Oportunidades na área de gênero - Julho/2021

Publicado em 06/07/2021 - 16:20

As informações divulgadas nesta página, exceto tópico 1 - Núcleo Pagu, foram extraídas de sites de organizações externas ao Núcleo e por isso não são de responsabilidade do Núcleo ou da Universidade Estadual de Campinas.

 

Para recebimento de oportunidades via e-mail, envie uma mensagem com o título "inscrição divulga-pagu" para: pagu@unicamp.br.

 

 

TÓPICO 1 – NÚCLEO PAGU

 

1.a - Chamadas abertas

 

CADERNOS PAGU

Cadernos pagu, revista online, de acesso aberto e gratuito do Núcleo de Estudos de Gênero-Pagu, publica artigos inéditos com contribuições científicas originais, que colaborem para a difusão de conhecimentos no campo dos estudos de gênero e a leitura crítica da produção internacional. Recebe artigos em fluxo contínuo em português, inglês e espanhol. Todo o material publicado, inclusive no período anterior à indexação no SciELO, se encontra disponível em https://www.pagu.unicamp.br/pt-br/cadernos-pagu e http://http//periodi.... No Scielo, disponível a partir da edição 16, em http://www.scielo.br/cpa%C2%A0%C2%A0.

 

1.b - Próximos eventos em destaque

 

MOSTRA “ELAS NA CONTRA LUZ”

promovido por Cine Pagu e Genecine

Inscrições para receber links de acesso aos filmes: https://forms.gle/WFVDzuZ5k2Pm4P9x8

Transmissão no Facebook e no Youtube do Núcleo Pagu:

Facebook Pagu: https://www.facebook.com/PaguUnicamp/

Youtube Pagu: https://www.youtube.com/NúcleoPaguUnicamp/

 

DIA 05/07, segunda-feira, das 18h às 20h

As subjetividades políticas no documentário

Com Lúcia Murat e Lilian Solá Santiago

debatendo os filmes “Três Atos” e “Balé de pé no chão”

https://www.youtube.com/watch?v=LDuAeL6cDMI

 

DIA 06/07, terça-feira, das 18h às 20h

Mulheres, decolonialismo, exclusão social e solidão

Com Viviane Ferreira e Edileuza Penha

debatendo os filmes “O dia de Jerusa” e “Filhas de Lavadeiras”

https://www.youtube.com/watch?v=tFc8QTtofG8

 

DIA 07/07, quarta-feira, das 18h às 20h

Feminilidades e os gêneros cinematográficos brasileiros

Com Tata Amaral e Jorane Castro

debatendo os filmes “Hoje” e “Para ter aonde ir”

https://www.youtube.com/watch?v=SlP5RHwn0jU

 

 

1.c – Eventos realizados durante a pandemia e disponibilizados on-line

AULAS ABERTAS DE ESTUDOS DE GÊNERO

Ciclos de aulas abertas da linha de Estudos de Gênero, Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da Unicamp (PPGCS) organizado por Natália Corazza.

Aula #1 Interseccionalidades e Consubstancialidades. Com Adriana Piscitelli, Ângela Araújo e Nathanael Araújo. https://www.youtube.com/watch?v=4mDU_HJ45-w

Aula #2 Tecnologias de Gênero, lendo Teresa de Lauretis. Com Karla Bessa, Henrique Rodrigues Marques, e exposição do curta-metragem Tentei (2017), de Laís Melo. https://www.youtube.com/watch?v=-Dt6_RF4Hrk

Aula #3 Donna Haraway. Com Marko Monteiro, Carolina Cantarino, e Yama Chiodi. https://www.youtube.com/watch?v=HpGewgik_yE

Aula #4 Internet e Redes Sociais. Como as teorias feministas e os estudos de gênero nos ajudam a compreender a internet e as redes sociais? Com Iara Beleli, Jair de Souza Ramos João Custódio. https://www.youtube.com/watch?v=5ZUA7g8x_D0

Aula 5# Gênero e Cuidado. Com Guita Grin Debert (Unicamp), Nadya Araújo Guimarães (USP) e Mariana Marquez Pulhez (PPGAS / Unicamp). https://www.youtube.com/watch?v=KtIUI8vnRJY

Aula 6# Insurgências epistêmicas: feminismos e teoria do ponto de vista. Com Regina Facchini (Pagu Unicamp), Gleicy Mailly da Silva (Pagu Unicamp) e Evandor Cruz e Silva (PPGCS). Mediação de Bruno Nzinga Ribeiro (PPGAS, Pagu Unicamp). https://www.youtube.com/watch?v=JSV4_kYqWwc

Aula 7# Sexualidades, exílios e fronteiras. Com Isadora Lins França (PPGAS-IFCH/Unicamp e PAGU) e Nicolas Wasser (PAGU). Mediação de Bruno Nzinga Ribeiro (PPGAS Unicamp). https://youtu.be/FYy_01DPnJg

Aula 8# A vontade de saber: O sexo e o gênero da/na história da sexualidade de Michel Foucault. Com Larissa Nadai (USP), Julian Simões (Unifesp) como ministrantes e Gustavo Córdoba (PPGAS/Unicamp) como mediador. https://www.youtube.com/watch?v=KPVYbRGRwfs

 

CICLO DE ENCONTROS PANDEMIA NA RODA

Encontro #1 Cemitérios, mortes e sofrimentos. Com Fábio Araújo (FioCruz), Flávia Medeiros (UFSC), Fábio Mallart (UERJ), Liliana Sanjurjo (UERJ), Larissa Nadai (USP) Desirée Azevedo (UNIFESP) e Everton de Oliveira (UFSCar) e também com as debatedoras Juliana Farias (Pagu/Unicamp) e Bernardo Fonseca Machado (DA-IFCH/UNICAMP). Organização de Juliana Berger Valente (CUNY/NY), Larissa Nadai (USP) e Natália Corazza (Pagu/Unicamp). https://youtu.be/NhE-_nvp5G8

Encontro #2 Vulnerabilidades, Precariedades e Desigualdades. Com Márcia Pereira Leite (UERJ), Carolina Branco Ferreira (UNICAMP) e Pedro Lopes (USP) a participarem da Roda, colocando suas respectivas reflexões publicadas na Revista Dilemas e no Boletim da ANPOCS. O debate ficará a cargo de Julian Simões (UNIFESP) e Lucas Freire (FGV). Organização de Juliana Berger Valente (CUNY/NY), Larissa Nadai (USP) e Natália Corazza (Pagu/Unicamp). https://www.youtube.com/watch?v=-y1mf6X-3mw

 

CICLO CONHECIMENTOS IMPLICADOS (edição em pandemia)

Cátedra Libre Géneros y Sexualidades "Amelia Carreras" - IIEGE UBA

Capítulo 2 com Dra. Adriana Piscitelli https://www.facebook.com/PaguUnicamp/posts/3668205923203272

 

CICLO DE DEBATES PESSOA TRANS E POLÍTICA

Dia #1 História, Transgeneridades e Trajetórias. Com Keila Simpson, Kátia Tapety, Jovanna Cardoso e João Custódio. https://youtu.be/ehalZnALWd0

Dia #2 Identidades Trans e Partidos Políticos. Com Rafa Ella Brites, Brenda Santunioni, Luiz Fernando Prado Uchoa e Jinx Vilhas. https://youtu.be/SNXAiU8ZlW4

Dia #3 Ativismos, Política e Pautas Transfeministas. Com Hailey Kass, Maria Clara Araújo e Brume Dezembro Iazzetti. https://youtu.be/gvzsMiUb4Gk

Dia #4 Precariedade, Direitos e Resistência. Com Indianares Siqueira, Caio Lima, Vicenta Perrota e Alexis K. Santos. https://youtu.be/6CskRJ0Up7c

Dia #5 Mudança e Continuidades na Política: Identidades de Gênero e Interseccionalidade. Com Mario Felipe Carvalho (EMERJ, IP/EURJ, GEPSID), Jaqueline Gomes de Jesus (IFRJ, UFRRJ) e Guilherme Almeida (ESS/UFRJ). Mediação de Jinx Vilhas e João Custódio. https://www.youtube.com/watch?v=8tbkAocH4Rk

 

CLUBE DE LEITURAS FEMINISTAS PAGU

2º Encontro do Clube de Leituras Feministas Pagu

Com Letícia Nunes de Moraes: historiadora, docente na Universidade de Sorocaba para apresentar o livro da Pagu, Parque Industrial. https://www.youtube.com/watch?v=Tb6YHehpung

3º Encontro do Clube de Leituras Feministas Pagu

Com Maria Stella Bresciani (DH- IFCH/ Unicamp) para apresentar o livro de Beth Lobo, Emma. https://youtu.be/BCIp16oOVzk

 

FÓRUM: PANDEMIA E VIOLÊNCIA DE GÊNERO, UMA ÓTICA INTERSECCIONAL

Evento organizado pela Comissão da Mulher, juntamente com o COMESP/Tribunal de Justiça e o Núcleo de Estudos de Gênero - Pagu/UNICAMP, para discussão e proposição de políticas públicas relativamente ao agravamento da violência contra mulheres, crianças e adolescentes no contexto da pandemia.

Com a participação de Dra. Angélica de Almeida (TJ/SP e COMESP), Dra. Karla Bessa (PAGU); Mariana Conti (Vereadora Campinas), Joice Berth (arquiteta negra), Fabiana de Andrade (UERJ), Marina Ganzarolli (advogada, deFEMde) e Magali Mendes (APLP). Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=z96r2-1iZoY

 

MOSTRA “ELAS NA CONTRA LUZ”

Encontro #1 Encontros entre cinema e literatura. Com Marcela Lordy, Assunção Hernandes e homenagem a Suzana Amaral (in memoriam), debatendo os filmes “Ser o que se é” e

“A hora da estrela”: https://youtu.be/hS0Epq4ehF0 .

Encontro #2 De fora para dentro, de dentro para fora: cinema de mulheres indígenas. Com Tizuka Yamazaki, Larissa Y. Duarte e Patrícia Ferreira debatendo os filmes “Encantados” e “Wehsé Darase - Trabalho da Roça”: https://youtu.be/BJPG6YJD0Dw .

Encontro #3 A (des)racialização das telas e das câmeras. Com Adélia Sampaio e Kris Niklison debatendo os filmes “Denúncia Vazia”, “O Mundo do Dentro” e “Vergel”: https://youtu.be/5yyxwzmua7w .

 

POR NÓS: COLETIVO DE MULHERES SOBREVIVENTES DO CÁRCERE

Com a participação de Mary Jello, Mãe Batia de Oxum, Elizângela Lima, Natasha Adelaide (Lena) e Débora Antunes. Disponível em: https://youtu.be/OIMdmp_4XyQ

Organização: Por Nós Coletivo de Mulheres Sobreviventes do Cárcere, Natália Corazza Padovani (PAGU), programas de pós-graduação em Ciências Sociais e Antropologia do IFCH-Unicamp).

Colaboração: Magali Mendes (PLPs Campinas), Denise Chicoli (União de Mulheres de Sp/ PLPS SP) e Marilia Kayano (União de Mulheres de São Paulo e PLPS SP).

Apoio: Pagu/Unicamp

Apoio técnico: Coordenadoria de Eventos, Extensão e Difusão do IFCH/Unicamp

 

PROJETO GÊNERO E DESIGUALDADES

Parceria entre Pagu/Unicamp e PPGAS/USP

Organizado por Regina Facchini e Carolina Parreiras

 

Aula Aberta #1 Desigualdades Sociais, Saúde e o COVID-19. Participam do debate Luís Eduardo Batista (Instituto de Saúde/SES-SP), Fernanda Lopes (GT Racismo e Saúde/Abrasco) e Alexandre da Silva (Faculdade de Medicina de Jundiaí). A mediação de Regina Facchini (Pagu/Unicamp). https://youtu.be/LAy8LVHq4r0

Aula Aberta #2 Periferias, resistência e saúde mental. Com Tatiana Minchoni (Sarau do Binho/Felizs/CRP-SP); Deivison Faustino (Unifesp); Emiliano de Camargo David (PUC-SP/AMMA Psiquê); Gleicy Silva (Pagu/Unicamp). https://youtu.be/HHbRtKjzO50

Aula Aberta #3 Violências em favelas e periferias na pandemia. Com Juliana Farias (Pagu/Unicamp), Elaine Lima (Pedagoga/GP Mulheres do Capão Redondo), Bruno Nzinga Ribeiro (PPGAS/Unicamp) e Carolina Parreiras (NUMAS/USP). https://youtu.be/D8BzTemN5Ro

Aula Aberta #4 Religião e COVID-19 em debate. Com Magali do Nascimento Cunha (Intercom), Ronaldo de Almeida (DA/LAR/Unicamp), Christina Vidal da Cunha (UFF), Ivá

Adriana de Nanã (Ilé Axé Omó Nanã), Rodrigo Toniol (DA/LAR/Unicamp). https://youtu.be/YdjFc-ZHrrs

Aula Aberta #5 Migrações, Refúgio e LGBTI+. Com Lara Lopes, Maria Paula Botero, Nathália Antonucci, Isadora Lins França. https://youtu.be/CO_scHJvsSk

Aula Aberta #6 Saúde LGBT em tempos de Covid-19. Com Adriano Queiroz (PMDSTAIDS-SP; UFABC), Fernanda Fortes de Lena (Unicamp; VOTE LGBT), Flávia Teixeira (CRAIST/UFU; ABRASCO), Gabriela Calazans (FM; NEPAIDS/USP), Camilo Braz (SER-TÃO/UFG). https://youtu.be/-J3KKmurZSc

Aula Aberta #7 Direitos em tempos de Desmocratização. Com Anna Tulie Araújo (ULTRA; UniCEUB), Bruna Andrade Irineu (UFMT; ABEH), Jacqueline Moraes Teixeira (FE;

NUMAS/USP; CEBRASP), Lucas Bulgarelli (NUMAS/USP), Luiz Mello (SER-TÃO/UFG), Thiago Coacci (Larvas Incendiadas). https://youtu.be/9J0T8zf7TX8

Aula Aberta #8 Corpos e (R)Existências Negrxs e LGBT na Universidade. Com Luciana de Oliveira Dias, (UFG; ABA), Suely Messeder (UNEB), Megg Rayara Gomes de Oliveira (UFPR), Thiago Teixeira (PUC-MG), Michel Ferreira (UTFPR), Stephanie Pereira de Lima (Unicamp). https://youtu.be/RrhmpK4kRQI

Aula Aberta #9 Despatologização/Repatologização: O que dizem as Ciências PSI? Com Isabela Saraiva (NEGAH/UFSJ), Alexandre Oviedo Gonçalves (Unicamp; CEBRAP), Maya Foigel (Generidades/ Sedes Sapientiae; Transitar), Beatriz Pagliarini Bagagli (IEL/UNICAMP), Marco Aurélio Prado (Nuh/UFMG), Heder Bello (UFRJ; CRP-RJ) https://youtu.be/qzweontSRo8

Aula Aberta #10 Transfobia, Racismo e o Acesso à Educação e ao Trabalho. Com Keila Simpon (ANTRA), Dayanna Louise L. dos Santos (UFPE; SE-PE), Luck Yemonja Banke (NETRANS; PREPARA UBUNTU/UFSC), Brume Dezembro Iazzetti (PPGAS; PAGU/Unicamp) e Amanda (AMOTRANS/ANTRA). https://youtu.be/FTjGpna7Df0

Aula Aberta #11 - Resistências negras e música no Brasil e em Angola. Com Bruno Nzinga Ribeiro (PAGU/Unicamp), Kelly Adriano (Pesquisadora e gestora cultural), Jaqueline Santos (CEMI-Unicamp) e Daniela Vieira (UEL). https://youtu.be/T2NhLnFQrkU

Aula Aberta #12 - Negras(os) nas universidades: subjetividades e transformações recentes. Com Gleicy Silva (PAGU/Unicamp), Mário Medeiros (IFCH-Unicamp), Stephanie Lima (Pesquisadora independente) e Fabiana Mendes (Pesquisadora independente). https://youtu.be/I3tHw8Crt-Y

Aula aberta #13 – Aprendizados do combate à COVID-19: força-tarefa interdisciplinar da Unicamp. Silvia Maria Santiago (FCM-Unicamp), Sávio Cavalcante (IFCH/Unicamp),

Luciana Utsunomiya (SOMA) Jacqueline Santos Rios (agente popular de saúde), Giorgia Carolina do Nascimento (PPGAS/Unicamp). https://youtu.be/yFPrWN0uX64

Aula aberta #14 – Direitos Humanos em disputa: trajetória, controvérsias e atualidades em torno dos PNDH. Com Lucas Bulgarelli (NUMAS/USP e OAB/SP), Rodrigo Toniol (PPGAS/Unicamp e ACSRM), Jacqueline Morais (PPGE – USP NUMAS e CEBRAP), Isabela Kalil (FESPSP, NEU e OED Brasil), Regina Facchini (PAGU). https://youtu.be/rWr17NKmjYY

Aula aberta #15 – Corpo, diferença e deficiência: (novos?) desafios na pandemia. Com Anahí Guedes de Mello (UFSC, Anis e ABA), Carolina Branco Ferreira (PPGAS e PPGCS Unicamp/CAPES), Julian Simões (PPGCS/Unifesp e ABA), Marco Antônio Gavério (UFSCar), Pedro (Numas/USP), Anna Paula Vencato (UFMG). https://youtu.be/b4XaRmmRkAw

Aula Aberta #16 – Proteção de crianças e adolescentes: desafios nos 30 anos do ECA. Com Camila Fernandes (PPGAS/MN/UFRJ, NUSEX, PPGAS/MN, LACED), Maria Carolina Trevisan (UOL, Afro/Cebrap), Carolina Parreiras (DA e NUMAS/USP, PPGAS/Unicamp), Vanessa Leite (UNIFESP, CLAM/IMS/UERJ). Mediação de Regina Facchini (Pagu/Unicamp e PPGAS IFCH/Unicamp). https://www.youtube.com/watch?v=9YLayDxp4qU

Aula aberta #17 – Gênero, sexualidade e o combate ao assédio, discriminação e violência na Unicamp. Com Ana Maria Fonseca Almeida (FOCUS/FE/Unicamp), Carolina Bonomi (PPGCS/IFCH/PAGU/Unicamp), Leandro Martínez (IQ/Unicamp), Silvia Santiago (FCM/Unicamp), Tania Maron Vichi Freire De Mello (SAPPE/Unicamp), Milena de Oliveira Santos (Demografia/Unicamp) e Regina Facchini (Pagu e PPGAS-IFCh/Unicamp ABA, DeDH). https://youtu.be/0MyA_AwSpLE

Aula Aberta #18 – Violência sexual, consentimento e experiências de intervenção em universidades. Com Ana Maria Fonseca de Almeida (FOCUS/FE/Unicamp), Camila Ferreira (SAVS/Unicamp), Carolina Parreiras (NUMAS/USP e PPGAS/Unicamp), (PAGU/Unicamp e

NUMAS/USP), Heloisa Buarque de Almeida (NUMAS/USP), Tatiana Lionço (Escuta Diversa./UnB) e Regina Facchini (Pagu e PPGAS-IFCh/Unicamp ABA, DeDH). https://youtu.be/-zX5_r-bduk

Aula Aberta #19 – Negras/os, LGBTI+ e mulheres na política. Com Cristiano Rodrigues (PPGCP-UFMG, IESP-UERJ, MARGEM, NEPEM). Danusa Marques (UnB, ABCP). João Filipe Cruz (FFLCH/USP, NÓS/USP). Mediação/Debate: Regina Facchini (Pagu e PPGAS-IFCh/Unicamp ABA, DeDH) e Thiago Coacci (NEPEM/UFMG e Larvas Incendiadas). https://www.youtube.com/watch?v=gCGrOIy-NFI

Aula Aberta #20 Mulheres, pessoas negras e LGBTI+ nas eleições 2020. Com Cláudio Nascimento (Grupo Arco-Íris, Voto com orgulho, Aliança Nacional LGBTI, Gay Latino),

Cristiano Rodrigues (PPGCP-UFMG, IESP-UERJ, MARGEM, NEPEM), Danusa Marques (Núcleo Flora Tristán-UnB), Fernanda K. Martins (PPGCS-Unicamp, InternetLab), Marlise Matos (NEPEM-UFMG, International Sociological Association e Sociologists for Women in Society). Mediação de Regina Facchini (PPGCS-IFCH, PAGU, DeDH/Unicamp) e Thiago Coacci (NEPEM-UFMG e Larvas Incendiadas). https://youtu.be/9GbL8mM6PpE

Aula Aberta #21 Podcasts, divulgação científica e desigualdades. Com Ramon Reis (Compósita), Paula Lacerda (UERJ e Campo), Patrícia Pinheiro (Unila e Observantropologia), Bruner Titonelli (Unb e Conversas da kata). Mediação de Carolina Parreiras (NUMAS/USP e PPGAS - IFCH/Unicamp). https://youtu.be/ZQzf--kY408

Aula Aberta #22 O Coletivo Leilane Assunção e o a acesso e a permanência na Unicamp. Com Brume Dezembro Iazetti (PAGU/Unicamp), Ariana Oliveira Alves (PPGCS/IFCH e PAGU/Unicamp, Guilherme Oliveira (PAGU). Mediação de Regina Facchini (PPGCS-IFCH, PAGU, DeDH/Unicamp). https://youtu.be/UFSYtflNXVI

Aula Aberta #23 Diretos em disputa: os conservadorismos religiosos e a ordem sexual contemporânea. Com Brenda Carranza (DA-IFCH/Unicamp, LAR/Unicamp), Cris Serra (IMSHC/UERJ e CLAM) e Juan Marco Vaggione (Universidade de Córdoba e CONICET). Mediação de Regina Facchini (PPGCS-IFCH, PAGU, DeDH/Unicamp). https://youtu.be/lTcezzE0KSQ

Aula Aberta #24 LGBTfobia, lutas, direitos e resistências. Com Thiago Coacci (Larvas Incendiadas),  Amanda Palha (Amotrans/Antra), Bruno Nzinga Ribeiro (PPGAS/Unicamp). Mediação de Regina Facchini (PPGCS-IFCH, PAGU, DeDH/Unicamp).

https://www.youtube.com/watch?v=VEQ23Ch89Kk

Aula Aberta #25 Prostituição e trabalho em tempos de crise sanitária e da Democracia. Com Ana Paula da Silva (PPJS/LEC/UFF/Coletivo PutaDavida/Comitê de Gênero e Sexualidade ABA), Betania Santos (Associação Mulheres Guerreiras/Coletivo PutaDavida), José Miguel de Olivar Nieto (USP/ColetivoPutaDavida), Laura Murray (NEPP-DH/UFRJ/Coletivo PutaDavida), Monique Prada (Escritora/Master Love/Colunista da Mídia Ninja/Mundo Invisível) e Carla Elísio (UNEB, direitos das prostitutas e AzMina). Mediação de Regina Facchini (Pagu/Unicamp; Comitê Gênero e Sexualidade/ABA). https://youtu.be/ruuFQ9mROwU

Aula Aberta #26 LGBTI+, saúde mental, violência e resistências. Com Thiago Teixeira (PUC/MG), Cris Serra (CLAM/IMS/UERJ), Héder Bello (UFRJ,CRP-RJ) e Jeferson Batista (PPGAS/Unicamp). Mediação de Regina Facchini (PAGU/Unicamp). https://youtu.be/ZrW5QlBNBHM

Clássicos #1 - Morte em Família, de Mariza Corrêa. Com Adriana Piscitelli (Pagu/Unicamp), Larissa Nadai (DA/USP), Roberto Efrem Filho (UFPB/UFPE), com mediação de Thiago Coacci (Larvas Incendiadas) e Regina Facchini (Pagu/Unicamp). https://youtu.be/Dojqzfwt9g4

Clássicos #2 - Raça, gênero e classe no pensamento, de Lélia Gonzalez. Com Flávia Rios (NEGRA/UFF; AFRO-CEBRAP), Alex Ratts (LAGENTE/UFG), Gleiccy Mailly da Silva (PAGU/Unicamp) e Thiago Coacci (Larvas Incendiadas). https://youtu.be/uiX7my7a6PQ

Clássicos #3 - Envelhecimento e sexualidade: contribuições de Guita Debert e Júlio Simões. Com Guita Debert (Unicamp), Júlio Assis Simões (USP), Mauro Brigeiro (Fiocruz), Carlos Eduardo Henning (UFG) e Guilherme Passamani (UFMS). https://youtu.be/WzD8Cs-RUko

Clássicos #4 - Beatriz Nascimento: corpo, território e transatlanticidade. Com Alex Ratts (LaGENTE/IESA/UFG), Christen A. Smith (Univ. do Texas), Mariléa de Almeida (Alesp), Gleiccy Mailly da Silva (PAGU/Unicamp) e Thiago Coacci (Larvas Incendiadas). https://youtu.be/sDvNnEmL2bM

Clássicos #5 Especial: Gênero e violência: contribuições de "Cenas e queixas" de Maria Filomena Gregori. Com Maria Filomena Gregori (DA;Pagu/Unicamp; ABA), Guita Debert (DA;Pagu/Unicamp), María Elvira Díaz Benítez (Museu Nacional/UFRJ), Roberto Efrem Filho (DCJ/UFPB; PPGA/UFPE), Carolina Parreiras (DA; Numas/USP). Mediação de Regina Facchini (Pagu; Comissão Assessora de Gênero Sexualidade/DeDH/Unicamp) e Thiago Coacci (Nepem/UFMG; Larvas Incendiadas). https://youtu.be/kLAM3UmMISo

 

Debates Saúde #1 - Desejos, prazeres e pandemia. Com Felipe Padilha (FURG), Maria Elvira Diaz Benitez (NuSEX UFRJ) May Medeiros (luzvermelha.tv), Monique Prada (MundoInvisivel.org, CUTS, ONU Mulheres), Renata Carvalhaes RENATA CARVALHAES (Secretaria Municipal de Educação de Angra dos Reis), Victor Hugo Barreto (UFF e NuSEX). https://youtu.be/LJd5ZxSEUaI

Debates Saúde #2 - Aborto e movimento feminista no Brasil: como ser resistência no contexto conservador?

Com Carla de Castro Gomes (Pagu/Unicamp), Emanuelle Góes (Cidacs-Fiocruz-Bahia e Musa/ISC/UFBA), Gabriela Rondon (Cravinas/ UnB), Morgani Guzzo (Catarinas, Legh/UFSC, CEDIM/SC), Paula Viana (Grupo Curumim, Comitês de Estudos da Mortalidade Materna-PE, e de Estudos da Mortalidade Materna-Recife, Frente Nacional Contra a Criminalização das Mulheres e pela Legalização do Aborto), Alessandra Brigo (CLAM/IMS/UERJ). https://youtu.be/_tKo_h7kXmc

Debates Saúde #3 - Prisões, saúde e marcadores sociais da diferença: reflexões em tempos de pandemia.

Martinho Silva (UERJ, ANPEPP, ABRASCO), Anna Paula Uziel (CLAM/IMS/UERJ, LIDIS, GEPSID), Natália Lago (Numas/USP e PAGU/Unicamp), Joyce Gravano JOYCE (Eu sou Eu, Espaço de aprendizagem Joyce Gravano), Márcio Zamboni (Numas/USP, EASA), Denise Anjos (ENSP/FioCruz), Vanessa Sander (Pagu/Unicamp). https://www.youtube.com/watch?v=LtE-3cCvpZ0

Debates e Saúde #4 Medicamentos, saúde e marcadores sociais da diferença em tempos de COVID-19. Com Rogério Azize (UFRJ/ IMS/UERJ), Cíntia Engel (UnB/CASCA), Leandro Gonçalves (UFF/LELIA), Roberta Dorneles (IMS/UERJ/LELIA). https://youtu.be/GiZdm2lh4CI

Debates e Saúde #5 Corpos gordos e COVID-19: estigma, ativismo e resistências. Com Malu Jimenez (UFTM, Todas Fridas, Margens, Blog Lute como uma Gorda, Coletivo Gordas Xômanas, Pesquisa Gorda) Marcelle Silva (NUSS/UFC, Paralaxe/UFC, Pesquisa Gorda), Mirani Barros (UFRJ/Macaé). Mediação de Carolina Parreiras (NUMAS/USP e PPGAS - IFCH/Unicamp). https://youtu.be/-YNksSwhyY8

Debates e Saúde #6 Lutas, processos de cuidado e acesso à saúde de pessoas trans. Com Carolina Parreiras (NUMAS/USP e PPGAS - IFCH/Unicamp), Sara Wagner York (GESDI/FFP/UERJ), Cleiton Vieira do Rego (UFRN), Maya Fogel (Generidades, Sedes Sapientiae, Transitar, WPATH), Guilherme Almeida (FSS/UERJ, ENSP/FIOCRUZ, IMS/UERJ, LIDIS/UERJ). Mediação de Ueslei Solaterrar (CAPS III RJ, IMS/UERJ). https://www.youtube.com/watch?v=-iVMX8wXkLU

Debates e Saúde #7 Luto, dores e processos de sobrevivência e resistência”. Com Denise Pimenta (CIDACS-Fiocruz/BA), Mônica Cunha (Coalização Negra por Direitos, Comissão DH ALERJ), Adriana Vianna (PPGAS/MN), Iyá Adriana de Nanã (Ilê Axé Omó Nanã) e Sérgio Carrara (CLAM/IMS/UERJ). Mediação de Bernardo Machado (DA/Unicamp, NUMAS/USP). https://youtu.be/N3Vvw0Oy5Bs

 

Lançamento #1 “Dossiê “Movimentos sociais e transformações do ativismo contemporâneo” Revista EDUCAÇÃO & SOCIEDADE, V. 41. Com os autores Marilia Pontes Sposito (FEUSP e

GETESE), Breno Bringel (IESP-Uerj, NETSAL e ALAS), Francisco Mata Machado Tavares (UFG e GESF), Regina Facchini (PAGU); a coautora Stephanie Pereira de Lima; e o mediador Thiago Coacci. https://youtu.be/IuXZeSMvx8A

Lançamento #2 “Bradando contra todas as opressões! Ativismos LGBT, negros, populares e periféricos em relação", de Vinicius Zanoli. Com Vinícius Zanoli, autor do livro, Silvia Aguião, (CLAM/UERJ e Afro/CEBRAP), Regina Facchini (PAGU) e (IFCH e PAGU). https://youtu.be/q_-GflG1998

Lançamento #3 Da Praça aos Palcos: caminhos da construção de uma carreira drag queen. Com Rubens Mascarenhas Neto (FU-Berlin/LAI), Anna Paula Vencato, (PPGE e

DECAE/FAE/UFMG), Isadora Lins França (PPGAS-IFCH/Unicamp e PAGU/Unicamp), Regina Facchini (Pagu/Unicamp e PPGAS - IFCH/Unicamp). https://youtu.be/7-Mkv74_mjg

Lançamento #4 Direitos em Disputa: LGBTI+, poder e diferença no Brasil contemporâneo. Com Regina Facchini (PAGU/Unicamp e PPGAS - IFCH/Unicamp) , Carol Parreiras (NUMAS/USP e PPGAS - IFCH/Unicamp) e Isadora Lins França (PPGAS-IFCH/Unicamp e PAGU/Unicamp). https://www.youtube.com/watch?v=uLWKA6sk8Ys

Lançamento #5 Direitos em Disputa: LGBTI+, Poder e Diferença no Brasil - regional Nordeste. Com Isadora Lins França (DA/Unicamp), Roberto Efrem Filho (UFPB/UFPE), José Cleyton Murilo Cavalcante Gomes (UFPB), Olívia Cristina Perez (UFPI), Roberto Marques (URCA/UECE), Regina Facchini (PAGU/Unicamp). https://www.youtube.com/watch?v=ZuVlPdJlSC4

 

Momento COVID-19 #1 Dilemas éticos na pandemia. Com a Profa. Guita Grin Debert (DA/Pagu/Unicamp). https://youtu.be/bRIbPMgTV-o

Momento COVID-19 #2 Isolamento social e violência doméstica. Com Beatriz Accioly Lins (NUMAS/USP). https://youtu.be/blfX_ohLlzw

Momento COVID-19 #3 Prisões, famílias e COVID-19: repensando as porosidades. Com Natália Corazza Padovani (Pagu/Unicamp) e Natália Lago (NUMAS/USP). https://youtu.be/ssfI3ifwZjo

Momento COVID -19 #4 Saúde Mental e violações de direitos humanos no contexto da COVID-19. Com Marcos Garcia (UFSCAR). https://youtu.be/6o4gBeZ6Lkw

Momento COVID-19 #5 LBGTIfobia e COVID-19" efeitos do isolamento social. Com Héder Bello (PPGTP/UFRJ) e Cris Serra (CLAM/IMS/UERJ). https://youtu.be/FBQu6-FXqc8

Momento COVID-19 #6 Lutos da COVID-19: mortes e dores do desamparo. Com Margareth Arilha (NEPO/Unicamp). https://youtu.be/r6UUjP7rDWs

Momento COVID-19 #7 Desigualdades escancaradas: gênero, raça e classe. Com Heloisa Buarque de Almeida (DA/NUMAS/USP). https://youtu.be/JJLoBJ8UMyI

Momento COVID-19 #8 As consequências sociais da pandemia para os trabalhos das mulheres. Com Bárbara Castro (DS/Pagu/Unicamp). https://youtu.be/1iXUTpymg_s

Momento COVID-19 #9 Homens, masculinidades e violências em tempos de pandemia. Com Benedito Medrado (GEMA/UFPE) e Isabela Venturoza (PPGAS/Unicamp). https://youtu.be/q-gkS-vK5eo

Momento COVID-19 #10 O poder de expor à morte e gerir a crise. Com Roberto Efrem Filho (UFPB/UFPE) e José Clayton Murilo Cavalcante Gomes (UFPB). https://youtu.be/dCcdJoDnb0Q

Momento COVID-19 #11 Pedagogia do Racismo. Com Matheus Gato (Unicamp/Cebrap) e Maria Carolina Trevisan (UOL/Afro-Cebrap). https://youtu.be/KZk6L5lT27o

Momento COVID-19 #12 COVID-19, Velhices e diversidade sexual e de gênero. Com Carlos Eduardo Henning (Ser-tão/DA/FCS/UFG). https://youtu.be/3TfBEToNYqQ

Momento COVID-19 #13 Bolsa Família, Auxílio Emergencial e gestão da precariedade na pandemia. Com Viviane Mattar (CLAM/IMS/UERJ). https://youtu.be/xdTvsKH1Tvs

Momento COVID-19 #14 O cuidado perigoso: as mulheres e as doenças. Com Denise Pimenta (USP). https://youtu.be/DUmbBMlMGvE

Momento COVID-19 #15 Bibliotecas e Bibliotecários em Tempos de Pandemia. Com Nathalia Romeiro (PPGCI/UFMG) e Ricardo Queiroz (PMSBC). https://youtu.be/oFZWO02I14U

Momento COVID-19 #16 Ensino Remoto: experiências na Unicamp. Com Isadora Lins França (IFCH; Pagu/Unicamp) e Anna Christina Bentes (IEL; Pagu/Unicamp). https://youtu.be/mlsSe60Xn9M

Momento COVID-19 #17 Podem duas mulheres falar sobre masculinidades? Com Isabela Venturoza (Pagu/Unicamp; Numas/USP) e Fernanda Martins Sousa (Pagu/Unicamp). https://youtu.be/hiLtM3ZdRjE

Momento COVID-19 #18 Haitianos em Tijuana, México: mobilidades em contexto de COVID-19. Com Domila Pazzini. https://youtu.be/RvZ5AC5uNE0

Momento COVID-19 #19 Desigualdades digitais e educação. Com Carolina Parreiras (Numas/USP) e Renata Mourão Macedo (FEUSP/Numas/USP). https://youtu.be/UzYx8XbForw

Momento COVID-19 #20 Trabalho emocional e profissionais de enfermagem em tempos de pandemia. Com Bárbara Ferrari Brandi (PPGS/Unicamp). https://youtu.be/pfv43VUfEj0

Momento COVID-19 #21 As criaturas invisíveis da ficção científica: controle e diferença em Aniquilação. Com Thaís Lassali (PPGAS/Unicamp). https://youtu.be/XyN7sdrJEGU

Momento COVID-19 #22 Educação de jovens, adultos e idosos em tempos de pandemia. Com Tayná Mesquita (FOCUS/FE/Unicamp). https://youtu.be/2g26A62naOU

 

JORNADAS CLAM: SAÚDE, SEXUALIDADE E DIREITOS HUMANOS

Reflexões sobre as mudanças sociais e políticas neste momento de pandemia de Covid-19.

Organizado pelo Instituto de Medicina Social (IMS/UERJ) e CLAM.

Mesa de abertura com Adriana Piscitelli e Natália Padovani: Mobilidades nas margens https://www.youtube.com/watch?v=lRCPk4bA2aI

Canal para acesso as demais mesas/debates: https://www.youtube.com/channel/UC2v8eRib9Z1lVmRCP8-WKgg

 

PODCAST MUSEOLÓGICAS

#33 Direitos em disputa - LGBTI+: poder e diferença no Brasil contemporâneo. Com Regina Facchini (PAGU, PPGCS/Unicamp), Isadora Lins França (PAGU, PPGCS/Unicamp), Roberto Efrem Filho (PPGA-UFPE), Hugo Menezes (PPGA-UFPE) e Francisco Sá Barreto (PPGA-UFPE) e Beatriz Gusmão (PPGA-UFPE). https://anchor.fm/museolgicas-podcast/episodes/33-Direitos-em-Disputa---...

 

PODCAST LARVAS INCENDIADAS

#39. Guita Grin Debert – A reinvenção da velhice https://larvasincendiadas.com/2020/05/13/39-guita-grin-debert-a-reinvenc...

#42. Regina Facchini – Sopa de letrinhas #AlémDoArcoÍris https://larvasincendiadas.com/2020/06/17/facchini-sopa-de-letrinhas/

#45. Lélia Gonzalez – Trajetória Com Gleicy Silva e Thiago Coacci entrevistando o antropólogo e geógrafo Alex Ratts e a socióloga Flávia Rios. https://larvasincendiadas.com/2020/07/29/45-lelia-gonzalez-trajetoria/

 

TV VERMELHO

Live sobre construção de identidades nos movimentos sociais, em especial no movimento LGBT. Com Regina Facchini (PAGU-Unicamp). https://www.facebook.com/PaguUnicamp/posts/3636681253022406

 

SEMINÁRIO “EXISTIMOS! ARQUIVOS E MEMÓRIA LGBTI+”

Organização de Regina Facchini e Ana Maria Almeida a partir da parceria entre Núcleo de Estudos de Gênero – Pagu, Comissão Assessora de Gênero e Sexualidade e o SAVS DeDH Unicamp.

Evento #1 Movimento LGBTQI+ em Campinas. Com Paulo Mariante (Grupo Identidade/Campinas), Lúcia Castro (Grupo aos Brados Campinas), Bruna Cilento (Mo.le.ca./Campinas), Susy Santos (Casa sem Preconceito Campinas), Vinicius Zanoli (Pagu/Unicamp), Daniele Motta (Grupo Identidade/Campinas; Unicamp). Mediação de Regina Facchini. https://youtu.be/LCn6kWQmpts

Evento #2 As primeiras iniciativas ativistas e os potenciais dos acervos do AEL

Com Thiago Barcelos Soliva (CCS/UFRB), Edward MacRae (DA; CETAD/UFBA), Pedro de Souza (UFSC; CNPq), Caio Maia (Museu Nacional/UFRJ), Sérgio Carrara (CLAM/IMS/UERJ). Mediação de Aldair Rodrigues. https://youtu.be/CRSJr_YDyzU

Evento #3 Ativismo e o processo de cidadanização LGBTQI+ no Brasil

Com Claudio Nascimento (Grupo Arco-Íris de Cidadania LGBTI; Aliança Nacional LGBTI+), Regina Facchini (Pagu/Unicamp), Silvia Aguião (UFMA; Afro-Cebrap), Stephanie Pereira de Lima (PPGCS; Pagu/Unicamp), Thiago Coacci (NEPEM/UFMG). Mediação de Isadora Lins França (IFCH e Pagu/Unicamp). https://youtu.be/cNCEW_PJCQI

Evento #4 Conjuntura contemporânea e a importância dos acervos históricos LGBTQI+

Com Cris Serra (IMS/UERJ), Paulo Roberto Iotti Vecchiatti (GADvS; CDSG/OAB-SP), Leonardo Arouca (Museu da Diversidade Sexual), Renan Honório Quinalha (EPPEN/UNIFESP), Erika Hilton (ALESP Codeputada estadual pelo Psol). Mediação de Mário Medeiros. https://youtu.be/fXsmAL3SNZE

 

UNICAMP QUEER 2020

Atividades e assuntos de interesse da comunidade LGBTI+.

Organizado pelo Instituto de Artes (IA), Diretoria de Direitos Humanos, CADER, Comissão de Gênero e Sexualidade, Diretoria de Cultura (Dcult) e Núcleo da Consciência Negra da Unicamp.

Mesa de abertura com Regina Facchini, “A gente não é só LGBTQIA+”: https://www.youtube.com/watch?v=cKimD7v3ik4

Canal para acesso as demais mesas/debates: https://www.youtube.com/channel/UCWtkySCzik7aEYphc2ycJMg

 

Webinários da Associação Brasileira de Antropologia (ABA) LGBTI+, desafios e cidadania em tempos de pandemia. Com Amanda Palha (Amotrans/Antra), Roberto Marques (URCA e UECE) e Silvia Aguião (Clam/UERJ e AfroCebrap), Luiz Mello (Ser-Tão/UFG) e Gloria Careaga (UNAM). Mediação de Regina Facchini e Sérgio Carrara, ambos integrantes do Comitê Gênero e Sexualidade da ABA. Organização de Regina Facchini (Pagu; PPGAS/Unicamp; Projeto Gênero & Desigualdades), Carolina Parreiras (PPGAS/Unicamp; Numas/USP, Projeto Gênero & Desigualdades) e Sérgio Carrara (IMS/UERJ). https://youtu.be/lS0zuIh_DiQ.

 

 

TÓPICO 2 - FINANCIAMENTO DE PESQUISA

 

 

Fluxo Contínuo

A Fundação de Pesquisa de São Paulo (FAPESP) oferece em fluxo contínuo financiamento para projetos de pesquisa individuais e colaborativos a serem desenvolvidos sob a responsabilidade de um Pesquisador Responsável com título de doutor ou qualificação equivalente avaliada por sua súmula curricular, vinculado a entidades de ensino superior e pesquisa, públicas ou privadas, no Estado de São Paulo.

Para saber mais, acesse: http://www.fapesp.br/auxilios/

 

Chamada FAPESP 25/2017

Chamada de Propostas - Programa de Apoio a Núcleos de Excelência

Prazo para recebimento de propostas: fluxo contínuo

Serão selecionadas propostas em temas relacionados às mais diversas áreas do conhecimento, em consonância com os objetivos do Programa de Apoio a Núcleos de Excelência.

Apoio: FAPESP e CNPq

http://www.fapesp.br/10992

 

Chamada FAPESP 41/2016

DFG/FAPESP  Coordinated Programmes

Prazo para recebimento: fluxo contínuo

Propostas deverão seguir as normas da modalidade Auxílio à Pesquisa – Projeto Temático.

Apoio: FAPESP e Sociedade Alemã de Amparo à Pesquisa (DFG)

http://www.fapesp.br/10624

 

Chamada FAPESP 40/2016

DFG/FAPESP Research Grant Proposals

Prazo para recebimento: fluxo contínuo

Propostas deverão seguir as normas da modalidade Auxílio à Pesquisa – Regular.

Apoio: FAPESP e Sociedade Alemã de Amparo à Pesquisa (DFG)

http://www.fapesp.br/10623

 

Chamada FAPESP 42/2015

Chamada de propostas em colaboração com propostas submetidas ao EU Horizon 2020

Prazo para recebimento de propostas: fluxo contínuo

A pesquisa em colaboração abrange todas as áreas do conhecimento.

Apoio: FAPESP e União Europeia/Horizonte 2020

http://www.fapesp.br/9775

 

Fundo de Estruturação de Projetos - BNDES FEP

O BNDES apoia com recursos não reembolsáveis, provenientes do BNDES Fundo de Estruturação de Projetos (BNDES FEP), estudos técnicos ou pesquisas que estejam relacionadas ao desenvolvimento econômico e social do Brasil e da América Latina e que possam orientar a formulação de políticas públicas. Também são passíveis de apoio estudos que propiciem, direta ou indiretamente, a geração de projetos de elevado retorno social, que possam implicar significativos investimentos públicos ou privados.

Mais informações em: https://www.bndes.gov.br/wps/portal/site/home

 

Chamada FAPESP/UKRI

A FAPESP e os Conselhos de Pesquisa (Research Councils) do Reino Unido (UKRI, na sigla em inglês) tem como objetivo apoiar o desenvolvimento de projetos conjuntos de pesquisa propostos por pesquisadores vinculados a instituições de pesquisa do Reino Unido e do Estado de São Paulo.

Prazo para recebimento de propostas: Fluxo contínuo

Mais informações em: http://www.fapesp.br/10273

 

 

TÓPICO 3 - ENVIO DE ARTIGOS, TRABALHOS E PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS

 

 

3.a - Chamada para submissão de trabalhos

 

 

Dossiê Temático: Gênero e Serviço Social no Mundo do Trabalho

O contato do Serviço Social com o debate de gênero não é recente. As primeiras aproximações ocorreram na década de 1980 com a participação de docentes e profissionais na militância feminista e no contato com os estudos sobre mulheres. Esse processo contribuiu, posteriormente, para a criação dos primeiros grupos de pesquisa e projetos de extensão sobre o tema, bem como a inserção desse conteúdo em disciplinas, de forma transversal, em algumas unidades de ensino. Na década de 1990, a questão foi inserida no nosso Código de Ética e a Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social (ABEPSS) reconheceu a importância do debate para a formação profissional ao incluí-lo nas diretrizes curriculares. Contudo, tal temática só ganhou maior visibilidade no Serviço Social nos últimos anos. Assim, a discussão sobre gênero, a partir de diferentes perspectivas teóricas, passou a integrar as pesquisas, a grade curricular dos cursos de graduação em disciplinas obrigatórias ou eletivas e o campo da intervenção profissional.

Ademais, o conjunto Conselho Federal de Serviço Social e Conselhos Regionais de Serviço Social (CFESS/CRESS) começou a adotar ações que abordam a temática, como a criação de grupos de trabalho, campanhas e divulgação de materiais. Não obstante tais iniciativas, ainda observam-se lacunas e a necessidade de avançar na produção do conhecimento essa questão. Nesse sentido, com vistas a contribuir para a ampliação da discussão acerca das relações de gênero no Serviço Social, a revista Gênero organiza o dossiê temático “Gênero e Serviço Social nos Mundos do Trabalho”. Serão recebidos trabalhos realizados por meio de pesquisas empíricas e teóricas, bem como relatos de experiências que tratam dos seguintes temas:

História da formação profissional e sua inserção na divisão sociotécnica e sexual do trabalho;

Perspectivas teóricas de análise sobre gênero e mundo do trabalho;

Mercado de trabalho profissional;

Feminização da pobreza: impactos para a prática profissional;

Campanhas das entidades representativas do Serviço Social sobre a questão de gênero e o mundo do trabalho;

Mundo do trabalho, “profissões femininas” e masculinidades;

Exames de biografias de profissionais a partir da perspectiva de gênero: trajetórias no mundo do trabalho;

Impactos da pandemia do COVID-19 na profissão e na inserção das mulheres e dos homens no mundo do trabalho; etc.

Sugere-se que a perspectiva interseccional, a qual busca relacionar os diversos marcadores da diferença e da desigualdade - classe, raça/etnia, orientação sexual, identidade de gênero, regionalidade e geração - seja contemplada nas reflexões abordadas.

Previsão de publicação: 31 de junho de 2022.

Período de submissão: setembro de 2020 a setembro de 2021.

Disponível em: https://periodicos.uff.br/revistagenero/announcement/view/424

 

Revista Maloca: Dossiê "Nutrir, crescer, se misturar: potencialidades e experiências na relação entre seres humanos, vegetais e outros que humanos"

Na etnologia contemporânea, as relações entre seres humanos e outros que humanos têm ocupado parte relevante dos esforços teórico-etnográficos das/os pesquisadoras/es. Por um lado, essa produção se desdobra da evidenciação e da crítica conceitual em torno da falsa universalidade das divisões ontológicas entre natureza e cultura (Gísli Pálsson, Marilyn Strathern e Philippe Descola, entre outros). Por outro, ela diz respeito ao recalibramento das amplitudes relacionais no campo do americanismo, fundado, entre outras coisas, no multinaturalismo das ontologias ameríndias (Eduardo Viveiros de Castro, Tânia Stolze Lima, entre outros). Neste contexto, argumentou-se, por exemplo, o quanto o análogo ameríndio do socius se estende à esfera daquilo que, em outras paragens, é tido como da esfera do associal, do natural ou do sobrenatural. Isto implicou destituir a sociedade e encarar a socialidade como um elemento distribuído no cosmos, incluindo uma miríade de pessoas outras que humanas, promotoras de ações, agentes de relações e partícipes da política.

No realinhamento das estratégias descritivas dos socius ameríndios em que se erije o perspectivismo, as etnografias colocaram grande ênfase nas relações com os animais, em detrimento de outras relações possíveis, com distintas classes de seres. Neste contexto, seja no âmbito do ritual ou da mitologia, seja no âmbito da caça ou da chefia, do xamanismo ou do profetismo, as relações e imagens animais se proliferaram nas estratégias reflexivas das etnografias americanista.

No que diz respeito às relações vegetais, elas foram tratadas como recursos materiais e imagens conceituais atreladas ao âmbito da consanguinidade e, nesta seara, inscritas ao problema da convivialidade. Ao mesmo tempo, podemos observar que, apesar dos vegetais participarem de engendramento de multiplicidades em suas relações entre corpos, cosmos e substâncias, a noção de uma agencialidade aparente nem sempre está dada, pois há situações em que o processo de autocriação se faz presente. Uma certa equação de fundo parece, ainda, persistir: aquela que alinha homem, caça e mobilidade em oposição a mulher, fixação e agricultura. No entanto, etnografias recentes borram e saturam esses divisores, fazendo deslocar o olhar etnográfico para o poder de agenciamento de seres vegetais, assim como dos demais seres outros que humanos, em cosmologias personificantes altamente complexas. Isso provoca novos questionamentos e libera um certo conjunto de imagens reflexivas do mecanismo das oposições de gênero, este que é um dos grandes instrumentos conceituais produzidos pelo euroamericanismo para significar a si mesmo.

Há de se reconhecer, neste processo de redimensionamento do campo, a influência do pensamento feminista e de sua transformação a partir do material ameríndio. Por um lado, temos a complexificação metodológica trazida pelas noções de companheirismo (Donna Haraway), pelas intra-relações (Karen Barad) e pelas etnografias multiespécies (Anna Tsing), agora lidas e discutidas por parte significativa do americanismo. Por outro, temos o esforço de um conjunto importante de etnógrafas, que produziram torções relevantes em torno desse debate, seja no americanismo, seja no campo do pensamento feminista, a partir de pesquisas contundentes junto aos povos ameríndios (Ana Gabriela Morim de Lima, Fabiana Maizza, Joana Cabral de Oliveira, Karen Shiratori, Marta Amoroso e Priscila Matta, entre outras). De certo modo, essas pesquisadoras aprofundam e complexificam as imagens vegetais trazidas por outras, desde a década de oitenta, pelo menos (Cecília McCallum, Els Lagrou, Manuela Carneiro da Cunha, Nádia Farage, Vanessa Lea, entre outras).

Em certa medida, o movimento ao qual nos referimos corresponde a um processo de diversificação das imagens que a etnografia americanista produz ao redor dos estilos criativos dos povos ameríndios, perseguindo implicações filosóficas que, mais do que uma chave de novos conteúdos etnológicos, podem indicar uma virada de perspectiva. Refere-se às implicações conceituais, metodológicas e filosóficas que se produzem quando se passa a ver as socialidades ameríndias através das lentes de suas relações vegetais. Se assim for, etnografar relações vegetais não implicaria simplesmente uma mudança de ênfase no interior do americanismo, mas uma transformação do que significa descrever e proliferar socialidades ameríndias. A partir desse entendimento, a proposta do Dossiê “Nutrir, crescer, se misturar: potencialidades e experiências na relação entre seres humanos, vegetais e outros que humanos”, da Maloca – Revista de Estudos Indígenas, é estabelecer um diálogo com trabalhos que apresentem relações entre humanos, vegetais e demais seres outros que humanos que privilegiem as consequências teóricas, etnográficas e práticas dessas relações, dando-se, ainda, em diferentes frentes: na crítica feminista, nos estudos sobre parentesco, modos de conhecimento, xamanismo vegetal, agrobiodiversidade e ecologia cultural.

Data de Submissão – até 30/07/2021

Mais informações: https://econtents.bc.unicamp.br/inpec/index.php/maloca/

 

Dossiê Temático: “Feminismos materialistas: recepções latino-americanas”

Organização:

Maira Abreu- Universidade de São Paulo (USP)

Patrícia Trópia - Universidade Federal de Uberlândia (UFU)

Rafaela Cyrino- Universidade Federal de Uberlândia (UFU)

Revista Caderno Espaço Feminino – NEGUEM/UFU

Prazo para para recebimento dos artigos: setembro de 2021.

Envio dos artigos, com indicação do dossiê temático para o coordenador do dossiê: rafaelacyrino@ufu.br; mairaabreu2014@gmail.com; tropia@uol.com.br.

As normas de redação podem ser consultas em: http://www.seer.ufu.br/index.php/neguem/about/submissions#authorGuidelines

Resumo:

Este dossiê tem por objetivo reunir estudos teóricos e empíricos que mobilizam, dialogam ou adotam conceitos e problemáticas dos feminismos materialistas francófonos. Essa corrente teórico-política emerge no contexto francês, na década de 1970, em meio a intensas mobilizações feministas. Em ruptura com as análises marxistas sobre a chamada “questão feminina” da época, que associavam a opressão feminina a um problema em termos de “mentalidade” ou “superestrutural”, diversas autoras propõem mostrar a materialidade dessa forma de dominação e a necessidade de promover análises nas quais essa dimensão tenha centralidade. Christine Delphy, Colette Guillaumin, Nicole-Claude Mathieu, Monique Wittig e Paola Tabet são algumas das principais representantes dessa perspectiva. Concebendo as relações hierárquicas e assimétricas entre os sexos como relações sociais de dominação, exploração e opressão que não se confundem com as relações de classe, essas reflexões trouxeram um novo olhar e novas possibilidades teórico e políticas.

Cabe ressaltar que diversas outras teorizações influenciadas pelo marxismo surgem no seio da “segunda onda” do feminismo, que podem ser consideradas igualmente como materialistas. Mas, esse dossiê visa particularmente uma dessas reflexões, os feminismos materialistas francófonos. Interessa-nos particularmente os aspectos materiais dessa dominação: a apropriação não somente do tempo de trabalho, mas igualmente do corpo, da sexualidade assim como as dimensões materiais e ideológicas dessas relações de dominação e o impacto material da naturalização dessa forma de dominação na vida das mulheres.

O anti-essencialismo é, portanto, um elemento central nessas reflexões. Compreendendo que o processo de opressão das mulheres configura uma totalidade, os feminismos materialistas propõem a desnaturalização da categoria sexo, concebida, por esta corrente feminista, não como uma categoria natural, mas como uma categoria social e política. A categoria sexo, além de ser central no processo de apropriação das mulheres, é a categoria que, como observa Monique Wittig, funda a sociedade heterossexual. Este dossiê pretende dar visibilidade às abordagens que contribuam para uma análise anti-essencialista numa perspectiva materialista não só para compreender melhor a base material e ideológica da opressão das mulheres, mas para analisar as articulações entre racismo e sexismo, os nexos causais entre capitalismo, sexismo e racismo, as diversas formas de opressão vinculadas à matriz heteronormativa, entre outras.  Os anti-essencialismos gestados no contexto anglófono e os conceitos que emergem dessa reflexão (como sistema sexo-gênero, gênero, dentre outros) são mais conhecidos no contexto brasileiro. Mas, na mesma época, outros conceitos anti-essencialistas emergem no contexto francês, entre eles: sexagem, pensamento straight e relações sociais de sexo.

Pouco conhecidas no Brasil e em diversos países da América Latina, essas autoras foram tardiamente traduzidas para o português e espanhol num contexto no qual se privilegiou a tradução e circulação dos feminismos anglófonos, particularmente estadunidenses. Um dos objetivos desse dossiê é justamente compreender a recepção dessas autoras, a cirulação de conceitos, o modo como foram apropriados, adaptados, re-transformados e incorporados nas reflexões latino-americanas.

Além de estimular a produção acadêmica voltada para abordagens que analisem a economia política dos sexos, rompendo com o mainstream que associa economia e produção ao mercado, este dossiê tem como propósito acolher trabalhos que permitam pensar diversas dimensões das relações sociais de sexo: o trabalho, a sexualidade, a construção social dos corpos, a violência.

Em termos empíricos o dossiê pretende acolher trabalhos que realizem análises feministas materialistas, com ênfase em pesquisas que permitam estabelecer nexos multicausais entre sexismo, racismo, capitalismo e colonialidade. Estudos de natureza teórica também são bem-vindos, desde que promovam análises originais. As diferenças internas e seus principais desafios face à crise do capitalismo contemporâneo agravada pela pandemia e pela mundialização do neoliberalismo; as proximidades e/ou tensões que se observam entre o feminismo materialista e outras perspectivas feministas, como o feminismo marxista, o ecofeminismo, as perspectivas centradas na noção de empoderamento, entre outras; as dicotomias opondo abordagens culturalistas e materialistas, os diálogos possíveis com o feminismo decolonial, feminismos pós-modernos e queer são temas possíveis a serem desenvolvidos.

Pouco presente nos debates acadêmicos brasileiros e na crítica feminista de uma forma mais geral, essas reflexões começam a interessar cada vez mais pesquisadoras e militantes nos últimos anos no Brasil e em outros países latino-americanos.

Esse dossiê pretende dar maior visibilidade aos feminismos materialistas, no sentido, justamente, de estimular uma produção feminista centrada em análises abrangentes e profundas das relações sociais de sexo, em suas várias dimensões e interfaces.

http://www.seer.ufu.br/index.php/neguem/announcement/view/186

 

"Nossas Vivências, Experiências, Transcendências e Traumas na Pandemia do Covid-19"

NOVO PRAZO – 30 de Julho de 2021

Número Especial da Revista – Publicação em Setembro/2021

"Nossas Vivências, Experiências, Transcendências e Traumas na Pandemia do Covid-19"

Este dossiê se propõe a marcar nossas vivências, experiências, transcendências e

traumas na história da pandemia do covid-19 no Brasil, a partir de uma perspectiva interseccional (de gênero, raça, classe, idade/geração e orientação sexual dentre outras mais), em uma diversidade de contribuições - artigos, ensaios, fotos, poemas, cordéis, músicas, depoimentos e qualquer outra forma de expressão - que possam ser registradas e publicadas pela Revista Feminismos. Vivemos hoje um dos momentos mais críticos da nossa história recente com a crise sanitária causada pela pandemia do COVID-19, agravada que tem sido em nosso país pelo pandemônio resultante do des/governo atual, com dimensões catastróficas em termos sociais, políticos, econômicos, culturais e no cotidiano de todas e todos nós. Algumas e alguns de nós, constituímos, até o momento, uma parcela privilegiada da população, na medida em que podemos exercer nosso trabalho de forma remota, não estando expostas/os mais diretamente ao perigo de contágio. Mas sabemos que isso não é verdade para todas e todos nós, aliás, para a maior parte da nossa população! Por outro lado, a vivência do ‘home office’ e ‘home schooling’ não tem se dado sem grandes atropelos, particularmente no caso das mulheres, mães de crianças ainda pequenas, que demandam muito mais cuidado e atenção. Como a divisão sexual do trabalho e a divisão racial do trabalho têm operado na pandemia? Por certo, tem sido bastante difícil, também, para as/os que vivem sozinhas/os, experimentando um isolamento ainda maior, bem como para as pessoas de idade mais avançada, ou com comorbidades, ou as/os cuidadoras/es de parentes que se enquadram nesses grupos de risco. Queremos saber: como os fatores idade/geração têm demarcado nossas experiências na pandemia? Em especial, é importante registrarmos os possíveis traumas vivenciados por aquelas e aqueles, entre nós, que foram acometidas/os pelo COVID e, ainda mais, a imensa tristeza que tem se abatido sobre as famílias que perderam pessoas queridas, roubadas por essa doença. Por certo, todas essas experiências têm sido relevantes, construindo, cada uma delas, a história da pandemia do COVID-19 no Brasil até este momento. Acreditamos que é importante registrá-las, da forma que cada um/a de nós se sentir mais confortável em fazê-lo, dando assim espaço – e compasso – para nossas diferentes expressões do que nos tem passado pelo corpo, âmago e pensamento.

Prazo para envio das contribuições: 30 de Julho, 2021

Publicação em Número Especial da Revista Feminismos (talvez tenhamos que fazer dois números...)

Organizadoras do Dossiê: Clarice Costa Pinheiro, Maíra Kubik Mano e Cecilia

Sardenberg

Favor submeter contribuições para o dossiê pelo sistema da Revista Feminismos. https://periodicos.ufba.br/index.php/feminismos

 

Chamada para publicação: Chamada para publicação Revista de Literatura, História e Memória v. 17, n. 30, 2021

A Revista de Literatura, História e Memória, ISSN 1983-1498, Qualis B2, vinculada ao Programa de Pós-Graduação em Letras da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE), de periodicidade semestral, está com chamadas abertas para o recebimento de artigos originais e inéditos para integralizarem sua próxima edição (v. 17, n. 30, 2021).

Em cada uma de suas edições a revista compõe-se de duas partes: um DOSSIÊ com temática definida, além de outra SEÇÃO, esta em fluxo contínuo, intitulada “Pesquisa em Letras no contexto Latino-americano e Literatura, Ensino e Cultura”, que agrega artigos diversos oriundos de pesquisa e estudos na área de Literatura.

 

DOSSIÊ: FEMINISMOS E LITERATURAS

Denominamos este dossiê "Feminismos e literaturas", no plural. Literaturas porque concebemos essa expressão artística em sentido amplo, como Antonio Candido em “O direito à literatura”, conferência que clama por ser revisitada em nossos tempos: "todas as criações de toque poético, ficcional ou dramático em todos os níveis de uma sociedade, em todos os tipos de cultura" (p. 174). Essa compreensão aqui mobilizada supõe literatura não apenas a prosa e a poesia (ficcional ou não ficcional), mas também outras formas literárias diversas, tais como a literatura oral e a música popular.

E feminismos porque entendemos que estes conformam um movimento social histórico e um campo de conhecimento cuja construção é feita a partir de diferentes perspectivas políticas e epistemológicas — que dão lugar muitas vezes às adjetivações como, por exemplo, feminismo negro, decolonial ou marxista. Uma heterogeneidade e multiplicidade teórico-crítica que não esteve isenta de tensões e disputas no interior do próprio campo feminista, e nos leva hoje a um grande assentamento da necessidade de se pensar o feminismo não apenas a partir de uma categoria “gênero”, que universaliza experiências, mas no cruzamento e sobreposição de gênero com outras categorias, como as de raça, classe e sexualidade, ou ainda com relação aos modernos aparatos coloniais.

Com base nessa perspectiva plural dos dois termos, o dossiê "Feminismos e literaturas" se propõe a reunir trabalhos que analisem corpora literários a partir da articulação dos estudos feministas com os estudos literários, discursivos ou da tradução. Os artigos podem ter como objeto de estudo a representação das mulheres e do “feminino” nas literaturas, a produção literária de mulheres, a tradução de literatura produzida por mulheres, os feminismos na produção literária, ou outras temáticas ainda, desde que integradas ao escopo proposto.

ORGANIZADORAS:

Dra. Andreia dos Santos Menezes – Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)

Dra. Larissa Fostinone Locoselli – Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA)

PRAZO PARA SUBMISSÕES: até 30/08/2021

Mais informações: http://e-revista.unioeste.br/index.php/rlhm

 

Revista Mediações: Quando o "Outro" é o antropólogo - reflexões sobre as produções etnográficas contemporâneas

A presente proposta pretende reunir artigos que tragam reflexões sobre os efeitos da produção de antropólogos negros e indígenas – mas não só – para a teoria antropológica no que diz respeito, em especial, a essas duas distinções fundantes do campo da antropologia: a separação sujeito – objeto e a separação campo – casa. Inspiradas em Nascimento e Cruz (2017), nas suas reflexões sobre a “Quinzena do Negro”, evento organizado por intelectuais negros na USP, em 1977, ressaltamos que essas etnografias são baseadas não no “eu estive lá”, mas fundamentalmente no “eu sou de lá”.

O que estamos buscando são textos que, de distintas maneiras, abalem o “mito do pesquisador de campo semicamaleão” (GEERTZ, 1997[1983]:85). Mas não porque esses textos permitam expor a “verdade” do que acontece com os antropólogos (ou ao menos parte deles) em campo – forma como muitos encararam a publicação póstuma dos diários de Malinowski. Estamos interessadas em textos que abalem esse mito justamente porque entendemos que ele vem perdendo sentido se considerarmos que muitos antropólogos não são mais estrangeiros a se camuflar entre os Outros.

Mais do que simplesmente dar visibilidade à produção de antropólogos negros e indígenas, a proposta do presente dossiê visa sistematizar um corpus de reflexões teórico-metodológicas que vem se construindo nos últimos anos no campo da antropologia produzida no país. Entendemos que essas etnografias produzidas desde casa, ou a partir de relações diversas daquelas preconizadas pelo modelo que conformou inicialmente o campo disciplinar, podem trazer novas e importantes questões para a antropologia como um todo.

Data de Submissão – até 22/07/2022

Mais informações: http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/mediacoes/announcement/view/319

 

Chamada para submissão de artigos “Letras da Diversidade”

Chamada para submissão de artigos – 15 a 28 de junho de 2021

A AVANT GARDE EDIÇÕES, editora que, reconhecidamente, publica obras sobre a temática das identidades e da diversidade cultural, em parceria com o Grupo Matizes, comunicam que se encontra aberta a chamada para submissão de artigos acadêmicos que comporão a obra “Letras da Diversidade – Artigos 2021”. O objetivo é dar visibilidade às investigações acadêmicas que abordam temas sobre LGBTQI+ no contexto piauiense. Cabe às editoras registrar e tornar público esses artigos, que costumam congregar um conjunto de conhecimentos capazes de explicitar as relações de poder que permeiam as formações sociais e políticas, bem como podem fomentar novas políticas públicas. Em momentos como este, marcado pelo crescimento do conservadorismo, com visíveis retrocessos às conquistas no campo dos direitos humanos faz-se necessário manter viva a discussão sobre os direitos de grupos socialmente inferiorizados e a defesa desses direitos. Desta forma, o Grupo Matizes, com apoio da Lei Aldir Blanc/Maria da Inglaterra/SECULT-PI, e a Avant Garde Edições, constituem uma Curadoria composta por mestres, doutoras e doutores de Instituições de Ensino Superior para ANÁLISE de ARTIGOS ACADÊMICOS, resultado de pesquisas sobre políticas públicas e direitos da população LGBTQI+ no Piauí.

A seleção dos artigos observará os seguintes critérios:

As autoras e autores, na qualidade de titulares dos direitos autorais do(s) texto(s) enviado(s) para submissão, nos termos da Lei 9.610/98, estão cientes que o envio implica na cessão de direitos autorais de publicação impressa e/ou digital aos editores, para fins da publicação, no livro “Letras da Diversidade – Artigos”, autorizando, ainda, que o(s) trabalho(s) científico(s) aprovado(s) seja(m) divulgado(s) gratuitamente, sem qualquer tipo de ressarcimento a título de direitos autorais, para fins de leitura e impressão e/ou download do arquivo do texto, a partir da data de aceitação para publicação. Portanto, ao procederem a submissão do(s) artigo(s) para publicação no livro acima citado as(os) pesquisadoras (es) têm plena ciência de que não serão remunerados pela publicação. A editora repassará para as (os) pesquisadoras (es) selecionadas (os) 03 (três) exemplares da obra.
O texto deve ter a seguinte formatação: o artigo deve conter no mínimo 09 (nove) e máximo de 12 (doze) laudas. Editor Word, fonte Arial, tamanho 12 e espaço entre linhas 1,5, alinhamento justificado. Os textos deverão apresentar o seguinte padrão: título em caixa alta, subtítulo em letra normal; nome do autor(a) seguido da titulação, vínculo institucional (se houver) e e-mail; sem resumo. • O texto deve ter passado por rigorosa revisão ortográfica e gramatical. Caso contrário, o Conselho Editorial poderá rejeitá-lo. • O texto deve ser configurado em 3 cm (superior e esquerda) e 2 cm (inferior e direita). • Citações diretas com mais de 3 linhas devem ser destacadas, com recuo de 4cm, sem aspas e fonte 11. • As referências bibliográficas devem vir no corpo do texto, seguindo o sistema autor-data. Exemplos: (PEREIRA, 2020, p. 15); (PEREIRA, 2020, p. 15-16). • As notas de rodapé devem ter caráter estritamente explicativo, numeradas consecutivamente em algarismos arábicos. As notas aparecem ao fim de cada página, em fonte normal Timer

New Roman, tamanho 10, espaço entre linhas simples, justificadas. • Ao fim do texto, devem ser listadas as referências bibliográficas completas em ordem alfabética. Devem ser listadas apenas as referências utilizadas no texto. • As referências das fontes documentais devem ser informadas de maneira integral, tanto em notas de rodapé, quanto em uma lista no final do artigo.

Curadoria:

Ana Kelma Gallas – Doutoranda em Políticas Públicas (UFPI), Professora do Centro

Universitário Santo Agostinho, Escritora;

Francisco Oliveira Barro Júnior – Doutor em Ciências (PUC – SP), Professor da UFPI;
Ruan Nunes Silva – Doutor em Estudos de Literatura (UFF) e Professor da UESPI;
Marleide Lins de Albuquerque – Editora (AVANT GARDE EDIÇÕES), Escritora,

Pesquisadora.

INSCRIÇÕES: enviar o artigo e, em documento anexo, nome completo, endereço, telefone e CPF, para os endereços: avantedita@gmail.com / matizesteresina@gmail.com

 

CHAMADA PARA DOSSIÊ - Edição 2021/2 - “Os Estudos Sociais da Ciência e Tecnologia e a esfera pública contemporânea”

Resumo: Interessam-nos contribuições teóricas, metodológicas e/ou empíricas que abordem de forma multidimensional e interdisciplinar a ciência e tecnologia, desde suas convergências ou dissidências com as subjetividades contemporâneas, passando pelas políticas públicas adotadas por governos de distintos matizes ideológicos, até suas relações com o capitalismo de contornos neoliberais. Por fim, como instâncias abertas a disputas, são relevantes esforços que analisem como as ciências e tecnologias são construídas socialmente e perpassadas pelas mais distintas agências – como movimentos da sociedade civil, interesses de mercado, valores morais, entre outros fatores – que revelam os limites e potencialidades do conhecimento científico, bem como suas fronteiras com formas diversas de conhecimento.

Os trabalhos serão aceitos até o dia 1º de novembro de 2021, com previsão de publicação para o primeiro trimestre de 2022. 

Mais informações podem ser encontradas no site da revista: https://periodicos.ufjf.br/index.php/csonline/index

 

Revista Pensata: Chamada para parecerista

A revista Pensata dos Alunos do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da UNIFESP – é uma revista acadêmica que se propõe a abrir um espaço de reflexão crítica e diálogo interdisciplinar entre a Antropologia, a Ciência Política e a Sociologia a partir das propostas temáticas das três linhas de pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da UNIFESP (Conflitos, Sujeitos, Direitos; Pensamento, Conhecimento, Expressão; e Territórios, Trabalho, Políticas Públicas), sem excluir, entretanto, temas relativos a outras áreas do conhecimento em diálogo com as Ciências Sociais. Será contemplada a publicação de artigos, resenhas, entrevistas, transcrições, e traduções em português e em espanhol, visando com isso tanto uma pluralização linguística do conteúdo divulgado quanto uma integração de pesquisas e perspectivas dos países latino-americanos vizinhos.

A Revista Pensata convida pesquisadores(as) doutores(as) para integrar o corpo de avaliadores do periódico.

Mais informações: https://periodicos.unifesp.br/index.php/pensata/announcement/view/220

 

Rivista Di Studi IberoAmericani - Confluenze: Dossiê "Infâncias na América Latina - Diversidade em Tensão"

Nos últimos anos, numerosos estudos levaram a repensar as perspectivas existentes sobre as definições, o papel e as funções que as diferentes formas de “infância” assumem nas sociedades latino-americanas. Da mesma forma, um número crescente de estudos antropológicos, históricos e educacionais se propõe a falar de “infâncias” no plural, no sentido de reconhecer a diversidade de construções sociais que, no tempo e no espaço, dão forma e significado a essa fase da vida. Reconhecer a diversidade de formas de pensar, construir e atribuir sentido às diferentes infâncias abre novos e interessantes caminhos de pesquisa, com vista à superação da ideia de “criança universal”. Essa ideia é o resultado de uma grande tradição colonial e patriarcal de dominação epistêmica, e muitas vezes tem sido a base de políticas nacionais e internacionais de assistência, cuidado e educação; é uma ideia que também tem orientado paternalisticamente as práticas de atores estatais e não estatais para os setores populares e grupos indígenas e afrodescendentes, negando o reconhecimento de suas especificidades sociais e culturais. A ideia da “criança universal”, promovida “de cima”, historicamente encontrou o seu limite na incapacidade de se reconciliar com as práticas sociais e culturais que surgem “de baixo”, a partir de grupos subalternos.

Partindo desse panorama, o dossiê se propõe a refletir sobre as muitas variações das ideias de “infância” na América Latina, mas também sobre as tensões que surgem em torno delas, a partir das políticas, dos programas e das ações das entidades estatais e não estatais. Este dossiê procura considerar as representações, os imaginários e as práticas de relacionalidade, cuidado, criação e educação que se constroem a partir das crianças como espaços de construção política e social, atravessados ​​por tensões, imposições, resistências e negociações, nas quais os ideais que norteiam a reprodução social de cada grupo está em jogo.

O foco do dossiê serão os processos e espaços sociais de construção e implementação das ideias sobre as infâncias, bem como os debates e tensões que os caracterizam: a educação (institucionalizada ou não institucionalizada e informal), a família e as redes parentais (cuidado e criação), as dinâmicas de construção de gêneros e das afiliações coletivas (etnia e interculturalidade), aspectos trabalhistas (marginalidade urbana e rural, a questão do trabalho infantil) e áreas de produção cultural dos grupos sociais (imaginário, jogos, literatura, esportes e entretenimento para crianças).

Data de Submissão – até 30/07/2021

Mais informações: https://confluenze.unibo.it/announcement/view/444

 

CEDES - Centro de Estudos Educação e Sociedade: Seção temática sobre ações afirmativas e educação

Convida-se pesquisadoras e pesquisadores a apresentarem trabalhos sobre ações afirmativas de promoção da igualdade racial na educação. A sessão especial tem como proposta divulgar artigos originais, numa perspectiva crítica e multidisciplinar, com reflexões, análises e avaliações de resultados de ações e políticas afirmativas adotadas, em especial, na educação escolar em seus diferentes níveis, etapas e modalidades, bem como nos processos socioeducativos mais amplos.

Neste contexto, essa chamada convida a comunidade acadêmica a escreverem sobre ações afirmativas de promoção da igualdade racial na educação em interface com os seguintes temas:

ações afirmativas em perspectiva comparada;
ações afirmativas, acesso e permanência no ensino superior;
ações afirmativas e democratização do ensino superior;
ações afirmativas e a luta antirracista;
a Lei 12. 711/12: impactos, desafios, avaliação;
a Lei 12.990/12: impactos, desafios, avaliação e relação com a educação;
a Lei 10.639/03: impactos, desafios, avaliação;
relação entre ações afirmativas no ensino superior e mercado de trabalho;
egressos de ações afirmativas;
movimentos sociais e políticas de ação afirmativa (com ênfase especial no movimento negro);
a questão quilombola e as ações afirmativas;
ações afirmativas, gênero, raça e interseccionalidades;
mídia e ações afirmativas;
tensões e conflitos na aprovação e implementação de políticas de ações afirmativas;
ações afirmativas na educação básica;
ações afirmativas e formação docente.

Data de Submissão – até 31/07/2021

Mais informações: https://www.cedes.unicamp.br/publicacoes/819

 

Revista de Estudos Teatrais - Pitagoras 500: Dossiê "Gêneros na Cena Teatral" 

As dimensões psicofísicas dos corpos atuantes na cena teatral destacam e expõem de modo crescente e polêmico as políticas de gênero nas performações e nos processos criativos da cena, evidenciando questões, relativamente recentes, voltadas às poéticas da criação cênica. O olhar e a atuação de um teatro contemporâneo com grupos teatrais feministas têm se manifestado globalmente, sobretudo nos países africanos e latino-americanos, em que a condição de vulnerabilidade feminina é mais acentuada. 

No Brasil, a atenção múltipla da cena ativista se desdobra em grupos artísticos e de investigação acadêmica, atravessada por abordagens e estudos de gênero, práticas e procedimentos teatrais múltiplos, mobilizações e intervenções comunitárias. 

Nesta edição, a Revista Pitágoras 500 propõe uma chamada de artigos que tratem de temas relativos às singularidades das questões de gênero e sexualidade presentes nas várias instâncias do processo de criação e recepção teatral, bem como nos percursos da formação des artistes da cena (laboratórios, textos, encenações, pedagogias).  

Data de Submissão – até 26/09/2021 

Mais informações: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/pit500/announcement

 

Revista em Tese: Dossiê "Horizontes do Pós-Colonial"

Desde meados do século passado emergem, de modo contundente ao redor de todo o planeta, as vozes dos subalternos e subalternas da Modernidade/Colonialidade por meio do feminismo, dos povos indígenas, do movimento negro, dos intelectuais em diáspora e de outros tantos movimentos sociais. Desde então, tais vozes vêm provocando abalos no pensamento eurocêntrico, reformulando ou construindo um novo léxico conceitual a partir das experiências e conhecimentos situados no princípio de realidade dos Damnés , os povos colonizados. Tal movimento precipitou um giro de perspectiva na abordagem dos temas relacionados ao processo colonial, desencadeando uma vasta corrente de pensamento conhecida sob a categoria mais geral de “estudos pós-coloniais”. Sob tal denominador podemos contemplar uma variedade de matrizes teórico-metodológicas que, a partir de diversos locais de enunciação postulam objetivos afins: produzir um tipo de conhecimento que extrapole e coloque sob a crítica as rígidas fronteiras do cânone da ciência ocidental moderna, e seus pressupostos que tomam realidades particulares por abstratos com validade universal. Serão aceitos para compor o dossiê artigos, entrevistas, resenhas e traduções que se filiem teoricamente às mais diversas matrizes do pensamento pós-colonial, e ou que trabalhem questões relacionadas às estruturas de dominação coloniais que mantém e reproduzem as desigualdades na sociedade contemporânea. Pesquisas que interseccionem questões relativas às temáticas de gênero e raça também serão bem-vindas. Os manuscritos submetidos ao dossiê devem contribuir para a reflexão sociológica ou de áreas correlatas às ciências humanas, proporcionando um espaço de debate e circulação de ideias para pesquisadores e estudantes interessados na temática.

Data de Submissão – até 31/07/2021

Mais informações: https://periodicos.ufsc.br/index.php/emtese

 

Revista Literatura História e Memória - LHM: Dossiê "Feminismos e Literatura"

Denominamos este dossiê "Feminismos e literaturas", no plural. Literaturas porque concebemos essa expressão artística em sentido amplo, como Antônio Candido em “O direito à literatura”, conferência que clama por ser revisitada em nossos tempos: "todas as criações de toque poético, ficcional ou dramático em todos os níveis de uma sociedade, em todos os tipos de cultura" (p. 174). Essa compreensão aqui mobilizada supõe literatura não apenas a prosa e a poesia (ficcional ou não ficcional), mas também outras formas literárias diversas, tais como a literatura oral e a música popular.

E feminismos porque entendemos que estes conformam um movimento social histórico e um campo de conhecimento cuja construção é feita a partir de diferentes perspectivas políticas e epistemológicas — que dão lugar muitas vezes às adjetivações como, por exemplo, feminismo negro, decolonial ou marxista.  Uma heterogeneidade e multiplicidade teórico-crítica que não esteve isenta de tensões e disputas no interior do próprio campo feminista, e nos leva hoje a um grande assentamento da necessidade de se pensar o feminismo não apenas a partir de uma categoria “gênero”, que universaliza experiências, mas no cruzamento e sobreposição de gênero com outras categorias, como as de raça, classe e sexualidade, ou ainda com relação aos modernos aparatos coloniais.

Com base nessa perspectiva plural dos dois termos, o dossiê "Feminismos e literaturas" se propõe a reunir trabalhos que analisem corpora literários a partir da articulação dos estudos feministas com os estudos literários, discursivos ou da tradução. Os artigos podem ter como objeto de estudo a representação das mulheres e do “feminino” nas literaturas, a produção literária de mulheres, a tradução de literatura produzida por mulheres, os feminismos na produção literária, ou outras temáticas ainda, desde que integradas ao escopo proposto.

Data de Submissão – até 30/08/2021

Mais informações: http://e-revista.unioeste.br/index.php/rlhm/announcement/view/349

 

Revista Brasileira de Estudos da Homocultura: Dossiê "Sapatão e Preta - Conexões entre Identidade Política, Performatividades de Gênero e Corpos Racializados"

Ser uma mulher negra e sapatão é provar dupla e cotidianamente como as mulheres precisam lutar contra o racismo e o patriarcado para sobreviverem diariamente, além de provarem como esse “cis-tema” oprime o corpo das mulheres, sejam elas trans ou cis, impondo padrões específicos a partir do binarismo de gênero. Mulheres negras, indígenas e não brancas estarão ainda mais vulneráveis às violências e opressões, como nos informam os movimentos sociais, os dados estatísticos e as pesquisas interseccionais.

O modelo de feminilidade que é imposto às mulheres é o reflexo do binarismo, racista, heteronormativo e patriarcal, que busca submetê-las a um modo de existência que determina os usos do corpo, os tipos aceitáveis de comportamento, entre outras imposições idealizadas pela "cis-hetero-norma". A referência de feminilidade posta por esses padrões vislumbra como modelo a mulher cis, branca, magra, silenciosa, entre outras características que confirmariam sua existência "feminina".

O silêncio e a invisibilidade são marcas presentes na produção acadêmica, artística e literária sobre lesbianidades, da mesma forma em que se apresentam nas trajetórias subjetivas de mulheres que se reconhecem como lésbicas, sapatões ou sapatonas. Mesmo considerando que temos algum avanço neste campo da produção de conhecimento no Brasil, as hierarquias/desigualdades de raça, gênero e sexualidades que atravessam os campos discursivos ainda ofuscam os estudos sobre lesbianidades. A política do silenciamento e a invisibilidade imposta às mulheres lésbicas podem ser explicados, em parte, pela sua posição de enfrentamento das heteronormatividades no estabelecimento de suas relações afetivas e na recusa da incorporação de dadas performances/estereótipos de gênero. Entendendo a heteronormatividade como um sistema que naturaliza e hierarquiza as diferenças de gênero, sexo, mas também de raça e classe, quanto mais distantes do modelo de "feminilidade" que lhes é imposto, mais as mulheres lésbicas se tornam vulneráveis à violência, ao empobrecimento, ao preconceito e à discriminação.

Entender e visibilizar o corpo negro sapatão como diverso em suas performances e existências, político e corpo produtor de saberes, é qualificar suas demandas para o meio social, para que não seja visto apenas fora da categoria, mas dentro das diversidades do ser mulher.

Considerando o exposto até aqui, o dossiê “'Sapatão e preta!': conexões entre identidade política, perfomatividades de gênero e corpos racializados” tem como principal objetivo visibilizar os saberes, performances e as diversidades da mulher sapatona, privilegiando as mulheres cis e trans negras, bem como as discussões acerca  das múltiplas existências dos corpos com especificidades e interseccionalidades, entendendo que a performance de gênero para as mulheres não é somente a apresentada de forma rígida pela cis-hetero-norma, e sim, aquela que se entrelaça ao corpo da mulher.

Data de Submissão – até 31/07/2021

Mais informações: https://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/rebeh/announcement/v...

 

Coisas do Gênero - Revista de estudos feministas em teologia e religião: ecofeminismo (s), teologias e territórios

O termo Ecofeminismo traz à discussão a relação entre duas bases que estruturam a sociedade atual: o patriarcado e o capitalismo. Entendendo que as mulheres são as maiores vítimas da violência da degradação ambiental, os movimentos ecofeministas articulam, em uma perspectiva sistêmica, as buscas por direitos iguais para mulheres e homens, por sustentabilidade e a defesa do meio-ambiente. Dentro desses movimentos, a reflexão teológica está associada à teologia ecofeminista. Ela envolve o desenvolvimento conceitual das relações entre as religiões patriarcais, junto aos seus sistemas simbólicos, e a evolução social patriarcal e capitalista, propondo de ações e discursos para desenvolver espiritualidades engajadas na busca dessas novas relações. Este dossiê busca refletir sobre teorias, metodologias e práticas ecofeministas e suas histórias, aceitando artigos em perspectivas plurais

Mais informações: http://periodicos.est.edu.br/index.php/genero/announcement/view/52

 

Chamada Temática para submissão de artigos,resenha, entrevista ou ensaio – Revista Profanações

Atualmente a Revista Profanações conta com pesquisadores pareceristas vinculados ao pensamento agambeniano e/ou de seus interlocutores de universidades da Argentina, Chile, Peru, Colômbia, México, Espanha, Itália e, de diversas regiões do Brasil.

A Revista Profanações convida os/as interessados/as em contribuir com a temática proposta, sob a forma de artigo, resenha, entrevista ou ensaio. Esperamos receber contribuições sobre a temática apresentada acima, assim como análises comparativas, que considerem as contribuições da biopolítica italiana frente a possíveis diálogos com autores europeus, latino-americanos e/ou asiáticos, além de análises sobre a (bio)política no Brasil à luz do pensamento italiano. Nesse sentido, são bem-vindas quaisquer contribuições que estejam de acordo com os interesses da “Revista Profanações” (vide “Foco e Escopo” da revista).

Prazo para submissão: Fluxo contínuo

Mais informações: http://agambenbrasil.com.br/revista-profanacoes/

 

Revista Argumentos

Argumentos é uma revista eletrônica do Departamento de Política e Ciências Sociais da Universidade Estadual de Montes Claros. Seu objetivo geral é estabelecer-se como um espaço de debate e intercâmbio em ciências sociais sob uma perspectiva crítica. Sua área temática, portanto, inclui antropologia, sociologia e ciência política.

Nosso público-alvo são pesquisadores de ciências sociais e humanas (acadêmicos, estudantes, membros de organizações sociais e da comunidade em geral). Argumentos tem o português como idioma principal, mas recebe e publica pesquisas em espanhol e inglês. Sua periodicidade é semestral. Convidamos a apresentação de artigos científicos públicos não publicados e originais, sujeitos a um processo de revisão por pares. Lançamos dois dossiês por ano, mas temos uma recepção aberta e permanente de itens ao longo do ano.

Atualmente, a Argumentos está em indexadores com os metadados DOAJ, Latindex, Redib, Sumarios.org, Diadorim, Mines Journals; no indexador de métricas do Google Scholar; e nos mecanismos de busca da CAPES, Portal de Jornais - ANPOCS, LatinREV - CLACSO, MIAR e EZB. Cada artigo publicado pela Argumentos também possui o sistema de identificação DOI (Digital Object Identifier). As avaliações seguirão uma ética de avaliação duplo cego. Depois de passar pelo Comitê Editorial da revista, responsável por verificar se os padrões exigidos na seção "Diretrizes para autores" são cumpridos, os artigos são enviados anonimamente a dois árbitros, especialistas na área, para uma avaliação cuidadosa dos sua qualidade Em caso de desacordo, o artigo será enviado a um terceiro especialista. Os documentos recomendados para publicação com revisão de conteúdo serão enviados novamente a dois revisores, preferencialmente os do processo inicial.

Mais informações podem ser encontradas na página da revista: https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/argumentos

Os artigos podem ser enviados através do email: revista.argumentos@unimontes.br ou através da plataforma.

 

Revista Gênero

A revista publica trabalhos que contribuam para o estudo das relações de gênero, escritos a partir de diferentes tradições disciplinares, dentro de um arco de questões que dizem respeito à condição feminina, homossexualidades, masculinidades dentre outros temas correlatos.

Mais informações: http://www.periodicos.uff.br/revistagenero

 

Revista Diversidade e Educação

A Revista Diversidade e Educação é uma revista de divulgação científica semestral e publica artigos e relatos de experiências educativas nas temáticas de corpos, gêneros, sexualidades e relações étnico-raciais. A revista tem como foco textos que tratem dessas temáticas no espaço escolar e em outros espaços educativos.

Mais informações: https://periodicos.furg.br/divedu/about/submissions

 

Revista LibertAção

O Consultor Ad Hoc tem a função de auxiliar na avaliação dos artigos das diversas áreas do conhecimento enviados para o periódico. Para a seleção dos consultores que formarão o cadastro, serão considerados a titularidade (doutorado em Filosofia, Educação ou áreas afins) e a vinculação institucional.

As áreas temáticas da revista são Ensino de Filosofia, Marxismo e Educação, Filosofias Africanas, descolonização curricular/decolonialidades e filósofas contemporâneas.

Os/as interessados/as devem enviar os dados pessoais (nome, e-mail), suas áreas de interesse/pesquisa, bem como o link do currículo lattes para o e-mail revlibertacao@gmail.com com assunto Cadastro de Consultor Ad Hoc.

Mais informações: revlibertacao@gmail.com

 

Revista Pensata: Chamada para parecerista

A revista Pensata dos Alunos do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da UNIFESP – é uma revista acadêmica que se propõe a abrir um espaço de reflexão crítica e diálogo interdisciplinar entre a Antropologia, a Ciência Política e a Sociologia a partir das propostas temáticas das três linhas de pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da UNIFESP (Conflitos, Sujeitos, Direitos; Pensamento, Conhecimento, Expressão; e Territórios, Trabalho, Políticas Públicas), sem excluir, entretanto, temas relativos a outras áreas do conhecimento em diálogo com as Ciências Sociais. Será contemplada a publicação de artigos, resenhas, entrevistas, transcrições, e traduções em português e em espanhol, visando com isso tanto uma pluralização linguística do conteúdo divulgado quanto uma integração de pesquisas e perspectivas dos países latino-americanos vizinhos.

A Revista Pensata convida pesquisadores(as) doutores(as) para integrar o corpo de avaliadores do periódico.

Mais informações: https://periodicos.unifesp.br/index.php/pensata/announcement/view/220

 

 

3.b - Inscrições abertas para participação em eventos

 

 

II Fórum Sociedade Crítica: Vida Insubmissa, Pensamento Transgressor

O Fórum Sociedade Crítica (FSC), principal evento do Programa de Pós-Graduação em Ciências Humanas e Sociais da Universidade Federal do Oeste da Bahia (PPGCHS/UFOB), articula-se a partir das duas linhas de pesquisa do Programa, a saber "Linguagem, cultura e poder" e "Sociedade, políticas públicas e sustentabilidade", e tem por objetivo debater questões candentes nas sociedades contemporâneas, a exemplo das relações etnicorraciais, dos Direitos Humanos, do gênero e das sexualidades, dos estudos críticos em Educação e História, dos estudos sobre distintas capacidades corporais, dos Estudos Descoloniais, do direito à identidade e ao território, dentre outros assuntos, todos abordados à luz de teorias críticas nas Ciências Humanas e Sociais e em caráter inter/trans/multidisciplinar.

Neste ano, o II FSC ocorrerá na modalidade online e terá como foco as estratégias epistemológicas e políticas mobilizadas pelos movimentos sociais e a(r)tivistas para se oporem ao status quo e à sua sanha de destruição da vida. O tema do evento será Vida insubmissa, pensamento transgressor.

O Fórum tem duas possibilidades de participação: a) ouvinte e b) apresentador(a) de resumo expandido em GT. Os resumos expandidos devem ser submetidos conforme os eixos temáticos abaixo. Pessoas com título de doutorado poderão propor Painéis Temáticos, os quais igualmente deverão obedecer aos eixos temáticos do evento.

Eixos temáticos:

* GT1 – Estudos das relações etnicorraciais

* GT2 – Estudo sobre gênero e sexualidades

* GT3 – Estudos De(s)coloniais

* GT4 – Educação: questões atuais

* GT5 – Linguagens e interculturalidade

* GT6 – Movimentos Sociais e lutas por (re)conhecimento

* GT7 – Sociedade, políticas públicas e qualidade de vida

* GT8 – Justiça ambiental e Sustentabilidade

Data de submissão – até 18/08/2021

Data do evento - 05/10 a 07/10/2021

Mais informações: https://www.even3.com.br/sociedadecritica/

 

XXIV Congresso Internacional de Humanidades e XIII Encontro do Grupo de Pesquisa Textualidades Contemporâneas: Processos de Hibridação

O XXIV Congresso Internacional de Humanidades "Travessias, Escritas e Desafios Epistemológicos em Espaços Latino-Americanos" acontecerá, de forma virtual, entre os dias 18 e 21 de outubro de 2021, organizado pela Universidade de Brasília (UnB) em parceria com a Universidade Metropolitana de Ciências de la Educación (UMCE) do Chile. Conjuntamente acontecerá o XIII Encontro do Grupo de Pesquisa Textualidades Contemporâneas e Processos de Hibridação. Será um espaço de discussão e reflexão sobre temáticas da atualidade latino-americana aberto a acadêmicos/as, profissionais da educação e especialistas interessados na divulgação do trabalho acadêmico. O evento dará continuidade à rede de colaboração e de trabalho estabelecida desde 1998 entre a UMCE e a UnB.

O Congresso contemplará trabalhos nas seguintes áreas: Letras, Ciências Humanas, Ciências Sociais, Educação e Artes.

Esta edição estará organizada nas seguintes modalidades:

Grupos de Pesquisa

Conferências

Simpósios Gerais

Simpósios Temáticos

Data de submissão – até 18/08/2021 (Coordenação de Simpósios Temáticos e Encontros de Grupos de Pesquisa) e até 26/09/21 (Comunicações Orais)

Data do evento - 18/10 a 21/10/2021

Mais informações: https://www.even3.com.br/humanidades2021/

 

1° Encontro Bafo: Moda e Dissidências Sexuais e de Gênero

Nos dias 1 e 2 de setembro de 2021 será realizado o 1° Encontro Bafo, que tem como objetivo incentivar pesquisas sobre os temas de dissidências sexuais e de identidades de gênero e suas intersecções em relação aos estudos de moda. O encontro é desenvolvido pelo Laboratório Interdisciplinar de Ensino, Pesquisa e Extensão em Sexualidades – AFRODITE-UFSC-CNPq, filiado ao Instituto de Estudos em Gênero IEG-UFSC,  pela Coletiva de Estudos Às Avessas: moda, gênero, sexualidade e decolonialidades e pela Rede de Estudos decoloniais em Moda - REDeM.

Serão promovidas três mesas de discussão ao longo de dois dias, com duas mesas compostas por pessoas convidadas, sendo elas pesquisadoras e profissionais das áreas de moda, arte e gênero, e uma mesa para a apresentação de trabalhos selecionados. As mesas terão como foco principal as identidades subalternas e as dissidências de gênero e sexualidade.

Para a mesa de apresentação de trabalhos, abrimos um edital para envio de resumos de pesquisas acadêmicas, relatos, trabalhos artísticos e de ativismo que se relacionam com o tema. O período de inscrições dos resumos será de 14/06 a 14/07, e de inscrições para ouvintes de 10/06 a 31/08! O 1º Encontro Bafo será totalmente online e gratuito, com geração de certificado para as pessoas inscritas.

O evento conta com diversos apoiadores como coletivas de moda e de estudos de gênero, além de Programas de Pós Graduação e núcleos de pesquisa de todo o país. O Encontro visiona colaborar com a construção coletiva do conhecimento a respeito das possibilidades das modas e dos vestires enquanto existência e resistência.

Inscrevam-se no link abaixo!

O quê: 1° Encontro Bafo: Moda e Dissidências Sexuais e de Gênero
Quando: 01 e 02 de setembro de 2021
Onde: Meio Digital
Inscrições em:  https://afrodite.paginas.ufsc.br/1o-encontro-bafo/
Maiores Informações no e-mail: encontrobafo@gmail.com
E no perfil de Instagram e Facebook: @encontrobafo

 

Jornada de Estudos: Análise do Discurso de Corpus Digitais - Desafios Epistemológicos e Metodológicos

A jornada de estudos tem como tema central a análise do discurso de corpus digitais.  A circulação de discursos online traz novas questões sobre a metodologia de pesquisa em análise do discurso, como indicam os trabalhos de vários autores (as) dessa nova área de pesquisa.

Assim, é oportuno se questionar sobre os possíveis usos dos diferentes suportes textuais digitais, cuja abundância impõe uma série de desafios ao analista do discurso. Se por um lado estes discursos possibilitam ao pesquisador (a) a reconstituição de enunciados antes pouco acessíveis, como a discussão em torno de uma polêmica política, a natureza semiótica e a massa de dados textuais das publicações digitais podem provocar rupturas metodológicas.

Deste modo, o objetivo deste encontro é discutir os novos desafios epistemológicos ligados a estas manifestações linguísticas digitais a partir dos seguintes questionamentos: como constituir e explorar um corpus suficientemente representativo das discussões que acontecem na web? Como estudar estas produções com as noções fundadoras da análise do discurso? É necessário modificá-las ou adaptá-las a uma realidade discursiva digital? Se sim, de que forma? Como compreender os diferentes registros discursivos e os diferentes papéis dos enunciadores (comentários anônimos, por exemplo)? Como incorporar as ferramentas tecnológicas (programas, plataformas e coleta de dados) aos procedimentos analíticos?

O evento abordará tais questões a partir de diversas temáticas e problemáticas de pesquisa em torno dos discursos políticos e midiáticos. Serão aceitos trabalhos sobre o discurso de blogs e fóruns, sobre as discussões em redes sociais digitais ou ainda sobre os meios de comunicação digitais.

Os trabalhos deverão se articular em torno de pelo menos uma das seguintes áreas temáticas:

* Constituição do corpus de pesquisa

* Definição e aplicação da metodologia de pesquisa

* O lugar da argumentação nos discursos digitais

* Parecer crítico sobre o procedimento de investigação mobilizado

Data de submissão – até 25/09/2021

Data do evento - 22 e 23/11/2021

Mais informações: jeadal2021@gmail.com

 

VI Fórum Permanente de Museus Universitários

No dia 17 de maio de 2021, abriram as inscrições para o VI Fórum Permanente de Museus Universitários (VI FPMU), que acontecerá de 18 a 22 de outubro de 2021. O evento, realizado pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), por meio da organização do Museu de Arqueologia e Etnologia, em parceria com a Rede Brasileira de Coleções e Museus Universitários, conta com o apoio de diversas universidades do Brasil.

Em sua primeira edição virtual, o FPMU tem como objetivo agregar, debater e propor a elaboração de uma política pública para os Museus Universitários Brasileiros, a partir do estímulo das discussões sobre a identificação, a organização, a preservação e a pesquisa dos acervos e das coleções universitárias, apoiando os distintos processos museológicos em andamento nas instituições brasileiras e, principalmente, contribuir para a valorização e a divulgação dos acervos nacionais.

O evento, previsto inicialmente para acontecer de forma presencial em Curitiba no ano passado e adiado para 2021 por conta da pandemia, será voltado para profissionais, pesquisadoras e pesquisadores, docentes, e estudantes que pesquisam ou trabalham com as diferentes tipologias de Coleções e de Museus Universitários.

Data do evento - 18 e 22/10/2021

Mais informações: https://vifmu.ufpr.br/portal/

 

 

TÓPICO 4 - CURSOS NA ÁREA DE GÊNERO

 

 

Mulheres nas Artes, nas Letras e nas Ciências: sons do silêncio

(20-23 de julho - presencial e híbrido, através da plataforma "Zoom")

DESCRIÇÃO

Embora ainda sem a expressividade observada noutros países, os estudos feministas, sobre mulheres e de género têm atraído um número apreciável de cultores na academia portuguesa, como se observa pelo número de pós-graduações, seminários e palestras instituídos e organizados nos últimos anos, assim como pelos títulos de alguns estudos, mormente na forma de dissertações de mestrado e de teses de doutoramento. Trabalhos que, no conjunto, nos têm revelado nomes, ações e contributos de quem, sendo mulher, concorreu para a afirmação e desenvolvimento das mais diversas áreas do conhecimento e da criatividade artística e literária. Nomes que, por múltiplas razões, permaneceram desconhecidos, ocultados ou simplesmente esquecidos.

Procurando dar voz a algumas destas mulheres, o Curso que agora propomos e que muito gostaríamos de prosseguir em futuras edições da ‘Summer School’ da Universidade de Évora, com outros tópicos e formadores, reunirá, pela primeira vez no panorama universitário português, um conjunto de investigadores que, direta ou indiretamente, tem produzido conhecimento e reflexão sobre esta matéria, a partir das áreas às quais se vêm dedicando.

Destinado a introduzir, nuns casos, a aprofundar, noutros, e a lançar pistas de  investigação a quem pretenda desenvolver estudos sobre mulheres, o Curso contará  ainda com a colaboração de duas importantes instituições eborenses e nacionais: o  Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo, onde terá lugar a tarde dedicada às  mulheres e as artes, e a Biblioteca Pública de Évora que acolherá a tarde consagrada  às mulheres e às letras e onde ocorrerá uma pequena mostra de referências  bibliográficas organizada internamente.

O Curso contribuirá, também assim, para o cumprimento de alguns dos ‘Objetivos de Desenvolvimento Sustentável’ definidos pela ONU, designadamente no que refere aos seus números 4 (‘Educação de Qualidade’) e 5 (‘Igualdade de Género’).

COORDENADOR(ES)

Ana Cristina Martins

FORMADOR(ES)

Ana Cristina Martins, Ana Cardoso de Matos, Ana Luísa Vilela, Sandra Leandro, Maria Zozaya, Cármen Almeida, Mariana Galera Soler, Joana d’Oliva Monteiro e Emília Ferreira

UNIDADE RESPONSÁVEL

IHC – Instituto de História Contemporânea da Universidade de Évora

DESTINATÁRIOS

Alunos do nível superior, profissionais da área de formação ou outros interessados, incluindo público internacional.

INSCRIÇÕES

- Entre no endereço https://sge.uevora.pt/users/register e registe-se, receberá em seguida email para confirmação do registo no seu e-mail.

 Faça login em https://sge.uevora.pt

- Selecione o curso em que se pretende inscrever.

-  Selecione a opção “Inscrever” no lado direito do monitor e, em seguida, escolha “Confirmar Inscrição“.

Receberá um e-mail com os dados da inscrição e pagamento para efetuar a transferência bancária.

Após efetuar o pagamento, novamente na sua conta do SGE, selecione a opção “Comprovar Pagamento” e insira os dados para faturação, fazendo upload do comprovativo de pagamento.

Será notificado por e-mail assim que o pagamento seja validado pela UÉ.

Mais informações: https://www.uevora.pt/estudar/cursos/summer-school

 

Núcleo de estudos interdisciplinares sobre a mulher

No âmbito acadêmico, o NEIM tem estimulado o crescente interesse de estudantes pela análise das questões de gênero e condição feminina na sociedade e na história. Nesse sentido, tem colaborado, efetivamente, ministrando cursos em nível de graduação e pós-graduação através dos departamentos de Ciência Política, Antropologia, Sociologia e História da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, bem como nos Cursos do Instituto de Letras, Escola de Enfermagem e Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia. Junta-se a esse esforço a criação, em 2005, do programa de Pós-Graduação (Mestrado e Doutorado) em Estudos Interdisciplinares sobre Mulheres, Gênero e Feminismo (PPGNEIM).  

Mais informações sobre os cursos: http://www.neim.ufba.br/wp/cursos/

 

Docência em gênero e sexualidade

As instituições de ensino devem ser espaços que promovem a aceitação às diferenças e discutem os temas mais urgentes da sociedade. Muitas questões consideradas tabus podem ser trabalhadas desde a infância para evitar situações posteriores de discriminação, preconceito e violência. Curso para capacitar educadores para desenvolverem atividades na área, atuando com a prática docente relacionada ao tema como forma de contribuir para mudanças significativas na sociedade.

Mais informações: https://www.educamaisbrasil.com.br/cursos-e-faculdades/docencia-em-gener...