Oportunidades na área de gênero - Maio/2021

Publicado em 21/05/2021 - 16:28

As informações divulgadas nesta página, exceto tópico 1 - Núcleo Pagu, foram extraídas de sites de organizações externas ao Núcleo e por isso não são de responsabilidade do Núcleo ou da Universidade Estadual de Campinas.
 
Para recebimento de oportunidades via e-mail, envie uma mensagem com o título "inscrição divulga-pagu" para: divulgacao.pagu@gmail.com.
 
 
 
TÓPICO 1 – NÚCLEO PAGU
 
 
1.a - Chamadas abertas
 
CADERNOS PAGU
Cadernos pagu, revista online, de acesso aberto e gratuito do Núcleo de Estudos de Gênero-Pagu, publica artigos inéditos com contribuições científicas originais, que colaborem para a difusão de conhecimentos no campo dos estudos de gênero e a leitura crítica da produção internacional. Recebe artigos em fluxo contínuo em português, inglês e espanhol. Todo o material publicado, inclusive no período anterior à indexação no SciELO, se encontra disponível em https://www.pagu.unicamp.br/pt-br/cadernos-pagu e http://http//periodi.... No Scielo, disponível a partir da edição 16, em http://www.scielo.br/cpa%C2%A0%C2%A0.
 
 
1.b - Próximos eventos em destaque
 
Cerebro y Mujer II: Mitos, Realidades, Distintas Perspectivas
Início em 28/05/2021
Ciclo de conferências quinzenais que decorrerão virtualmente entre maio e novembro de 2021, às sextas-feiras de 18 a 20.
Atividade aberta e gratuita. Requer registro prévio. Os certificados serão entregues a quem os solicitar.
 
Congreso Iberoamericano de Ciencia, Tecnología y Género
De 14 a 16 de julho de 2021. 
Virtual e gratuito. 
Inscrição e Mais informações: https://ciespal.org/mujeresyciencia/
Eixos temáticos: Covid, Una Mirada Desde El Género; Historia y Sociología de La Ciencia; Aproximaciones Epistemológicas; Didáctica de Las Ciencias y La Tecnología; Divulgación Científica Y Tecnológica; Ciencias Y Tecnología en Los Medios de Comunicación Masivos; Perspectivas Feministas en Salud; Nuevas Perspectivas Tecnológicas; Saberes Ancestrales; Ecofeminismo, Sostenibilidad y Cambio Climático.
 
 
1.c – Eventos realizados durante a pandemia e disponibilizados on-line
 
FÓRUM: PANDEMIA E VIOLÊNCIA DE GÊNERO, UMA ÓTICA INTERSECCIONAL
Evento organizado pela Comissão da Mulher, juntamente com o COMESP/Tribunal de Justiça e o Núcleo de Estudos de Gênero - Pagu/UNICAMP, para discussão e proposição de políticas públicas relativamente ao agravamento da violência contra mulheres, crianças e adolescentes no contexto da pandemia.
Com a participação de Dra. Angélica de Almeida (TJ/SP e COMESP), Dra. Karla Bessa (PAGU); Mariana Conti (Vereadora Campinas), Joice Berth (arquiteta negra), Fabiana de Andrade (UERJ), Marina Ganzarolli (advogada, deFEMde) e Magali Mendes (APLP). Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=z96r2-1iZoY
 
AULAS ABERTAS DE ESTUDOS DE GÊNERO
Ciclos de aulas abertas da linha de Estudos de Gênero, Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da Unicamp (PPGCS) organizado por Natália Corazza.
Aula #1 Interseccionalidades e Consubstancialidades. Com Adriana Piscitelli, Ângela Araújo e Nathanael Araújo. https://www.youtube.com/watch?v=4mDU_HJ45-w
Aula #2 Tecnologias de Gênero, lendo Teresa de Lauretis. Com Karla Bessa, Henrique Rodrigues Marques, e exposição do curta-metragem Tentei (2017), de Laís Melo. https://www.youtube.com/watch?v=-Dt6_RF4Hrk
Aula #3 Donna Haraway. Com Marko Monteiro, Carolina Cantarino, e Yama Chiodi. https://www.youtube.com/watch?v=HpGewgik_yE
Aula #4 Internet e Redes Sociais. Como as teorias feministas e os estudos de gênero nos ajudam a compreender a internet e as redes sociais? Com Iara Beleli, Jair de Souza Ramos João Custódio. https://www.youtube.com/watch?v=5ZUA7g8x_D0
Aula 5# Gênero e Cuidado. Com Guita Grin Debert (Unicamp), Nadya Araújo Guimarães (USP) e Mariana Marquez Pulhez (PPGAS / Unicamp). https://www.youtube.com/watch?v=KtIUI8vnRJY
Aula 6# Insurgências epistêmicas: feminismos e teoria do ponto de vista. Com Regina Facchini (Pagu Unicamp), Gleicy Mailly da Silva (Pagu Unicamp) e Evandor Cruz e Silva (PPGCS). Mediação de Bruno Nzinga Ribeiro (PPGAS, Pagu Unicamp). https://www.youtube.com/watch?v=JSV4_kYqWwc
Aula 7# Sexualidades, exílios e fronteiras. Com Isadora Lins França (PPGAS-IFCH/Unicamp e PAGU) e Nicolas Wasser (PAGU). Mediação de Bruno Nzinga Ribeiro (PPGAS Unicamp). https://youtu.be/FYy_01DPnJg
Aula 8# A vontade de saber: O sexo e o gênero da/na história da sexualidade de Michel Foucault. Com Larissa Nadai (USP), Julian Simões (Unifesp) como ministrantes e Gustavo Córdoba (PPGAS/Unicamp) como mediador. https://www.youtube.com/watch?v=KPVYbRGRwfs
 
CICLO DE ENCONTROS PANDEMIA NA RODA
Encontro #1 Cemitérios, mortes e sofrimentos. Com Fábio Araújo (FioCruz), Flávia Medeiros (UFSC), Fábio Mallart (UERJ), Liliana Sanjurjo (UERJ), Larissa Nadai (USP) Desirée Azevedo (UNIFESP) e Everton de Oliveira (UFSCar) e também com as debatedoras Juliana Farias (Pagu/Unicamp) e Bernardo Fonseca Machado (DA-IFCH/UNICAMP). Organização de Juliana Berger Valente (CUNY/NY), Larissa Nadai (USP) e Natália Corazza (Pagu/Unicamp). https://youtu.be/NhE-_nvp5G8
Encontro #2 Vulnerabilidades, Precariedades e Desigualdades. Com Márcia Pereira Leite (UERJ), Carolina Branco Ferreira (UNICAMP) e Pedro Lopes (USP) a participarem da Roda, colocando suas respectivas reflexões publicadas na Revista Dilemas e no Boletim da ANPOCS. O debate ficará a cargo de Julian Simões (UNIFESP) e Lucas Freire (FGV). Organização de Juliana Berger Valente (CUNY/NY), Larissa Nadai (USP) e Natália Corazza (Pagu/Unicamp). https://www.youtube.com/watch?v=-y1mf6X-3mw
 
CICLO CONHECIMENTOS IMPLICADOS (edição em pandemia)
Cátedra Libre Géneros y Sexualidades "Amelia Carreras" - IIEGE UBA
Capítulo 2 com Dra. Adriana Piscitelli https://www.facebook.com/PaguUnicamp/posts/3668205923203272
 
CICLO DE DEBATES PESSOA TRANS E POLÍTICA
Dia #1 História, Transgeneridades e Trajetórias. Com Keila Simpson, Kátia Tapety, Jovanna Cardoso e João Custódio. https://youtu.be/ehalZnALWd0
Dia #2 Identidades Trans e Partidos Políticos. Com Rafa Ella Brites, Brenda Santunioni, Luiz Fernando Prado Uchoa e Jinx Vilhas. https://youtu.be/SNXAiU8ZlW4
Dia #3 Ativismos, Política e Pautas Transfeministas. Com Hailey Kass, Maria Clara Araújo e Brume Dezembro Iazzetti. https://youtu.be/gvzsMiUb4Gk
Dia #4 Precariedade, Direitos e Resistência. Com Indianares Siqueira, Caio Lima, Vicenta Perrota e Alexis K. Santos. https://youtu.be/6CskRJ0Up7c
Dia #5 Mudança e Continuidades na Política: Identidades de Gênero e Interseccionalidade. Com Mario Felipe Carvalho (EMERJ, IP/EURJ, GEPSID), Jaqueline Gomes de Jesus (IFRJ, UFRRJ) e Guilherme Almeida (ESS/UFRJ). Mediação de Jinx Vilhas e João Custódio. https://www.youtube.com/watch?v=8tbkAocH4Rk
 
CLUBE DE LEITURAS FEMINISTAS PAGU
2º Encontro do Clube de Leituras Feministas Pagu
Com Letícia Nunes de Moraes: historiadora, docente na Universidade de Sorocaba para apresentar o livro da Pagu, Parque Industrial. https://www.youtube.com/watch?v=Tb6YHehpung
3º Encontro do Clube de Leituras Feministas Pagu
Com Maria Stella Bresciani (DH- IFCH/ Unicamp) para apresentar o livro de Beth Lobo, Emma. https://youtu.be/BCIp16oOVzk
 
POR NÓS: COLETIVO DE MULHERES SOBREVIVENTES DO CÁRCERE
Com a participação de Mary Jello, Mãe Batia de Oxum, Elizângela Lima, Natasha Adelaide (Lena) e Débora Antunes. Disponível em: https://youtu.be/OIMdmp_4XyQ
Organização: Por Nós Coletivo de Mulheres Sobreviventes do Cárcere, Natália Corazza Padovani (PAGU), programas de pós-graduação em Ciências Sociais e Antropologia do IFCH-Unicamp).
Colaboração: Magali Mendes (PLPs Campinas), Denise Chicoli (União de Mulheres de Sp/ PLPS SP) e Marilia Kayano (União de Mulheres de São Paulo e PLPS SP).
Apoio: Pagu/Unicamp
Apoio técnico: Coordenadoria de Eventos, Extensão e Difusão do IFCH/Unicamp
 
PROJETO GÊNERO E DESIGUALDADES
Parceria entre Pagu/Unicamp e PPGAS/USP
Organizado por Regina Facchini e Carolina Parreiras
 
Aula Aberta #1 Desigualdades Sociais, Saúde e o COVID-19. Participam do debate Luís Eduardo Batista (Instituto de Saúde/SES-SP), Fernanda Lopes (GT Racismo e Saúde/Abrasco) e Alexandre da Silva (Faculdade de Medicina de Jundiaí). A mediação de Regina Facchini (Pagu/Unicamp). https://youtu.be/LAy8LVHq4r0
Aula Aberta #2 Periferias, resistência e saúde mental. Com Tatiana Minchoni (Sarau do Binho/Felizs/CRP-SP); Deivison Faustino (Unifesp); Emiliano de Camargo David (PUC-SP/AMMA Psiquê); Gleicy Silva (Pagu/Unicamp). https://youtu.be/HHbRtKjzO50
Aula Aberta #3 Violências em favelas e periferias na pandemia. Com Juliana Farias (Pagu/Unicamp), Elaine Lima (Pedagoga/GP Mulheres do Capão Redondo), Bruno Nzinga Ribeiro (PPGAS/Unicamp) e Carolina Parreiras (NUMAS/USP). https://youtu.be/D8BzTemN5Ro
Aula Aberta #4 Religião e COVID-19 em debate. Com Magali do Nascimento Cunha (Intercom), Ronaldo de Almeida (DA/LAR/Unicamp), Christina Vidal da Cunha (UFF), Ivá
Adriana de Nanã (Ilé Axé Omó Nanã), Rodrigo Toniol (DA/LAR/Unicamp). https://youtu.be/YdjFc-ZHrrs
Aula Aberta #5 Migrações, Refúgio e LGBTI+. Com Lara Lopes, Maria Paula Botero, Nathália Antonucci, Isadora Lins França. https://youtu.be/CO_scHJvsSk
Aula Aberta #6 Saúde LGBT em tempos de Covid-19. Com Adriano Queiroz (PMDSTAIDS-SP; UFABC), Fernanda Fortes de Lena (Unicamp; VOTE LGBT), Flávia Teixeira (CRAIST/UFU; ABRASCO), Gabriela Calazans (FM; NEPAIDS/USP), Camilo Braz (SER-TÃO/UFG). https://youtu.be/-J3KKmurZSc
Aula Aberta #7 Direitos em tempos de Desmocratização. Com Anna Tulie Araújo (ULTRA; UniCEUB), Bruna Andrade Irineu (UFMT; ABEH), Jacqueline Moraes Teixeira (FE;
NUMAS/USP; CEBRASP), Lucas Bulgarelli (NUMAS/USP), Luiz Mello (SER-TÃO/UFG), Thiago Coacci (Larvas Incendiadas). https://youtu.be/9J0T8zf7TX8
Aula Aberta #8 Corpos e (R)Existências Negrxs e LGBT na Universidade. Com Luciana de Oliveira Dias, (UFG; ABA), Suely Messeder (UNEB), Megg Rayara Gomes de Oliveira (UFPR), Thiago Teixeira (PUC-MG), Michel Ferreira (UTFPR), Stephanie Pereira de Lima (Unicamp). https://youtu.be/RrhmpK4kRQI
Aula Aberta #9 Despatologização/Repatologização: O que dizem as Ciências PSI? Com Isabela Saraiva (NEGAH/UFSJ), Alexandre Oviedo Gonçalves (Unicamp; CEBRAP), Maya Foigel (Generidades/ Sedes Sapientiae; Transitar), Beatriz Pagliarini Bagagli (IEL/UNICAMP), Marco Aurélio Prado (Nuh/UFMG), Heder Bello (UFRJ; CRP-RJ) https://youtu.be/qzweontSRo8
Aula Aberta #10 Transfobia, Racismo e o Acesso à Educação e ao Trabalho. Com Keila Simpon (ANTRA), Dayanna Louise L. dos Santos (UFPE; SE-PE), Luck Yemonja Banke (NETRANS; PREPARA UBUNTU/UFSC), Brume Dezembro Iazzetti (PPGAS; PAGU/Unicamp) e Amanda (AMOTRANS/ANTRA). https://youtu.be/FTjGpna7Df0
Aula Aberta #11 - Resistências negras e música no Brasil e em Angola. Com Bruno Nzinga Ribeiro (PAGU/Unicamp), Kelly Adriano (Pesquisadora e gestora cultural), Jaqueline Santos (CEMI-Unicamp) e Daniela Vieira (UEL). https://youtu.be/T2NhLnFQrkU
Aula Aberta #12 - Negras(os) nas universidades: subjetividades e transformações recentes. Com Gleicy Silva (PAGU/Unicamp), Mário Medeiros (IFCH-Unicamp), Stephanie Lima (Pesquisadora independente) e Fabiana Mendes (Pesquisadora independente). https://youtu.be/I3tHw8Crt-Y
Aula aberta #13 – Aprendizados do combate à COVID-19: força-tarefa interdisciplinar da Unicamp. Silvia Maria Santiago (FCM-Unicamp), Sávio Cavalcante (IFCH/Unicamp),
Luciana Utsunomiya (SOMA) Jacqueline Santos Rios (agente popular de saúde), Giorgia Carolina do Nascimento (PPGAS/Unicamp). https://youtu.be/yFPrWN0uX64
Aula aberta #14 – Direitos Humanos em disputa: trajetória, controvérsias e atualidades em torno dos PNDH. Com Lucas Bulgarelli (NUMAS/USP e OAB/SP), Rodrigo Toniol (PPGAS/Unicamp e ACSRM), Jacqueline Morais (PPGE – USP NUMAS e CEBRAP), Isabela Kalil (FESPSP, NEU e OED Brasil), Regina Facchini (PAGU). https://youtu.be/rWr17NKmjYY
Aula aberta #15 – Corpo, diferença e deficiência: (novos?) desafios na pandemia. Com Anahí Guedes de Mello (UFSC, Anis e ABA), Carolina Branco Ferreira (PPGAS e PPGCS Unicamp/CAPES), Julian Simões (PPGCS/Unifesp e ABA), Marco Antônio Gavério (UFSCar), Pedro (Numas/USP), Anna Paula Vencato (UFMG). https://youtu.be/b4XaRmmRkAw
Aula Aberta #16 – Proteção de crianças e adolescentes: desafios nos 30 anos do ECA. Com Camila Fernandes (PPGAS/MN/UFRJ, NUSEX, PPGAS/MN, LACED), Maria Carolina Trevisan (UOL, Afro/Cebrap), Carolina Parreiras (DA e NUMAS/USP, PPGAS/Unicamp), Vanessa Leite (UNIFESP, CLAM/IMS/UERJ). Mediação de Regina Facchini (Pagu/Unicamp e PPGAS IFCH/Unicamp). https://www.youtube.com/watch?v=9YLayDxp4qU
Aula aberta #17 – Gênero, sexualidade e o combate ao assédio, discriminação e violência na Unicamp. Com Ana Maria Fonseca Almeida (FOCUS/FE/Unicamp), Carolina Bonomi (PPGCS/IFCH/PAGU/Unicamp), Leandro Martínez (IQ/Unicamp), Silvia Santiago (FCM/Unicamp), Tania Maron Vichi Freire De Mello (SAPPE/Unicamp), Milena de Oliveira Santos (Demografia/Unicamp) e Regina Facchini (Pagu e PPGAS-IFCh/Unicamp ABA, DeDH). https://youtu.be/0MyA_AwSpLE
Aula Aberta #18 – Violência sexual, consentimento e experiências de intervenção em universidades. Com Ana Maria Fonseca de Almeida (FOCUS/FE/Unicamp), Camila Ferreira (SAVS/Unicamp), Carolina Parreiras (NUMAS/USP e PPGAS/Unicamp), (PAGU/Unicamp e
NUMAS/USP), Heloisa Buarque de Almeida (NUMAS/USP), Tatiana Lionço (Escuta Diversa./UnB) e Regina Facchini (Pagu e PPGAS-IFCh/Unicamp ABA, DeDH). https://youtu.be/-zX5_r-bduk
Aula Aberta #19 – Negras/os, LGBTI+ e mulheres na política. Com Cristiano Rodrigues (PPGCP-UFMG, IESP-UERJ, MARGEM, NEPEM). Danusa Marques (UnB, ABCP). João Filipe Cruz (FFLCH/USP, NÓS/USP). Mediação/Debate: Regina Facchini (Pagu e PPGAS-IFCh/Unicamp ABA, DeDH) e Thiago Coacci (NEPEM/UFMG e Larvas Incendiadas). https://www.youtube.com/watch?v=gCGrOIy-NFI
Aula Aberta #20 Mulheres, pessoas negras e LGBTI+ nas eleições 2020. Com Cláudio Nascimento (Grupo Arco-Íris, Voto com orgulho, Aliança Nacional LGBTI, Gay Latino),
Cristiano Rodrigues (PPGCP-UFMG, IESP-UERJ, MARGEM, NEPEM), Danusa Marques (Núcleo Flora Tristán-UnB), Fernanda K. Martins (PPGCS-Unicamp, InternetLab), Marlise Matos (NEPEM-UFMG, International Sociological Association e Sociologists for Women in Society). Mediação de Regina Facchini (PPGCS-IFCH, PAGU, DeDH/Unicamp) e Thiago Coacci (NEPEM-UFMG e Larvas Incendiadas). https://youtu.be/9GbL8mM6PpE
Aula Aberta #21 Podcasts, divulgação científica e desigualdades. Com Ramon Reis (Compósita), Paula Lacerda (UERJ e Campo), Patrícia Pinheiro (Unila e Observantropologia), Bruner Titonelli (Unb e Conversas da kata). Mediação de Carolina Parreiras (NUMAS/USP e PPGAS - IFCH/Unicamp). https://youtu.be/ZQzf--kY408
Aula Aberta #22 O Coletivo Leilane Assunção e o a acesso e a permanência na Unicamp. Com Brume Dezembro Iazetti (PAGU/Unicamp), Ariana Oliveira Alves (PPGCS/IFCH e PAGU/Unicamp, Guilherme Oliveira (PAGU). Mediação de Regina Facchini (PPGCS-IFCH, PAGU, DeDH/Unicamp). https://youtu.be/UFSYtflNXVI
Aula Aberta #23 Diretos em disputa: os conservadorismos religiosos e a ordem sexual contemporânea. Com Brenda Carranza (DA-IFCH/Unicamp, LAR/Unicamp), Cris Serra (IMSHC/UERJ e CLAM) e Juan Marco Vaggione (Universidade de Córdoba e CONICET). Mediação de Regina Facchini (PPGCS-IFCH, PAGU, DeDH/Unicamp). https://youtu.be/lTcezzE0KSQ
Aula Aberta #24 LGBTfobia, lutas, direitos e resistências. Com Thiago Coacci (Larvas Incendiadas),  Amanda Palha (Amotrans/Antra), Bruno Nzinga Ribeiro (PPGAS/Unicamp). Mediação de Regina Facchini (PPGCS-IFCH, PAGU, DeDH/Unicamp). 
 
Clássicos #1 - Morte em Família, de Mariza Corrêa. Com Adriana Piscitelli (Pagu/Unicamp), Larissa Nadai (DA/USP), Roberto Efrem Filho (UFPB/UFPE), com mediação de Thiago Coacci (Larvas Incendiadas) e Regina Facchini (Pagu/Unicamp). https://youtu.be/Dojqzfwt9g4
Clássicos #2 - Raça, gênero e classe no pensamento, de Lélia Gonzalez. Com Flávia Rios (NEGRA/UFF; AFRO-CEBRAP), Alex Ratts (LAGENTE/UFG), Gleiccy Mailly da Silva (PAGU/Unicamp) e Thiago Coacci (Larvas Incendiadas). https://youtu.be/uiX7my7a6PQ
Clássicos #3 - Envelhecimento e sexualidade: contribuições de Guita Debert e Júlio Simões. Com Guita Debert (Unicamp), Júlio Assis Simões (USP), Mauro Brigeiro (Fiocruz), Carlos Eduardo Henning (UFG) e Guilherme Passamani (UFMS). https://youtu.be/WzD8Cs-RUko
Clássicos #4 - Beatriz Nascimento: corpo, território e transatlanticidade. Com Alex Ratts (LaGENTE/IESA/UFG), Christen A. Smith (Univ. do Texas), Mariléa de Almeida (Alesp), Gleiccy Mailly da Silva (PAGU/Unicamp) e Thiago Coacci (Larvas Incendiadas). https://youtu.be/sDvNnEmL2bM
Clássicos #5 Especial: Gênero e violência: contribuições de "Cenas e queixas" de Maria Filomena Gregori. Com Maria Filomena Gregori (DA;Pagu/Unicamp; ABA), Guita Debert (DA;Pagu/Unicamp), María Elvira Díaz Benítez (Museu Nacional/UFRJ), Roberto Efrem Filho (DCJ/UFPB; PPGA/UFPE), Carolina Parreiras (DA; Numas/USP). Mediação de Regina Facchini (Pagu; Comissão Assessora de Gênero Sexualidade/DeDH/Unicamp) e Thiago Coacci (Nepem/UFMG; Larvas Incendiadas). https://youtu.be/kLAM3UmMISo
 
Debates Saúde #1 - Desejos, prazeres e pandemia. Com Felipe Padilha (FURG), Maria Elvira Diaz Benitez (NuSEX UFRJ) May Medeiros (luzvermelha.tv), Monique Prada (MundoInvisivel.org, CUTS, ONU Mulheres), Renata Carvalhaes RENATA CARVALHAES (Secretaria Municipal de Educação de Angra dos Reis), Victor Hugo Barreto (UFF e NuSEX). https://youtu.be/LJd5ZxSEUaI
Debates Saúde #2 - Aborto e movimento feminista no Brasil: como ser resistência no contexto conservador?
Com Carla de Castro Gomes (Pagu/Unicamp), Emanuelle Góes (Cidacs-Fiocruz-Bahia e Musa/ISC/UFBA), Gabriela Rondon (Cravinas/ UnB), Morgani Guzzo (Catarinas, Legh/UFSC, CEDIM/SC), Paula Viana (Grupo Curumim, Comitês de Estudos da Mortalidade Materna-PE, e de Estudos da Mortalidade Materna-Recife, Frente Nacional Contra a Criminalização das Mulheres e pela Legalização do Aborto), Alessandra Brigo (CLAM/IMS/UERJ). https://youtu.be/_tKo_h7kXmc
Debates Saúde #3 - Prisões, saúde e marcadores sociais da diferença: reflexões em tempos de pandemia.
Martinho Silva (UERJ, ANPEPP, ABRASCO), Anna Paula Uziel (CLAM/IMS/UERJ, LIDIS, GEPSID), Natália Lago (Numas/USP e PAGU/Unicamp), Joyce Gravano JOYCE (Eu sou Eu, Espaço de aprendizagem Joyce Gravano), Márcio Zamboni (Numas/USP, EASA), Denise Anjos (ENSP/FioCruz), Vanessa Sander (Pagu/Unicamp). https://www.youtube.com/watch?v=LtE-3cCvpZ0
Debates e Saúde #4 Medicamentos, saúde e marcadores sociais da diferença em tempos de COVID-19. Com Rogério Azize (UFRJ/ IMS/UERJ), Cíntia Engel (UnB/CASCA), Leandro Gonçalves (UFF/LELIA), Roberta Dorneles (IMS/UERJ/LELIA). https://youtu.be/GiZdm2lh4CI
Debates e Saúde #5 Corpos gordos e COVID-19: estigma, ativismo e resistências. Com Malu Jimenez (UFTM, Todas Fridas, Margens, Blog Lute como uma Gorda, Coletivo Gordas Xômanas, Pesquisa Gorda) Marcelle Silva (NUSS/UFC, Paralaxe/UFC, Pesquisa Gorda), Mirani Barros (UFRJ/Macaé). Mediação de Carolina Parreiras (NUMAS/USP e PPGAS - IFCH/Unicamp). https://youtu.be/-YNksSwhyY8
Debates e Saúde #6 Lutas, processos de cuidado e acesso à saúde de pessoas trans. Com Carolina Parreiras (NUMAS/USP e PPGAS - IFCH/Unicamp), Sara Wagner York (GESDI/FFP/UERJ), Cleiton Vieira do Rego (UFRN), Maya Fogel (Generidades, Sedes Sapientiae, Transitar, WPATH), Guilherme Almeida (FSS/UERJ, ENSP/FIOCRUZ, IMS/UERJ, LIDIS/UERJ). Mediação de Ueslei Solaterrar (CAPS III RJ, IMS/UERJ).. https://www.youtube.com/watch?v=-iVMX8wXkLU
 
Lançamento #1 “Dossiê “Movimentos sociais e transformações do ativismo contemporâneo” Revista EDUCAÇÃO & SOCIEDADE, V. 41. Com os autores Marilia Pontes Sposito (FEUSP e
GETESE), Breno Bringel (IESP-Uerj, NETSAL e ALAS), Francisco Mata Machado Tavares (UFG e GESF), Regina Facchini (PAGU); a coautora Stephanie Pereira de Lima; e o mediador Thiago Coacci. https://youtu.be/IuXZeSMvx8A
Lançamento #2 “Bradando contra todas as opressões! Ativismos LGBT, negros, populares e periféricos em relação", de Vinicius Zanoli. Com Vinícius Zanoli, autor do livro, Silvia Aguião, (CLAM/UERJ e Afro/CEBRAP), Regina Facchini (PAGU) e (IFCH e PAGU). https://youtu.be/q_-GflG1998
Lançamento #3 Da Praça aos Palcos: caminhos da construção de uma carreira drag queen. Com Rubens Mascarenhas Neto (FU-Berlin/LAI), Anna Paula Vencato, (PPGE e
DECAE/FAE/UFMG), Isadora Lins França (PPGAS-IFCH/Unicamp e PAGU/Unicamp), Regina Facchini (Pagu/Unicamp e PPGAS - IFCH/Unicamp). https://youtu.be/7-Mkv74_mjg
Lançamento #4 Direitos em Disputa: LGBTI+, poder e diferença no Brasil contemporâneo. Com Regina Facchini (PAGU/Unicamp e PPGAS - IFCH/Unicamp) , Carol Parreiras (NUMAS/USP e PPGAS - IFCH/Unicamp) e Isadora Lins França (PPGAS-IFCH/Unicamp e PAGU/Unicamp). https://www.youtube.com/watch?v=uLWKA6sk8Ys
Lançamento #5 Direitos em Disputa: LGBTI+, Poder e Diferença no Brasil - regional Nordeste. Com Isadora Lins França (DA/Unicamp), Roberto Efrem Filho (UFPB/UFPE), José Cleyton Murilo Cavalcante Gomes (UFPB), Olívia Cristina Perez (UFPI), Roberto Marques (URCA/UECE), Regina Facchini (PAGU/Unicamp). https://www.youtube.com/watch?v=ZuVlPdJlSC4
 
Momento COVID-19 #1 Dilemas éticos na pandemia. Com a Profa. Guita Grin Debert (DA/Pagu/Unicamp). https://youtu.be/bRIbPMgTV-o
Momento COVID-19 #2 Isolamento social e violência doméstica. Com Beatriz Accioly Lins (NUMAS/USP). https://youtu.be/blfX_ohLlzw
Momento COVID-19 #3 Prisões, famílias e COVID-19: repensando as porosidades. Com Natália Corazza Padovani (Pagu/Unicamp) e Natália Lago (NUMAS/USP). https://youtu.be/ssfI3ifwZjo
Momento COVID -19 #4 Saúde Mental e violações de direitos humanos no contexto da COVID-19. Com Marcos Garcia (UFSCAR). https://youtu.be/6o4gBeZ6Lkw
Momento COVID-19 #5 LBGTIfobia e COVID-19" efeitos do isolamento social. Com Héder Bello (PPGTP/UFRJ) e Cris Serra (CLAM/IMS/UERJ). https://youtu.be/FBQu6-FXqc8
Momento COVID-19 #6 Lutos da COVID-19: mortes e dores do desamparo. Com Margareth Arilha (NEPO/Unicamp). https://youtu.be/r6UUjP7rDWs
Momento COVID-19 #7 Desigualdades escancaradas: gênero, raça e classe. Com Heloisa Buarque de Almeida (DA/NUMAS/USP). https://youtu.be/JJLoBJ8UMyI
Momento COVID-19 #8 As consequências sociais da pandemia para os trabalhos das mulheres. Com Bárbara Castro (DS/Pagu/Unicamp). https://youtu.be/1iXUTpymg_s
Momento COVID-19 #9 Homens, masculinidades e violências em tempos de pandemia. Com Benedito Medrado (GEMA/UFPE) e Isabela Venturoza (PPGAS/Unicamp). https://youtu.be/q-gkS-vK5eo
Momento COVID-19 #10 O poder de expor à morte e gerir a crise. Com Roberto Efrem Filho (UFPB/UFPE) e José Clayton Murilo Cavalcante Gomes (UFPB). https://youtu.be/dCcdJoDnb0Q
Momento COVID-19 #11 Pedagogia do Racismo. Com Matheus Gato (Unicamp/Cebrap) e Maria Carolina Trevisan (UOL/Afro-Cebrap). https://youtu.be/KZk6L5lT27o
Momento COVID-19 #12 COVID-19, Velhices e diversidade sexual e de gênero. Com Carlos Eduardo Henning (Ser-tão/DA/FCS/UFG). https://youtu.be/3TfBEToNYqQ
Momento COVID-19 #13 Bolsa Família, Auxílio Emergencial e gestão da precariedade na pandemia. Com Viviane Mattar (CLAM/IMS/UERJ). https://youtu.be/xdTvsKH1Tvs
Momento COVID-19 #14 O cuidado perigoso: as mulheres e as doenças. Com Denise Pimenta (USP). https://youtu.be/DUmbBMlMGvE
Momento COVID-19 #15 Bibliotecas e Bibliotecários em Tempos de Pandemia. Com Nathalia Romeiro (PPGCI/UFMG) e Ricardo Queiroz (PMSBC). https://youtu.be/oFZWO02I14U
Momento COVID-19 #16 Ensino Remoto: experiências na Unicamp. Com Isadora Lins França (IFCH; Pagu/Unicamp) e Anna Christina Bentes (IEL; Pagu/Unicamp). https://youtu.be/mlsSe60Xn9M
Momento COVID-19 #17 Podem duas mulheres falar sobre masculinidades? Com Isabela Venturoza (Pagu/Unicamp; Numas/USP) e Fernanda Martins Sousa (Pagu/Unicamp). https://youtu.be/hiLtM3ZdRjE
Momento COVID-19 #18 Haitianos em Tijuana, México: mobilidades em contexto de COVID-19. Com Domila Pazzini. https://youtu.be/RvZ5AC5uNE0
Momento COVID-19 #19 Desigualdades digitais e educação. Com Carolina Parreiras (Numas/USP) e Renata Mourão Macedo (FEUSP/Numas/USP). https://youtu.be/UzYx8XbForw
Momento COVID-19 #20 Trabalho emocional e profissionais de enfermagem em tempos de pandemia. Com Bárbara Ferrari Brandi (PPGS/Unicamp). https://youtu.be/pfv43VUfEj0
Momento COVID-19 #21 As criaturas invisíveis da ficção científica: controle e diferença em Aniquilação. Com Thaís Lassali (PPGAS/Unicamp). https://youtu.be/XyN7sdrJEGU
Momento COVID-19 #22 Educação de jovens, adultos e idosos em tempos de pandemia. Com Tayná Mesquita (FOCUS/FE/Unicamp). https://youtu.be/2g26A62naOU
 
JORNADAS CLAM: SAÚDE, SEXUALIDADE E DIREITOS HUMANOS
Reflexões sobre as mudanças sociais e políticas neste momento de pandemia de Covid-19.
Organizado pelo Instituto de Medicina Social (IMS/UERJ) e CLAM.
Mesa de abertura com Adriana Piscitelli e Natália Padovani: Mobilidades nas margens https://www.youtube.com/watch?v=lRCPk4bA2aI
Canal para acesso as demais mesas/debates: https://www.youtube.com/channel/UC2v8eRib9Z1lVmRCP8-WKgg
 
PODCAST LARVAS INCENDIADAS
#39. Guita Grin Debert – A reinvenção da velhice https://larvasincendiadas.com/2020/05/13/39-guita-grin-debert-a-reinvenc...
#42. Regina Facchini – Sopa de letrinhas #AlémDoArcoÍris https://larvasincendiadas.com/2020/06/17/facchini-sopa-de-letrinhas/
#45. Lélia Gonzalez – Trajetória Com Gleicy Silva e Thiago Coacci entrevistando o antropólogo e geógrafo Alex Ratts e a socióloga Flávia Rios. https://larvasincendiadas.com/2020/07/29/45-lelia-gonzalez-trajetoria/
 
TV VERMELHO
Live sobre construção de identidades nos movimentos sociais, em especial no movimento LGBT. Com Regina Facchini (PAGU-Unicamp). https://www.facebook.com/PaguUnicamp/posts/3636681253022406
 
SEMINÁRIO “EXISTIMOS! ARQUIVOS E MEMÓRIA LGBTI+”
Organização de Regina Facchini e Ana Maria Almeida a partir da parceria entre Núcleo de Estudos de Gênero – Pagu, Comissão Assessora de Gênero e Sexualidade e o SAVS DeDH Unicamp.
Evento #1 Movimento LGBTQI+ em Campinas. Com Paulo Mariante (Grupo Identidade/Campinas), Lúcia Castro (Grupo aos Brados Campinas), Bruna Cilento (Mo.le.ca./Campinas), Susy Santos (Casa sem Preconceito Campinas), Vinicius Zanoli (Pagu/Unicamp), Daniele Motta (Grupo Identidade/Campinas; Unicamp). Mediação de Regina Facchini. https://youtu.be/LCn6kWQmpts
Evento #2 As primeiras iniciativas ativistas e os potenciais dos acervos do AEL
Com Thiago Barcelos Soliva (CCS/UFRB), Edward MacRae (DA; CETAD/UFBA), Pedro de Souza (UFSC; CNPq), Caio Maia (Museu Nacional/UFRJ), Sérgio Carrara (CLAM/IMS/UERJ). Mediação de Aldair Rodrigues. https://youtu.be/CRSJr_YDyzU
Evento #3 Ativismo e o processo de cidadanização LGBTQI+ no Brasil
Com Claudio Nascimento (Grupo Arco-Íris de Cidadania LGBTI; Aliança Nacional LGBTI+), Regina Facchini (Pagu/Unicamp), Silvia Aguião (UFMA; Afro-Cebrap), Stephanie Pereira de Lima (PPGCS; Pagu/Unicamp), Thiago Coacci (NEPEM/UFMG). Mediação de Isadora Lins França (IFCH e Pagu/Unicamp). https://youtu.be/cNCEW_PJCQI
Evento #4 Conjuntura contemporânea e a importância dos acervos históricos LGBTQI+
Com Cris Serra (IMS/UERJ), Paulo Roberto Iotti Vecchiatti (GADvS; CDSG/OAB-SP), Leonardo Arouca (Museu da Diversidade Sexual), Renan Honório Quinalha (EPPEN/UNIFESP), Erika Hilton (ALESP Codeputada estadual pelo Psol). Mediação de Mário Medeiros. https://youtu.be/fXsmAL3SNZE
 
UNICAMP QUEER 2020
Atividades e assuntos de interesse da comunidade LGBTI+.
Organizado pelo Instituto de Artes (IA), Diretoria de Direitos Humanos, CADER, Comissão de Gênero e Sexualidade, Diretoria de Cultura (Dcult) e Núcleo da Consciência Negra da Unicamp.
Mesa de abertura com Regina Facchini, “A gente não é só LGBTQIA+”: https://www.youtube.com/watch?v=cKimD7v3ik4
Canal para acesso as demais mesas/debates: https://www.youtube.com/channel/UCWtkySCzik7aEYphc2ycJMg
 

 

TÓPICO 2 - FINANCIAMENTO DE PESQUISA

Fluxo Contínuo 

A Fundação de Pesquisa de São Paulo (FAPESP) oferece em fluxo contínuo financiamento para projetos de pesquisa individuais e colaborativos a serem desenvolvidos sob a responsabilidade de um Pesquisador Responsável com título de doutor ou qualificação equivalente avaliada por sua súmula curricular, vinculado a entidades de ensino superior e pesquisa, públicas ou privadas, no Estado de São Paulo.
Para saber mais, acesse: http://www.fapesp.br/auxilios/
 
Chamada FAPESP 25/2017
Chamada de Propostas - Programa de Apoio a Núcleos de Excelência
Prazo para recebimento de propostas: fluxo contínuo
Serão selecionadas propostas em temas relacionados às mais diversas áreas do conhecimento, em consonância com os objetivos do Programa de Apoio a Núcleos de Excelência.
Apoio: FAPESP e CNPq
 
Chamada FAPESP 41/2016
DFG/FAPESP  Coordinated Programmes
Prazo para recebimento: fluxo contínuo
Propostas deverão seguir as normas da modalidade Auxílio à Pesquisa – Projeto Temático.
Apoio: FAPESP e Sociedade Alemã de Amparo à Pesquisa (DFG) 
 
Chamada FAPESP 40/2016
DFG/FAPESP Research Grant Proposals 
Prazo para recebimento: fluxo contínuo
Propostas deverão seguir as normas da modalidade Auxílio à Pesquisa – Regular.
Apoio: FAPESP e Sociedade Alemã de Amparo à Pesquisa (DFG)
 
Chamada FAPESP 42/2015
Chamada de propostas em colaboração com propostas submetidas ao EU Horizon 2020 
Prazo para recebimento de propostas: fluxo contínuo
A pesquisa em colaboração abrange todas as áreas do conhecimento.
Apoio: FAPESP e União Europeia/Horizonte 2020
 
Fundo de Estruturação de Projetos - BNDES FEP
O BNDES apoia com recursos não reembolsáveis, provenientes do BNDES Fundo de Estruturação de Projetos (BNDES FEP), estudos técnicos ou pesquisas que estejam relacionadas ao desenvolvimento econômico e social do Brasil e da América Latina e que possam orientar a formulação de políticas públicas. Também são passíveis de apoio estudos que propiciem, direta ou indiretamente, a geração de projetos de elevado retorno social, que possam implicar significativos investimentos públicos ou privados.
 
Chamada FAPESP/UKRI
A FAPESP e os Conselhos de Pesquisa (Research Councils) do Reino Unido (UKRI, na sigla em inglês) tem como objetivo apoiar o desenvolvimento de projetos conjuntos de pesquisa propostos por pesquisadores vinculados a instituições de pesquisa do Reino Unido e do Estado de São Paulo.
Prazo para recebimento de propostas: Fluxo contínuo
Mais informações em: http://www.fapesp.br/10273
 
 
TÓPICO 3 - ENVIO DE ARTIGOS, TRABALHOS E PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS
 
3.a - Chamada para submissão de trabalhos
 
Dossiê Temático: Gênero e Serviço Social no Mundo do Trabalho
O contato do Serviço Social com o debate de gênero não é recente. As primeiras aproximações ocorreram na década de 1980 com a participação de docentes e profissionais na militância feminista e no contato com os estudos sobre mulheres. Esse processo contribuiu, posteriormente, para a criação dos primeiros grupos de pesquisa e projetos de extensão sobre o tema, bem como a inserção desse conteúdo em disciplinas, de forma transversal, em algumas unidades de ensino. Na década de 1990, a questão foi inserida no nosso Código de Ética e a Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social (ABEPSS) reconheceu a importância do debate para a formação profissional ao incluí-lo nas diretrizes curriculares. Contudo, tal temática só ganhou maior visibilidade no Serviço Social nos últimos anos. Assim, a discussão sobre gênero, a partir de diferentes perspectivas teóricas, passou a integrar as pesquisas, a grade curricular dos cursos de graduação em disciplinas obrigatórias ou eletivas e o campo da intervenção profissional.
Ademais, o conjunto Conselho Federal de Serviço Social e Conselhos Regionais de Serviço Social (CFESS/CRESS) começou a adotar ações que abordam a temática, como a criação de grupos de trabalho, campanhas e divulgação de materiais. Não obstante tais iniciativas, ainda observam-se lacunas e a necessidade de avançar na produção do conhecimento essa questão. Nesse sentido, com vistas a contribuir para a ampliação da discussão acerca das relações de gênero no Serviço Social, a revista Gênero organiza o dossiê temático “Gênero e Serviço Social nos Mundos do Trabalho”. Serão recebidos trabalhos realizados por meio de pesquisas empíricas e teóricas, bem como relatos de experiências que tratam dos seguintes temas:
História da formação profissional e sua inserção na divisão sociotécnica e sexual do trabalho;
Perspectivas teóricas de análise sobre gênero e mundo do trabalho;
Mercado de trabalho profissional;
Feminização da pobreza: impactos para a prática profissional;
Campanhas das entidades representativas do Serviço Social sobre a questão de gênero e o mundo do trabalho;
Mundo do trabalho, “profissões femininas” e masculinidades;
Exames de biografias de profissionais a partir da perspectiva de gênero: trajetórias no mundo do trabalho;
Impactos da pandemia do COVID-19 na profissão e na inserção das mulheres e dos homens no mundo do trabalho; etc.
Sugere-se que a perspectiva interseccional, a qual busca relacionar os diversos marcadores da diferença e da desigualdade - classe, raça/etnia, orientação sexual, identidade de gênero, regionalidade e geração - seja contemplada nas reflexões abordadas.
Previsão de publicação: 31 de junho de 2022.
Período de submissão: setembro de 2020 a setembro de 2021.
 
Dossiê Temático: “Feminismos materialistas: recepções latino-americanas”
Organização:
Maira Abreu- Universidade de São Paulo (USP)
Patrícia Trópia - Universidade Federal de Uberlândia (UFU)
Rafaela Cyrino- Universidade Federal de Uberlândia (UFU)
Revista Caderno Espaço Feminino – NEGUEM/UFU
Prazo para para recebimento dos artigos: setembro de 2021.
Envio dos artigos, com indicação do dossiê temático para o coordenador do dossiê: rafaelacyrino@ufu.br; mairaabreu2014@gmail.com; tropia@uol.com.br.
Resumo:
Este dossiê tem por objetivo reunir estudos teóricos e empíricos que mobilizam, dialogam ou adotam conceitos e problemáticas dos feminismos materialistas francófonos. Essa corrente teórico-política emerge no contexto francês, na década de 1970, em meio a intensas mobilizações feministas. Em ruptura com as análises marxistas sobre a chamada “questão feminina” da época, que associavam a opressão feminina a um problema em termos de “mentalidade” ou “superestrutural”, diversas autoras propõem mostrar a materialidade dessa forma de dominação e a necessidade de promover análises nas quais essa dimensão tenha centralidade. Christine Delphy, Colette Guillaumin, Nicole-Claude Mathieu, Monique Wittig e Paola Tabet são algumas das principais representantes dessa perspectiva. Concebendo as relações hierárquicas e assimétricas entre os sexos como relações sociais de dominação, exploração e opressão que não se confundem com as relações de classe, essas reflexões trouxeram um novo olhar e novas possibilidades teórico e políticas.
Cabe ressaltar que diversas outras teorizações influenciadas pelo marxismo surgem no seio da “segunda onda” do feminismo, que podem ser consideradas igualmente como materialistas. Mas, esse dossiê visa particularmente uma dessas reflexões, os feminismos materialistas francófonos. Interessa-nos particularmente os aspectos materiais dessa dominação: a apropriação não somente do tempo de trabalho, mas igualmente do corpo, da sexualidade assim como as dimensões materiais e ideológicas dessas relações de dominação e o impacto material da naturalização dessa forma de dominação na vida das mulheres.
O anti-essencialismo é, portanto, um elemento central nessas reflexões. Compreendendo que o processo de opressão das mulheres configura uma totalidade, os feminismos materialistas propõem a desnaturalização da categoria sexo, concebida, por esta corrente feminista, não como uma categoria natural, mas como uma categoria social e política. A categoria sexo, além de ser central no processo de apropriação das mulheres, é a categoria que, como observa Monique Wittig, funda a sociedade heterossexual. Este dossiê pretende dar visibilidade às abordagens que contribuam para uma análise anti-essencialista numa perspectiva materialista não só para compreender melhor a base material e ideológica da opressão das mulheres, mas para analisar as articulações entre racismo e sexismo, os nexos causais entre capitalismo, sexismo e racismo, as diversas formas de opressão vinculadas à matriz heteronormativa, entre outras.  Os anti-essencialismos gestados no contexto anglófono e os conceitos que emergem dessa reflexão (como sistema sexo-gênero, gênero, dentre outros) são mais conhecidos no contexto brasileiro. Mas, na mesma época, outros conceitos anti-essencialistas emergem no contexto francês, entre eles: sexagem, pensamento straight e relações sociais de sexo.
Pouco conhecidas no Brasil e em diversos países da América Latina, essas autoras foram tardiamente traduzidas para o português e espanhol num contexto no qual se privilegiou a tradução e circulação dos feminismos anglófonos, particularmente estadunidenses. Um dos objetivos desse dossiê é justamente compreender a recepção dessas autoras, a cirulação de conceitos, o modo como foram apropriados, adaptados, re-transformados e incorporados nas reflexões latino-americanas.
Além de estimular a produção acadêmica voltada para abordagens que analisem a economia política dos sexos, rompendo com o mainstream que associa economia e produção ao mercado, este dossiê tem como propósito acolher trabalhos que permitam pensar diversas dimensões das relações sociais de sexo: o trabalho, a sexualidade, a construção social dos corpos, a violência.
Em termos empíricos o dossiê pretende acolher trabalhos que realizem análises feministas materialistas, com ênfase em pesquisas que permitam estabelecer nexos multicausais entre sexismo, racismo, capitalismo e colonialidade. Estudos de natureza teórica também são bem-vindos, desde que promovam análises originais. As diferenças internas e seus principais desafios face à crise do capitalismo contemporâneo agravada pela pandemia e pela mundialização do neoliberalismo; as proximidades e/ou tensões que se observam entre o feminismo materialista e outras perspectivas feministas, como o feminismo marxista, o ecofeminismo, as perspectivas centradas na noção de empoderamento, entre outras; as dicotomias opondo abordagens culturalistas e materialistas, os diálogos possíveis com o feminismo decolonial, feminismos pós-modernos e queer são temas possíveis a serem desenvolvidos.
Pouco presente nos debates acadêmicos brasileiros e na crítica feminista de uma forma mais geral, essas reflexões começam a interessar cada vez mais pesquisadoras e militantes nos últimos anos no Brasil e em outros países latino-americanos.
Esse dossiê pretende dar maior visibilidade aos feminismos materialistas, no sentido, justamente, de estimular uma produção feminista centrada em análises abrangentes e profundas das relações sociais de sexo, em suas várias dimensões e interfaces.
 
Revista Teoria e Cultura: Afetos, políticas e sexualidades não-monogâmicas
Este dossiê pretende reunir trabalhos de diferentes campos disciplinares sobre relações não-monogâmicas, aqui entendidas como dissidências sexuais e amorosas do modelo diádico e exclusivo, hegemônico nas sociedades ocidentais. Nos últimos anos, pesquisas que problematizam a monogamia compulsória têm emergido no país, acompanhando a tendência do contexto acadêmico euro-americano. Com o intuito de articular e sistematizar produções recentes e ainda dispersas, chamamos trabalhos voltados às vivências amorosas e sexuais não-monogâmicas, como o poliamor, as relações livres ou abertas, o swing, a anarquia relacional, entre outras. Interessam-nos suas articulações com os marcadores sociais das diferenças e com as corporalidades, bem como as disputas morais, políticas e jurídicas a respeito do tema.
Data de submissão – até 31/05/2021
 
Revista Mediações: Quando o "Outro" é o antropólogo - reflexões sobre as produções etnográficas contemporâneas
A presente proposta pretende reunir artigos que tragam reflexões sobre os efeitos da produção de antropólogos negros e indígenas – mas não só – para a teoria antropológica no que diz respeito, em especial, a essas duas distinções fundantes do campo da antropologia: a separação sujeito – objeto e a separação campo – casa. Inspiradas em Nascimento e Cruz (2017), nas suas reflexões sobre a “Quinzena do Negro”, evento organizado por intelectuais negros na USP, em 1977, ressaltamos que essas etnografias são baseadas não no “eu estive lá”, mas fundamentalmente no “eu sou de lá”.
O que estamos buscando são textos que, de distintas maneiras, abalem o “mito do pesquisador de campo semicamaleão” (GEERTZ, 1997[1983]:85). Mas não porque esses textos permitam expor a “verdade” do que acontece com os antropólogos (ou ao menos parte deles) em campo – forma como muitos encararam a publicação póstuma dos diários de Malinowski. Estamos interessadas em textos que abalem esse mito justamente porque entendemos que ele vem perdendo sentido se considerarmos que muitos antropólogos não são mais estrangeiros a se camuflar entre os Outros.
Mais do que simplesmente dar visibilidade à produção de antropólogos negros e indígenas, a proposta do presente dossiê visa sistematizar um corpus de reflexões teórico-metodológicas que vem se construindo nos últimos anos no campo da antropologia produzida no país. Entendemos que essas etnografias produzidas desde casa, ou a partir de relações diversas daquelas preconizadas pelo modelo que conformou inicialmente o campo disciplinar, podem trazer novas e importantes questões para a antropologia como um todo.
Data de Submissão – até 22/07/2022
 
Revista Faces de Clio: "Diplomacia Patrimonial: o patrimônio cultural como mediador das relações internacionais"
O atual dossiê tem como objetivo reunir artigos que dialoguem sobre o eixo Patrimônio e Relações Internacionais. Desta forma, considera-se esta rede de relações, um meio de alcançar objetivos sejam quais naturezas forem: econômicas, políticas, culturais, militares; e busca-se destacar o papel do patrimônio cultural como um dos objetos de interlocução destas relações.
Deste modo, procura-se receber trabalhos que contribuam com esta discussão e ressaltem o patrimônio cultural com uma forma de associar o passado, presente e futuro, um ator importante nas relações internacionais, que pode expressar poder.
Data de Submissão – até 15/06/2021 Mais informações: https://periodicos.ufjf.br/index.php/facesdeclio/announcement/view/489
 
Revista Projeto História: Dossiê "Relações de gênero e História: emoções, corpos e sexualidades"
A virada epistemológica da historiografia na segunda metade do século XX, marcada por diversos movimentos sociais e uma grande ebulição política, econômica e cultural, possibilitou a emergência de uma categoria polissêmica, multifacetada e diretamente ligada às questões que discutem as relações de poderes na sociedade: os chamados estudos de gênero, categoria analítica cunhada por Joan W. Scott em seu ensaio “Gênero: uma categoria útil de análise histórica (1995). Em meio a essa renovação analítica, os estudos culturais na historiografia avançaram e propuseram mudanças epistemológicas fundamentais para a escrita da História. Tendo como ponto de reflexão as discussões de pesquisadoras como Joan Scott, Judith Butler, Joana Maria Pedro, Maria Izilda Matos, Rachel Soihet e Margareth Rago, a História precisou caminhar para um novo escrever e narrar sobre os corpos, os desejos, as emoções e as sexualidades. Dentro da perspectiva de uma então recente História cultural emergiram análises e críticas fundamentais aos alicerces de poderes, saberes e narrativas sobre o passado, provida de um olhar que entendia que “o pessoal é político” e histórico e, portanto, do ofício das/dos historiadoras/es. Convidamos pesquisadoras e pesquisadores interessadas/os em contribuir com o presente dossiê, a partir das perspectivas dos estudos de gênero, que trabalhem com as discutam as aproximações entre a História, corpos, emoções e sexualidades. Esse dossiê tem como finalidade apontar as mais recentes produções historiográficas, objetos e fontes de análise, traçando um panorama dos caminhos trilhados pela historiografia as construções dessas narrativas historiográficas culturais, políticas e sociais.
Data de Submissão – até 30/06/2021
 
Revista de Ciências Sociais: Dossiê "Escola e LGBTfobia: articulando possibilidades educativas para uma vida vivível"
O Objetivo deste dossiê é reunir pesquisas que abracem a temática, bem como de textos que busquem uma interlocução entre as ciências sociais e a educação, abarcando as mais diversas perspectivas teórico-metodológicas, construindo a partir das relações entre esses campos do saber, importantes debates sobre gênero e sexualidade na educação. Objetivamos selecionar textos que estudem as práticas de LGBTfobia em suas variadas dimensões: nos processos educativos; nos espaços formais ou informais de ensino; no cotidiano da relação entre discentes e docentes; na elaboração e implementação de políticas educacionais; etc.
Para compor esse dossiê serão bem-vindos artigos cujas discussões teórico-metodológicas, partindo de uma perspectiva interdisciplinar, abordem a violência para com as pessoas LGBTs na educação e na sociedade, articulados aos seguintes eixos (exemplos):
 -Educação e sexualidade: pensando possibilidades pedagógicas de enfrentamento a LGBTfobia.
 -Políticas públicas e LGBTfobia;
-LGBTfobia, movimentos sociais e direitos humanos;
 -Educação, direitos humanos e população LGBT;
-Ciências sociais e teoria queer: relações possíveis;
-Formação de professores e LGBTfobia; Gênero e sexualidade na educação;
-Violência e precariedade;
-Conservadorismo, educação e LGBTfobia.
Data de Submissão – até 20/06/2021
 
Rivista Di Studi IberoAmericani - Confluenze: Dossiê "Infâncias na América Latina - Diversidade em Tensão" 
Nos últimos anos, numerosos estudos levaram a repensar as perspectivas existentes sobre as definições, o papel e as funções que as diferentes formas de “infância” assumem nas sociedades latino-americanas. Da mesma forma, um número crescente de estudos antropológicos, históricos e educacionais se propõe a falar de “infâncias” no plural, no sentido de reconhecer a diversidade de construções sociais que, no tempo e no espaço, dão forma e significado a essa fase da vida. Reconhecer a diversidade de formas de pensar, construir e atribuir sentido às diferentes infâncias abre novos e interessantes caminhos de pesquisa, com vista à superação da ideia de “criança universal”. Essa ideia é o resultado de uma grande tradição colonial e patriarcal de dominação epistêmica, e muitas vezes tem sido a base de políticas nacionais e internacionais de assistência, cuidado e educação; é uma ideia que também tem orientado paternalisticamente as práticas de atores estatais e não estatais para os setores populares e grupos indígenas e afrodescendentes, negando o reconhecimento de suas especificidades sociais e culturais. A ideia da “criança universal”, promovida “de cima”, historicamente encontrou o seu limite na incapacidade de se reconciliar com as práticas sociais e culturais que surgem “de baixo”, a partir de grupos subalternos. 
Partindo desse panorama, o dossiê se propõe a refletir sobre as muitas variações das ideias de “infância” na América Latina, mas também sobre as tensões que surgem em torno delas, a partir das políticas, dos programas e das ações das entidades estatais e não estatais. Este dossiê procura considerar as representações, os imaginários e as práticas de relacionalidade, cuidado, criação e educação que se constroem a partir das crianças como espaços de construção política e social, atravessados ​​por tensões, imposições, resistências e negociações, nas quais os ideais que norteiam a reprodução social de cada grupo está em jogo. 
O foco do dossiê serão os processos e espaços sociais de construção e implementação das ideias sobre as infâncias, bem como os debates e tensões que os caracterizam: a educação (institucionalizada ou não institucionalizada e informal), a família e as redes parentais (cuidado e criação), as dinâmicas de construção de gêneros e das afiliações coletivas (etnia e interculturalidade), aspectos trabalhistas (marginalidade urbana e rural, a questão do trabalho infantil) e áreas de produção cultural dos grupos sociais (imaginário, jogos, literatura, esportes e entretenimento para crianças). 
Data de Submissão – até 30/07/2021 
 
CEDES - Centro de Estudos Educação e Sociedade: Seção temática sobre ações afirmativas e educação
Convida-se pesquisadoras e pesquisadores a apresentarem trabalhos sobre ações afirmativas de promoção da igualdade racial na educação. A sessão especial tem como proposta divulgar artigos originais, numa perspectiva crítica e multidisciplinar, com reflexões, análises e avaliações de resultados de ações e políticas afirmativas adotadas, em especial, na educação escolar em seus diferentes níveis, etapas e modalidades, bem como nos processos socioeducativos mais amplos.
Neste contexto, essa chamada convida a comunidade acadêmica a escreverem sobre ações afirmativas de promoção da igualdade racial na educação em interface com os seguintes temas:
ações afirmativas em perspectiva comparada;
ações afirmativas, acesso e permanência no ensino superior;
ações afirmativas e democratização do ensino superior;
ações afirmativas e a luta antirracista;
a Lei 12. 711/12: impactos, desafios, avaliação;
a Lei 12.990/12: impactos, desafios, avaliação e relação com a educação;
a Lei 10.639/03: impactos, desafios, avaliação;
relação entre ações afirmativas no ensino superior e mercado de trabalho;
egressos de ações afirmativas;
movimentos sociais e políticas de ação afirmativa (com ênfase especial no movimento negro);
a questão quilombola e as ações afirmativas;
ações afirmativas, gênero, raça e interseccionalidades;
mídia e ações afirmativas;
tensões e conflitos na aprovação e implementação de políticas de ações afirmativas;
ações afirmativas na educação básica;
ações afirmativas e formação docente.
Data de Submissão – até 31/07/2021
 
Revista de Estudos Teatrais - Pitagoras 500: Dossiê "Gêneros na Cena Teatral" 
As dimensões psicofísicas dos corpos atuantes na cena teatral destacam e expõem de modo crescente e polêmico as políticas de gênero nas performações e nos processos criativos da cena, evidenciando questões, relativamente recentes, voltadas às poéticas da criação cênica. O olhar e a atuação de um teatro contemporâneo com grupos teatrais feministas têm se manifestado globalmente, sobretudo nos países africanos e latino-americanos, em que a condição de vulnerabilidade feminina é mais acentuada. 
No Brasil, a atenção múltipla da cena ativista se desdobra em grupos artísticos e de investigação acadêmica, atravessada por abordagens e estudos de gênero, práticas e procedimentos teatrais múltiplos, mobilizações e intervenções comunitárias. 
Nesta edição, a Revista Pitágoras 500 propõe uma chamada de artigos que tratem de temas relativos às singularidades das questões de gênero e sexualidade presentes nas várias instâncias do processo de criação e recepção teatral, bem como nos percursos da formação des artistes da cena (laboratórios, textos, encenações, pedagogias).  
Data de Submissão – até 26/09/2021 
 
Prêmio Elizabeth para trabalhos em torno das lutas históricas das mulheres e do direito à terra
Com o objetivo de trazer à luz trabalhos em torno das lutas históricas das mulheres e do direito à terra, o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia História Social das Propriedades e Direito de Acesso, Proprietas, torna público o edital do Prêmio Elizabeth. A proposta homenageia Elizabeth Teixeira, importante líder rural do país.
Será selecionado, através de concurso público, o melhor texto escrito em português ou espanhol sobre o protagonismo feminino e as lutas pela terra no mundo ibérico. O trabalho vencedor será contemplado com publicação em livro físico e digital. Para concorrer ao prêmio, serão aceitas pesquisas acerca do tema, independentemente de se tratarem de mestrado, doutorado ou mesmo de monografias.
A equipe de juradas será composta por historiadoras, geógrafas, cientistas sociais e outras profissionais das ciências humanas e sociais, de instituições latino-americanas e europeias.
A data limite para entrega das candidaturas é 29/09/2021 (23h59min – Horário de Brasília).
Você pode consultar as etapas para participação acessando os seguintes links:
Notícia em língua portuguesa: http://proprietas.com.br/premio-elizabeth-edital-de-convocacao-para-subm... Edital em língua portuguesa:
 
CORPOREIDADES EM LUTA: Feminismos e corpos de resistência ao sul global
Organizado por: Eduarda Borges da Silva (UFRGS) e Marluce Dias Fagundes (UNISINOS)
CHAMADA PARA PUBLICAÇÃO - Nº 11 - 2021/2
Convidamos a comunidade acadêmica a colaborar com a Revista Discente Ofícios de Clio, dos cursos de Graduação e Pós-Graduação da Universidade Federal de Pelotaa (UFPel). A Revista é ligada ao Laboratório de Ensino de História da UFPel (LEH) e vinculada ao Departamento de História e ao Programa de Pós-Graduação em História. Possui periodicidade semestral, sendo publicada em formato online no endereço: https://periodicos.ufpel.edu.br/ojs2/index.php/CLIO, com ISSN 2527-0524. Serão aceitos artigos inéditos de História ou temas afins, nas línguas portuguesa ou espanhola. O (a) autor (a) deverá ser aluno de graduação ou pós-graduação, ou tê-la concluído no máximo há seis meses no momento do envio.
A Revista Discente Ofícios de Clio é dividida em quatro seções. A primeira delas constitui-se de um dossiê temático, para o qual é realizada chamada específica e são convidados a participar, na condição de proponentes, um (a) doutorando (a) ou uma dupla de doutorandos (as). A segunda seção é composta por artigos livres. A terceira seção é específica para área de Ensino de História e afins, contemplando reflexões teóricas sobre as práticas de ensino e experiências de ensino, tais como trabalho com monitorias, atividades do PIBID, estágios, experiências em Educação Patrimonial, etc. A quarta seção da revista será composta por resenhas de obras publicadas em língua portuguesa ou estrangeira. À exceção do dossiê temático, todas as seções recebem trabalhos em fluxo contínuo.
Para nosso décimo primeiro número, a ser publicado no presente ano, estamos efetuando a chamada para o Dossiê CORPOREIDADES EM LUTA: Feminismos e corpos de resistências ao sul global, sob a proposição das Doutorandas Eduarda Borges da Silva (UFRGS) e Marluce Dias Fagundes (UNISINOS). Propomos esse dossiê influenciadas pela recente conquista ao outro lado da fronteira, a legalização do aborto na Argentina (em dezembro de 2020), uma luta histórica que marca não somente o acesso aos direitos sexuais e reprodutivos, mas o reconhecimento do direito à vida das mulheres, dos homens trans e de outros corpos que engravidaram (ou foram engravidados) sem interesse ou condições para gestar.
Tendo o corpo como foco, se enquadram nesta chamada pesquisas que analisem as corporeidades enquanto processo histórico de resistência, de disputa e de opressão, nos diferentes períodos e contextos, no Brasil e no restante do sul global, região dos países em desenvolvimento.
Tendo como foco artigos que analisem para além das ações feministas coletivas e individuais, interessam-nos pesquisas atentas aos usos políticos dos corpos; à interferência do Estado, da Medicina, do Judiciário e da Igreja no dizer-fazer-saber dessas corporeidades; à precariedade diferenciada entre as vidas, à performatividade, às generificações e às resistências a essas generificações, às formas repressivas e produtivas de enunciar os corpos. Além disso, textos que tem como protagonistas corpos marcados por raça, gênero, classe, território, sexualidade e geração, ou seja, que consideram a interseccionalidade, são os que, efetivamente, contribuirão com esse número da revista. A presente proposta atenta-se também em receber trabalhos que articulem as diferentes teorias e metodologias desenvolvidas pelo pensamento feminista contemporâneo.
As Normas e o Regimento da Revista encontram-se no site. Os artigos devem ser inéditos e seu conteúdo é de responsabilidade do (a) autor (a). Informações adicionais podem ser solicitadas através do e-mail oficiosdeclio@gmail.com . A submissão de artigos se dará por meio do site da Revista: http://periodicos.ufpel.edu.br/ojs2/index.php/CLIO e do envio simultâneo para o e-mail: oficiosdeclio@gmail.com
O período de recebimento dos artigos para essa edição será entre os dias 11 de Maio e 16 de Agosto de 2021. Pedimos ampla divulgação entre seus contatos.
 
CHAMADA DE ARTIGOS : Dossiê “Raça, Gênero e Sexualidade: direitos & lutas sociais”
1) Apresentação
A InSURgência: revista de direitos e movimentos sociais (ISSN: 2447-6684), ligada ao Instituto de Pesquisa, Direitos e Movimentos Sociais - IPDMS, tem por objetivo difundir produção teórica inédita concernente à temática “direitos e movimentos sociais”. Com o objetivo de impulsionar a pesquisa desenvolvida com, por e para os movimentos sociais, mobilizando pesquisadores e pesquisadoras do Brasil e de outros países em diversas áreas do conhecimento, o Instituto de Pesquisa, Direitos e Movimentos Sociais - IPDMS fundou a InSURgência: Revista de Direitos e Movimentos Sociais (ISSN: 2447-6684), um periódico internacional que promove produções teóricas e/ou empíricas inéditas comprometidas com o conhecimento crítico e libertador sobre o tema dos direitos e dos movimentos sociais, nos contextos brasileiro, latinoamericano e transnacional.
Para a próxima edição da Revista InSURgência (v. 8, n. 2, jul/dez. 2021), o Grupo “Gênero, Raça e Sexualidade” da Renap em parceria com o IPDMS convidam a comunidade acadêmica, pesquisadoras e pesquisadores, e militantes de movimentos sociais a enviarem suas contribuições em formato de artigo científico, para o dossiê “Raça, Gênero e Sexualidade: Direitos & Lutas Sociais”, conforme orientações a abaixo.
2) Dossiê “Raça, Gênero e Sexualidade: Direitos & Lutas Sociais”
O Brasil carrega em sua história marcas profundas de opressão, despersonalização e desumanização, desde a sua colonização, com a extração de suas riquezas naturais e subjugação de seus povos originários. Passados mais de três séculos de uma lógica escravagista, adentramos a segunda década do século XXI com o país na nona posição do ranking mundial de desigualdade e protagonizando um verdadeiro genocídio da população negra e indígena, que se intensifica durante a pandemia da Covid-19.
Mesmo reconhecendo os avanços sociais deste século, ainda vivemos sob sistemas de dominação - racismo, heterosexismo, capitalismo, capacitismo - que produzem determinados sujeitos e identidades privilegiadas em detrimento de outros, relegados à invisibilidade do ser e à privação de capacidade política, econômica e social. Essas formas de dominação não raramente são refletidas e reforçadas pelo direito, que contribui assim para a perpetuação de exclusão e injustiça de ordem cultural, social e política.
No corrente ano (2021), em meio à maior crise sanitária do século, a assimetria das relações sociais se interliga ao aprofundamento da crise financeira e das desigualdades que, consequentemente, acompanham um maior empobrecimento da população e aumento progressivo da extrema pobreza. No entanto, a crise tem alcance maior, pois causa um efeito cascata no que se refere às violações aos direitos fundamentais e, assim, descortina o ideal universal de igualdade.
Frente a esse cenário de uma sociedade produtora e reprodutora de desigualdades, está a luta de diversos grupos por meio dos movimentos sociais. Sejam eles movimentos feministas, negros, indígenas, LGBTQIA+, entre outros tantos, seus embates em prol dos direitos humanos tem reverberado e possibilitado a formação e transformação social. Desta forma, compreendendo que o direito pode ser também um campo de resistência, no qual a criação e interpretação da lei tem sido sempre uma atividade política atreladas às convicções de diversos atores sociais coletivos, é que buscamos reunir produções científicas envolvidas nas lutas de movimentos sociais pela afirmação/transformação de direitos.
Consciente do papel do conhecimento na transformação social, o corpo editorial da Revista Insurgência convida os/as participantes a explorarem a complexidade social e teórica envolta no grande tema “Raça, Gênero e Sexualidade: direitos & lutas sociais”. Objetivamos publicar artigos descritivos e/ou analíticos, teóricos e/ou empíricos, de relatos de experiências pessoais ou de experiências de lutas coletivas por direitos que reflitam sobre questões relacionadas aos seguintes eixos, que devem ser vistos não como limitadores, mas como caminhos para o melhor enquadramento do trabalho através da ótica do/a autor/a e de sua liberdade criativa:
1. a) Raça, gênero e sexualidade: violências e lutas sociais
A exploração e a dominação dos corpos e territórios nos processos de colonização racista e cis-heteronormativa são estruturais dos modelos políticos e econômicos existentes na América Latina e no Brasil. Os efeitos sociais decorrentes destes processos permanecem presentes na atualidade e se reconfiguram constantemente. Somando-se a uma agenda neoliberal e à intensificação dos discursos de ódio (racistas, homofóbicos, etc), a conjutura atual demonstra um incremento de violências e, por conseguinte, na sua expressão letal, por meio de assassinatos por razão de gênero e/ou orientação sexual, o genocídio da população indígena e negra e o encarceramento da juventude brasileira. As violências e discriminações em razão de classe, raça, gênero e sexualidade se apresentam como padrão global de eliminação dos corpos considerados inferiores, anormais e matáveis, aprofundadas diante da atual crise sanitária e humanitária decorrentes do contexto pandêmico. Neste sentido, para ampliação e aprofundamento das reflexões e análises dos diversos e complexos contextos de violência em suas interseccionalidades, serão aceitos artigos que trabalhem os problemas dos feminicídios, lesbocídios e transfeminicídios; da violência doméstica, das violências LGBTQIA+fóbicas, das violências sexuais, violências contra povos indígenas, quilombolas e demais povos e comunidades tradicionais, das violências institucionais (como violência policial, no sistema prisional, no socioeducativo, na saúde, etc), da violação aos direitos e à justiça reprodutiva, e exploração das mulheres no âmbito do trabalho doméstico e de cuidado. Além disso, também serão aceitos artigos que examinem atuação e respostas frente a esses problemas, seja do sistema de justiça, do legislativo e das políticas públicas, bem como as lutas sociais, sejam elas operadas por movimentos sociais, coletivos, academia, órgãos públicos e outros setores sociais.
1. b) Ofensivas anti-gênero e estratégias de resistência
Nos últimos anos, a falsa problemática da “ideologia de gênero” ganhou a esfera pública, se constituindo como um guarda-chuva a partir do qual vem se legitimando um vasto repertório de ações de combate e de silenciamento à produção política, social e subjetiva das diferenças. Marchas contra o casamento igualitário no México, na Colômbia e em Cuba, a criação da Frente Latino-americana pelo Direito à Vida e à Família, a oposição das igrejas contra o Acordo de Paz entre o governo colombiano e as FARC, por reproduzir a “ideologia de gênero”, a retirada da expressão “gênero” dos planos municipais de educação e a criação do movimento Escola sem Partido no Brasil, são alguns exemplos de reações às tentativas de avanço das pautas de gênero e sexualidade. A este conjunto de práticas discursivas se deu o nome de ofensivas antigênero e à sua discussão dedicamos esse eixo do dossiê. Serão aceitos artigos que analisam as mobilizações e alianças transnacionais antigênero; que discutam suas manifestações locais; que problematizem as produções legislativas e demais manifestações institucionais antigênero; e que discutam estratégias de resistência e enfrentamentos às ofensivas antigênero, sejam elas operadas por movimentos sociais, coletivos, academia, órgãos públicos e outros setores sociais.
3) Condições para submissão
Para enviar sua contribuição, basta se cadastrar no sítio eletrônico da InSURgencia (https://periodicos.unb.br/index.php/insurgencia/). A contribuição deve ser original e inédita, e não estar sob avaliação em outra revista; caso contrário, deve-se justificar em "Comentários ao editor". O arquivo da submissão deve estar em formato editável (Microsoft Word, OpenOffice ou RTF), sem qualquer tipo de identificação de autoria.
Para o formato artigo científico, o texto deve conter, em 2 idiomas (português, espanhol, francês ou inglês): título, resumo e palavras-chave. Além disso, deve conter introdução, desenvolvimento, conclusão e referências bibliográficas escrito em único idioma de preferência do autor, entre português, espanhol, francês ou inglês. E, ainda, deve ter espaçamento 1,5; fonte Times New Roman, com tamanho 14 no título, 12 no resumo e texto principal e 10 nas citações destacadas e notas de rodapé; empregar sublinhado em vez de itálico (exceto em endereços URL); as figuras e tabelas devem ser inseridas no texto, não no final do documento na forma de anexos.
Além de artigos acadêmicos, o dossiê também receberá publicações para as seguintes seções da revista: Em defesa da pesquisa (seção de artigos livres); Temas geradores (seção de verbetes); Poéticas políticas (seção de textos e manifestações artísticas) e Caderno de retorno (seção de resenhas de textos)
Todas as submissões deverão seguir os padrões de estilo e requisitos bibliográficos descritos em “Submissão e Diretrizes para Autores e Autoras”, no link “Sobre” que consta na página do periódico.
O prazo de submissão dos artigos ao dossiê: 11/06/2021.
 
Coisas do Gênero - Revista de estudos feministas em teologia e religião: ecofeminismo (s), teologias e territórios
O termo Ecofeminismo traz à discussão a relação entre duas bases que estruturam a sociedade atual: o patriarcado e o capitalismo. Entendendo que as mulheres são as maiores vítimas da violência da degradação ambiental, os movimentos ecofeministas articulam, em uma perspectiva sistêmica, as buscas por direitos iguais para mulheres e homens, por sustentabilidade e a defesa do meio-ambiente. Dentro desses movimentos, a reflexão teológica está associada à teologia ecofeminista. Ela envolve o desenvolvimento conceitual das relações entre as religiões patriarcais, junto aos seus sistemas simbólicos, e a evolução social patriarcal e capitalista, propondo de ações e discursos para desenvolver espiritualidades engajadas na busca dessas novas relações. Este dossiê busca refletir sobre teorias, metodologias e práticas ecofeministas e suas histórias, aceitando artigos em perspectivas plurais
 
Chamada Temática para submissão de artigos, resenha, entrevista ou ensaio – Revista Profanações
Atualmente a Revista Profanações conta com pesquisadores pareceristas vinculados ao pensamento agambeniano e/ou de seus interlocutores de universidades da Argentina, Chile, Peru, Colômbia, México, Espanha, Itália e, de diversas regiões do Brasil.
A Revista Profanações convida os/as interessados/as em contribuir com a temática proposta, sob a forma de artigo, resenha, entrevista ou ensaio. Esperamos receber contribuições sobre a temática apresentada acima, assim como análises comparativas, que considerem as contribuições da biopolítica italiana frente a possíveis diálogos com autores europeus, latino-americanos e/ou asiáticos, além de análises sobre a (bio)política no Brasil à luz do pensamento italiano. Nesse sentido, são bem-vindas quaisquer contribuições que estejam de acordo com os interesses da “Revista Profanações” (vide “Foco e Escopo” da revista).
Prazo para submissão: Fluxo contínuo
 
Revista Argumentos
Argumentos é uma revista eletrônica do Departamento de Política e Ciências Sociais da Universidade Estadual de Montes Claros. Seu objetivo geral é estabelecer-se como um espaço de debate e intercâmbio em ciências sociais sob uma perspectiva crítica. Sua área temática, portanto, inclui antropologia, sociologia e ciência política.
Nosso público-alvo são pesquisadores de ciências sociais e humanas (acadêmicos, estudantes, membros de organizações sociais e da comunidade em geral). Argumentos tem o português como idioma principal, mas recebe e publica pesquisas em espanhol e inglês. Sua periodicidade é semestral. Convidamos a apresentação de artigos científicos públicos não publicados e originais, sujeitos a um processo de revisão por pares. Lançamos dois dossiês por ano, mas temos uma recepção aberta e permanente de itens ao longo do ano.
Atualmente, a Argumentos está em indexadores com os metadados DOAJ, Latindex, Redib, Sumarios.org, Diadorim, Mines Journals; no indexador de métricas do Google Scholar; e nos mecanismos de busca da CAPES, Portal de Jornais - ANPOCS, LatinREV - CLACSO, MIAR e EZB. Cada artigo publicado pela Argumentos também possui o sistema de identificação DOI (Digital Object Identifier). As avaliações seguirão uma ética de avaliação duplo cego. Depois de passar pelo Comitê Editorial da revista, responsável por verificar se os padrões exigidos na seção "Diretrizes para autores" são cumpridos, os artigos são enviados anonimamente a dois árbitros, especialistas na área, para uma avaliação cuidadosa dos sua qualidade Em caso de desacordo, o artigo será enviado a um terceiro especialista. Os documentos recomendados para publicação com revisão de conteúdo serão enviados novamente a dois revisores, preferencialmente os do processo inicial.
Mais informações podem ser encontradas na página da revista: https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/argumentos
Os artigos podem ser enviados através do email: revista.argumentos@unimontes.br ou através da plataforma.
 
Revista Gênero
A revista publica trabalhos que contribuam para o estudo das relações de gênero, escritos a partir de diferentes tradições disciplinares, dentro de um arco de questões que dizem respeito à condição feminina, homossexualidades, masculinidades dentre outros temas correlatos.
 
Revista Diversidade e Educação
A Revista Diversidade e Educação é uma revista de divulgação científica semestral e publica artigos e relatos de experiências educativas nas temáticas de corpos, gêneros, sexualidades e relações étnico-raciais. A revista tem como foco textos que tratem dessas temáticas no espaço escolar e em outros espaços educativos.
  
Revista LibertAção
O Consultor Ad Hoc tem a função de auxiliar na avaliação dos artigos das diversas áreas do conhecimento enviados para o periódico. Para a seleção dos consultores que formarão o cadastro, serão considerados a titularidade (doutorado em Filosofia, Educação ou áreas afins) e a vinculação institucional.
As áreas temáticas da revista são Ensino de Filosofia, Marxismo e Educação, Filosofias Africanas, descolonização curricular/decolonialidades e filósofas contemporâneas.
Os/as interessados/as devem enviar os dados pessoais (nome, e-mail), suas áreas de interesse/pesquisa, bem como o link do currículo lattes para o e-mail revlibertacao@gmail.com com assunto Cadastro de Consultor Ad Hoc.
Mais informações: revlibertacao@gmail.com
 
Revista Pensata: Chamada para parecerista
A revista Pensata dos Alunos do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da UNIFESP – é uma revista acadêmica que se propõe a abrir um espaço de reflexão crítica e diálogo interdisciplinar entre a Antropologia, a Ciência Política e a Sociologia a partir das propostas temáticas das três linhas de pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da UNIFESP (Conflitos, Sujeitos, Direitos; Pensamento, Conhecimento, Expressão; e Territórios, Trabalho, Políticas Públicas), sem excluir, entretanto, temas relativos a outras áreas do conhecimento em diálogo com as Ciências Sociais. Será contemplada a publicação de artigos, resenhas, entrevistas, transcrições, e traduções em português e em espanhol, visando com isso tanto uma pluralização linguística do conteúdo divulgado quanto uma integração de pesquisas e perspectivas dos países latino-americanos vizinhos.
A Revista Pensata convida pesquisadores(as) doutores(as) para integrar o corpo de avaliadores do periódico.
 
 
3.b - Inscrições abertas para participação em eventos
 
XII Congresso Internacional de História da Loucura, Psiquiatria e Saúde Mental
IV Simpósio Internacional Mulheres e Loucura
12 a 14 julho de 2021
Devido à pandemia de Covid-19 o XII CIHLPSM será realizado excecionalmente online.
Na sequência do XI Congresso Internacional de História da Loucura, Psiquiatria e Saúde Mental — CIHLPSM em 2020, este XII Congresso Internacional de História da Loucura,
Psiquiatria e Saúde Mental — CIHLPSM — visa dar continuidade a temáticas anteriores e autonomizar novos temas.
Assim, em 2021, as temáticas são:
● Medicina de Catástrofe, Loucura e Saúde mental
● Pandemias, Catástrofes naturais, Loucura e Saúde mental
● Guerras, Loucura e Saúde mental
● Fontes para a História da Loucura e da Saúde Mental
● Direitos humanos, Direito biomédico e saúde mental
● Psiquiatria, neurologia, psiquiatria forense e medicina legal nos séculos XIX-XX -XXI
● Ciências farmacêuticas e saúde mental
● Geografia e Demografia da saúde mental
● Psicologia, Ciências da Educação e saúde mental
● História dos sintomas desde a Antiguidade clássica até à atualidade
● A Loucura na História da Arte
● A Loucura na História da Literatura
● A Loucura na História da Filosofia
● A Loucura na História do Cinema
● A Loucura na História da Filatelia
No IV Simpósio Internacional Mulheres e Loucura as temáticas são:
● Fontes para a história do tema Mulheres e Loucura
● Representações literárias e artísticas da Loucura em Figuras femininas
● Estudos histórico-culturais da Loucura em Figuras Femininas
● Estudos histórico-clínicos da Loucura em Figuras Femininas
● Violência doméstica, loucura e saúde mental
● Biografias de mulheres
Envio de resumos para propostas de comunicação até 8 de maio de 2021.
Organização e secretariado
Sociedade de História Interdisciplinar da Saúde-SHIS
Apoio institucional
Grupo de História e Sociologia da Ciência e da Tecnologia do Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX da Universidade de Coimbra — GHSCT-CEIS20 (coords. Profs Doutores Ana Leonor Pereira; João Rui Pita); Laboratório de Sociofarmácia e Saúde Pública da Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra
Comissão Científica
Ana Leonor Pereira (Universidade de Coimbra, Portugal)
Isabel Nobre Vargues (Universidade de Coimbra, Portugal)
João Rui Pita (Universidade de Coimbra, Portugal)
José Morgado Pereira (Universidade de Coimbra, Portugal)
Juan António Rodriguez Sanchez (Universidad de Salamanca, Spain)
Maria Gabriela S.M.C. Marinho (Universidade Federal do ABC – UFABC, Brasil)
Maria do Rosário Mariano (Universidade de Coimbra, Portugal)
Romero Bandeira (Universidade do Coimbra, Portugal)
Comissão Organizadora
Ana Leonor Pereira (Universidade de Coimbra, Portugal)
João Rui Pita (Universidade de Coimbra, Portugal)
José Morgado Pereira (Universidade de Coimbra, Portugal)
Victoria Bell (Universidade de Coimbra, Portugal)
Mais informações na chamada em anexo e nos sites: https://www.uc.pt/ffuc https://www.shis.pt
 
Colóquio Internacional: Masculinidades em questão - modelos, perspectivas e formas de violência
A noção de "masculinidade" está imersa num debate de tipo transdisciplinar e pluritemático. Trata-se dum assunto ocidental motivado pelos contributos e a reflexão dos estudos feministas e os chamados estudos lgbt+. O estudo da masculinidade (cuja origem é principalmente anglo-saxónica) está em processo de elaboração teórica, política, social e cultural, sendo um campo de estudo relativamente recente nos contextos geográficos de língua portuguesa e espanhola. Como noção teórica e conceito sociológico de tipo instrumental, o estudo da condição masculina permite refletir sobre o gênero enquanto elemento histórico, sociológico e cultural. Assim, existem diferentes perspectivas que abordam as formas específicas referentes aos homens e aos diferentes tipos de masculinidade, existindo também uma hierarquia entre elas: uma de tipo hegemónico e outras de tipo subalterno. Ao falar de masculinidade hegemónica, faz-se referência ao resultado mediante o qual certos homens se reconhecem e respeitam entre eles, tratando-se duma aliança implícita gerada por meio duma expressão ritual e verbal frequentemente baseada no sexismo, na misoginia e na homofobia (Guasch, 2006). Este modelo de masculinidade provoca assim "outras" masculinidades e dinâmicas viris, desvalorizadas, consideradas inferiores e com pouco ou nenhum prestígio histórico e social. Salientando a diversidade de formas de "ser homem" e a existência dum modelo másculo hegemónico que permite modelos e dinâmicas viris subalternas, propõe-se analisar formas e exercícios intramasculinos de poder, assim como manifestações de violência e dinâmicas de desigualdade derivados da interação entre os diferentes modelos que a masculinidade provoca (Guasch, 2006).
Este colóquio propõe um espaço de diálogo e reflexão crítica multidisciplinar, centrado nas formas de violência que o modelo de masculinidade hegemónica exerce nos próprios sujeitos masculinos. Procurar-se-á, então, analisar as dinâmicas de violência que afetam os próprios homens nos espaços socioculturais em língua portuguesa e espanhola. Considerando o anterior, este colóquio pretende receber propostas de comunicação provenientes de diferentes disciplinas, nomeadamente: antropologia, artes visuais, dança, filosofia, história, linguística, literatura, sociologia e teologia.
Eixos temáticos propostos:
Bifobia, homofobia e transfobia.
Corpo, sexo e afetos.
Heterossexualidade.
História das ideias.
Impérios, ditaduras e colonialidade.
Masculinidades dissidentes: homossexualidade e bissexualidade.
Paternidade.
Representação / idealização do masculino.
Transgênero, transexualidade e intersexualidade.
Data de Submissão – até 31/06/2021
Mais informações: colmasc.geneve@gmail.com
 
Workshop Mulheres e Resistência(s) no Império Português
18-20 de outubro de 2021
Data limite para envio de propostas: 30 de junho de 2021.
Na história do Império português, as mulheres vivenciaram e integraram formas diversas de resistências. Numa iniciativa conjunta do CHAM–Centro de Humanidades da NOVA FCSH e PROFHISTÓRIA-UFMA, o Workshop “Mulheres e Resistência(s) no Império Português” tem como intenção apresentar trabalhos, estabelecer diálogos e propiciar debates a partir de várias vertentes em torno da temática proposta. A intenção é agregar investigações desenvolvidas a partir de diversos prismas e assim promover um profícuo diálogo entre os investigadores, abarcando assim significativa diversidade de trabalhos e reflexões sobre as múltiplas resistências nas suas várias formas. Propõe-se, neste sentido, a abordagem de estudos relacionados a práticas de resistências, destacadamente: processos migratórios e povoamento, redes de sociabilidades, trajetórias de vida, estratégias de sobrevivência, saberes e práticas de saúde, religião, política, educação, comportamentos, vestimentas, etc. Buscar-se-á debater, ainda, a respeito de tais práticas, as suas dimensões e narrativas historiográficas.
Por motivos de segurança, e tendo em conta a actual crise pandémica, o Workshop será exclusivamente on-line.
Encontra-se aberto o Call para apresentação de comunicações. As propostas são aceites em português, espanhol ou inglês e a seleção será feita pela Comissão Organizadora e Científica.
As propostas devem ser enviadas para o endereço de e-mail: mulheres.resistencias@gmail.com até 30 de Junho e devem incluir: o título da comunicação, filiação institucional, resumo ( até 250 palavras), cinco palavras-chave e uma breve nota biográfica. Serão reservados 15 minutos para a apresentação.
Convida-se igualmente à proposta de painéis temáticos, com um máximo de três participantes. As propostas devem conter o título do painel, bem como um resumo de cada comunicação, palavras-chave e nota biográfica dos participantes.
 
 
TÓPICO 4 - CURSOS NA ÁREA DE GÊNERO
 
Políticas de cuidado com perspectiva de gênero
O objetivo da especialização consiste em:
Fornecer ferramentas teóricas que permitam uma formação sólida a respeito do vínculo entre gênero e cuidado, seus principais debates e tensões conceituais.
Conhecer os avanços da pesquisa empírica realizada na região e suas principais contribuições
Capacitação para a formulação e análise de políticas públicas para que os alunos possam fazer contribuições que permitam incorporar a perspectiva de gênero nas questões do cuidado.
Duração: setembro de 2020 a junho de 2021
 
Núcleo de estudos interdisciplinares sobre a mulher
No âmbito acadêmico, o NEIM tem estimulado o crescente interesse de estudantes pela análise das questões de gênero e condição feminina na sociedade e na história. Nesse sentido, tem colaborado, efetivamente, ministrando cursos em nível de graduação e pós-graduação através dos departamentos de Ciência Política, Antropologia, Sociologia e História da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, bem como nos Cursos do Instituto de Letras, Escola de Enfermagem e Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia. Junta-se a esse esforço a criação, em 2005, do programa de Pós-Graduação (Mestrado e Doutorado) em Estudos Interdisciplinares sobre Mulheres, Gênero e Feminismo (PPGNEIM).  
Mais informações sobre os cursos: http://www.neim.ufba.br/wp/cursos/
 
Docência em gênero e sexualidade
As instituições de ensino devem ser espaços que promovem a aceitação às diferenças e discutem os temas mais urgentes da sociedade. Muitas questões consideradas tabus podem ser trabalhadas desde a infância para evitar situações posteriores de discriminação, preconceito e violência. Curso para capacitar educadores para desenvolverem atividades na área, atuando com a prática docente relacionada ao tema como forma de contribuir para mudanças significativas na sociedade.
Mais informações: https://www.educamaisbrasil.com.br/cursos-e-faculdades/docencia-em-gener...