Oportunidades na área de gênero - Julho/2020

Publicado em 10/07/2020 - 17:08

As informações divulgadas nesta página, exceto tópico 1 - Núcleo Pagu, foram extraídas de sites de organizações externas ao Núcleo e por isso não são de responsabilidade do Núcleo ou da Universidade Estadual de Campinas.

Para receber atualizações de oportunidades por e-mail, envie uma mensagem com o título inscrição divulga-pagu para pagu@unicamp.br, informando seu nome completo e solicitando sua inscrição.
Esta página pode receber atualizações com novas informações recebidas antes da postagem do mês seguinte.
 

 

TÓPICO 1 – NÚCLEO PAGU
 
 
 
>> PRÓXIMOS EVENTOS A SEREM TRANSMITIDOS
 
28/07 às 19h
AULA ABERTA DE ESTUDOS DE GÊNERO
Ciclos de aulas abertas com docentes da linha de Estudos de Gênero do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da Unicamp (PPGCS), também pesquisadoras do Núcleo de Estudos de Gênero - Pagu.
Primeira Aula Interseccionalidades e Consubstancialidades. Com Adriana Piscitelli, Ângela Araújo e Nathanael Araújo. Transmissão em https://www.youtube.com/ifchunicamp1
 
>> EVENTOS REALIZADOS DURANTE A PANDEMIA E DISPONIBILIZADOS ON-LINE
 
CLUBE DE LEITURAS FEMINISTAS PAGU
2º Encontro do Clube de Leituras Feministas Pagu
Com Letícia Nunes de Moraes: historiadora, docente na Universidade de Sorocaba.
 
GÊNERO E DESIGUALDADES
Parceria entre Pagu/Unicamp e PPGAS/USP
 
Aula Aberta #1 Desigualdades Sociais, Saúde e o COVID-19. Participam do debate Luís Eduardo Batista (Instituto de Saúde/SES-SP), Fernanda Lopes (GT Racismo e Saúde/Abrasco) e Alexandre da Silva (Faculdade de Medicina de Jundiaí). A mediação de Regina Facchini (Pagu/Unicamp). https://www.youtube.com/watch?v=gcIypHsy1QQ
 
Aula Aberta #2 Periferias, resistência e saúde mental. Com Tatiana Minchoni (Sarau do Binho/Felizs/CRP-SP); Deivison Faustino (Unifesp); Emiliano de Camargo David (PUC-SP/AMMA Psiquê); Gleicy Silva (Pagu/Unicamp). https://www.youtube.com/watch?v=xy2pnQt_Ffk
 
Aula Aberta #3 Violências em favelas e periferias na pandemia. Com Juliana Farias (Pagu/Unicamp), Elaine Lima (Pedagoga/GP Mulheres do Capão Redondo), Bruno Nzinga Ribeiro (PPGAS/Unicamp) e Carolina Parreiras (NUMAS/USP). https://www.youtube.com/watch?v=smPWm7awETM
 
Aula Aberta #4 Religião e COVID-19 em debate. Com Magali do Nascimento Cunha (Intercom), Ronaldo de Almeida (DA/LAR/Unicamp), Christina Vidal da Cunha (UFF), Ivá Adriana de Nanã (Ilé Axé Omó Nanã), Rodrigo Toniol (DA/LAR/Unicamp). https://www.youtube.com/watch?v=2O2_1Wt_Hq0
 
Aula Aberta #5 Migrações, Refúgio e LGBTI+. Com Lara Lopes, Maria Paula Botero, Nathália Antonucci, Isadora Lins França.
 
Aula Aberta #6 Saúde LGBT em tempos de Covid-19. Com Adriano Queiroz (PMDSTAIDS-SP; UFABC), Fernanda Fortes de Lena (Unicamp; VOTE LGBT), Flávia Teixeira (CRAIST/UFU; ABRASCO), Gabriela Calazans (FM; NEPAIDS/USP), Camilo Braz (SER-TÃO/UFG).
 
Aula Aberta #7 Direitos em tempos de Desmocratização. Com Anna Tulie Araújo (ULTRA; UniCEUB), Bruna Andrade Irineu (UFMT; ABEH), Jacqueline Moraes Teixeira (FE; NUMAS/USP; CEBRASP), Lucas Bulgarelli (NUMAS/USP), Luiz Mello (SER-TÃO/UFG), Thiago Coacci (Larvas Incendiadas).
 
Aula Aberta #8 Corpos e (R)Existências Negrxs e LGBT na Universidade. Com Luciana de Oliveira Dias, (UFG; ABA), Suely Messeder (UNEB), Megg Rayara Gomes de Oliveira (UFPR), Thiago Teixeira (PUC-MG), Michel Ferreira (UTFPR), Stephanie Pereira de Lima (Unicamp).
 
Aula Aberta #9 Despatologização/Repatologização: O que dizem as Ciências PSI? Com Isabela Saraiva (NEGAH/UFSJ), Alexandre Oviedo Gonçalves (Unicamp; CEBRAP), Maya Foigel (Generidades/ Sedes Sapientiae; Transitar), Beatriz Pagliarini Bagagli (IEL/UNICAMP), Marco Aurélio Prado (Nuh/UFMG), Heder Bello (UFRJ; CRP-RJ)
 
Aula Aberta #10 Transfobia, Racismo e o Acesso à Educação e ao Trabalho. Com Keila Simpon (ANTRA), Dayanna Louise L. dos Santos (UFPE; SE-PE), Luck Yemonja Banke (NETRANS; PREPARA UBUNTU/UFSC), Brume Dezembro Iazzetti (PPGAS; PAGU/Unicamp), Amanda (AMOTRANS/ANTRA).
 
Clássicos #1 Morte em Família, de Mariza Corrêa. Com Adriana Piscitelli (Pagu/Unicamp), Larissa Nadai (DA/USP), Roberto Efrem Filho (UFPB/UFPE), com mediação de Thiago Coacci (Larvas Incendiadas) e Regina Facchini (Pagu/Unicamp). https://www.youtube.com/watch?v=Fun4lhkXRjk
 
Clássicos #2 Raça, gênero e classe no pensamento, de Lélia Gonzalez. Com Flávia Rios (NEGRA/UFF; AFRO-CEBRAP), Alex Ratts (LAGENTE/UFG), Gleiccy Mailly da Silva (PAGU/Unicamp) e Thiago Coacci (Larvas Incendiadas). https://www.youtube.com/watch?v=5OkCY6DHIng
 
Momento COVID-19 #1 Dilemas éticos na pandemia. Com a Profa. Guita Grin Debert (DA/Pagu/Unicamp). https://www.youtube.com/watch?v=ftbX9QZ56Kg
 
Momento COVID-19 #2 Isolamento social e violência doméstica. Com Beatriz Accioly Lins (NUMAS/USP). https://www.youtube.com/watch?v=Fse8UeMAQ4A
 
Momento COVID 19 #3 Prisões, famílias e COVID-19: repensando as porosidades. Com Natália Corazza Padovani (Pagu/Unicamp) e Natália Lago (NUMAS/USP). https://www.youtube.com/watch?v=0KDj-RiQamA
 
Momento COVID -19 #4 Saúde Mental e violações de direitos humanos no contexto da COVID-19. Com Marcos Garcia (UFSCAR). https://www.youtube.com/watch?v=SSW4CNEmEuU
 
Momento COVID-19 #5 LBGTIfobia e COVID-19" efeitos do isolamento social. Com Héder Bello (PPGTP/UFRJ) e Cris Serra (CLAM/IMS/UERJ). https://www.youtube.com/watch?v=MAwxvlvJcI4
 
Momento COVID-19 #6 Lutos da COVID-19: mortes e dores do desamparo. Com Margareth Arilha (NEPO/Unicamp). https://www.youtube.com/watch?v=zUbW3934K4Y
 
Momento COVID-19 #7 Desigualdades escancaradas: gênero, raça e classe. Com Heloisa Buarque de Almeida (DA/NUMAS/USP). https://www.youtube.com/watch?v=JYnPnzfxg08
 
Momento COVID-19 #8 As consequências sociais da pandemia para os trabalhos das mulheres. Com Bárbara Castro (DS/Pagu/Unicamp). https://www.youtube.com/watch?v=DD8fbe5dYSc
 
Momento COVID-19 #9 Homens, masculinidades e violências em tempos de pandemia. Com Benedito Medrado (GEMA/UFPE) e Isabela Venturoza (PPGAS/Unicamp). https://www.youtube.com/watch?v=M5jldF0pxKQ
 
Momento COVID-19 #10 O poder de expor à morte e gerir a crise. Com Roberto Efrem Filho (UFPB/UFPE) e José Clayton Murilo Cavalcante Gomes (UFPB).
 
Momento COVID-19 #11 Pedagogia do Racismo. Com Matheus Gato (Unicamp/Cebrap) e Maria Carolina Trevisan (UOL/Afro-Cebrap). https://www.youtube.com/watch?v=LEfrrHjdFek
 
Momento COVID-19 #12 COVID-19, Velhices e diversidade sexual e de gênero. Com Carlos Eduardo Henning (Ser-tão/DA/FCS/UFG). https://www.youtube.com/watch?v=N-fXZAKyWVY
 
Momento COVID-19 #13 Bolsa Família, Auxílio Emergencial e gestão da precariedade na pandemia. Com Viviane Mattar (CLAM/IMS/UERJ).
 
Momento COVID-19 #14 O cuidado perigoso: as mulheres e as doenças. Com Denise Pimenta (USP).
 
Momento COVID-19 #15 Bibliotecas e Bibliotecários em Tempos de Pandemia. Com Nathalia Romeiro (PPGCI/UFMG) e Ricardo Queiroz (PMSBC).
 
JORNADAS CLAM: SAÚDE, SEXUALIDADE E DIREITOS HUMANOS
Reflexões sobre as mudanças sociais e políticas neste momento de pandemia de Covid-19.
Organizado pelo Instituto de Medicina Social (IMS/UERJ) e CLAM.
Mesa de abertura com Adriana Piscitelli e Natália Padovani: Mobilidades nas margens https://www.youtube.com/watch?v=lRCPk4bA2aI
Canal para acesso as demais mesas/debates: https://www.youtube.com/channel/UC2v8eRib9Z1lVmRCP8-WKgg
 
PODCAST LARVAS INCENDIADAS
#39. Guita Grin Debert – A reinvenção da velhice https://larvasincendiadas.com/2020/05/13/39-guita-grin-debert-a-reinvenc...
#42. Regina Facchini – Sopa de letrinhas #AlémDoArcoÍris https://larvasincendiadas.com/2020/06/17/facchini-sopa-de-letrinhas/
 
UNICAMP QUEER 2020
Atividades e assuntos de interesse da comunidade LGBTI+.
Organizado pelo Instituto de Artes (IA), Diretoria de Direitos Humanos, CADER, Comissão de Gênero e Sexualidade, Diretoria de Cultura (Dcult) e Núcleo da Consciência Negra da Unicamp.
Mesa de abertura com Regina Facchini: A gente não é só LGBTQIA+ https://www.youtube.com/watch?v=cKimD7v3ik4
Canal para acesso as demais mesas/debates: https://www.youtube.com/channel/UCWtkySCzik7aEYphc2ycJMg
 
CADERNOS PAGU
Cadernos pagu, revista online, de acesso aberto e gratuito do Núcleo de Estudos de Gênero-Pagu, publica artigos inéditos com contribuições científicas originais, que colaborem para a difusão de conhecimentos no campo dos estudos de gênero e a leitura crítica da produção internacional. Recebe artigos em fluxo contínuo em português, inglês e espanhol. Todo o material publicado, inclusive no período anterior à indexação no SciELO, se encontra disponível em https://www.pagu.unicamp.br/pt-br/cadernos-pagu e http://http//periodicos.sbu/%C2%A0. No Scielo, disponível a partir da edição 16, em http://www.scielo.br/cpa%C2%A0%C2%A0
 
 
 
TÓPICO 2 - FINANCIAMENTO DE PESQUISA
 
 
 
Fluxo Contínuo 
A Fundação de Pesquisa de São Paulo (FAPESP) oferece em fluxo contínuo financiamento para projetos de pesquisa individuais e colaborativos a serem desenvolvidos sob a responsabilidade de um Pesquisador Responsável com título de doutor ou qualificação equivalente avaliada por sua súmula curricular, vinculado a entidades de ensino superior e pesquisa, públicas ou privadas, no Estado de São Paulo.
Para saber mais, acesse: http://www.fapesp.br/auxilios/
 
Chamada FAPESP 25/2017
Chamada de Propostas - Programa de Apoio a Núcleos de Excelência
Prazo para recebimento de propostas: fluxo contínuo
Serão selecionadas propostas em temas relacionados às mais diversas áreas do conhecimento, em consonância com os objetivos do Programa de Apoio a Núcleos de Excelência.
Apoio: FAPESP e CNPq
 
Chamada FAPESP 41/2016
DFG/FAPESP  Coordinated Programmes
Prazo para recebimento: fluxo contínuo
Propostas deverão seguir as normas da modalidade Auxílio à Pesquisa – Projeto Temático.
Apoio: FAPESP e Sociedade Alemã de Amparo à Pesquisa (DFG) 
 
Chamada FAPESP 40/2016
DFG/FAPESP Research Grant Proposals 
Prazo para recebimento: fluxo contínuo
Propostas deverão seguir as normas da modalidade Auxílio à Pesquisa – Regular.
Apoio: FAPESP e Sociedade Alemã de Amparo à Pesquisa (DFG)
 
Chamada FAPESP 42/2015
Chamada de propostas em colaboração com propostas submetidas ao EU Horizon 2020 
Prazo para recebimento de propostas: fluxo contínuo
A pesquisa em colaboração abrange todas as áreas do conhecimento.
Apoio: FAPESP e União Europeia/Horizonte 2020
 
Fundo de Estruturação de Projetos - BNDES FEP
O BNDES apoia com recursos não reembolsáveis, provenientes do BNDES Fundo de Estruturação de Projetos (BNDES FEP), estudos técnicos ou pesquisas que estejam relacionadas ao desenvolvimento econômico e social do Brasil e da América Latina e que possam orientar a formulação de políticas públicas. Também são passíveis de apoio estudos que propiciem, direta ou indiretamente, a geração de projetos de elevado retorno social, que possam implicar significativos investimentos públicos ou privados.
 
Chamada FAPESP/UKRI
A FAPESP e os Conselhos de Pesquisa (Research Councils) do Reino Unido (UKRI, na sigla em inglês) tem como objetivo apoiar o desenvolvimento de projetos conjuntos de pesquisa propostos por pesquisadores vinculados a instituições de pesquisa do Reino Unido e do Estado de São Paulo.
Prazo para recebimento de propostas: Fluxo contínuo
Mais informações em: http://www.fapesp.br/10273
 
 
 
TÓPICO 3 - ENVIO DE ARTIGOS, TRABALHOS E PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS
 
 
 
3.a - chamada para submissão de trabalhos;
 
 
 
E-book "Corpo, corporeidade e diversidade na educação"
O e-book será intitulado “Corpo, Corporeidade e Diversidade na Educação” e tem por objetivo compartilhar uma multiplicidade de perspectivas críticas em torno da noção de corpo e suas implicações político-pedagógicas. Diante de tantos discursos conservadores que distorcem a realidade sobre o que significa uma educação pelas e nas diversidades, seja sexual, de gênero, étnicorracial e de classe, objetiva-se que esse livro apresente propostas pedagógicas inclusivas, marxistas, feministas, queer, antirracistas e interculturais. Espera-se também análises sobre a (re)produção das desigualdades no ambiente escolar e as complexidades que envolvem o ser
professora, ser professor e também a problemática intrínseca ao ofício de ser “aluna/o”, que contribuam para visibilizar processos de resistência mobilizados por sujeitos e coletividades subalternizadas nos espaços educacionais formais e informais. Pretende-se discutir corpo como experiência vivida, objeto de socialização, superfície de disciplinamento, como espaço de manifestação de conflitos, pressões, opressões e violências, que carregam trajetórias de exclusão historicamente perpetuadas por marcadores sociais e as sobreposições desses corpos que são também símbolos de resistência e que levam criatividade e arte para dentro dos espaços educacionais, construindo mecanismos de emancipação, autonomia e protagonismo.
Data de Submissão – até 10 de julho de 2020 Mais informações: livro.corpo.arte.brincar@gmail.com
 
Revista Extensão
A Pró-Reitoria de Extensão (PROEXT) da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) abre chamada de trabalhos para o volume 19 da Revista Extensão, nas categorias: artigo científico, resenha e relato de experiência. Os trabalhos devem obedecer às normas de submissão e contemplar uma das nove áreas temáticas do periódico: Comunicação; Cultura e Artes; Direitos Humanos e Justiça; Educação; Meio Ambiente; Saúde; Tecnologia e Produção; Trabalho; Gênero e Sexualidade. As inscrições devem ser feitas, exclusivamente, pelo sistema disponível no site da Revista Extensão.
Na próxima edição, um dos capítulos da Revista será um dossiê temático com reflexões e relatos sobre a Extensão Universitária e a pandemia de Covid 19, com o objetivo de visibilizar as alternativas e direcionamentos diante das novas demandas e da recomendação de isolamento social. O dossiê, com o tema "A Extensão Universitária no Contexto da Pandemia de Covid 19", vai seguir as mesmas normas e prazos estabelecidos para as outras temáticas.
Data de Submissão – até 27 de julho de 2020 Mais informações: https://www2.ufrb.edu.br/revistaextensao/#submissao
 
Editora Centro Latino-Americano de Estudos em Cultura-CLAEC
A Editora CLAEC, disponibilizou 8 editais de chamadas públicas para seleção de artigos que poderão compor os livros do selo editorial CLAEC e-Books.
Este livro pretende reunir artigos que propunham uma reflexão em torno da inter e da transmidialidade, em suas diversas manifestações, articulando-as às questões poéticas, teórico-críticas e conceituais sob a perspectiva dos Estudos Culturais. Muitas vezes pensadas apenas pelo viés formal, as obras de feição intermidiática e transmidiática podem também, no entanto, colocar em cena as diferenças culturais que permeiam os processos de interpolação entre distintas mídias. Nesse sentido, elas funcionam como potentes produtos para se questionar ou mesmo subverter não apenas sentidos socialmente cristalizados atribuídos às diferentes artes e mídias, mas também para colocar em discussão gênero, etnia, religiosidade, costumes, entre outros aspectos. O foco desta publicação são artigos que tanto se voltem a obras intermidiáticas e transmidiáticas com este perfil quanto a discussões de caráter teórico que entendam a inespecificidade e o hibridismo que caracterizam as intermídias e transmídias como potencializadores dos Estudos Culturais.
Prazo para submissão: 31 de Julho de 2020
Mais informações: http://bit.ly/chamadasebooks
 
dObra[s] – revista da Associação Brasileira de Estudos de Pesquisas em Moda
Este dossiê da Revista dObra[s] objetiva reunir pesquisas no âmbito da teoria semiótica estrutural ou discursiva que investiguem as dimensões sócio-econômicas, político-culturais, estéticas-estésicas, no âmbito interdisciplinar no qual a moda se faz, conferindo identidades e alteridades.
Serão aceitas contribuições inéditas nas várias línguas neolatinas e em inglês.
Prazo para submissão: 30 de Julho de 2020 (previsão de publicação em abril de 2021).
 
Revista Cientifica em Educação a distância: Contribuições da EaD em tempos de pandemia e de pós-pandemia
Esta não foi a primeira pandemia pela qual passamos - provavelmente, não será a última... -, porém, foi nesta que as populações de todo o planeta se viram obrigadas a lançar mão, súbita e inesperadamente, de uma miríade de recursos tecnológicos para que, ao menos, uma parcela das atividades fosse exercida a distância. A educação foi uma dessas atividades. Mesmo para as instituições de ensino e professores que já experimentavam algumas tecnologias de forma complementar, não tem sido uma tarefa trivial desenvolver, selecionar e aplicar eficientemente as novas tecnologias educacionais neste cenário emergencial. Até as maiores e mais importantes universidades do país estão em ardente discussão sobre “como” fazer o ensino remoto e minimizar os impactos da pandemia.
O que parece certo e irreversível neste momento é o aumento e a diversificação do uso das tecnologias de informação e comunicação para fins educacionais. Nessa perspectiva, a revista EaD em Foco, em seu papel de difundir os estudos e experiências científicas da área de educação a distância e o impacto das tecnologias educacionais, toma a iniciativa de contribuir com a abertura de uma chamada de artigos para uma edição especial sobre o tema “Contribuições da EaD em tempos de pandemia e de pós-pandemia”.
Neste número especial, vamos registrar, relatar e divulgar, em formato acadêmico, o impacto das experiências educacionais neste momento único da sociedade moderna. Os temas das contribuições são amplos, sempre relacionados ao eixo central das contribuições da EaD em tempos de pandemia.
Os manuscritos poderão ser submetidos para cada uma das seguintes categorias:
Propostas educacionais – descrevem relatos de experiência realizados durante o período da pandemia, justificando a tecnologia escolhida, o nível educacional, bem como o contexto e o número de aprendizes alcançado. Será valorizada a existência de análises consistentes sobre os resultados;
Artigos originais – ensaios de natureza teórica, crítica e fundamentada sobre o potencial de utilização de TICs durante ou após os fenômenos relacionados à pandemia;
Pesquisa empírica – técnicas, metodologias ou processos pedagógicos associados ao campo da EaD que tenham como contexto ou conteúdo análises decorrentes da pandemia.
Data de Submissão – até 31 de julho de 2020
 
Letras em revista: Imprensa feminina e história da literatura nos séculos XIX e XX
Pelo menos desde os primeiros anos do século XX, estudiosos como José Veríssimo dentre outros, já identificavam o importante papel da imprensa para a literatura brasileira. A imprensa é encarada como fonte primária, necessária à própria reconfiguração das histórias de literatura, por dar acesso aos pormenores da criação, gêneros textuais diversos, bem como trabalhos ainda inéditos à contemporaneidade. Apesar desse quadro favorável em relação à imprensa, há, contudo, uma situação que merece ser observada e que diz respeito às escritoras, que ainda aguardam relocação nos estudos sobre uma nova historiografia brasileira, mais inclusiva, sobretudo porque foi nas páginas periódicas que se projetaram inicialmente. A diversidade dos gêneros trabalhados pelas autoras vai da poesia à crítica literária em colunas jornalísticas, algo que, em descobertas recentes, tem reconfigurado o olhar para a manifestação literária de autoria feminina. Qualitativamente e quantitativamente, a produção dessas mulheres necessita ser revalorizada e reavaliada, pois compõem uma gama significativa de nomes que ocupam as páginas de variados periódicos, em locais e períodos diversos. Dessa forma, o presente dossiê, ao investir na relação literatura e imprensa, pretende reunir estudos que retirem dos escombros da memória e do documento periódico escritoras e suas  produções literárias que ajudem ou lancem luz ao entendimento da (re)configuração das letras no Brasil e  que  tragam, sobretudo, reflexões acerca da participação das mulheres nos processos históricos, jornalísticos e literários de seu tempo. 
Data de Submissão – até 31 de julho de 2020
 
Chamada Pública - “Gêneros e Sexualidade na Educação Básica: uma perspectiva interseccional”
O objetivo do edital é selecionar propostas de textos inéditos voltados para professoras/es da educação básica e/ou em formação para compor o livro “Gêneros e Sexualidade na Educação Básica: uma perspectiva interseccional”. A intenção é estimular a produção de artigos em múltiplos formatos, elaborados por professoras/es e pesquisadoras/es situadas/os em várias áreas do conhecimento, desde que atuem ou tenham atuado na Educação Básica e/ou na formação de professores.
O livro será uma ferramenta para a formação continuada de professoras/es da Educação Básica nas áreas de Gênero, Sexualidades (direitos sexuais e reprodutivos) e Raça, e os temas serão discutidos em três eixos: 
Resultados de Pesquisas desenvolvidas na Educação Básica e já finalizadas;
Relatos de experiências de professores, gestores, alunos da Educação básica com recorte bem delimitado dos temas centrais do livro numa perspectiva interseccional.
Reflexões sobre experiências pedagógicas sobre a temática em questão.
Data de Submissão – até 31 de julho de 2020
 
Revista Signos do Consumo: Gênero e diversidade nos âmbitos da publicidade e do consumo
O próximo número da Revista Signos do Consumo, do Departamento de Relações Públicas, Propaganda e Turismo (CRP), aceita artigos que tratem de pesquisas e estudos de casos sobre gênero e interseccionalidade nos fenômenos de consumo. Os trabalhos enviados também podem se dedicar a “novos aparatos teóricos e metodológicos para os estudos de gênero e de marcadores sociais da diferença no ecossistema publicitário”.
Data de Submissão – 14 de agosto de 2020 Mais informações: http://www.revistas.usp.br/signosdoconsumo/announcement/view/871
 
Revista Linguagem - Estudos e pesquisas: Literatura de Autoria feminina: gênero, erotismo e interfaces
A presente chamada para o Dossiê Literatura de Autoria feminina: erotismo e interfaces parte do pressuposto de que as pesquisas orientadas pelo cruzamento entre os estudos literários e os estudos feministas e de gênero se encontram em ampla consolidação, oferecendo a possibilidade de múltiplas abordagens da produção literária no Brasil e no mundo. Dentre essas possibilidades, os estudos de textos eróticos e/ou pornográficos escritos por mulheres são uma vertente profícua uma vez que indicam procedimentos de ruptura com as investiduras de gênero e com o cânone instaurado sobre uma tradição fálica da literatura que explora temas sexuais. Nesse sentido, o presente dossiê acolherá trabalhos que versem sobre a expressão do erotismo (e suas modalidades amplas e correlatas) em textos literários escritos por mulheres, considerando as diversas possibilidades de representação do corpo, do desejo, das identidades de gênero e das relações eróticas no contexto da poesia, da ficção narrativa ou de outras modalidades de texto de autoria feminina. Também serão aceitos estudos que façam a aproximação da literatura com outras modalidades de arte erótica, no campo teórico-analítico mencionado nessa chamada.
Data de Submissão – Até 31 de Agosto de 2020
 
Revista INTERthesis: (Re)discutindo sexualidade: corpo, prazer e desejo em tempos conservadores
Se por um lado, nas últimas décadas, a diversidade sexual tem assumido lugares de visibilidade e reivindicação de direitos, à exemplo das conquistas obtidas por grupos feministas e LGBT, por outro, a virada conservadora que o Brasil vem experimentando recentemente tem incidido diretamente nesses avanços, seja na forma de discursos, indiferença ou negação às necessidades de grupos marginalizados.
Nesse cenário de conflitos recentes, corpo, prazer e desejo se tornaram objetos de disputas políticas e sociais. Refletir cientificamente sobre esses episódios torna-se uma tarefa essencial, como forma de contribuir para que vozes historicamente silenciadas preservem e/ou reivindiquem seus direitos de existência e de expressão.
Para o primeiro eixo temático de 2020, a revista INTERthesis lança a chamada “(Re)discutindo sexualidade: corpo, prazer e desejo em tempos conservadores”.
Esta chamada abre espaço para a publicação de pesquisas empíricas e reflexões teóricas que se debruçam sobre as temáticas envolvendo sexualidade no Brasil, a partir de uma abordagem interdisciplinar no campo das Ciências Humanas. Os artigos deverão discutir sobre os avanços e conflitos experimentados pelas minorias sexuais no momento contemporâneo, seja na forma de ativismos, subjetividades ou resistências.
Prazo para submissão: 30 de Julho de 2020
 
Revista Diálogos Pertinentes - Tecnologias em (dis)curso: sujeitos, corpos e afetos
Quais são as consequências das transformações nas formas de existência produzidas pela convergência entre mídia e tecnologia nos modos de constituição dos sujeitos, seus processos de subjetivação por aplicativos, dispositivos, sistemas móveis e redes de informações digitais conectadas? Quem é o sujeito constituído por meio dessa conectividade e mobilidade? Quais os desdobramentos históricos e teórico-analíticos da instalação de práticas de entretenimento, saúde, trabalho, comunicação, educação etc. nos modos de viver e significar as relações sociais? A partir dessas questões, este número temático da Revista Diálogos Pertinentes pretende reunir um conjunto de trabalhos que investigue formas históricas de subjetivação por meio da tecnologia, considerando, especialmente, os aplicativos e dispositivos digitais.
Assim, perguntamo-nos sobre quais seriam as implicações, em termos de produção das formas históricas de existência, de estabelecer-se enquanto sujeito a partir da mediação com a memória metálica (ORLANDI, 2007), aquela que não esquece. De que natureza seriam os laços sociais tecidos entre sujeitos imersos nas tecnologias? Seria plausível considerar que as práticas sociais associadas aos sistemas lógicos digitais possam produzir efeitos que permitam desestabilizar processos de significação impostos pelos funcionamentos das tecnologias, deslocando sentidos estabilizados?
Prazo de submissão: 31 de Julho de 2020
 
Revista FAE - SCIAS: Educação, Comunicação e Tecnologia
O periódico acadêmico “SCIAS - Educação, Comunicação e Tecnologia, da Faculdade de Educação (FaE) - Campus BH da UEMG, convida o público a contribuir com a próxima edição da revista, que irá abordar um tema de fundamental relevância para o momento social de hoje: "A utilização das tecnologias nas atividades da mulher/mãe/pesquisadora/professora frente ao isolamento social".
Segundo a organização do periódico, a proposta considera o comprometimento da produtividade das mulheres, principalmente das mães, durante a pandemia. O objetivo é servir como espaço de difusão de pesquisas e relatos de experiências, propiciando um diálogo e ampliando as possibilidades de intersecção entre a utilização das tecnologias-maternidade-docência-gênero-ciência-pesquisa-resiliência.
Data de Submissão – até 31 de julho de 2020
 
Revista de Estudos Interdisciplinares: Patrimônio Cultural Imaterial
O dossiê pretende reunir trabalhos originais de acadêmicos e pesquisadores que abordem, de maneira interdisciplinar, as temáticas do patrimônio imaterial, da memória e de narrativas, as quais, em seus diversos contextos, apresentem por meio de uma discussão atualizada, suas principais características, expressões e aplicabilidades na sociedade atual. Com foco em questões teóricas e metodológicas acerca das temáticas, busca-se potencializar investigações direcionadas à discussão sobre disputas narrativas, referências simbólicas do patrimônio imaterial bem como da produção de elementos memoriais que dialoguem para a elucidação de problemas e de discussões acadêmicas a respeito destes campos de estudo. Pretende-se ainda o desenvolvimento de discussões acerca de autores e conceitos pertinentes ao patrimônio cultural, memória e narrativas, por meio dos quais se objetiva a compreensão teórica e metodológica enfocadas na presente proposta.
Data de Submissão – até 10 de agosto de 2020
 
Revista Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual: REBECA, dossiê sobre Cinemas e audiovisualidades queer/kuir/cuir no Brasil e na América Latina
 
 
Em seu espectro teórico e metodológico, muitas dessas pesquisas vêm se afastando, aos poucos, tanto do paradigma das políticas de representação como também tem inflexionado algumas teorias hegemônicas do campo do cinema e do audiovisual sedimentadas durante o século XX. Esse percurso tem sido necessário não apenas para conceber um campo de estudo dedicado às nossas paisagens cuir/queer/kuir, mas, também, para reconhecer a complexidade conceitual das audiovisualidades kuir/cuir/queer a partir do ponto de vista das relações entre estética e política, produção e circulação, consumo e recepção, autoria e espectatorialidade, história, historiografia e perspectivas decoloniais.
Diante de tal contexto, o presente dossiê busca reunir textos que contemplem essas múltiplas formas de se refletir sobre os cinemas queer/kuir/cuir brasileiros e latino americanos. Para além dos formatos tradicionais de artigos científicos, esses textos podem ser enviados em formatos autorais/experimentais que explorem uma submetodologia indisciplinada, (MOMBAÇA, 2016) ou uma desobediência epistêmica (MIGNOLO, 2010), que sobretudo também promovam rasgaduras em suas tessituras formais e estéticas.
Assim, convidamos à submissão de textos que reflitam sobre os seguintes temas, ou tópicos relacionados:
1. Transexualidades, cinemas e audiovisualidades queer/cuir/kuir no Brasil e na América Latina
2. Pornografia queer/kuir/cuir e pós-pornografia no Brasil e na América Latina
3. Cinema queer/kuir/cuir negro no Brasil e na América Latina
4. Cinema queer/kuir/cuir lésbico no Brasil e na América Latina
5. Consumo e espectatorialidade queer/cuir/kuir no cinema brasileiro e latino-americano
6. Autorias queer/cuir/kuir no cinema brasileiro e latino americano
7. Estética e política no cinema queer/cuir/kuir brasileiro e latino-americano
8. Produção e circulação de filmes queer/kuir/cuir no Brasil e na América Latina
9. História e historiografia dos cinemas queer/kuir/cuir no Brasil e na América Latina
10. Perspectivas decoloniais dos cinemas queer/kuir/cuir no Brasil e na América Latina
11. Relações entre cinema queer/kuir/cuir brasileiro e cinema queerir latino americano.
Prazo para submissão: 15 de agosto de 2020
 
Revista ECO-Pós: Crise, feminismo e comunicação
A Revista ECO-Pós está aberta a contribuições de pesquisadores da área da Comunicação e afins que estejam empenhados em compreender a vida social a partir da amplitude e da dinâmica do campo da comunicação, que vem alterando sensivelmente: as relações dos indivíduos com o espaço e o tempo; os regimes de verdade; a experiência social do real; as relações entre técnica, humanidade e cultura; os processos cognitivos e os fenômenos perceptivos; os rituais e práticas de rememoração; os regimes discursivos e os modos de subjetivação; a produção social de sentidos e as representações culturais; as configurações identitárias e os estilos de vida; as formas de sociabilidade; os modos de ativismo e participação política; os mecanismos de visibilidade, resistência e poder; as formas de comunidade e de solidariedade; as políticas públicas; os circuitos de produção, distribuição e consumo de bens culturais; as estruturas, os agentes e as regras de funcionamento do campo midiático; o estatuto da imagem; as transformações do espaço e da imagem públicos; as produções artísticas; as configurações estéticas; os sentidos do gosto; o culto, o popular, o massivo e outros sistemas de classificação cultural; os sensos estéticos, éticos e morais; os modos de regulação da vida social; as possibilidades de interações e agenciamentos políticos, afetivos e simbólicos produzidos por diferentes agentes e segmentos sociais; e os processos e fluxos que vêm permitindo a gestão da informação e do conhecimento. Em outras palavras, refletir sobre a complexa realidade atual implica na elaboração de interpretações que levem em conta as mudanças em curso e operem com os processos, tecnologias e circuitos comunicacionais que, cada vez mais, constituem-se nos alicerces do mundo contemporâneo.
Portanto, a chamada é para o dossiê:
CRISE, FEMINISMOS E COMUNICAÇÃO
Editoras: Liv Sovik (UFRJ), Lígia Lana (PUC-Rio) e Maria Bogado (UFRJ)
Para para submissão: 15 de Agosto de 2020
 
Revista de Informação Legislativa
A Revista de Informação Legislativa (RIL), editada pelo Senado, iniciou neste mês uma chamada especial de artigos sobre equidade de gênero, equidade de raça e acessibilidade física. A ideia é trazer para a revista um debate mais profundo sobre discriminação e inclusão.
Data de Submissão – 28 de agosto de 2020
 
Revista Horizontes Antropológicos: Covid-19. Antropologias de uma pandemia
Estamos cientes de que a pandemia de Covid-19 nos tem afetado a todas e a todos nos últimos meses, mudando diretamente as vidas e as rotinas em sociedade. No campo das ciências sociais, muitas análises estão sendo realizadas e, entre elas, a atuação da antropologia tem se mostrado produtiva, relevante e necessária para o entendimento do fenômeno e de suas consequências.
Cientes da importância de reforçamos a validade do conhecimento científico em um momento de descrença e negação, lançaremos um número temático especial sobre a pandemia, com contribuições de estudiosos de nossa área e lançamento em janeiro de 2021.
Data de Submissão – Até 31 de Agosto de 2020 (previsão de publicação em janeiro de 2021)
 
Núcleo de Estudos de Gênero – Caderno Espaço Feminino: Estudos de Gênero e Emoções
O dossiê temático “Estudos de Gênero e Emoções” visa reunir publicações que resultem de reflexões e pesquisas teóricas e/ou empíricas que abordem as emoções como categoria de análise em articulação com a dimensão de gênero. A esfera das emoções e dos sentimentos tem sido reconhecida por sua moldura social e os marcadores de gêneros são relevantes para a compreensão da dinâmica das emoções enquanto expressão dos aspectos sociais. Os estudos sobre as emoções têm se caracterizado por seu caráter multidisciplinar, dessa maneira serão aceitos trabalhos calcados em diversos modelos teóricos propostos para a análise das emoções sob a perspectiva dos mais variados campos disciplinares: história, ciências sociais (antropologia, ciência política, sociologia), psicologia social, artes visuais, literatura, música, dentre outros.
Prazo para submissão: 31 de Agosto 2020
 
Chamadas para artigos – Dossiê - Simbiótica – Revista Eletrônica
É com satisfação que informamos que se encontra aberta a chamada pública para submissão para trabalhos para o Dossiê 2020/02 da Simbiótica, número dedicado à análise e à reflexão teórica sobre os “coletivos”.
Recentemente, o Brasil presenciou um ciclo de protestos marcado por novas experiências organizacionais e formas de ação que passou a despertar a curiosidade tanto do campo político quanto acadêmico. Dentre as questões trazidas ao debate, destacou-se a autodenominação de ativistas como “coletivos”.
Diante disto, o objetivo do Dossiê Os coletivos em cena: experiências práticas e campo de análise é reunir trabalhos voltados para o desenvolvimento de novas abordagens e categorias analíticas, para a construção de metodologias direcionadas à apreensão do fenômeno, estudos que buscam identificar possíveis inovações trazidas pelos coletivos, bem como os limites da ação política desses grupos, dentre outras contribuições.
Prazo para submissão: 31 de Agosto de 2020
 
Cadernos de Estudos Culturais: Ensaio Biográfico
Informamos que o nº 23 dos CADERNOS DE ESTUDOS CULTURAIS, cuja temática é ENSAIO BIOGRÁFICO, já se encontra em fase de preparação. Para tanto, intelectuais de várias partes foram convidados para contribuir, assim como a CHAMADA-CONVITE foi devidamente divulgada durante o segundo semestre de 2019 e primeiro de 2020. A temática proposta enseja uma discussão conceitual crítica acerca do que se entende por “ensaio biográfico”, uma vez que tal prática de escrita tem se tornado cada vez mais recorrente nos dias atuais. Em meio a tantas perguntas, sobressai esta: teria a ver a prática de tal escrita pessoal com a realidade política de onde tal escrita é posta em prática? Ou a escrita narrada em primeira pessoa não teria nada de política, e apenas estaria satisfazendo o ego de um sujeito narcisista? Enfim, independentemente da direção que se tomar e defender, o fato é que se precisa teorizar criticamente acerca do gênero, se é que tal escrita faz parte de apenas um gênero. Neste momento, ao se propor está temática, se está pensando aqui precisamente no recente conto “Nó, nós”, do renomado escritor brasileiro Silviano Santiago. Na verdade, percebe-se, mesmo que em uma leitura rápida, que o que o escritor faz ali ainda não tem nome, ou pelo menos a crítica ainda não está devidamente aparelhada para ler e enfrentar a proposta feita por Silviano. No conto, apesar de minúsculo, Silviano avança e de alguma forma desfaz sua prática de escrita anterior. Ao propor tal temática, os CADERNOS, ao invés de fugirem das temáticas anteriores, muito pelo contrário, converge aprofundando seus interesses que sempre margearam temáticas pouco contempladas pela crítica dos grandes centros do País e do mundo. Na verdade, é a pegada de base fronteiriça, ou descolonial priorizada pelos CADERNOS nestes últimos dez anos, que o leva agora a propor uma temática que carece de uma sustentação teórica por vir e quiçá de um nome que melhor a represente, posto que ENSAIO BIOGRÁFICO já soa por demais moderno. Em todo caso, esperamos que a temática proposta traga uma discussão de base conceitual que contribua para uma melhor compreensão do que muitos artistas vêm fazendo, a exemplo de Silviano Santiago.
Prazo para submissão: 31 de Agosto 2020
 
Revista Decifrar - Jogos de poder em literatura: política, autoritarismo, memória
Em tempos em que o debate sobre ideologias, sobre memória – seja histórica, seja social – traz à tona discursos de ódio, o alcance e (muitas vezes) o desserviço desses poderes legitimados revelam a incompreensão tanto sobre o tema quanto sobre o suporte.
Abrir espaço para a discussão e esclarecimento sobre o tema, estudando as estratégias que esses suportes revelam como reflexo do campo social a que pertencem é uma das pretensões deste Dossiê da Revista Decifrar. Em vista disso, para este número, serão aceitos artigos que abordem as relações entre os jogos de poder em literatura que se estabelecem envolvendo gênero, política, autoritarismo e/ou memória.
Data de Submissão – até 15 de setembro de 2020
 
Revista Em Tempos de História - Dossiê História e Cinema
A partir da concepção do cinema como fonte histórica que deve ser interrogada a partir da especificidade da linguagem cinematográfica, da história do cinema e das tradições cinematográficas, do contexto histórico e cultural de produção, assim como das formas de circulação e consumo das imagens,  o dossiê “História & Cinema” busca acolher pesquisas concluídas ou em andamento que investiguem a produção da história, da memória e do imaginário político no cinema nacional ou estrangeiro, nas mídias analógicas ou digitais. São bem-vindos trabalhos elaborados no bojo de diferentes perspectivas teóricas, mas que concebam os filmes como ponto de partida para a análise, evitando-se a abordagem dessa produção como mera ilustração de um saber histórico prévio e exterior a elas.
O cinema também tem se constituído em um importante instrumento didático para a educação e o ensino de História. Assim, também buscamos dar visibilidade a pesquisas sobre o uso didático do cinema em diferentes contextos históricos, assim como a reflexão sobre experiências pedagógicas concretas de usos do cinema nas aulas de História.
Dessa maneira, a investigação do cinema em diferentes suportes e plataformas, a partir dos seus elementos intrínsecos que busca o diálogo interdisciplinar na produção de conhecimento histórico articulado às esferas do social, da cultura e da política forma o escopo desse dossiê.
Data de Submissão – até 18 de setembro de 2020
 
Cadernos de Estudos Culturais: "Despolíticas, despoéticas – desobediências"
O número 24 dos CADERNOS DE ESTUDOS CULTURAIS, a ser publicado até dezembro de 2020, tem como temática as despolíticas, despoéticas – desobediências (MIGNOLO, 2008; 2010) — na arte, na cultura, nos corpos, nas mídias (em tempos de fake news), no direito e na ignorância, nas leis e no fora-da-lei, na saúde (doença e morte), no trabalho e no desemprego, na economia contra a vida, no cotidiano e no formal, no sexo e na abstinência, na fé e no profano, na esperança e no desespero, no amor e no ódio, enfim, no pensamento atual em geral — que nos impõem, nas atividades dos seres humanos de lugares fronteiriços que estão encravados na exterioridade, uma ordem de desobedecer ao que está estabelecido pelos sistemas de políticas e poéticas. Logo, a ideia é reunir contribuições que desobedeçam e promovam reflexões de despolíticas e despoéticas – desobedientes – na arte, na cultura e na produção de conhecimentos em tempos de generalizações. Não fosse o aparecimento de pandemia, a “política econômica de morte”, a “política de ódio” e muitas imposições sistêmicas atuais, em contexto brasileiro, talvez não viessem à tona. De certo modo, sem a menor sombra de dúvida, todas essas questões elencadas, bem como muitas outras dualidades ainda presentes nas políticas e poéticas contemporâneas, emergiram após a história pós-colonial das Américas (QUIJANO, 2019), mas são mantidas pelas múltiplas facetas da colonialidade do poder (QUIJANO, 2019) mais que nunca imperante neste contexto epistêmico enunciativo da América Latina. Assim, convidamos autorxs para contribuírem com reflexões epistêmicas desobedientes às políticas e poéticas sistêmicas de colonialidade e de colonização que versem sobre despolíticas, despoéticas – desobediências nas práticas culturais contemporâneas.
Prazo para Submissão: de 24 de Maio de 2020 a 30 de Setembro de 2020.
 
Revista Saúde em Debate: "Mulheres, ciência e saúde"
Esta chamada é destinada a compor um número especial da revista ‘Saúde em Debate’, editada pelo Cebes (Centro Brasileiro de Estudos de Saúde), dedicado à temática ‘Mulheres, ciências e saúde’. Seus objetivos são: a) divulgar pesquisas sobre a participação das mulheres no campo da produção de conhecimentos e práticas em saúde, abrangendo sua formação e modos de inserção neste campo, suas trajetórias e carreiras, suas contribuições teóricas, sociais e políticas, sua produção científica, entre outros aspectos; b) promover a reflexão crítica sobre como marcadores sociais – gênero, raça/cor/etnia, origem regional, idade, classe social, dentre outros – afetam tais processos; c) discutir como a presença e o protagonismo crescentes de uma pluralidade de mulheres têm produzido efeitos nas bases epistemológicas, na práxis científica e em suas hierarquias.
São bem-vindas produções desenvolvidas nas diferentes áreas do conhecimento que tem a saúde como campo disciplinar e/ou como objeto de estudo: ciências humanas e sociais, epidemiologia, saúde coletiva, biomedicina, bioética, planejamento e gestão, ciências ambientais, direito, educação, dentre outras.
Data de Submissão – até 2 de outubro de 2020
 
Revista Transversos: Africanizar- resistências, resiliências e sensibilidades
A 22ª edição da Revista Transversos, Qualis A3, tem o prazer de convidar pesquisadores de diversas áreas do conhecimento para o envio de artigos inéditos, experimentações, entrevistas e notas de pesquisa para o dossiê Africanizar: resistência, resiliências e sensibilidades. Busca textos que iluminem, a partir de problematizações teóricas e metodológicas, as práticas de resistências e de resiliências, assim como as sensibilidades expressas pela multiformidade africana ao longo de sua história. Rastreia reflexões que procuram formas mais complexas de análise, além das oferecidas pelo pensamento binário. O imperativo “africanizar” surge como necessidade de ouvir as vozes do continente, evitando as essencializações redutoras, questionando os parâmetros fornecidos apenas a partir do viés eurocêntrico, da branquidade, do androcentrismo, do heteronormativo, das metanarrativas nacionais homogeneizantes ou dos interesses dos dominantes, sejam eles, estrangeiros ou locais. Deseja distintas escritas que apontem o agenciamento e os saberes dos silenciados, dos invisibilizados e daqueles que foram colocados à margem. Quer análises de como se deram as resistências - atos de persistir, de se assumir, de não aceitar a ser coisificado pelo outro, mesmo que para isso se utilize do simulacro, do mimetismo e do hibridismo. Interessa ao dossiê artigos vasculhadores de que forma, no continente africano, vulnerabilizados, seja do ponto de vista econômico, social, político ou cultural, arquitetam, ante as opressões, saídas pela resiliência. Essa vista como arte do mais fraco em se adaptar às situações adversas, reinventando-se positivamente, buscando autoestima ou significado para a vida, preservando ou reconstruindo identidades, para enfrentar e, se possível, superar as sujeições. Enfim, o dossiê deseja reunir textos atentos à diversidade das sensibilidades africanas, às maneiras como os subalternizados enfrentam as estruturas políticas, econômicas, sociais e culturais cerceadoras dos desejos, das formas de sentir, imaginar, valorar e agir, que se constroem contra o estabelecido.
Data de Submissão – até 31 de março de 2021
 
CHAMADA PARA TRABALHOS - DOSSIÊ TEMÁTICO: "GÊNERO, POLÍTICAS PÚBLICAS E SERVIÇO SOCIAL"
A Revista Gênero comunica que se encontra aberta a submissão de artigos para o dossiê temático Gênero, Política Social e Serviço Social. O processo de institucionalização dos estudos de gênero no Brasil, no âmbito das Ciências Humanas, data do final dos anos de 1970, concomitantemente ao fortalecimento do movimento feminista no país. A incorporação da perspectiva de gênero por diferentes áreas do conhecimento e, consequentemente, pelas políticas sociais públicas contribuiu para deslocamentos conceituais, problematizações epistemológicas e visibilidade de temas e segmentos sociais que não estavam na ordem do conhecimento acadêmico.
Ademais, os estudos de gênero congregam um conjunto de conhecimentos capazes de explicitar a organização da vida social e as relações de poder que atravessam as formações sociais e políticas. No atual cenário de fortalecimento do neoconservadorismo, com ataques e retrocessos às conquistas no campo do gênero, da sexualidade, e da reparação social a negros(as), povos tradicionais, mulheres, população LGBTQI+, simultaneamente a um desmonte da Seguridade Social e a focalização da proteção social na extrema pobreza, projetar pesquisas e trabalhos desenvolvidos nesse campo temático é resistir e reafirmar uma produção de conhecimento comprometida com a equidade de gênero e políticas sociais públicas.
Nesse sentido, a transversalidade de gênero se impõe como responsabilidade dos governantes sobre a desigualdade de gênero, resultante dos acordos internacionais dos anos de 1990, e estratégia de incorporação do princípio de gender mainstreaming pelos Estados. No contexto das políticas para mulheres em âmbito mundial, esta estratégia prevê a incorporação da perspectiva de gênero em todas as áreas de políticas públicas, com a finalidade de melhorar as condições de vida e o status das mulheres. Porém, ao analisar políticas públicas e programas governamentais a partir da perspectiva de gênero, pretende-se ir além da identificação de políticas e programas que atendam as mulheres.
O Serviço Social tem se aproximado dessa questão ao constatar que novas relações de gênero exigem políticas públicas que incorporem a interseccionalidade e a equidade de gênero: políticas de ações afirmativas, políticas para neutralizar a violência contra as mulheres, contra a população LGBTTs; mudanças no sistema de cotas e benefícios específicos para mulheres pobres, trabalhadoras, indígenas, negras, prostitutas, mulheres e meninas em situação de rua e destituídas de seus direitos mínimos. É no espaço da esfera pública que serão delineadas propostas de políticas com estas perspectivas.
Pretende-se, portanto, com este Dossiê criar um espaço de discussão plural sobre as pesquisas e experiências profissionais desenvolvidas que utilizem a leitura interseccional para refletir sobre as diferentes categorias de opressão – gênero, raça/etnia, classe, gerações e sexualidades - na produção de conhecimento do Serviço Social. Indicam-se como eixos para pensar o entrecruzamento de matrizes de opressão nas políticas sociais as questões de trabalho, sexualidades, violências de gênero e família, genocídio e extermínio da população negra e antirracismos.
Previsão de publicação: 31 de julho de 2021
Período de submissão: 10 de janeiro de 2020 a 20 de dezembro de 2020.
 
Coisas do Gênero - Revista de estudos feministas em teologia e religião: ecofeminismo (s), teologias e territórios
O termo Ecofeminismo traz à discussão a relação entre duas bases que estruturam a sociedade atual: o patriarcado e o capitalismo. Entendendo que as mulheres são as maiores vítimas da violência da degradação ambiental, os movimentos ecofeministas articulam, em uma perspectiva sistêmica, as buscas por direitos iguais para mulheres e homens, por sustentabilidade e a defesa do meio-ambiente. Dentro desses movimentos, a reflexão teológica está associada à teologia ecofeminista. Ela envolve o desenvolvimento conceitual das relações entre as religiões patriarcais, junto aos seus sistemas simbólicos, e a evolução social patriarcal e capitalista, propondo de ações e discursos para desenvolver espiritualidades engajadas na busca dessas novas relações. Este dossiê busca refletir sobre teorias, metodologias e práticas ecofeministas e suas histórias, aceitando artigos em perspectivas plurais
 
Chamada Temática para submissão de artigos,resenha, entrevista ou ensaio – Revista Profanações
Atualmente a Revista Profanações conta com pesquisadores pareceristas vinculados ao pensamento agambeniano e/ou de seus interlocutores de universidades da Argentina, Chile, Peru, Colômbia, México, Espanha, Itália e, de diversas regiões do Brasil.
A Revista Profanações convida os/as interessados/as em contribuir com a temática proposta, sob a forma de artigo, resenha, entrevista ou ensaio. Esperamos receber contribuições sobre a temática apresentada acima, assim como análises comparativas, que considerem as contribuições da biopolítica italiana frente a possíveis diálogos com autores europeus, latino-americanos e/ou asiáticos, além de análises sobre a (bio)política no Brasil à luz do pensamento italiano. Nesse sentido, são bem-vindas quaisquer contribuições que estejam de acordo com os interesses da “Revista Profanações” (vide “Foco e Escopo” da revista).
Prazo para submissão: Fluxo contínuo
 
Revista Argumentos
Argumentos é uma revista eletrônica do Departamento de Política e Ciências Sociais da Universidade Estadual de Montes Claros. Seu objetivo geral é estabelecer-se como um espaço de debate e intercâmbio em ciências sociais sob uma perspectiva crítica. Sua área temática, portanto, inclui antropologia, sociologia e ciência política.
Nosso público-alvo são pesquisadores de ciências sociais e humanas (acadêmicos, estudantes, membros de organizações sociais e da comunidade em geral). Argumentos tem o português como idioma principal, mas recebe e publica pesquisas em espanhol e inglês. Sua periodicidade é semestral. Convidamos a apresentação de artigos científicos públicos não publicados e originais, sujeitos a um processo de revisão por pares. Lançamos dois dossiês por ano, mas temos uma recepção aberta e permanente de itens ao longo do ano.
Atualmente, a Argumentos está em indexadores com os metadados DOAJ, Latindex, Redib, Sumarios.org, Diadorim, Mines Journals; no indexador de métricas do Google Scholar; e nos mecanismos de busca da CAPES, Portal de Jornais - ANPOCS, LatinREV - CLACSO, MIAR e EZB. Cada artigo publicado pela Argumentos também possui o sistema de identificação DOI (Digital Object Identifier). As avaliações seguirão uma ética de avaliação duplo cego. Depois de passar pelo Comitê Editorial da revista, responsável por verificar se os padrões exigidos na seção "Diretrizes para autores" são cumpridos, os artigos são enviados anonimamente a dois árbitros, especialistas na área, para uma avaliação cuidadosa dos sua qualidade Em caso de desacordo, o artigo será enviado a um terceiro especialista. Os documentos recomendados para publicação com revisão de conteúdo serão enviados novamente a dois revisores, preferencialmente os do processo inicial.
Mais informações podem ser encontradas na página da revista: http://www.periodico.unimontes.br/argumentos
Os artigos podem ser enviados através do email: revista.argumentos@unimontes.br ou através da plataforma.
 
Revista Gênero
A revista publica trabalhos que contribuam para o estudo das relações de gênero, escritos a partir de diferentes tradições disciplinares, dentro de um arco de questões que dizem respeito à condição feminina, homossexualidades, masculinidades dentre outros temas correlatos.
 
Revista Diversidade e Educação
A Revista Diversidade e Educação é uma revista de divulgação científica semestral e publica artigos e relatos de experiências educativas nas temáticas de corpos, gêneros, sexualidades e relações étnico-raciais. A revista tem como foco textos que tratem dessas temáticas no espaço escolar e em outros espaços educativos.
 
 
 
3.c - inscrições abertas para participação em eventos;
 
 
 
Encontro Fazendo e Desfazendo Gênero
Evento reúne pesquisas que abordam gênero e sexualidade no âmbito das comunicações e artes; impactos da pandemia em grupos vulneráveis é um dos focos de discussão neste ano
A Comissão de Direitos Humanos da ECA, por meio do projeto Diversidade na ECA e do grupo de pesquisa AlterGen, promove entre os dias 24 e 28 de agosto de 2020, na modalidade online, a quarta edição do encontro Fazendo e Desfazendo Gênero. O evento reúne pesquisadoras e pesquisadores dos estudos de gênero e sexualidade na interface com as comunicações e artes.
O ciclo de palestras apresenta os estudos crescentes nas humanidades sobre mulheres, feminismos, comunidade LGBTQIA+ e demais implicações das lutas por reconhecimento e igualdade. E, especialmente neste encontro, pretende-se fomentar também a discussão acerca dos impactos da pandemia de coronavírus junto aos grupos vulneráveis, pensando nas relações sociais em interface com as questões de gênero e raça, como violência doméstica, violência policial, discursos de ódio e fascismo, condições de vida e saúde, estresse prolongado e deterioração da saúde mental no período de isolamento social.
Data de Submissão – até 31 de julho de 2020 (a publicar em dezembro de 2020)
 
XIV Colóquio Internacional Educação e Contemporaneidade
O Colóquio Internacional Educação e Contemporaneidade, na sua XIV edição, oferecerá conferências e mesas-redondas Internacionais e Nacionais transmitidas on-line, no Canal Youtube Colóquio Educon e em outras plataformas. Considerando essa nova forma de realização do Evento, em que auditórios e salas de aulas antes físicos foram transpostos para o ambiente digital.
Eixos temáticos:
Educação e políticas públicas. Leis da educação;
Educação e inclusão. educação, intervenções sociais. políticas afirmativas. Educação no campo, movimentos sociais. Educação e direitos humanos. Educação para a paz;
Educação, sociedade e práticas educativas;
Educação e cultura. educação, interculturalidade. descolonização do saber. Educação e religião;
Educação, corpo, sexualidade, gênero;
Educação, trabalho e juventude. Mestrado profissional;
Formação de professores. Memória e narrativas;
Tecnologia, mídias e educação;
Relação com o saber;
Ensino superior;
Psicologia, aprendizagem e educação. aspectos psicopedagógicos e psicossociais. Educação e infância;
Currículo escolar, gestão, organização do trabalho pedagógico;
Educação e ensino de ciências humanas e sociais. Estudos da linguagem;
Educação e ensino de matemática, ciências exatas e ciências da natureza;
Arte, educação e contemporaneidade. Música;
Educação e saúde;
Educação e pesquisa em espaços não formais;
Metodologia de pesquisa e áreas afins.
Prazo para submissão: 31 de julho de 2020
 
Chamada de Textos - Primeiro Semestre de 2020: Revista Eletrônica Interações Sociais - PRAZO PARA SUBMISSÕES PRORROGADO (31 DE JULHO)
Dossiê - Novas direita(s) na América Latina: características, redes de sociabilidade e usos do Estado
O dossiê “Novas direita(s) na América Latina: características, redes de sociabilidade e usos do Estado” tem como objetivo realizar o debate sobres as formas contemporâneas de atuação de grupos conservadores e/ou reacionários na América Latina.
Considerando que a ordem internacional pós-crise financeira acarretou numa radicalização de políticas neoliberais que afetaram as relações Estado-sociedade ao redor do mundo, percebe-se que um de seus efeitos mais preocupantes foi a reemergência de partidos e movimentos de extrema direita que desafiam valores e instituições democráticas. Essa conjuntura foi e tem sido caracterizada como um "momento populista" da extrema direita (MOUFFE, 2018) que articula uma política conflitiva nativista contra uma elite estatal percebida como corrupta e a agenda de Direitos Humanos.
No Dossiê, compreendemos a extrema direita como a produtora de práticas alinhadas à ordem neoliberal, que "necessitou de uma estratégia política populista associada com correntes de direita e extrema direita para assegurar sua hegemonia política como forma de governança" (SAULL, 2018, p. 7). Isso também acompanha a trajetória histórica distinta da política da extrema direita na América Latina, cristalizada na aproximação da vertente neoliberal hayekiana com o governo autoritário de Pinochet no Chile contra organizações trabalhistas e reformas sociais.
A partir dessas considerações, propomos um Dossiê que tem como objetivo reunir trabalhos de pesquisas ou reflexões teóricas que se proponham a analisar práticas e características de grupos que levam adiante discursos, mobilizações e políticas públicas próprias da nova direita, seja levando em conta fatores domésticos, articulações transnacionais e/ou processos globais. Nosso objetivo é apresentar trabalhos que auxiliem a compreender sua atual configuração, formas de atuação e redes de sociabilidade na América Latina.
MOUFFE, Chantal. For a Left Populism. Londres: Verso, 2018.                   
SAULL, Richard. Racism and Far Right Imaginaries Within Neo-liberal Political Economy. New Political Economy, 23:5, 588-608, 2018.
Organizadores:
Prof. Dr. Ricardo Gonçalves Severo – Universidade Federal do Rio Grande (FURG).
Me. Rodrigo Duque Estrada Campos – Doutorando na Universidade de York
Prazo limite para envio de textos (ATUALIZADO): 31 DE JULHO DE 2020
 
VII Curso de Extensão Mídia, Violência e Direitos Humanos (MVDH)
Resumo:
O curso de extensão Mídia, Violência e Direitos Humanos (MVDH) é organizado desde 2013 pelo Núcleo de Estudos de Políticas Públicas em Direitos Humanos Suely Souza de Almeida (Nepp-DH) da UFRJ. O objetivo é atuar como espaço de diálogo horizontal entre a Universidade e moradores de favelas e periferias, comunicadores populares, lideranças comunitárias, integrantes de movimentos sociais e profissionais com atuação em favelas e periferias. A proposta é refletir acerca das representações da violência, em seus recortes de classe, étnico-racial e de gênero, e propor alternativas a elas. A metodologia se dará por meio da exposição de especialistas reunidos em mesas temáticas, seguidas de debates com os alunos, de modo a promover a troca de saberes e experiências.
Formato: Mesas temáticas online através da plataforma Zoom.
Seleção:
Os/as interessados/as deverão enviar os dados para o e-mail mvdh@nepp-dh.ufrj.br: nome, endereço, profissão e os motivos pelos quais têm interesse em participar (até 3 linhas). Os/as candidatos/as serão selecionados/as por meio de sorteio público, a ser realizado em dia e horário a ser divulgado na página: https://www.facebook.com/cursodeextensaomvdh/.
 
VII Simpósio Internacional Desigualdades, Direitos e Políticas Públicas
O Simpósio dará ênfase ao domínio da Saúde, já que se trata de esfera sobre a qual converge o conjunto das discussões teóricas e metodológicas que a área das Ciências Sociais vem fazendo em seus investimentos contemporâneos. Como a saúde e o direito à vida entraram no bojo das garantias dos direitos sociais nos países latino-americanos? Em que medida as políticas públicas efetivaram instrumentos de equidade/justiça social/interculturalidade de longo alcance? Como podemos delinear análises macro e micro das relações de poder e dos processos sociais, tendo como territórios de indagação o corpo e a saúde? Esses interrogantes abrem espaço para sólida reflexão acadêmica nacional e internacional ao mesmo tempo em que reforça o diálogo com a sociedade civil, movimentos sociais, usuários/as e gestores públicos envolvidos com experiências e boas práticas responsivas à equidade e pluralidade.
Prazo para submissões: 18 de agosto de 2020
 
I Congresso Internacional de Ficção Especulativa (CONIFE) e II (CONIFID)
Esse evento científico se propõe a ser um canal aberto para os mais diversos diálogos que, certamente, confluirão em ponderações necessárias para estudiosos da área de Letras, História, Filosofia, Direito, Educação, Sociologia, Antropologia, Cinema, Design, Comunicação social e Psicologia. Sua importância reside no fato do mesmo promover o estudos de romances, contos, novelas e de muitas outras formas de narrativas, tais como as ligadas aos multiletramentos, encontradas em diversos espaços cibernéticos; mas, há igualmente estudos da lírica e da dramaturgia nacional e de línguas /culturas as mais distintas, refletindo, portanto, a atualidade da problemática proposta pelo presente evento acadêmico.
As apresentações de trabalhos (conferências, mesas redondas, grupos de trabalhos e comunicações orais) serão distribuídas entre os seguintes Eixos Temáticos: Ficção especulativa (ficção científica, Fantástico e Horror); Estudos literários; Estudos linguísticos; Ficção especulativa no Cinema; Ficção especulativa e outras artes; Estudos de gênero e ficção feminista; Análise do discurso; Estudos culturais; e, ainda, Ensino e internacionalização. Os estudos apresentados terão suas sinopses divulgadas no caderno de resumo do evento e poderão também ser publicados em formato de artigo científico em e-book.
Data de Submissão – até 3 de agosto de 2020
Mais informações: https://doity.com.br/iconife
 
Chamada de trabalhos: Revista Signo
O próximo número da revista Signos do Consumo aceita artigos que tratem de pesquisas e estudos de casos sobre gênero e interseccionalidade nos fenômenos de consumo, como também recebe artigos ou ensaios que busquem novos aparatos teóricos e metodológicos para os estudos de gênero e de marcadores sociais da diferença no ecossistema publicitário.
Prazo para submissões: 14 de Agosto de 2020
 
Chamada para submissão de trabalhos: DOSSIÊ v.9, n.1: Entre fronteiras: as juventudes negras e o conflito urbano contemporâneo
A Áskesis - Revista des Discentes do Programa de Pós-Graduação em Sociologia da UFSCar - abre a chamada de artigos para o Dossiê: Entre fronteiras: as juventudes negras e o conflito urbano contemporâneo, coordenado por Engel Rodrigues de Lima, Janaina Maldonado Guerra da Cunha, Luana Gabriela Ruy e Simon Rodrigo da Costa Jara, discentes de mestrado no Programa de Pós-Graduação em Sociologia da UFSCar.
Nas últimas décadas, a presença de imagens a respeito das periferias e das juventudes negras na cena pública vem se intensificando. Essas imagens oscilam, por um lado, entre representações de potências culturais e educacionais e, por outro, espaços e sujeitos potencialmente perigosos que necessitam da tutela estatal e do cuidado de ações assistencialistas. A produção sociológica tem refletido acerca desses temas e apontado para a emergência de dinâmicas e discursos acerca da organização e participação política nas e das margens, assim como para disputas ontológicas que atravessam as populações negras em sociedades pós-coloniais. Convidamos pesquisadores e pesquisadoras a contribuírem com trabalhos (concluídos ou em andamento) que reflitam de modo interseccional, a respeito das contradições e agenciamentos emergentes do conflito urbano que marcam a maneira pela qual as juventudes negras negociam suas experiências no espaço urbano. Ainda, que busquem refletir sobre temas como estéticas, identidades, violência, racialização, periferias, culturas e movimentos sociais.
Prazo para submissão: 16 de Agosto de 2020
 
VII Simpósio Internacional Desigualdades, Direitos e Políticas Saúde, Corpos e Poder na América Latina
De 04 de Novembro a 06 de Novembro de 2020
Programa de pós-graduação Ciências Sociais - Unisinos
O Simpósio dará ênfase ao domínio da Saúde, já que se trata de esfera sobre a qual converge o conjunto das discussões teóricas e metodológicas que a área das Ciências Sociais vem fazendo em seus investimentos contemporâneos. Como a saúde e o direito à vida entraram no bojo das garantias dos direitos sociais nos países latino-americanos? Em que medida as políticas públicas efetivaram instrumentos de equidade/justiça social/interculturalidade de longo alcance? Como podemos delinear análises macro e micro das relações de poder e dos processos sociais, tendo como territórios de indagação o corpo e a saúde? Esses interrogantes abrem espaço para sólida reflexão acadêmica nacional e internacional ao mesmo tempo em que reforça o diálogo com a sociedade civil, movimentos sociais, usuários/as e gestores públicos envolvidos com experiências e boas práticas responsivas à equidade e pluralidade.
 
VI Simpósio Nacional Gênero e Políticas Públicas
Já em sua 6ª edição, o Simpósio Gênero e Políticas Públicas tem como objetivo aprofundar o debate sobre a incorporação da perspectiva de gênero nas políticas públicas nacionais, regionais e locais, bem como sobre as consequências sociais desta articulação, seus avanços e retrocessos. Para tanto, o simpósio promove o intercâmbio de conhecimentos entre pesquisadoras e pesquisadores, estudantes e profissionais que atuam na área de estudos de gênero e políticas públicas, em diferentes campos teóricos e disciplinares, além de difundir as pesquisas realizadas sobre essas temáticas.
O VI Simpósio Gênero e Políticas Públicas dirige-se a pesquisadoras e pesquisadores, docentes de instituições de ensino superior e da educação básica, estudantes de graduação e pós-graduação, profissionais de formações variadas, artistas e ativistas de movimentos sociais e organizações não governamentais, interessadas e interessados que atuam nas diferentes temáticas e áreas disciplinares abarcadas pelo campo dos estudos de gênero e políticas públicas.
Data de Submissão – até 31 de agosto de 2020
 
14º Congresso Mundos de Mulheres (ouvinte)
Tema: FeminismoS AfricanoS – Construindo alternativas para as mulheres e para o mundo através de um corredor de saberes que cuida e resiste
O MM2020 tem por horizonte o reforço das solidariedades Sul – Sul e Sul – Norte. Nosso tema parte do reconhecimento da limitada presença de vozes, cosmovisões, artes e experiências, práticas e racionalidades que pensam e dizem o Mundo a partir do grande continente africano. Evidenciando os FeminimoS AfricanoS está chamada é plural e abrangente e está aberta a
propostas de reflexão a partir da academia e dos ativismos feministas que questionem os lugares hegemónicos contemporâneos assentes no colonialismo, capitalismo, racismo e patriarcado e alarguem possibilidades de lhes resistir e construir as alternativas que não deixarão ninguém para trás.
Espera-se a participação de ativistas, artistas e académicas/os africanas/os e dos demais continentes do mundo para uma partilha horizontal de saberes e experiências. Tendo o epicentro em Moçambique, na África austral oriental, o desafio do MM 2020 é realizar um Congresso que seja um marco transformador para os feminismos e o Mundo.
As línguas oficiais da 14ª edição do MM2020 serão: Português, Espanhol e Inglês.
Data: 21 a 24 setembro de 2020
Local: Campus Universitário Principal, Universidade Eduardo Mondlane - Maputo, Moçambique.
 
VI Simpósio Gênero e Políticas Públicas - GT 20 - Teorias e práticas feministas
Esse GT dedica-se aos debates sobre as teorizações e as práticas feministas no contexto atual e acolhe trabalhos que discutem essas questões, contemplando sua expansão, evolução e diversificação em relação às múltiplas posições teóricas e às suas implicações políticas. Serão considerados: (a) as variadas construções teóricas (universalistas, diferencialistas ou essencialistas, pós-modernas, pós-estruturalistas e outras variações) em suas formas de uso nas pesquisas recentes no campo dos estudos de gênero; (b) os trabalhos empíricos, respaldados por abordagens teóricas, que versam sobre práticas feministas, enfatizando as trajetórias, as experiências e os movimentos das mulheres, a construção de discursos e narrativas, com foco na construção das agências, nos processos e dinâmicas orientados pelas pautas feministas contemporâneas; c) trabalhos que versem sobre a agência feminista dentro do Estado como, por exemplo, atuação em comitês específicos, articulação política e advocacy, em diferentes níveis da política e administração pública.
 
Participe do Projeto Coletivo de mães cientistas: um livro com artigos escritos por várias mães pesquisadoras neste período de pandemia da Covid-19
A nossa base e união vem da empatia para proporcionar o apoio necessário à produção de todxs nós! E garantir que todxs as mães cientistas possam ter ao menos 1 produção neste período.
Sob o título provisório: “A Covid-19 e os desafios pandêmicos da Maternidade nas vidas científicas: artigos de Mães cientistas brasileiras”
Orientações e regras para auxiliar a produção:
O projeto Coletivo de Mães Cientistas conta com o apoio institucional do ScirBR e PUB-Houston (EUA).
Contato e informações:
 
CHAMADA DE ARTIGOS - Esperança negra e reescrita de si: o protagonismo africano no mundo contemporâneo
Organizadores:
Ana Carolina de Oliveira Costa (Doutoranda em Antropologia Social pela UNB), Chirley Ferreira Mendes (Doutora em Antropologia Social pela UNB), Ulrich Aurelien Metende (Doutorando em Filosofia pela Universidade de Yaoundé-I/Camarões)
O dossiê tem o objetivo de promover debates acerca da emergência do continente africano como protagonista no/do processo de produção teórica, política e social diante de questões levantadas pelas transformações do mundo contemporâneo e pela projeção do futuro. Buscamos discutir, com base nas reflexões de África-Mundo, sobre como renovar as metodologias de pesquisas, o vocabulário teórico-conceitual e repensarmos os desafios sociais contemporâneos e futuros frente às necessidades dos sujeitos. Encorajamos o envio de reflexões que versem sobre: protagonismo teórico, intelectual e cultural africanos; discussões sobre modernidade, afrofuturismo e devir negro africano; renovação das bases teóricas, metodológicas e epistemológicas tanto por meio de reflexões utópicas, ficcionais, de caráter ensaístico, quanto de análises mais aprofundadas e maduras, baseadas em pesquisas empíricas e/ou bibliográficas; abordagens críticas do fazer etnográfico sob o recorte aqui proposto. São bem-vindas, ainda, propostas que discutam as seguintes questões: mudanças médico-tecnológicas em contexto africano; novas tecnologias e sua relação com as populações locais; migrações e fronteiras contemporâneas; raça e racismo; processos de descolonização; novos atores nos movimentos políticos africanos e sua projeção a nível global; políticas, práticas e tecnologias de inovação e desenvolvimento de regiões e grupos locais; dentre outros temas, que venham contribuir para um acúmulo de reflexões presentes e futuras acerca de uma re-politização teórica e prática sobre o protagonismo africano no mundo.
As regras de submissão encontram-se no link: http://www.rau.ufscar.br/?page_id=589
 
 
 
TÓPICO 4 - CURSOS NA ÁREA DE GÊNERO
 
 
 
CLACSO - Especializações e cursos internacionais
Políticas públicas para a igualdade na América Latina
A Especialização e o Curso Internacional visam fornecer ferramentas de análise, pesquisa e intervenção institucional em vários campos das políticas públicas, contribuindo para a promoção de estratégias de inclusão, a afirmação dos direitos humanos e o fortalecimento da cidadania. Os desafios da atual situação política para a promoção da igualdade e da justiça social na América Latina serão abordados a partir do campo de análise das políticas sociais, econômicas, educacionais e culturais; será apresentada a complexidade dos processos de produção de desigualdades, propondo abordagens baseadas em perspectivas de gênero, discriminação racial, violência e segurança cidadã, processos de integração regional, situação de crianças e jovens, etc.
 
CLACSO - Especializações e cursos internacionais
Políticas públicas e justiça de gênero
O Curso de Especialização e Internacional em Políticas Públicas e Justiça de Gênero oferece um amplo espaço para treinamento teórico e prático, onde situações de desigualdade estrutural e de gênero são analisadas com base nas disposições contidas na lei internacional de direitos humanos mulheres e estudar sua abordagem a partir de políticas públicas.
Inscrições até: 04 de Dezembro de 2020
 
Docência em gênero e sexualidade
As instituições de ensino devem ser espaços que promovem a aceitação às diferenças e discutem os temas mais urgentes da sociedade. Muitas questões consideradas tabus podem ser trabalhadas desde a infância para evitar situações posteriores de discriminação, preconceito e violência. Curso para capacitar educadores para desenvolverem atividades na área, atuando com a prática docente relacionada ao tema como forma de contribuir para mudanças significativas na sociedade.