisa em colaboração abrange todas as áreas do conhecimento.

Apoio: FAPESP e União Europeia/Horizonte 2020

http://www.fapesp.br/9775

 

Fundo de Estruturação de Projetos - BNDES FEP

O BNDES apoia com recursos não reembolsáveis, provenientes do BNDES Fundo de Estruturação de Projetos (BNDES FEP), estudos técnicos ou pesquisas que estejam relacionadas ao desenvolvimento econômico e social do Brasil e da América Latina e que possam orientar a formulação de políticas públicas. Também são passíveis de apoio estudos que propiciem, direta ou indiretamente, a geração de projetos de elevado retorno social, que possam implicar significativos investimentos públicos ou privados.

Mais informações em: https://www.bndes.gov.br/wps/portal/site/home

 

Chamada FAPESP/UKRI

A FAPESP e os Conselhos de Pesquisa (Research Councils) do Reino Unido (UKRI, na sigla em inglês) tem como objetivo apoiar o desenvolvimento de projetos conjuntos de pesquisa propostos por pesquisadores vinculados a instituições de pesquisa do Reino Unido e do Estado de São Paulo.

Prazo para recebimento de propostas: Fluxo contínuo

Mais informações em: http://www.fapesp.br/10273

 

 

TÓPICO 3 - ENVIO DE ARTIGOS, TRABALHOS E PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS

 

 

3.a - Chamada para submissão de trabalhos

 

 

Chamada para artigos da Revista Versalete para o n. 18

A chamada para o número DEZOITO está aberta para o recebimento de textos. Nos links sobre e submissões você pode saber um pouco mais sobre a revista e considerar enviar seu texto para cá.

Esse número não terá chamada temática: receberemos textos variados nas áreas contempladas pela revista até o dia 05 de março de 2022.

A Revista Versalete é uma publicação eletrônica semestral do Curso de Letras da Universidade Federal do Paraná, que tem por objetivo divulgar trabalhos de alunos de graduação e pós-graduação nas áreas de Linguística, Literatura e Tradução. Como um veículo para a apresentação de artigos, resenhas e traduções, a revista cria um espaço de reconhecimento do processo de formação desses alunos e uma oportunidade para sua aprendizagem de pesquisa e dos processos de publicação.

Disponível em: Chamada para artigos da Revista Versalete para o n. 18 - Plataforma 9

 

Chamada para publicação - v. 15 n.1 2022

O Conselho Executivo da Revista Aurora – Revista discente do Programa de Pós-graduação em Ciências Sociais da Unesp de Marília – tem o prazer de convidar pesquisadoras/es de todo país a submeterem artigos científicos para a para publicação no - v.15 n.1 2022.

O campo das ciências sociais têm passado por uma série de transformações nos últimos anos. Sobretudo a partir de 2010, vimos o uso da internet e das redes sociais se aprofundarem muito e quase se universalizarem. O digital impôs novos desafios para sociólogos, antropólogos e cientistas políticos que tentam compreender as novas dinâmicas sociais consequentes dessas tecnologias. As mudanças são evidentes não apenas nos padrões de sociabilidade, mas nas instituições, no Estado, na experiência religiosa, no trabalho, etc. O digital e a tecnologia permeiam todos os segmentos da vida social, no que parece um caminho sem volta.

A pandemia da covid-19 acentuou ainda mais todas essas questões. As relações sociais, relações de trabalho e interações cotidianas tornaram-se bastante dependentes do digital e dos recursos tecnológicos no atual cenário da pandemia. Para as ciências sociais os desafios que se colocam são os de compreender, interpretar e oferecer explicações sobre os fenômenos de natureza social num contexto em que o trabalho de pesquisa é comprometido pela impossibilidade de se ir a campo investigar e compreender os fenômenos sociais. Dessa forma, pesquisadores e pesquisadoras tentam inovar e pensar em novos caminhos para desenvolver suas pesquisas utilizando os recursos tecnológicos. O digital tornou-se não apenas um objeto de pesquisa, mas também um caminho para que as pesquisas continuem.

Etnografias digitais, netnografias, análise de redes sociais digitais e surveys remotos são algumas das técnicas de pesquisa que pesquisadores e pesquisadoras do campo das ciências sociais têm lançado mão como alternativa de contornar os desafios impostos pela pandemia. Nos cabe refletir, todavia, de que forma essas novas técnicas de pesquisa impactam na pesquisa. Seriam essas técnicas apenas um recurso momentâneo? O digital enquanto campo de pesquisa é uma realidade inexorável? Como se adaptar a essa nova conjuntura de pesquisa? De que forma essas técnicas de pesquisa somam e/ou refinam a metodologia de pesquisa nas ciências sociais?

Buscando discutir essas e outras questões, a nova edição da Revista Aurora – Revista Discente do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da UNESP de Marília – convida todas e todos que tenham textos para contribuir nesses debates a submetê-los para a organização de nosso próximo dossiê temático: os desafios e dilemas de pesquisa no contexto digital: o campo e o método nas ciências sociais na atual conjuntura.

Também receberemos trabalhos variados na seção Miscelânea (fluxo contínuo), conforme consta nas Normas de Publicação.

Prazo final para submissão de textos para dossiê: 15 de Fevereiro de 2022.

Disponível em: Chamada para publicação - v. 15 n.1 2022 | Revista Aurora (unesp.br)

 

CHAMADA PÚBLICA DE ARTIGOS PARA COMPOR DOSSIÊ TEMÁTICO: 

“CONTRIBUIÇÕES DA EPIDEMIOLOGIA PARA O ESTUDO DAS RELAÇÕES ENTRE TRABALHO E SAÚDE”

Abertura: 26 de novembro de 2021

Encerramento: 30 de abril 2022

A epidemiologia pode ser definida como o estudo da distribuição de eventos de saúde e dos determinantes do processo saúde-doença em coletivos humanos. Tal ciência não se restringe à aplicação de métodos estatísticos a dados de saúde, mas utiliza estes métodos para apoiar o raciocínio epidemiológico e produzir análises que apresentem resultados quantificáveis e permitam avançar o conhecimento sobre os processos de determinação de saúde-doença em populações. A aplicação dos resultados dos estudos epidemiológicos, em conjunto com aqueles de pesquisas clínicas e de modelos matemáticos, tem grande potencial para acelerar mudanças e subsidiar práticas e políticas públicas que contribuam para a melhoria da situação de saúde das populações.

Na área da saúde do trabalhador e da trabalhadora, os estudos epidemiológicos têm papel fundamental, ao contribuir para a descrição, por um lado, da ocorrência de agravos, doenças, acidentes e óbitos e, por outro, de exposições ocupacionais nos mais variados contextos de trabalho, possibilitando a investigação dasrelações entre fatores do ambiente laboral, condições de vida e saúde dos trabalhadores e trabalhadoras. A epidemiologia contribui também para avaliar o impacto de intervenções e se apresenta como importante instrumento para o planejamento e a gestão das ações de proteção e promoção da saúde da população trabalhadora.

A RBSO é um periódico científico de acesso aberto, editado e publicado pela Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (FUNDACENTRO), desde 1973. Destina-se à difusão de artigos originais de pesquisas sobre Segurança e Saúde do Trabalhador (SST) cujo conteúdo possa contribuir para o entendimento e a melhoria das condições de trabalho, para a prevenção de acidentes e doenças do trabalho e para subsidiar a discussão e a definição de políticas públicas relacionadas ao tema.

Impulsionar a produção e divulgação do uso da epidemiologia em estudos da relação trabalho-saúde é uma tarefa crucial destes tempos. Uma tarefa que a Revista Brasileira de Saúde Ocupacional (RBSO) assume agora, ao convidara comunidade científica para a submissão de artigos para compor o dossiê temático “Contribuições da epidemiologia para o estudo das relações entre trabalho e saúde”. Este dossiê tem com o objetivo constituir espaço para divulgação de estudos e métodos epidemiológicos que contribuam para ampliar o conhecimento sobre as condições de saúde dos trabalhadores e/ou riscos ocupacionais, para o aprimoramento da vigilância e prevenção de doenças e agravos relacionados ao trabalho, assim como para a promoção da saúde da população trabalhadora. 

Serão priorizados os seguintes temas/abordagens, no escopo da epidemiologia:

Resultados de estudos longitudinais que investiguem relações entre trabalho e saúde
Resultados de inquéritos epidemiológicos que abordam questões relevantes para a saúde do trabalhador e da trabalhadora
Estudos de carga de doença relacionada ao trabalho
Saúde e trabalho rural
Estudos de mortalidade em populações trabalhadoras
Câncer relacionado ao trabalho
Saúde mental e trabalho
Gênero e raça nas relações entre trabalho e saúde
Envelhecimento, saúde e trabalho
Saúde dos trabalhadores migrantes
Trabalho infantil
Trabalho informal
Métodos epidemiológicos aplicáveis à SST: efeitos de seleção, séries temporais, inferência causal

Instruções gerais:

Serão acolhidos, preferencialmente, artigos de pesquisa, que poderão ser submetidos em português, inglês ou espanhol. Os manuscritos deverão ser submetidos online, na plataforma ScholarOne Manuscripts (https://mc04.manuscriptcentral.com/rbso-scielo), incluindo, no campo “cover letter”, a informação de que o artigo é direcionado ao dossiê temático “Contribuições da epidemiologia”. Os artigos deverão ser elaborados em conformidade com as instruções aos autores da RBSO, observados os limites de número de palavras e de referências bibliográficas (4.500 palavras e 40 referências para artigos de pesquisa). Mais informações estão disponíveis no link: www.scielo.br/rbso.

Todos os artigos submetidos passarão por análise preliminar dos editores quanto ao escopo e adequação aos padrões editoriais da revista, incluindo originalidade, aspectos éticos e qualidade científica. Aqueles que atenderem aos critérios serão encaminhados para processo de revisão por pares, conforme as normas da revista.

A RBSO não cobra taxas para submissão, processamento, ou publicação de artigos. Os artigos aprovados para publicação poderão ser traduzidos para o inglês, a critério da editoria, sem custo para os autores.

Até 31/03/2022 – Chamada de artigos para a “Revista Direito Público – Dossiê temático: Democratização do Acesso à Justiça e as Transformações no Campo Jurídico (Qualis A1)”.

O dossiê propõe contribuir com a discussão sobre o acesso à justiça, trazendo os seus fundamentos teóricos e as diferentes perspectivas de abordagem. Propõe, igualmente, discutir o acesso à justiça a partir dos espaços institucionais constituídos, dos atores que nele se movimentam e das dinâmicas que são estabelecidas, e sua conexão com as desigualdades sociais, em suas várias dimensões sociais, de gênero, classe, etnia e raça, e a garantia do estado de direito democrático, especialmente, em contextos de instabilidade política, ascensão de radicalismos políticos e retrocessos de direitos sociais. São sugeridos alguns eixos de abordagem ao tema: As teorias de acesso à justiça e sua aplicabilidade em contextos marcados por profundas desigualdades sociais e transformações sociopolíticas; As políticas públicas de promoção e democratização do acesso à justiça e a estrutura do sistema de justiça, especialmente poder judiciário; As estruturas disponibilizadas para o acesso à justiça, incluindo a análise dos espaços institucionais, dos atores que neles se movimentam e das dinâmicas desenvolvidas; O impacto das transformações digitais e tecnológicas no acesso e democratização da justiça.

Disponível em: Até 31/03/2022 – Chamada de artigos para a “Revista Direito Público – Dossiê temático: Democratização do Acesso à Justiça e as Transformações no Campo Jurídico (Qualis A1)”. – COMUNICA MACK (wordpress.com)

 

Periódicus lança chamada de texto para dossiê: Cultura Fílmica Plural

A discussão tradicional da cinefilia, com seus cânones e desdobramentos no campo do cinema – e que reverberam na realização, na prática crítica, na curadoria, no ensino e na pesquisa sobre filmes – fundou-se quase exclusivamente na perspectiva de um “sujeito universal”:  branco, masculino, cis e hétero normativo e, portanto, na maior legitimidade do olhar desse sujeito. Uma cultura fílmica plural abarca reflexões que se recusam a hierarquizar as muitas cosmovisões e as poéticas diversas possíveis de articulação em imagens e sons e na elaboração de teorias e pensamentos.

Este dossiê se abre para artigos que se engajem na tarefa de ampliar as possibilidades de compreensão da cultura fílmica, imaginando paradigmas para seus múltiplos aspectos, num alargamento das circunscrições para além dos cânones “universais”. Reflexões interdisciplinares com o campo do cinema são incentivadas. Destacamos entre as ideias que movem nossos debates: Poética Negra Feminista de Denise Ferreira da Silva, Nova Cultura Fílmica do Girish Shambu, Fabulação Crítica de Saidiya Hartman, Temporalidades Espiralares e Afrografias em Leda Maria Martins, Aquilombamento a partir de Beatriz Nascimento, Opacidade de Édouard Glissant, Plantação Cognitiva de Jota Mombaça, entre outras. Esperamos estabelecer um diálogo entre estas e outras incursões epistemológicas não-hegemônicas. Serão bem-vindos textos que se articulem a partir de questões provocadas por cinematografias negras, indígenas, femininas, lgbtqia+, entre outros.

Organizadoras:

Amaranta César (Doutorado em Cinema e Audiovisual pela Universidade de Paris III / Professora adjunto de Cinema e Audiovisual da UFRB)

Carol Almeida (Doutorado em Comunicação na UFPE/ Pesquisadora independente)

Janaína Oliveira (Doutorado em História Social da Cultura, PUC-Rio/ IFRJ/FICINE)

Kênia Freitas (Doutorado em Comunicação e Cultura pela UFRJ / Pesquisadora independente)

Tatiana Carvalho Costa (Doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Comunicação UFMG / Professora no curso de Cinema e Audiovisual no Centro Universitário UNA)

Textos até 31 de dezembro de 2021 e a edição deverá ser publicada até junho de 2022.

Disponível em: https://periodicos.ufba.br/index.php/revistaperiodicus/announcement/view/511

 

Chamada de publicação volume 9, número 2, jul./dez. 2021: Dossiê Corpos dissidentes nos espaços educativos em tempos de discurso de ódio

Disponível em:

https://periodicos.furg.br/divedu/announcement/view/283

 

Revista Pensata: Chamada para parecerista

A revista Pensata dos Alunos do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da UNIFESP – é uma revista acadêmica que se propõe a abrir um espaço de reflexão crítica e diálogo interdisciplinar entre a Antropologia, a Ciência Política e a Sociologia a partir das propostas temáticas das três linhas de pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da UNIFESP (Conflitos, Sujeitos, Direitos; Pensamento, Conhecimento, Expressão; e Territórios, Trabalho, Políticas Públicas), sem excluir, entretanto, temas relativos a outras áreas do conhecimento em diálogo com as Ciências Sociais. Será contemplada a publicação de artigos, resenhas, entrevistas, transcrições, e traduções em português e em espanhol, visando com isso tanto uma pluralização linguística do conteúdo divulgado quanto uma integração de pesquisas e perspectivas dos países latino-americanos vizinhos.

A Revista Pensata convida pesquisadores(as) doutores(as) para integrar o corpo de avaliadores do periódico.

Mais informações: https://periodicos.unifesp.br/index.php/pensata/announcement/view/220

 

Periódicus lança chamada de texto para dossiê: Cultura Fílmica Plural

A discussão tradicional da cinefilia, com seus cânones e desdobramentos no campo do cinema – e que reverberam na realização, na prática crítica, na curadoria, no ensino e na pesquisa sobre filmes – fundou-se quase exclusivamente na perspectiva de um “sujeito universal”:  branco, masculino, cis e hétero normativo e, portanto, na maior legitimidade do olhar desse sujeito. Uma cultura fílmica plural abarca reflexões que se recusam a hierarquizar as muitas cosmovisões e as poéticas diversas possíveis de articulação em imagens e sons e na elaboração de teorias e pensamentos.

Este dossiê se abre para artigos que se engajem na tarefa de ampliar as possibilidades de compreensão da cultura fílmica, imaginando paradigmas para seus múltiplos aspectos, num alargamento das circunscrições para além dos cânones “universais”. Reflexões interdisciplinares com o campo do cinema são incentivadas. Destacamos entre as ideias que movem nossos debates: Poética Negra Feminista de Denise Ferreira da Silva, Nova Cultura Fílmica do Girish Shambu, Fabulação Crítica de Saidiya Hartman, Temporalidades Espiralares e Afrografias em Leda Maria Martins, Aquilombamento a partir de Beatriz Nascimento, Opacidade de Édouard Glissant, Plantação Cognitiva de Jota Mombaça, entre outras. Esperamos estabelecer um diálogo entre estas e outras incursões epistemológicas não-hegemônicas. Serão bem-vindos textos que se articulem a partir de questões provocadas por cinematografias negras, indígenas, femininas, lgbtqia+, entre outros.

Organizadoras:

Amaranta César (Doutorado em Cinema e Audiovisual pela Universidade de Paris III / Professora adjunto de Cinema e Audiovisual da UFRB)

Carol Almeida (Doutorado em Comunicação na UFPE/ Pesquisadora independente)

Janaína Oliveira (Doutorado em História Social da Cultura, PUC-Rio/ IFRJ/FICINE)

Kênia Freitas (Doutorado em Comunicação e Cultura pela UFRJ / Pesquisadora independente)

Tatiana Carvalho Costa (Doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Comunicação UFMG / Professora no curso de Cinema e Audiovisual no Centro Universitário UNA)

Textos até 31 de dezembro de 2021 e a edição deverá ser publicada até junho de 2022.

Disponível em: https://periodicos.ufba.br/index.php/revistaperiodicus/announcement/view/511

 

Periódicus lança chamada de texto para dossiê: Territorialidades Dissidentes e(m) Narrativas Urbanas

A proposta deste dossiê consiste em reunir pessoas pesquisadoras e interessadas em compreender as interfaces entre o espaço e expressões de gêneros e de sexualidades dissidentes, salientando a visibilidade e o ato de aparecer em público como pressuposto fundamental à (des)construção de discursos em torno do corpo, suas subjetividades e suas territorialidades no espaço urbano. Interessa-nos observar as muitas configurações de gênero e sexualidade e seus trânsitos, tendo os espaços implicados na ação performativa de identidades transitórias que desestabilizam normas sociais e regimes de visibilidade.

Nos interessa, neste dossiê, reunir trabalhos que discutam territórios e urbanidades que se estabelecem pelos conflitos que derivam dos diversos modos de ser e de estar de sujeitos na cidade, aqueles que desviam as regras verticais do jogo urbano pelo exercício de suas presenças e pela composição de suas corporeidades criativas, estranhas e muitas vezes lidas e assumidas como monstruosas, pois fora dos padrões sociais e avessas às pretendidas pacificações homogeneizante e enobrecedoras da cidade. Agregamos com essa chamada, investigações interdisciplinares que discutam as políticas do corpo e do cotidiano urbano, entendendo o “direito de aparecer em público” (BUTLER, 2018) enquanto premissa básica, e tantas vezes negada, do “direito à cidade” (LEFEBVRE, 1968) de sujeitos sexualmente desviantes da normatividade heterossexual e binária em termos de gênero.

Compõem também o campo de interesse deste dossiê, trabalhos que produzam diálogos entre diversas disciplinas e exponham processos metodológicos investigativos em torno do corpo e do espaço e as diferentes formas e linguagens possíveis na produção de narrativas urbanas que fazem aparecer corpos dissidentes e suas múltiplas maneiras de criar territórios e outras formas de viver a cidade.

 

Organizadores:

Prof. Dr. Eduardo Rocha Lima - Faculdade de Arquitetura UFBA, Coordenador da linha de pesquisa Corpos, Cidades e Territorialidades Dissidentes - NuCuS.

Prof. Dr. Roney Gusmão - Centro de Cultura, Linguagens e Tecnologias Aplicadas, CECULT_UFRB, membro da linha de pesquisa Corpos, Cidades e Territorialidades Dissidentes - NuCuS.

Textos até 30 de junho de 2022 e a edição deverá ser publicada até dezembro de 2022.

Disponível em: https://periodicos.ufba.br/index.php/revistaperiodicus/announcement/view/511

 

Revista Periódicus - Núcleo de Pesquisa em Culturas, Gêneros e Sexualidade UFBA: Dossiê "Cultura Fílmica Plural e Territorialidades Dissidentes e(m) Narrativas Urbanas"

A Revista pretende discutir duas temáticas para compor o dossiê, o primeiro é "Cultura Fílmica Plural" e "Territorialidades

Cultura Fílmica: A discussão tradicional da cinefilia, com seus cânones e desdobramentos no campo do cinema – e que reverberam na realização, na prática crítica, na curadoria, no ensino e na pesquisa sobre filmes – fundou-se quase exclusivamente na perspectiva de um “sujeito universal”:  branco, masculino, cis e hétero normativo e, portanto, na maior legitimidade do olhar desse sujeito. Uma cultura fílmica plural abarca reflexões que se recusam a hierarquizar as muitas cosmovisões e as poéticas diversas possíveis de articulação em imagens e sons e na elaboração de teorias e pensamentos.

Este dossiê se abre para artigos que se engajem na tarefa de ampliar as possibilidades de compreensão da cultura fílmica, imaginando paradigmas para seus múltiplos aspectos, num alargamento das circunscrições para além dos cânones “universais”. Reflexões interdisciplinares com o campo do cinema são incentivadas. Destacamos entre as ideias que movem nossos debates: Poética Negra Feminista de Denise Ferreira da Silva, Nova Cultura Fílmica do Girish Shambu, Fabulação Crítica de Saidiya Hartman, Temporalidades Espiralares e Afrografias em Leda Maria Martins, Aquilombamento a partir de Beatriz Nascimento, Opacidade de Édouard Glissant, Plantação Cognitiva de Jota Mombaça, entre outras. Esperamos estabelecer um diálogo entre estas e outras incursões epistemológicas não-hegemônicas. Serão bem-vindos textos que se articulem a partir de questões provocadas por cinematografias negras, indígenas, femininas, lgbtqia+, entre outros.

Territorialidades Dissidentes e(m) Narrativas Urbanas: A proposta deste dossiê consiste em reunir pessoas pesquisadoras e interessadas em compreender as interfaces entre o espaço e expressões de gêneros e de sexualidades dissidentes, salientando a visibilidade e o ato de aparecer em público como pressuposto fundamental à (des)construção de discursos em torno do corpo, suas subjetividades e suas territorialidades no espaço urbano. Interessa-nos observar as muitas configurações de gênero e sexualidade e seus trânsitos, tendo os espaços implicados na ação performativa de identidades transitórias que desestabilizam normas sociais e regimes de visibilidade.

Neste dossiê, a proposta é reunir trabalhos que discutam territórios e urbanidades que se estabelecem pelos conflitos que derivam dos diversos modos de ser e de estar de sujeitos na cidade, aqueles que desviam as regras verticais do jogo urbano pelo exercício de suas presenças e pela composição de suas corporeidades criativas, estranhas e muitas vezes lidas e assumidas como monstruosas, pois fora dos padrões sociais e avessas às pretendidas pacificações homogeneizante e enobrecedoras da cidade. Agregamos com essa chamada, investigações interdisciplinares que discutam as políticas do corpo e do cotidiano urbano, entendendo o “direito de aparecer em público” (BUTLER, 2018) enquanto premissa básica, e tantas vezes negada, do “direito à cidade” (LEFEBVRE, 1968) de sujeitos sexualmente desviantes da normatividade heterossexual e binária em termos de gênero.

Compõem também o campo de interesse deste dossiê, trabalhos que produzam diálogos entre diversas disciplinas e exponham processos metodológicos investigativos em torno do corpo e do espaço e as diferentes formas e linguagens possíveis na produção de narrativas urbanas que fazem aparecer corpos dissidentes e suas múltiplas maneiras de criar territórios e outras formas de viver a cidade.

Data de Submissão: Cultura Fílmica até 31/12/2021 e Territorialidades Dissidentes até 30/06/2021

Mais informações: https://periodicos.ufba.br/index.php/revistaperiodicus/announcement/view/511

 

Revista Sul-Sul de Ciências Humanas e Sociais: Dossiê “Nos encarnes da vida: produção, gestão e difusão de conhecimento em gênero, sexualidades e queer”

O contexto atual tem sido marcado pelas perdas e retrocessos no debate democrático e no acesso aos direitos, atingido fortemente a população LGBTQIA+ e os estudos acadêmicos-científicos no campo das relações de gênero, sexualidades e queer.  No âmbito acadêmico, temos nos ocupado da produção de contradiscursos como resistências ao negacionismo e aos ataques sistemáticos à ciência e às universidades. Estamos tratando de uma política declaradamente antigênero que contra-ataca o desenvolvimento e a consolidação das pesquisas de um campo do conhecimento cuja produção promoveu um boom qualitativo e quantitativo nas duas últimas décadas.  O presente dossiê temático é, portanto, parte desse jogo de forças e relações de saber-poder, entendido como um gesto de resistência inventiva e persistência epistêmica. Concebemos como uma ação reativa criadora na direção de uma coalizão que visa aglutinar escritos cujo campo problemático se volta para os processos de produção, gestão e difusão do conhecimento no campo das relações de gênero, sexualidades e queer, considerando e acolhendo sua diversidade temática e teórico-epistemológica.  

Nesse sentido, a produção de conhecimento nesse campo é entendida como um processo de criação cuja emergência humana é a busca de Mais Vida a partir da formação e da transformação. Dito isso, espera-se da pessoa pesquisadora um conjunto de gestos performativos e constitutivos dirigido a uma ciência outra, blasfêmica, colaborativa, orientada pelos afetos e pelo desejo de grupalidade. Quanto à gestão do conhecimento no campo do gênero, sexualidades e queer, estamos entendendo-o como um saber fazer complexo e encarnado, ou seja, um fenômeno cognitivo polilógico que coloca em relação a gestão da vida, a gestão epistêmica e os aspectos organizacionais de uma cultura científica plasmada nos processos que o singularizam. Desse modo, ampliar a gestão do conhecimento como dimensão constituinte da nossa existência ontológica, epistêmica e organizacional é compreendê-la em seus horizontes decorrentes das afetações e encarnes promovidos pela intersecção entre docência, pesquisa e os ativismos. 

Nessa direção, o Dossiê pretende acolher escritos oriundos não somente da grande área das ciências humanas e sociais, como também dos encarnes, das dobras e inflexões inter/trans/multidisciplinares em suas intersecções com outros marcadores sociais da diferença. Serão aceitos manuscritos no formato de narrativas, ensaios, pesquisas, relatos reflexivos e analíticos de experiências, dentre outros estilos de disseminação de conhecimento cujas modelagens permitam promover tanto um aprofundamento teórico quanto a aplicação empírica desses referenciais em diferentes contextos, práticas sociais e discursivas. 

Estamos convocando líderes, vice-líderes, pesquisadores e pesquisadoras de grupos e núcleos de pesquisas situados e situadas nesse campo a cartografar os processos de produção e gestão do conhecimento em suas existências coletivas e formas de organização e ação política. Pretendemos aglutinar saberes localizados e experienciais que valorizem os processos e as tessituras desse conhecimento científico-encarnado projetado para a promoção de vidas e orientado por políticas cognitivas corporificadas e encarnadas no compromisso com agendas de justiça, seja ela social, racial, erótica, científica, ambiental e anticapitalista.   

Acolhemos e celebramos experimentações que tenham por objetivo a criação de referenciais teóricos e epistemológicos, bem como de modelagens metodológicas próprias e apropriadas produzidas em experiências desde o Sul-Sul global. Assim, Pesquisas Encarnadas, Escritas de si, Escrevivências, Etnopesquisas, dentre outras tantas formas de denominar nossos protagonismos epistêmicos e insurgências de(s)colonias ou anticoloniais, serão acolhidos. 

Da mesma forma, valorizam-se os investimentos em modos de existência e resistência científica insurgentes que promovam fricções nas abordagens monológicas e dicotômicas que separam teoria e prática, valorizando deslocamentos epistemológicos, seja como insurreições na subjetividade seja no pensamento, sem deixar de problematizar a postos sobre a política do presente.  

Por fim, esta proposta abre-se para práticas de pesquisa que tencionam a geopolítica dominante na produção e difusão do conhecimento que tem nos alijado de um protagonismo teórico e epistêmico. Com isso, estamos ratificando a urgência de reinventar a linguagem utilizada para representar o conhecimento produzido, cujos caminhos éticos, estéticos e poéticos potencializam horizontes epistemológicos outros a partir da complexidade, multiplicidade, multireferencialidade, variedade e, especialmente, da interseccionalidade.

Data de Submissões: até 30/01/2022

Mais informações: https://revistas.ufob.edu.br/index.php/revistasul-sul/announcement/view/24

 

Revista História: Dossiê: As Paixões entre Clio e Psique: relações de gênero, histórias, desejos e fantasias

Convidamos pesquisadoras e pesquisadores interessadas/os em contribuir com o presente dossiê, a partir das perspectivas dos estudos de gênero e sexualidades, que discutam as aproximações entre a História, emoções, desejos, sentimentos e fantasias. A finalidade deste dossiê é criar uma oportunidade e um espaço de diálogo entre a proclamadora “Clio” e o alento anímico de “Psique”, em um caminho que propõe novos rumos para os saberes, em especial, para as construções das narrativas historiográficas: se relações de gênero implicam necessariamente entender as relações humanas, é preciso entender seus desejos, fantasias e discursos de imaginação. Permitir que Clio enfim possa apaixonar-se por Psique é trilhar o caminho para a construção de saberes que permitam analisar as diversas existências humanas e suas múltiplas experiências ao longo do tempo e do espaço, como complexas, repletas de sensibilidades, fantasias, jogos de sentidos únicos e sentimentos, extrapolando uma narrativa racionalista, binária, essencialista e segregadora.

Data de Submissões: até 31/01/2022

Mais informações: https://www.revistas.ufg.br/historia/chamadaartigos

 

Revista interprogramas de Pós-graduação em Comunicação do Centro Oeste Esferas: Dossiê "Democracia e cidadania nas ondas sonoras"

A Esferas, Revista Interprogramas de Pós-graduação em Comunicação do Centro Oeste é um espaço virtual coletivo de trocas e reflexões, sob a égide dos cinco Programas de Pós-graduação em Comunicação do Centro-Oeste: UCB, UnB, UFG, UFMS e UFMT; divulga as chamadas para dossiês abertas para 2022.

Chamada dossiê Democracia e cidadania nas ondas sonoras: Interessa ao dossiê selecionar trabalhos de autoras e autores que trabalhem os fundamentos do rádio expandido e hipermidiático, das emissoras em AM e FM, na internet ou das produções crescentes de podcasts no Brasil em reflexões acerca dos debates políticos e democráticos vivenciados na atualidade em um momento de pandemia do novo coronavírus. Também interessam abordagens relativas a apropriação da linguagem por meios tradicionais e alternativos, as saídas encontradas pela radiodifusão comunitária e a disseminação dos conteúdos radiofônicos ou em áudio nas redes sociais e seus atravessamentos no profissionalismo da comunicação nas perspectivas de raça, etnia, classe, gênero em suas especificidades na América Latina.

Data de Submissões: até 31/01/2022

Mais informações: https://portalrevistas.ucb.br/index.php/esf/announcement/view/78

 

Revista Espaço Acadêmico: Dossiê “(Bio)grafando Mulheres”

Em março deste ano, a Associação Nacional de Pós-Graduação de Ciências Sociais- ANPOCS, em parceira com o LABGEN da UFF, realizou um Seminário intitulado: Mulheres na Teoria Social, recuperando a história de várias mulheres de diferentes continentes e sua importância para o pensamento social, contudo, ausentes dos espaços institucionais.
Na história escrita da humanidade, as mulheres raramente aparecem, não porque não participaram dela, mas porque a história da humanidade foi uma história contada pelos homens, tornando assim as mulheres quase "invisíveis" ou não relevantes. Apenas em meados do século XX, com o avanço de uma história social e dos movimentos feministas, foi feita uma tentativa para reconhecer o papel da mulher no desenvolvimento político, científico, social e econômico que tinha se tornado invisível na história.
O objetivo desse Dossiê é a partir das noções de biografia (escrita de uma vida) e trajetória (o que atravessa uma vida), recuperar as singularidades de histórias de mulheres no campo das ciências e das artes. Esse reconhecimento das mulheres na análise histórica significa não apenas dar às mulheres um lugar nos vários eventos do passado, mas também reinterpretar esses eventos à luz de seus impactos diferenciais.
Apesar dos obstáculos, são muitas as mulheres que conseguiram por sua determinação, imaginação, força e a sua voz fazer o seu caminho na sociedade do seu tempo e abrir oportunidades a outras mulheres em espaços acadêmicos, artísticos, políticos e sociais. Infelizmente, não foram tantas as reconhecidas, nem se valorizou as suas enormes contribuições. A escritora Virgínia Woolf na sua obra “Mulheres e ficção” (1929), relata o quanto o campo da literatura foi renegado às mulheres devido às normas e cultura de uma época. Fazer literatura, ciência ou arte era papel dos homens e por muito tempo permaneceu dessa forma, assim, as narrativas carregaram, em seus enredos, primordialmente os lugares que eles ocuparam.
No entanto, muitas mulheres foram pioneiras em afrontar o sistema patriarcal vigente, em enfrentar esses obstáculos, sendo protagonistas em todos os movimentos artísticos, desde a Renascença até hoje. Artistas como Sofonisba Anguissola, retratista italiana, considerada a primeira mulher artista do Renascimento e cujas obras foram atribuídas a pintores da corte do rei. Hilma af Klint, artista sueca que criou o movimento abstrato, Frida Kahlo, uma surrealista mexicana, artista que se tornou um ícone do feminismo e da comunidade LGBTI e muitos outros, que ganharam reconhecimento por seus trabalhos após sua morte. No Brasil, artistas como Tarsila do Amaral, uma pintora modernista considerada a mais famosa artista brasileira do século 20, que ajudou a definir um estilo de identidade nacional pós-colonial para o seu país. No campo da literatura, Virgínia Woolf aponta as renomadas escritoras inglesas Emily Bronte e Jane Austen como algumas das poucas mulheres que conseguiram fazer literatura no seu tempo, entretanto, nenhuma delas publicaram seus romances com seus próprios nomes. O primeiro romance publicado por Jane Austen, “Orgulho e preconceito”, continha apenas a inscrição: “Um romance. Em três partes. Escrito por uma dama.”, os outros livros eram creditados à “mesma autora” dos outros livros. Emilly Bronte, a autora da obra “O morro dos ventos uivantes”, publicava suas obras com o pseudônimo de Ellis Bell. O romance "Middlemarch: um estudo da vida na província", considerado um dos melhores em literatura inglesa, foi escrito por George Elliot, pseudônimo da escritora Mary Ann Evans.
Na ciência, as mulheres conseguiram menos destaque ainda e seguem ofuscadas desde então. A cientista Katherine Johnson, responsável pelos importantes cálculos matemáticos que levaram o homem à lua, alcançou reconhecimento tempos depois dos seus feitos com a estreia do filme “Estrelas além do tempo” (2016); de forma semelhante, a cientista Marie Curie, ganhadora de dois Prêmios Nobel, viveu grande parte de sua vida na sombra do marido, conquistando reconhecimento posteriormente. No Brasil, Virgínia Bicudo, responsável por trazer e popularizar a Psicanálise no Brasil, na Colômbia, Margarita Marino de Botero, a primeira defensora ambiental da Colômbia que participou ativamente das discussões ecológicas mais importantes do mundo e outras grandes cientistas e acadêmicas seguem renegadas ao esquecimento.
Dessa forma, propomos para esse dossiê o acolhimento de artigos que contemplem as biografias das mulheres que marcaram a história em diversas áreas do conhecimento e dos saberes, além de reflexões que permitam compensar o esquecimento na história já contada e reinscrever por meio de memórias e narrativas um outro posicionamento para os fatos e eventos   históricos.

Data de Submissões: até 04/03/2022

Mais informações: https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/EspacoAcademico/announcement/view/415

 

Revista interprogramas de Pós-graduação em Comunicação do Centro Oeste Esferas: Dossiê "Mito e Comunicação Digital"

A Esferas, Revista Interprogramas de Pós-graduação em Comunicação do Centro Oeste é um espaço virtual coletivo de trocas e reflexões, sob a égide dos cinco Programas de Pós-graduação em Comunicação do Centro-Oeste: UCB, UnB, UFG, UFMS e UFMT; divulga as chamadas para dossiês abertas para 2022.

O trabalho pretende observar e analisar a relação entre o poder narrativo do mito e as mitologias que deles advêm, mas também as tendências fracas ou fortes à mitificação, a partir da teorização do mito em suas várias vertentes (antropológica, narratológica, psicológica, filosófica, estética etc.) parece uma forma eficiente de compreender o mal-estar e os anseios da civilização contemporânea, com a finalidade última de lidarmos melhor com elas, uma vez que as relações sociais são coletivamente mediadas por tecnologias digitais.

Data de Submissões: até 30/04/2022

Mais informações: https://portalrevistas.ucb.br/index.php/esf/announcement/view/79

 

Revista interprogramas de Pós-graduação em Comunicação do Centro Oeste - Esferas: Dossiê "Comunicação e Estudos Biográficos"

Essa chamada visa congregar os profissionais da Comunicação e de outras áreas que pesquisam (auto)biografias, memórias, histórias de vida, perfis biográficos, e visa ampliar o diálogo com especialistas nacionais e internacionais; desenvolver a interdisciplinaridade no campo comunicacional; estimular a divulgação e a informação sobre a pesquisa (auto)biográfica na área de Comunicação; promover a crítica e o pluralismo teórico e metodológico em suas diferentes produções.

Data de Submissões: até 31/08/2022

Mais informações: https://portalrevistas.ucb.br/index.php/esf/announcement/view/80

 

Revista Sul Sul de Ciências Humanas e Sociais: Dossiê “Nos encarnes da vida: produção, gestão e difusão de conhecimento em gênero, sexualidades e queer”

A Revista Sul-Sul de Ciências Humanas e Sociais informa que está aberta a chamada para o Dossiê Vol. 02 N. 03 - Nos encarnes da vida: produção, gestão e difusão de conhecimento em gênero, sexualidades e queer. 

O dossiê é coordenado por Anderson Ferrari, Doutor em Educação pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp, Brasil), Professor adjunto de Ensino de História da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF, Brasil); Clebemilton Nascimento, Professor Assistente vinculado ao Centro de Letras da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), Doutorando em Difusão do Conhecimento pela UFBA e Suely Aldir Messeder, Doutora em Antropologia pela Universidade Santiago de Compostela, validado no Brasil pelo Programa de Pós-Graduação em Antropologia - UFBA, professora titular da Universidade do Estado da Bahia - UNEB.

Data de Submissões: até 20/12/2022

Mais informações: revistas.ufob.edu.br

 

Revista REMHU: "Mujeres migrantes y trabajo doméstico”

En el campo de estudios sobre migraciones, y en particular sobre mujeres migrantes, el trabajo doméstico (remunerado y no remunerado) se torna central en la organización, sostenimiento y reproducción de los proyectos migratorios. En diferentes latitudes, el trabajo doméstico y del cuidado ha sido un mercado de trabajo en el que la migración - interna e - internacional ha tenido una gran relevancia, podría decirse que guarda un “nexo estructural” (Ariza, 2011, p; 18). El incremento de la demanda de trabajo doméstico y cuidado se ha resuelto, precariamente, con la contratación entre particulares de mano de obra inmigrante femenina (Anderson, 2000, 2001, 2007; Ariza, 2011; Cox, 2006).

En este sentido, la relación entre la migración de mujeres y el trabajo doméstico es histórica y da cuenta de los renovados mecanismos de jerarquización, racialización y generización laboral, que promueven la reproducción de desigualdades entre varones y mujeres, y también entre las propias mujeres a partir de la pertenencia de clase, la asignación racial y el origen nacional. La concentración de mujeres migrantes en el trabajo doméstico muestra entonces que la intersección de desigualdades de clase, género, raza y nacionalidad resulta un elemento constitutivo de la fuerza de trabajo. Desigualdades que se expresan en la persistente invisibilización, precarización y desvalorización social que enfrentan las trabajadoras domésticas migrantes, las cuales se profundizan cuando estas mujeres se encuentran en condición de irregularidad migratoria.

El crecimiento del trabajo asalariado de mujeres, la persistencia de la división del trabajo generizado y racializado, la disminución sustancial del apoyo estatal para la reproducción social y la privatización de los espacios de cuidado infantil ha dado lugar a una creciente demanda de mujeres inmigrantes ejerciendo trabajo doméstico y del cuidado (Chang, 2000; Hill Maher, 2003; Hondagneu – Sotelo 2011; Mattingly, 2001; Parreñas, 2001).  Los resultados de los últimos reportes (WIEGO, 2021; OIT, 2021) confirman un impacto desproporcionado en los medios de subsistencia de las mujeres trabajadoras durante la pandemia del Covid-19.

El trabajo doméstico constituye uno de los sectores más afectados por las crisis derivadas de la pandemia, lo que representa un obstáculo creciente al cumplimiento efectivo de los derechos y avances que ha generado tanto las luchas sindicales, de organizaciones de trabajadoras como la adopción en algunos países del convenio 189 de la OIT. En el caso concreto de las mujeres migrantes que se dedican a este trabajo, la emergencia sanitaria las expuso a nuevas situaciones de desprotección y vulnerabilidad al mismo tiempo que desnudó antiguas formas de desigualdad vinculadas a las condiciones de informalidad y precariedad que caracteriza a este trabajo. Si bien en varios países las trabajadoras domésticas han sido consideradas esenciales, mujeres migrantes trabajadoras han sido excluidas de los sistemas de protección y de salud por su nacionalidad.

Esta propuesta parte del reconocimiento de la importancia de los estudios sobre migraciones, trabajo doméstico (sea remunerado o no) y género en las sociedades contemporáneas, especialmente en un contexto caracterizado por una creciente hostilidad hacia las poblaciones migrantes. Es decir, un contexto de creciente vulnerabilidad y de emergencia sanitaria en donde la lucha organizada ha pasado a ocupar más los medios digitales buscando alcanzar más trabajadoras y trabajadores, pero donde la brecha digital se acentúa y potencia aún más el aislamiento y la falta de acceso a derechos laborales.

La propuesta es reunir artículos que analicen la relación entre mujeres migrantes y el trabajo doméstico con diversas posibilidades de reflexión, por ejemplo, la explotación de la fuerza de trabajo, la violencia, los abusos, la mercantilización del afecto, el cuidar de otros/as, el aislamiento, la pérdida de privacidad, las formas de resistencias, lucha y organización, entre otros. Son también bienvenidas las contribuciones que analicen las situaciones de vulnerabilidad y desprotección de las trabajadoras domésticas migrantes, potenciadas en el contexto de la pandemia producto del coronavirus, como así también su capacidad de agencia y las estrategias de lucha y resistencia que despliegan en pos de transformar esas situaciones.

Este dossier buscar ampliar las perspectivas analíticas sobre el tema en los más diversos contextos en que el trabajo doméstico está siendo históricamente realizado por mujeres migrantes.

Sugerimos algunos tópicos que pueden ser profundizados en los artículos:

- Interseccionalidad y trabajo doméstico

- División sexual del trabajo y migración

- Explotación de la fuerza de trabajo femenina

- Inmovilidad, confinamientos y trabajo remunerado en casa particular

- Trabajo afectivo y mercantilización del afecto

- Maternidad, migración y trabajo

- Relaciones de cuidado y cuidadoras

- Trabajadoras domésticas y sus derechos

- Políticas migratorias y de trabajo

- Derechos de las mujeres migrantes y acción de organizaciones internacionales y de la sociedad civil organizada

- Formas de resistencia, lucha y organización

- Racismo institucional, trabajo doméstico y migración

- Violencia de género

- Feminización de la pobreza

Data de Submissões: até 20/12/2022

Mais informações: http://remhu.csem.org.br/index.php/remhu/announcement/view/27

 

Cadernos Eletrônicos Direito internacional sem Fronteiras: Dossiê “Entre as descontinuidades e expressões de gênero: diversidade sexual, emancipação, processos decisórios e acesso à justiça no contexto do Direito Internacional dos direitos humanos”

Este dossiê temático pretende reunir trabalhos de diversos campos disciplinares, com foco no diálogo entre temáticas relacionadas a gênero e a sexualidade no campo do Direito Internacional. Do ponto de vista sociocultural e institucional há grande diversidade na administração das diferenças de gênero nos contextos nacionais e internacionais, de modo que a diversidade sexual, as disputas e os processos emancipatórios e decisórios relacionados a gênero e a sexualidade oportunizam o desenvolvimento de ricos panoramas analíticos no que tange aos direitos das populações LGBTQIA+ e das mulheres, em perspectivas que perpassam, dentre outros, o movimento queer e o feminismo. No Brasil tem se destacado o processo contra majoritário, no qual as pautas dos movimentos conservadores se convertem em demandas a nível identitário, em que se identificam como contrários à dita “ideologia de gênero” e utilizam essa identidade para questionar a legitimidade de conquistas, pela via judicial, de direitos de dignidade humana relacionados a identidades de gênero e direitos sexuais. A partir de panoramas que envolvem Direitos Humanos, cláusulas de não discriminação, processos migratórios e funcionamento das instituições judiciais, pautas como o acesso à justiça, à cidadania e a necessidade de inclusão das diversas expressões de gênero têm sido discutidas a nível internacional na caracterização das formas de violência de gênero, incluindo a homotransfobia. Buscando reunir e articular as produções sobre a temática proposta, chamamos trabalhos direcionados às diversidades sexuais e de gênero no contexto do Direito Internacional sob variadas perspectivas analíticas, conferindo abertura para o diálogo entre produções no campo do Direito, da Antropologia, da Sociologia e da Ciência Política. Cabe ressaltar que a metodologia destes trabalhos deve estar claramente explicitada no resumo e na introdução, abordando os métodos e as técnicas de pesquisa empregados, as hipóteses, as limitações e a delimitação dos materiais utilizados.

Data de Submissões: até 20/03/2022

Mais informações: https://www.cadernoseletronicosdisf.com.br/cedisf/announcement/view/13

 

Coisas do Gênero - Revista de estudos feministas em teologia e religião: ecofeminismo (s), teologias e territórios

O termo Ecofeminismo traz à discussão a relação entre duas bases que estruturam a sociedade atual: o patriarcado e o capitalismo. Entendendo que as mulheres são as maiores vítimas da violência da degradação ambiental, os movimentos ecofeministas articulam, em uma perspectiva sistêmica, as buscas por direitos iguais para mulheres e homens, por sustentabilidade e a defesa do meio-ambiente. Dentro desses movimentos, a reflexão teológica está associada à teologia ecofeminista. Ela envolve o desenvolvimento conceitual das relações entre as religiões patriarcais, junto aos seus sistemas simbólicos, e a evolução social patriarcal e capitalista, propondo de ações e discursos para desenvolver espiritualidades engajadas na busca dessas novas relações. Este dossiê busca refletir sobre teorias, metodologias e práticas ecofeministas e suas histórias, aceitando artigos em perspectivas plurais

Mais informações: http://periodicos.est.edu.br/index.php/genero/announcement/view/52

 

Chamada Temática para submissão de artigos,resenha, entrevista ou ensaio – Revista Profanações

Atualmente a Revista Profanações conta com pesquisadores pareceristas vinculados ao pensamento agambeniano e/ou de seus interlocutores de universidades da Argentina, Chile, Peru, Colômbia, México, Espanha, Itália e, de diversas regiões do Brasil.

A Revista Profanações convida os/as interessados/as em contribuir com a temática proposta, sob a forma de artigo, resenha, entrevista ou ensaio. Esperamos receber contribuições sobre a temática apresentada acima, assim como análises comparativas, que considerem as contribuições da biopolítica italiana frente a possíveis diálogos com autores europeus, latino-americanos e/ou asiáticos, além de análises sobre a (bio)política no Brasil à luz do pensamento italiano. Nesse sentido, são bem-vindas quaisquer contribuições que estejam de acordo com os interesses da “Revista Profanações” (vide “Foco e Escopo” da revista).

Prazo para submissão: Fluxo contínuo

Mais informações: http://agambenbrasil.com.br/revista-profanacoes/

 

Revista Argumentos

Argumentos é uma revista eletrônica do Departamento de Política e Ciências Sociais da Universidade Estadual de Montes Claros. Seu objetivo geral é estabelecer-se como um espaço de debate e intercâmbio em ciências sociais sob uma perspectiva crítica. Sua área temática, portanto, inclui antropologia, sociologia e ciência política.

Nosso público-alvo são pesquisadores de ciências sociais e humanas (acadêmicos, estudantes, membros de organizações sociais e da comunidade em geral). Argumentos tem o português como idioma principal, mas recebe e publica pesquisas em espanhol e inglês. Sua periodicidade é semestral. Convidamos a apresentação de artigos científicos públicos não publicados e originais, sujeitos a um processo de revisão por pares. Lançamos dois dossiês por ano, mas temos uma recepção aberta e permanente de itens ao longo do ano.

Atualmente, a Argumentos está em indexadores com os metadados DOAJ, Latindex, Redib, Sumarios.org, Diadorim, Mines Journals; no indexador de métricas do Google Scholar; e nos mecanismos de busca da CAPES, Portal de Jornais - ANPOCS, LatinREV - CLACSO, MIAR e EZB. Cada artigo publicado pela Argumentos também possui o sistema de identificação DOI (Digital Object Identifier). As avaliações seguirão uma ética de avaliação duplo cego. Depois de passar pelo Comitê Editorial da revista, responsável por verificar se os padrões exigidos na seção "Diretrizes para autores" são cumpridos, os artigos são enviados anonimamente a dois árbitros, especialistas na área, para uma avaliação cuidadosa dos sua qualidade Em caso de desacordo, o artigo será enviado a um terceiro especialista. Os documentos recomendados para publicação com revisão de conteúdo serão enviados novamente a dois revisores, preferencialmente os do processo inicial.

Mais informações podem ser encontradas na página da revista: https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/argumentos

Os artigos podem ser enviados através do email: revista.argumentos@unimontes.br ou através da plataforma.

 

Revista Gênero

A revista publica trabalhos que contribuam para o estudo das relações de gênero, escritos a partir de diferentes tradições disciplinares, dentro de um arco de questões que dizem respeito à condição feminina, homossexualidades, masculinidades dentre outros temas correlatos.

Mais informações: http://www.periodicos.uff.br/revistagenero

 

Revista Diversidade e Educação

A Revista Diversidade e Educação é uma revista de divulgação científica semestral e publica artigos e relatos de experiências educativas nas temáticas de corpos, gêneros, sexualidades e relações étnico-raciais. A revista tem como foco textos que tratem dessas temáticas no espaço escolar e em outros espaços educativos.

Mais informações: https://periodicos.furg.br/divedu/about/submissions

  

Revista LibertAção

O Consultor Ad Hoc tem a função de auxiliar na avaliação dos artigos das diversas áreas do conhecimento enviados para o periódico. Para a seleção dos consultores que formarão o cadastro, serão considerados a titularidade (doutorado em Filosofia, Educação ou áreas afins) e a vinculação institucional.

As áreas temáticas da revista são Ensino de Filosofia, Marxismo e Educação, Filosofias Africanas, descolonização curricular/decolonialidades e filósofas contemporâneas.

Os/as interessados/as devem enviar os dados pessoais (nome, e-mail), suas áreas de interesse/pesquisa, bem como o link do currículo lattes para o e-mail revlibertacao@gmail.com com assunto Cadastro de Consultor Ad Hoc.

Mais informações: revlibertacao@gmail.com

 

Revista Pensata: Chamada para parecerista

A revista Pensata dos Alunos do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da UNIFESP – é uma revista acadêmica que se propõe a abrir um espaço de reflexão crítica e diálogo interdisciplinar entre a Antropologia, a Ciência Política e a Sociologia a partir das propostas temáticas das três linhas de pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da UNIFESP (Conflitos, Sujeitos, Direitos; Pensamento, Conhecimento, Expressão; e Territórios, Trabalho, Políticas Públicas), sem excluir, entretanto, temas relativos a outras áreas do conhecimento em diálogo com as Ciências Sociais. Será contemplada a publicação de artigos, resenhas, entrevistas, transcrições, e traduções em português e em espanhol, visando com isso tanto uma pluralização linguística do conteúdo divulgado quanto uma integração de pesquisas e perspectivas dos países latino-americanos vizinhos.

A Revista Pensata convida pesquisadores(as) doutores(as) para integrar o corpo de avaliadores do periódico.

Mais informações: https://periodicos.unifesp.br/index.php/pensata/announcement/view/220

 

 

3.b - Inscrições abertas para participação em eventos

 

 

TÓPICO 4 - CURSOS NA ÁREA DE GÊNERO

 

 

Núcleo de estudos interdisciplinares sobre a mulher

No âmbito acadêmico, o NEIM tem estimulado o crescente interesse de estudantes pela análise das questões de gênero e condição feminina na sociedade e na história. Nesse sentido, tem colaborado, efetivamente, ministrando cursos em nível de graduação e pós-graduação através dos departamentos de Ciência Política, Antropologia, Sociologia e História da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, bem como nos Cursos do Instituto de Letras, Escola de Enfermagem e Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia. Junta-se a esse esforço a criação, em 2005, do programa de Pós-Graduação (Mestrado e Doutorado) em Estudos Interdisciplinares sobre Mulheres, Gênero e Feminismo (PPGNEIM).  

Mais informações sobre os cursos: http://www.neim.ufba.br/wp/cursos/

 

Docência em gênero e sexualidade

As instituições de ensino devem ser espaços que promovem a aceitação às diferenças e discutem os temas mais urgentes da sociedade. Muitas questões consideradas tabus podem ser trabalhadas desde a infância para evitar situações posteriores de discriminação, preconceito e violência. Curso para capacitar educadores para desenvolverem atividades na área, atuando com a prática docente relacionada ao tema como forma de contribuir para mudanças significativas na sociedade.

Mais informações: https://www.educamaisbrasil.com.br/cursos-e-faculdades/docencia-em-genero-e-sexualidade