Oportunidades na área de gênero - Maio/2022

Publicado em 10/05/2022 - 20:08

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Para recebimento de oportunidades via e-mail, envie uma mensagem com o título "inscrição divulga-pagu" para: divulgacao.pagu@gmail.com.

 

 

TÓPICO 1 – Divulgação de eventos e oportunidades do Núcleo Pagu

 

 

1.1. CADERNOS PAGU

Cadernos pagu, revista online, de acesso aberto e gratuito do Núcleo de Estudos de Gênero-Pagu, publica artigos inéditos com contribuições científicas originais, que colaborem para a difusão de conhecimentos no campo dos estudos de gênero e a leitura crítica da produção internacional. Recebe artigos em fluxo contínuo em português, inglês e espanhol. Todo o material publicado, inclusive no período anterior à indexação no SciELO, se encontra disponível em https://www.pagu.unicamp.br/pt-br/cadernos-pagu e http://http//periodicos.sbu/%C2%A0. No Scielo, disponível a partir da edição 16, em http://www.scielo.br/cpa%C2%A0%C2%A0.

 

1.2. PRÓXIMOS EVENTOS PAGU

 

1.3. EVENTOS DISPONIBILIZADOS ON-LINE PAGU

 

CICLO DE ENCONTROS PANDEMIA NA RODA

Encontro #1 Cemitérios, mortes e sofrimentos. Com Fábio Araújo (FioCruz), Flávia Medeiros (UFSC), Fábio Mallart (UERJ), Liliana Sanjurjo (UERJ), Larissa Nadai (USP) Desirée Azevedo (UNIFESP) e Everton de Oliveira (UFSCar) e também com as debatedoras Juliana Farias (Pagu/Unicamp) e Bernardo Fonseca Machado (DA-IFCH/UNICAMP). Organização de Juliana Berger Valente (CUNY/NY), Larissa Nadai (USP) e Natália Corazza (Pagu/Unicamp). https://youtu.be/NhE-_nvp5G8

Encontro #2 Vulnerabilidades, Precariedades e Desigualdades. Com Márcia Pereira Leite (UERJ), Carolina Branco Ferreira (UNICAMP) e Pedro Lopes (USP) a participarem da Roda, colocando suas respectivas reflexões publicadas na Revista Dilemas e no Boletim da ANPOCS. O debate ficará a cargo de Julian Simões (UNIFESP) e Lucas Freire (FGV). Organização de Juliana Berger Valente (CUNY/NY), Larissa Nadai (USP) e Natália Corazza (Pagu/Unicamp). https://www.youtube.com/watch?v=-y1mf6X-3mw

 

CLUBE DE LEITURAS FEMINISTAS PAGU

2º Encontro do Clube de Leituras Feministas Pagu
Com Letícia Nunes de Moraes: historiadora, docente na Universidade de Sorocaba para apresentar o livro da Pagu, Parque Industrial. https://www.youtube.com/watch?v=Tb6YHehpung

3º Encontro do Clube de Leituras Feministas Pagu
Com Maria Stella Bresciani (DH- IFCH/ Unicamp) para apresentar o livro de Beth Lobo, Emma. https://youtu.be/BCIp16oOVzk

 

CURSO DE EXTENSÃO E FORMAÇÃO "COMBATE E PREVENÇÃO ÀS VIOLÊNCIAS DE GÊNERO"

Curso realizado numa parceria entre a Rede Nacional de Promotoras Legais Populares e Núcleo de Estudos de Gênero - Pagu

Aula inaugural com Amelinha Teles. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=i4IQGLMNmcs 

 

FÓRUM: PANDEMIA E VIOLÊNCIA DE GÊNERO, UMA ÓTICA INTERSECCIONAL
Evento organizado pela Comissão da Mulher, juntamente com o COMESP/Tribunal de Justiça e o Núcleo de Estudos de Gênero - Pagu/UNICAMP, para discussão e proposição de políticas públicas relativamente ao agravamento da violência contra mulheres, crianças e adolescentes no contexto da pandemia.
Com a participação de Dra. Angélica de Almeida (TJ/SP e COMESP), Dra. Karla Bessa (PAGU); Mariana Conti (Vereadora Campinas), Joice Berth (arquiteta negra), Fabiana de Andrade (UERJ), Marina Ganzarolli (advogada, deFEMde) e Magali Mendes (APLP). Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=z96r2-1iZoY

 

MOSTRA “ELAS NA CONTRA LUZ”

Encontro #1 Encontros entre cinema e literatura. Com Marcela Lordy, Assunção Hernandes e homenagem a Suzana Amaral (in memoriam), debatendo os filmes “Ser o que se é” e“A hora da estrela”: https://youtu.be/hS0Epq4ehF0 .

Encontro #2 De fora para dentro, de dentro para fora: cinema de mulheres indígenas. Com Tizuka Yamazaki, Larissa Y. Duarte e Patrícia Ferreira debatendo os filmes “Encantados” e “Wehsé Darase - Trabalho da Roça”: https://youtu.be/BJPG6YJD0Dw .

Encontro #3 A (des)racialização das telas e das câmeras. Com Adélia Sampaio e Kris Niklison debatendo os filmes “Denúncia Vazia”, “O Mundo do Dentro” e “Vergel”: https://youtu.be/5yyxwzmua7w .

Encontro #4 As subjetividades políticas no documentário. Com Lúcia Murat e Lilian Solá Santiago debatendo os filmes “Três Atos” e “Balé de pé no chão”: https://www.youtube.com/watch?v=LDuAeL6cDMI

Encontro #5 Mulheres, decolonialismo, exclusão social e solidão. Com Viviane Ferreira e Edileuza Penha debatendo os filmes “O dia de Jerusa” e “Filhas de Lavadeiras”: https://www.youtube.com/watch?v=tFc8QTtofG8

Encontro #6 Feminilidades e os gêneros cinematográficos brasileiros. Com Tata Amaral e Jorane Castro debatendo os filmes “Hoje” e “Para ter aonde ir”: https://www.youtube.com/watch?v=SlP5RHwn0jU

 

POR NÓS: COLETIVO DE MULHERES SOBREVIVENTES DO CÁRCERE

Com a participação de Mary Jello, Mãe Batia de Oxum, Elizângela Lima, Natasha Adelaide (Lena) e Débora Antunes. Disponível em: https://youtu.be/OIMdmp_4XyQ
Organização: Por Nós Coletivo de Mulheres Sobreviventes do Cárcere, Natália Corazza Padovani (PAGU), programas de pós-graduação em Ciências Sociais e Antropologia do IFCH-Unicamp).
Colaboração: Magali Mendes (PLPs Campinas), Denise Chicoli (União de Mulheres de Sp/ PLPS SP) e Marilia Kayano (União de Mulheres de São Paulo e PLPS SP).
Apoio: Pagu/Unicamp
Apoio técnico: Coordenadoria de Eventos, Extensão e Difusão do IFCH/Unicamp

 

PROJETO GÊNERO E DESIGUALDADES
Parceria entre Pagu/Unicamp e PPGAS/USP
Organizado por Regina Facchini e Carolina Parreiras

Aula Aberta #1 Desigualdades Sociais, Saúde e o COVID-19. Participam do debate Luís Eduardo Batista (Instituto de Saúde/SES-SP), Fernanda Lopes (GT Racismo e Saúde/Abrasco) e Alexandre da Silva (Faculdade de Medicina de Jundiaí). A mediação de Regina Facchini (Pagu/Unicamp). https://youtu.be/LAy8LVHq4r0

Aula Aberta #2 Periferias, resistência e saúde mental. Com Tatiana Minchoni (Sarau do Binho/Felizs/CRP-SP); Deivison Faustino (Unifesp); Emiliano de Camargo David (PUC-SP/AMMA Psiquê); Gleicy Silva (Pagu/Unicamp). https://youtu.be/HHbRtKjzO50

Aula Aberta #3 Violências em favelas e periferias na pandemia. Com Juliana Farias (Pagu/Unicamp), Elaine Lima (Pedagoga/GP Mulheres do Capão Redondo), Bruno Nzinga Ribeiro (PPGAS/Unicamp) e Carolina Parreiras (NUMAS/USP). https://youtu.be/D8BzTemN5Ro

Aula Aberta #4 Religião e COVID-19 em debate. Com Magali do Nascimento Cunha (Intercom), Ronaldo de Almeida (DA/LAR/Unicamp), Christina Vidal da Cunha (UFF), Ivá Adriana de Nanã (Ilé Axé Omó Nanã), Rodrigo Toniol (DA/LAR/Unicamp). https://youtu.be/YdjFc-ZHrrs

Aula Aberta #5 Migrações, Refúgio e LGBTI+. Com Lara Lopes, Maria Paula Botero, Nathália Antonucci, Isadora Lins França. https://youtu.be/CO_scHJvsSk

Aula Aberta #6 Saúde LGBT em tempos de Covid-19. Com Adriano Queiroz (PMDSTAIDS-SP; UFABC), Fernanda Fortes de Lena (Unicamp; VOTE LGBT), Flávia Teixeira (CRAIST/UFU; ABRASCO), Gabriela Calazans (FM; NEPAIDS/USP), Camilo Braz (SER-TÃO/UFG). https://youtu.be/-J3KKmurZSc

Aula Aberta #7 Direitos em tempos de Desmocratização. Com Anna Tulie Araújo (ULTRA; UniCEUB), Bruna Andrade Irineu (UFMT; ABEH), Jacqueline Moraes Teixeira (FE;NUMAS/USP; CEBRASP), Lucas Bulgarelli (NUMAS/USP), Luiz Mello (SER-TÃO/UFG), Thiago Coacci (Larvas Incendiadas). https://youtu.be/9J0T8zf7TX8

Aula Aberta #8 Corpos e (R)Existências Negrxs e LGBT na Universidade. Com Luciana de Oliveira Dias, (UFG; ABA), Suely Messeder (UNEB), Megg Rayara Gomes de Oliveira (UFPR), Thiago Teixeira (PUC-MG), Michel Ferreira (UTFPR), Stephanie Pereira de Lima (Unicamp). https://youtu.be/RrhmpK4kRQI

Aula Aberta #9 Despatologização/Repatologização: O que dizem as Ciências PSI? Com Isabela Saraiva (NEGAH/UFSJ), Alexandre Oviedo Gonçalves (Unicamp; CEBRAP), Maya Foigel (Generidades/ Sedes Sapientiae; Transitar), Beatriz Pagliarini Bagagli (IEL/UNICAMP), Marco Aurélio Prado (Nuh/UFMG), Heder Bello (UFRJ; CRP-RJ) https://youtu.be/qzweontSRo8

Aula Aberta #10 Transfobia, Racismo e o Acesso à Educação e ao Trabalho. Com Keila Simpon (ANTRA), Dayanna Louise L. dos Santos (UFPE; SE-PE), Luck Yemonja Banke (NETRANS; PREPARA UBUNTU/UFSC), Brume Dezembro Iazzetti (PPGAS; PAGU/Unicamp) e Amanda (AMOTRANS/ANTRA). https://youtu.be/FTjGpna7Df0

Aula Aberta #11 - Resistências negras e música no Brasil e em Angola. Com Bruno Nzinga Ribeiro (PAGU/Unicamp), Kelly Adriano (Pesquisadora e gestora cultural), Jaqueline Santos (CEMI-Unicamp) e Daniela Vieira (UEL). https://youtu.be/T2NhLnFQrkU

Aula Aberta #12 - Negras(os) nas universidades: subjetividades e transformações recentes. Com Gleicy Silva (PAGU/Unicamp), Mário Medeiros (IFCH-Unicamp), Stephanie Lima (Pesquisadora independente) e Fabiana Mendes (Pesquisadora independente). https://youtu.be/I3tHw8Crt-Y

Aula aberta #13 – Aprendizados do combate à COVID-19: força-tarefa interdisciplinar da Unicamp. Silvia Maria Santiago (FCM-Unicamp), Sávio Cavalcante (IFCH/Unicamp), Luciana Utsunomiya (SOMA) Jacqueline Santos Rios (agente popular de saúde), Giorgia Carolina do Nascimento (PPGAS/Unicamp). https://youtu.be/yFPrWN0uX64

Aula aberta #14 – Direitos Humanos em disputa: trajetória, controvérsias e atualidades em torno dos PNDH. Com Lucas Bulgarelli (NUMAS/USP e OAB/SP), Rodrigo Toniol (PPGAS/Unicamp e ACSRM), Jacqueline Morais (PPGE – USP NUMAS e CEBRAP), Isabela Kalil (FESPSP, NEU e OED Brasil), Regina Facchini (PAGU). https://youtu.be/rWr17NKmjYY

Aula aberta #15 – Corpo, diferença e deficiência: (novos?) desafios na pandemia. Com Anahí Guedes de Mello (UFSC, Anis e ABA), Carolina Branco Ferreira (PPGAS e PPGCS Unicamp/CAPES), Julian Simões (PPGCS/Unifesp e ABA), Marco Antônio Gavério (UFSCar), Pedro (Numas/USP), Anna Paula Vencato (UFMG). https://youtu.be/b4XaRmmRkAw

Aula Aberta #16 – Proteção de crianças e adolescentes: desafios nos 30 anos do ECA. Com Camila Fernandes (PPGAS/MN/UFRJ, NUSEX, PPGAS/MN, LACED), Maria Carolina Trevisan (UOL, Afro/Cebrap), Carolina Parreiras (DA e NUMAS/USP, PPGAS/Unicamp), Vanessa Leite (UNIFESP, CLAM/IMS/UERJ). Mediação de Regina Facchini (Pagu/Unicamp e PPGAS IFCH/Unicamp). https://www.youtube.com/watch?v=9YLayDxp4qU

Aula aberta #17 – Gênero, sexualidade e o combate ao assédio, discriminação e violência na Unicamp. Com Ana Maria Fonseca Almeida (FOCUS/FE/Unicamp), Carolina Bonomi (PPGCS/IFCH/PAGU/Unicamp), Leandro Martínez (IQ/Unicamp), Silvia Santiago (FCM/Unicamp), Tania Maron Vichi Freire De Mello (SAPPE/Unicamp), Milena de Oliveira Santos (Demografia/Unicamp) e Regina Facchini (Pagu e PPGAS-IFCh/Unicamp ABA, DeDH). https://youtu.be/0MyA_AwSpLE

Aula Aberta #18 – Violência sexual, consentimento e experiências de intervenção em universidades. Com Ana Maria Fonseca de Almeida (FOCUS/FE/Unicamp), Camila Ferreira (SAVS/Unicamp), Carolina Parreiras (NUMAS/USP e PPGAS/Unicamp), (PAGU/Unicamp e
NUMAS/USP), Heloisa Buarque de Almeida (NUMAS/USP), Tatiana Lionço (Escuta Diversa./UnB) e Regina Facchini (Pagu e PPGAS-IFCh/Unicamp ABA, DeDH). https://youtu.be/-zX5_r-bduk

Aula Aberta #19 – Negras/os, LGBTI+ e mulheres na política. Com Cristiano Rodrigues (PPGCP-UFMG, IESP-UERJ, MARGEM, NEPEM). Danusa Marques (UnB, ABCP). João Filipe Cruz (FFLCH/USP, NÓS/USP). Mediação/Debate: Regina Facchini (Pagu e PPGAS-IFCh/Unicamp ABA, DeDH) e Thiago Coacci (NEPEM/UFMG e Larvas Incendiadas). https://www.youtube.com/watch?v=gCGrOIy-NFI

Aula Aberta #20 Mulheres, pessoas negras e LGBTI+ nas eleições 2020. Com Cláudio Nascimento (Grupo Arco-Íris, Voto com orgulho, Aliança Nacional LGBTI, Gay Latino), Cristiano Rodrigues (PPGCP-UFMG, IESP-UERJ, MARGEM, NEPEM), Danusa Marques (Núcleo Flora Tristán-UnB), Fernanda K. Martins (PPGCS-Unicamp, InternetLab), Marlise Matos (NEPEM-UFMG, International Sociological Association e Sociologists for Women in Society). Mediação de Regina Facchini (PPGCS-IFCH, PAGU, DeDH/Unicamp) e Thiago Coacci (NEPEM-UFMG e Larvas Incendiadas). https://youtu.be/9GbL8mM6PpE

Aula Aberta #21 Podcasts, divulgação científica e desigualdades. Com Ramon Reis (Compósita), Paula Lacerda (UERJ e Campo), Patrícia Pinheiro (Unila e Observantropologia), Bruner Titonelli (Unb e Conversas da kata). Mediação de Carolina Parreiras (NUMAS/USP e PPGAS - IFCH/Unicamp). https://youtu.be/ZQzf--kY408

Aula Aberta #22 O Coletivo Leilane Assunção e o a acesso e a permanência na Unicamp. Com Brume Dezembro Iazetti (PAGU/Unicamp), Ariana Oliveira Alves (PPGCS/IFCH e PAGU/Unicamp, Guilherme Oliveira (PAGU). Mediação de Regina Facchini (PPGCS-IFCH, PAGU, DeDH/Unicamp). https://youtu.be/UFSYtflNXVI

Aula Aberta #23 Diretos em disputa: os conservadorismos religiosos e a ordem sexual contemporânea. Com Brenda Carranza (DA-IFCH/Unicamp, LAR/Unicamp), Cris Serra (IMSHC/UERJ e CLAM) e Juan Marco Vaggione (Universidade de Córdoba e CONICET). Mediação de Regina Facchini (PPGCS-IFCH, PAGU, DeDH/Unicamp). https://youtu.be/lTcezzE0KSQ

Aula Aberta #24 LGBTfobia, lutas, direitos e resistências. Com Thiago Coacci (Larvas Incendiadas),  Amanda Palha (Amotrans/Antra), Bruno Nzinga Ribeiro (PPGAS/Unicamp). Mediação de Regina Facchini (PPGCS-IFCH, PAGU, DeDH/Unicamp).
https://www.youtube.com/watch?v=VEQ23Ch89Kk

Aula Aberta #25 Prostituição e trabalho em tempos de crise sanitária e da Democracia. Com Ana Paula da Silva (PPJS/LEC/UFF/Coletivo PutaDavida/Comitê de Gênero e Sexualidade ABA), Betania Santos (Associação Mulheres Guerreiras/Coletivo PutaDavida), José Miguel de Olivar Nieto (USP/ColetivoPutaDavida), Laura Murray (NEPP-DH/UFRJ/Coletivo PutaDavida), Monique Prada (Escritora/Master Love/Colunista da Mídia Ninja/Mundo Invisível) e Carla Elísio (UNEB, direitos das prostitutas e AzMina). Mediação de Regina Facchini (Pagu/Unicamp; Comitê Gênero e Sexualidade/ABA). https://youtu.be/ruuFQ9mROwU

Aula Aberta #26 LGBTI+, saúde mental, violência e resistências. Com Thiago Teixeira (PUC/MG), Cris Serra (CLAM/IMS/UERJ), Héder Bello (UFRJ,CRP-RJ) e Jeferson Batista (PPGAS/Unicamp). Mediação de Regina Facchini (PAGU/Unicamp). https://youtu.be/ZrW5QlBNBHM

Aula Aberta #27 Disputas e Convergências na Inserção de Corpos e Saberes Trans* na Universidade. Com Blas Radi (Universidad de Buenos Aires), Brume Dezembro Iazzetti (PPGAS/PAGU/Unicamp), Ian Habib (Desmonte Seminário, NUCUS/UFBA), Yuna Vitória Santana da Silva (NUCUS-UFBA e GPDS-FDUFBA).Mediação de Regina Facchini (Pagu; Comissão Assessora de Gênero Sexualidade/DeDH/Unicamp). https://youtu.be/5-9YR3MhK_s

Aula Aberta #28 Bissexualidade: ativismo e produção de conhecimento no Brasil. Com Fernanda Coelho (Coletivo BIL, conselho e comitê de saúde em MG, Frente Bissexual Brasileira), Inácio Saldanha (PPGAS/Unicamp e GAEBI), Regina Facchini (PAGU e DeDH/Unicamp, ABA) debatendo com Vanessa Leite (UNIFESP, CLAM/IMS/UERJ). https://youtu.be/M7jUHJe31qc

Aula Aberta #29 Estudos sobre cisgeneridade. Com Beatriz Pagliarini Bagagli (transfeminismo.com e TransAdvocate Brasil) e Brume Dezembro Iazzetti (PAGU/Unicamp). Mediação de Regina Facchini (PAGU) e Thiago Coacci (Larvas Incendiadas). https://www.youtube.com/watch?v=p1MS2l_-oc0

 

Clássicos #1 - Morte em Família, de Mariza Corrêa. Com Adriana Piscitelli (Pagu/Unicamp), Larissa Nadai (DA/USP), Roberto Efrem Filho (UFPB/UFPE), com mediação de Thiago Coacci (Larvas Incendiadas) e Regina Facchini (Pagu/Unicamp). https://youtu.be/Dojqzfwt9g4

Clássicos #2 - Raça, gênero e classe no pensamento, de Lélia Gonzalez. Com Flávia Rios (NEGRA/UFF; AFRO-CEBRAP), Alex Ratts (LAGENTE/UFG), Gleiccy Mailly da Silva (PAGU/Unicamp) e Thiago Coacci (Larvas Incendiadas). https://youtu.be/uiX7my7a6PQ

Clássicos #3 - Envelhecimento e sexualidade: contribuições de Guita Debert e Júlio Simões. Com Guita Debert (Unicamp), Júlio Assis Simões (USP), Mauro Brigeiro (Fiocruz), Carlos Eduardo Henning (UFG) e Guilherme Passamani (UFMS). https://youtu.be/WzD8Cs-RUko

Clássicos #4 - Beatriz Nascimento: corpo, território e transatlanticidade. Com Alex Ratts (LaGENTE/IESA/UFG), Christen A. Smith (Univ. do Texas), Mariléa de Almeida (Alesp), Gleiccy Mailly da Silva (PAGU/Unicamp) e Thiago Coacci (Larvas Incendiadas). https://youtu.be/sDvNnEmL2bM

Clássicos #5 Especial: Gênero e violência: contribuições de "Cenas e queixas" de Maria Filomena Gregori. Com Maria Filomena Gregori (DA;Pagu/Unicamp; ABA), Guita Debert (DA;Pagu/Unicamp), María Elvira Díaz Benítez (Museu Nacional/UFRJ), Roberto Efrem Filho (DCJ/UFPB; PPGA/UFPE), Carolina Parreiras (DA; Numas/USP). Mediação de Regina Facchini (Pagu; Comissão Assessora de Gênero Sexualidade/DeDH/Unicamp) e Thiago Coacci (Nepem/UFMG; Larvas Incendiadas). https://youtu.be/kLAM3UmMISo

Clássicos #6 - O Movimento Negro Educador: raça, diferença e educação na obra de Nilma Lino Gomes. Com Nilma Lino Gomes (FAE/UFMG, NERA), Luciana de Oliveira Dias (UFG, Rosa Parks, ABA), Regimeire Oliveira Maciel (UFABC, NEAB), Stephanie Pereira de Lima (CRIOLA), Tayná Victória de Lima Mesquita (PPGCS/PAGU/Unicamp). Mediação de Regina Facchini (Pagu; Comissão Assessora de Gênero Sexualidade/DeDH/Unicamp) e Thiago Coacci (Nepem/UFMG; Larvas Incendiadas). https://www.youtube.com/watch?v=NRyEzzyN03E

Clássicos #7 Família, Sexo, Amor e Dinheiro: As contribuições de Adriana Piscitelli. Com Adriana Piscitelli (PAGU e DA Unicamp), Antónia Pedroso de Lima (ISCTE), Cecilia Varela (CONICET/UBA), Carolina Garcia (PAGU/Unicamp), Monique Prada (MundoInvisivel.ORG, CUTS, ONU Mulheres), Natália Corazza Padovani (PAGU, PPGCS e PPGAS Unicamp). Mediação de Regina Facchini (PAGU e DeDH/Unicamp) e Thiago Coacci (NEPEM/UFMG e Larvas Incendiadas). https://youtu.be/HDVE8qf9aSI

 

Debates Saúde #1 - Desejos, prazeres e pandemia. Com Felipe Padilha (FURG), Maria Elvira Diaz Benitez (NuSEX UFRJ) May Medeiros (luzvermelha.tv), Monique Prada (MundoInvisivel.org, CUTS, ONU Mulheres), Renata Carvalhaes RENATA CARVALHAES (Secretaria Municipal de Educação de Angra dos Reis), Victor Hugo Barreto (UFF e NuSEX). https://youtu.be/LJd5ZxSEUaI

Debates Saúde #2 - Aborto e movimento feminista no Brasil: como ser resistência no contexto conservador? Com Carla de Castro Gomes (Pagu/Unicamp), Emanuelle Góes (Cidacs-Fiocruz-Bahia e Musa/ISC/UFBA), Gabriela Rondon (Cravinas/ UnB), Morgani Guzzo (Catarinas, Legh/UFSC, CEDIM/SC), Paula Viana (Grupo Curumim, Comitês de Estudos da Mortalidade Materna-PE, e de Estudos da Mortalidade Materna-Recife, Frente Nacional Contra a Criminalização das Mulheres e pela Legalização do Aborto), Alessandra Brigo (CLAM/IMS/UERJ). https://youtu.be/_tKo_h7kXmc

Debates Saúde #3 - Prisões, saúde e marcadores sociais da diferença: reflexões em tempos de pandemia. Martinho Silva (UERJ, ANPEPP, ABRASCO), Anna Paula Uziel (CLAM/IMS/UERJ, LIDIS, GEPSID), Natália Lago (Numas/USP e PAGU/Unicamp), Joyce Gravano JOYCE (Eu sou Eu, Espaço de aprendizagem Joyce Gravano), Márcio Zamboni (Numas/USP, EASA), Denise Anjos (ENSP/FioCruz), Vanessa Sander (Pagu/Unicamp). https://www.youtube.com/watch?v=LtE-3cCvpZ0

Debates e Saúde #4 Medicamentos, saúde e marcadores sociais da diferença em tempos de COVID-19. Com Rogério Azize (UFRJ/ IMS/UERJ), Cíntia Engel (UnB/CASCA), Leandro Gonçalves (UFF/LELIA), Roberta Dorneles (IMS/UERJ/LELIA). https://youtu.be/GiZdm2lh4CI

Debates e Saúde #5 Corpos gordos e COVID-19: estigma, ativismo e resistências. Com Malu Jimenez (UFTM, Todas Fridas, Margens, Blog Lute como uma Gorda, Coletivo Gordas Xômanas, Pesquisa Gorda) Marcelle Silva (NUSS/UFC, Paralaxe/UFC, Pesquisa Gorda), Mirani Barros (UFRJ/Macaé). Mediação de Carolina Parreiras (NUMAS/USP e PPGAS - IFCH/Unicamp). https://youtu.be/-YNksSwhyY8

Debates e Saúde #6 Lutas, processos de cuidado e acesso à saúde de pessoas trans. Com Carolina Parreiras (NUMAS/USP e PPGAS - IFCH/Unicamp), Sara Wagner York (GESDI/FFP/UERJ), Cleiton Vieira do Rego (UFRN), Maya Fogel (Generidades, Sedes Sapientiae, Transitar, WPATH), Guilherme Almeida (FSS/UERJ, ENSP/FIOCRUZ, IMS/UERJ, LIDIS/UERJ). Mediação de Ueslei Solaterrar (CAPS III RJ, IMS/UERJ). https://www.youtube.com/watch?v=-iVMX8wXkLU

Debates e Saúde #7 Luto, dores e processos de sobrevivência e resistência”. Com Denise Pimenta (CIDACS-Fiocruz/BA), Mônica Cunha (Coalização Negra por Direitos, Comissão DH ALERJ), Adriana Vianna (PPGAS/MN), Iyá Adriana de Nanã (Ilê Axé Omó Nanã) e Sérgio Carrara (CLAM/IMS/UERJ). Mediação de Bernardo Machado (DA/Unicamp, NUMAS/USP). https://youtu.be/N3Vvw0Oy5Bs

Debates e Saúde #8 Pandemia e desigualdades sociais: desdobramentos e enfrentamentos da crise sanitária. Com Renata Souza (PSOL), Beatriz Accioly Lins (PPGAS, GEMID e NUMAS/USP, PAGU/Unicamp e Instituto Avon), Viviane Mattar (IMS/UERJ, CLAM, Projeto Violeta), Germana Soares (Associação UMA), Carolina Parreiras (NUMAS/USP). Mediação de Horacio Sívori (IMS/UERJ e CLAM). https://youtu.be/jlEDhTf38HU

 

Lançamento #1 “Dossiê “Movimentos sociais e transformações do ativismo contemporâneo” Revista EDUCAÇÃO & SOCIEDADE, V. 41. Com os autores Marilia Pontes Sposito (FEUSP e
GETESE), Breno Bringel (IESP-Uerj, NETSAL e ALAS), Francisco Mata Machado Tavares (UFG e GESF), Regina Facchini (PAGU); a coautora Stephanie Pereira de Lima; e o mediador Thiago Coacci. https://youtu.be/IuXZeSMvx8A

Lançamento #2 “Bradando contra todas as opressões! Ativismos LGBT, negros, populares e periféricos em relação", de Vinicius Zanoli. Com Vinícius Zanoli, autor do livro, Silvia Aguião, (CLAM/UERJ e Afro/CEBRAP), Regina Facchini (PAGU) e (IFCH e PAGU). https://youtu.be/q_-GflG1998

Lançamento #3 Da Praça aos Palcos: caminhos da construção de uma carreira drag queen. Com Rubens Mascarenhas Neto (FU-Berlin/LAI), Anna Paula Vencato, (PPGE e DECAE/FAE/UFMG), Isadora Lins França (PPGAS-IFCH/Unicamp e PAGU/Unicamp), Regina Facchini (Pagu/Unicamp e PPGAS - IFCH/Unicamp). https://youtu.be/7-Mkv74_mjg

Lançamento #4 Direitos em Disputa: LGBTI+, poder e diferença no Brasil contemporâneo. Com Regina Facchini (PAGU/Unicamp e PPGAS - IFCH/Unicamp) , Carol Parreiras (NUMAS/USP e PPGAS - IFCH/Unicamp) e Isadora Lins França (PPGAS-IFCH/Unicamp e PAGU/Unicamp). https://www.youtube.com/watch?v=uLWKA6sk8Ys

Lançamento #5 Direitos em Disputa: LGBTI+, Poder e Diferença no Brasil - regional Nordeste. Com Isadora Lins França (DA/Unicamp), Roberto Efrem Filho (UFPB/UFPE), José Cleyton Murilo Cavalcante Gomes (UFPB), Olívia Cristina Perez (UFPI), Roberto Marques (URCA/UECE), Regina Facchini (PAGU/Unicamp). https://www.youtube.com/watch?v=ZuVlPdJlSC4

Lançamento #6 "Governo de Mortes. Uma etnografia da gestão de populações de favelas no Rio de Janeiro”, de Juliana Farias. Com Juliana Farias (Núcleo de Justiça Racial e FGV Direito SP), Dalva Correa (Movimento Posso me identificar?), Rachel Barros (Cidades/UERJ; FASE), Adriana Vianna (PPGAS/MN). Mediação de Carolina Parreiras (PPGAS/Unicamp; Numas/USP). https://www.youtube.com/watch?v=3Nc5jf3rDjA 

 

Memória e História #1 Homenagem a Janaina Lima. Com Regina Facchini (PAGU e DeDH Unicamp), Thiago Coacci (NEPEM/UFMG e Larvas Incendiadas), Julian Rodrigues, Tiago Duque. https://www.youtube.com/watch?v=KQUfdoLl0GA 

 

Momento COVID-19 #1 Dilemas éticos na pandemia. Com a Profa. Guita Grin Debert (DA/Pagu/Unicamp). https://youtu.be/bRIbPMgTV-o

Momento COVID-19 #2 Isolamento social e violência doméstica. Com Beatriz Accioly Lins (NUMAS/USP). https://youtu.be/blfX_ohLlzw

Momento COVID-19 #3 Prisões, famílias e COVID-19: repensando as porosidades. Com Natália Corazza Padovani (Pagu/Unicamp) e Natália Lago (NUMAS/USP). https://youtu.be/ssfI3ifwZjo

Momento COVID -19 #4 Saúde Mental e violações de direitos humanos no contexto da COVID-19. Com Marcos Garcia (UFSCAR). https://youtu.be/6o4gBeZ6Lkw

Momento COVID-19 #5 LBGTIfobia e COVID-19" efeitos do isolamento social. Com Héder Bello (PPGTP/UFRJ) e Cris Serra (CLAM/IMS/UERJ). https://youtu.be/FBQu6-FXqc8

Momento COVID-19 #6 Lutos da COVID-19: mortes e dores do desamparo. Com Margareth Arilha (NEPO/Unicamp). https://youtu.be/r6UUjP7rDWs

Momento COVID-19 #7 Desigualdades escancaradas: gênero, raça e classe. Com Heloisa Buarque de Almeida (DA/NUMAS/USP). https://youtu.be/JJLoBJ8UMyI

Momento COVID-19 #8 As consequências sociais da pandemia para os trabalhos das mulheres. Com Bárbara Castro (DS/Pagu/Unicamp). https://youtu.be/1iXUTpymg_s

Momento COVID-19 #9 Homens, masculinidades e violências em tempos de pandemia. Com Benedito Medrado (GEMA/UFPE) e Isabela Venturoza (PPGAS/Unicamp). https://youtu.be/q-gkS-vK5eo

Momento COVID-19 #10 O poder de expor à morte e gerir a crise. Com Roberto Efrem Filho (UFPB/UFPE) e José Clayton Murilo Cavalcante Gomes (UFPB). https://youtu.be/dCcdJoDnb0Q

Momento COVID-19 #11 Pedagogia do Racismo. Com Matheus Gato (Unicamp/Cebrap) e Maria Carolina Trevisan (UOL/Afro-Cebrap). https://youtu.be/KZk6L5lT27o

Momento COVID-19 #12 COVID-19, Velhices e diversidade sexual e de gênero. Com Carlos Eduardo Henning (Ser-tão/DA/FCS/UFG). https://youtu.be/3TfBEToNYqQ

Momento COVID-19 #13 Bolsa Família, Auxílio Emergencial e gestão da precariedade na pandemia. Com Viviane Mattar (CLAM/IMS/UERJ). https://youtu.be/xdTvsKH1Tvs

Momento COVID-19 #14 O cuidado perigoso: as mulheres e as doenças. Com Denise Pimenta (USP). https://youtu.be/DUmbBMlMGvE

Momento COVID-19 #15 Bibliotecas e Bibliotecários em Tempos de Pandemia. Com Nathalia Romeiro (PPGCI/UFMG) e Ricardo Queiroz (PMSBC). https://youtu.be/oFZWO02I14U

Momento COVID-19 #16 Ensino Remoto: experiências na Unicamp. Com Isadora Lins França (IFCH; Pagu/Unicamp) e Anna Christina Bentes (IEL; Pagu/Unicamp). https://youtu.be/mlsSe60Xn9M

Momento COVID-19 #17 Podem duas mulheres falar sobre masculinidades? Com Isabela Venturoza (Pagu/Unicamp; Numas/USP) e Fernanda Martins Sousa (Pagu/Unicamp). https://youtu.be/hiLtM3ZdRjE

Momento COVID-19 #18 Haitianos em Tijuana, México: mobilidades em contexto de COVID-19. Com Domila Pazzini. https://youtu.be/RvZ5AC5uNE0

Momento COVID-19 #19 Desigualdades digitais e educação. Com Carolina Parreiras (Numas/USP) e Renata Mourão Macedo (FEUSP/Numas/USP). https://youtu.be/UzYx8XbForw

Momento COVID-19 #20 Trabalho emocional e profissionais de enfermagem em tempos de pandemia. Com Bárbara Ferrari Brandi (PPGS/Unicamp). https://youtu.be/pfv43VUfEj0

Momento COVID-19 #21 As criaturas invisíveis da ficção científica: controle e diferença em Aniquilação. Com Thaís Lassali (PPGAS/Unicamp). https://youtu.be/XyN7sdrJEGU

Momento COVID-19 #22 Educação de jovens, adultos e idosos em tempos de pandemia. Com Tayná Mesquita (FOCUS/FE/Unicamp). https://youtu.be/2g26A62naOU

 

SESSÃO & DEBATE DO FILME “LIMIAR” DE CORACI RUIZ. 

Um evento organizado por CinePagu e DeDH/Unicamp. Com Josianne Cerasoli (DeDH, IFCH e CIECC/Unicamp), Alessandra, Andrea Joaquim, Cássia Janeiro, Tamara Luzardo. https://youtu.be/NQ42XFpLQHo

 

SEMINÁRIO “EXISTIMOS! ARQUIVOS E MEMÓRIA LGBTI+”
Organização de Regina Facchini e Ana Maria Almeida a partir da parceria entre Núcleo de Estudos de Gênero – Pagu, Comissão Assessora de Gênero e Sexualidade e o SAVS DeDH Unicamp.

Evento #1 Movimento LGBTQI+ em Campinas. Com Paulo Mariante (Grupo Identidade/Campinas), Lúcia Castro (Grupo aos Brados Campinas), Bruna Cilento (Mo.le.ca./Campinas), Susy Santos (Casa sem Preconceito Campinas), Vinicius Zanoli (Pagu/Unicamp), Daniele Motta (Grupo Identidade/Campinas; Unicamp). Mediação de Regina Facchini. https://youtu.be/LCn6kWQmpts

Evento #2 As primeiras iniciativas ativistas e os potenciais dos acervos do AEL. Com Thiago Barcelos Soliva (CCS/UFRB), Edward MacRae (DA; CETAD/UFBA), Pedro de Souza (UFSC; CNPq), Caio Maia (Museu Nacional/UFRJ), Sérgio Carrara (CLAM/IMS/UERJ). Mediação de Aldair Rodrigues. https://youtu.be/CRSJr_YDyzU

Evento #3 Ativismo e o processo de cidadanização LGBTQI+ no Brasil. Com Claudio Nascimento (Grupo Arco-Íris de Cidadania LGBTI; Aliança Nacional LGBTI+), Regina Facchini (Pagu/Unicamp), Silvia Aguião (UFMA; Afro-Cebrap), Stephanie Pereira de Lima (PPGCS; Pagu/Unicamp), Thiago Coacci (NEPEM/UFMG). Mediação de Isadora Lins França (IFCH e Pagu/Unicamp). https://youtu.be/cNCEW_PJCQI

Evento #4 Conjuntura contemporânea e a importância dos acervos históricos LGBTQI+. Com Cris Serra (IMS/UERJ), Paulo Roberto Iotti Vecchiatti (GADvS; CDSG/OAB-SP), Leonardo Arouca (Museu da Diversidade Sexual), Renan Honório Quinalha (EPPEN/UNIFESP), Erika Hilton (ALESP Codeputada estadual pelo Psol). Mediação de Mário Medeiros. https://youtu.be/fXsmAL3SNZE

 

1.4. EVENTOS DISPONIBILIZADOS ON-LINE PAGU + IFCH GÊNERO

 

AULAS ABERTAS DE ESTUDOS DE GÊNERO

Ciclos de aulas abertas da linha de Estudos de Gênero, Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da Unicamp (PPGCS) organizado por Natália Corazza.

Aula #1 Interseccionalidades e Consubstancialidades. Com Adriana Piscitelli, Ângela Araújo e Nathanael Araújo. https://www.youtube.com/watch?v=4mDU_HJ45-w

Aula #2 Tecnologias de Gênero, lendo Teresa de Lauretis. Com Karla Bessa, Henrique Rodrigues Marques, e exposição do curta-metragem “Tentei” (2017), de Laís Melo. https://www.youtube.com/watch?v=-Dt6_RF4Hrk

Aula #3 Donna Haraway. Com Marko Monteiro, Carolina Cantarino, e Yama Chiodi. https://www.youtube.com/watch?v=HpGewgik_yE

Aula #4 Internet e Redes Sociais. Como as teorias feministas e os estudos de gênero nos ajudam a compreender a internet e as redes sociais? Com Iara Beleli, Jair de Souza Ramos João Custódio. https://www.youtube.com/watch?v=5ZUA7g8x_D0

Aula 5# Gênero e Cuidado. Com Guita Grin Debert (Unicamp), Nadya Araújo Guimarães (USP) e Mariana Marquez Pulhez (PPGAS / Unicamp). https://www.youtube.com/watch?v=KtIUI8vnRJY

Aula 6# Insurgências epistêmicas: feminismos e teoria do ponto de vista. Com Regina Facchini (Pagu Unicamp), Gleicy Mailly da Silva (Pagu Unicamp) e Evandor Cruz e Silva (PPGCS). Mediação de Bruno Nzinga Ribeiro (PPGAS, Pagu Unicamp). https://www.youtube.com/watch?v=JSV4_kYqWwc

Aula 7# Sexualidades, exílios e fronteiras. Com Isadora Lins França (PPGAS-IFCH/Unicamp e PAGU) e Nicolas Wasser (PAGU). Mediação de Bruno Nzinga Ribeiro (PPGAS Unicamp). https://youtu.be/FYy_01DPnJg

Aula 8# A vontade de saber: O sexo e o gênero da/na história da sexualidade de Michel Foucault. Com Larissa Nadai (USP), Julian Simões (Unifesp) como ministrantes e Gustavo Córdoba (PPGAS/Unicamp) como mediador. https://www.youtube.com/watch?v=KPVYbRGRwfs

 

AULAS ABERTAS DE ANTROPOLOGIA

# Desafios da Antropologia Crítica no Mundo Contemporâneo. Com Guita Debert. https://www.youtube.com/watch?v=wcOPPA7PtNM

 

CICLO DE DEBATES PESSOA TRANS E POLÍTICA

Dia #1 História, Transgeneridades e Trajetórias. Com Keila Simpson, Kátia Tapety, Jovanna Cardoso e João Custódio. https://youtu.be/ehalZnALWd0

Dia #2 Identidades Trans e Partidos Políticos. Com Rafa Ella Brites, Brenda Santunioni, Luiz Fernando Prado Uchoa e Jinx Vilhas. https://youtu.be/SNXAiU8ZlW4

Dia #3 Ativismos, Política e Pautas Transfeministas. Com Hailey Kass, Maria Clara Araújo e Brume Dezembro Iazzetti. https://youtu.be/gvzsMiUb4Gk

Dia #4 Precariedade, Direitos e Resistência. Com Indianares Siqueira, Caio Lima, Vicenta Perrota e Alexis K. Santos. https://youtu.be/6CskRJ0Up7c

Dia #5 Mudança e Continuidades na Política: Identidades de Gênero e Interseccionalidade. Com Mario Felipe Carvalho (EMERJ, IP/EURJ, GEPSID), Jaqueline Gomes de Jesus (IFRJ, UFRRJ) e Guilherme Almeida (ESS/UFRJ). Mediação de Jinx Vilhas e João Custódio. https://www.youtube.com/watch?v=8tbkAocH4Rk

 

DEFESAS DE DISSERTAÇÕES DE MESTRADO - PPGAS-IFCH-Unicamp

# Bruno Nzinga Ribeiro. “Afronta, vai, se movimenta!”: Uma etnografia da cena preta LGBT da cidade de São Paulo. https://www.youtube.com/watch?v=OoKBS_pgtto

#Brume Dezembro Iazzetti.  Existe ‘Universidade’ em Pajubá?: Transições e Interseccionalidades no acesso e permanência de pessoas trans*. https://www.youtube.com/watch?v=2D8-cSYsIFg

#William Rosa. “Aquilombar é o que dá força”: redes de afeto, de fazer político e de produção de conhecimento em um coletivo negro de universitários de Medicina. https://www.youtube.com/watch?v=c0sgrpW9sSs

#Gabriela Nardy. Costuras entre feminismos e tecnologias: uma etnografia da coletiva hacker feminista MariaLab.  https://www.youtube.com/watch?v=i6EYyCh_D2Y

 

DEFESAS DE TESES DE DOUTORADO - PPGCS e PPGAS-IFCH-Unicamp

# Mauro Brigeiro. Desejos Contingentes e Obrigatórios: produção científico-tecnológica, politização da sexualidade e o conceito de desejo sexual. https://www.youtube.com/watch?v=U11D6F0EjII

#Vanessa Sander. Pavilhão das Sereias: uma etnografia dos circuitos de criminalização e encarceramento de travestis e transexuais. https://www.youtube.com/watch?v=f8sx7qRstuM

 

ENTRE CAMPOS E CIDADES: OLHARES INOVADORES DE QUATRO ANTROPÓLOGAS

# Apresentação. https://www.youtube.com/watch?v=q2WMJvzuUME

# Guita Debert - Velhice, Gênero e Cuidado (Depoimentos gravados de Júlio Simões, Heloísa Buarque de Almeida, Donna Goldstein). https://www.youtube.com/watch?v=pfa33Mw00Y8

# Maria Filomena Gregori - Entre Voz e Sombras: ódio e violências marcados por gênero e sexualidade (Depoimentos gravados de Isadora Lins, Natália Corazza Padovani e Carolina Parreiras). https://www.youtube.com/watch?v=Zfypxyui-Ro

 

MARXISMO E FEMINISMO

#Mesa 2 - X Colóquio Marx-Engels. Com Maria Lygia Quartim de Moraes (PAGU/Unicamp) e Maira Abreu (USP). Mediação de Daniela Mussi (UFRJ). https://www.youtube.com/watch?v=64eq3KP58H0

 

MINUTOS DE SOCIOLOGIA

 #1. Construção social da velhice, debate sobre ética, política e desigualdades geracionais no contexto da COVID-19. Com Guita Grin Debert. https://www.youtube.com/watch?v=HC5jgJBvqiU

 

QUARTAS DA ANTROPOLOGIA

# Narrativas de violência doméstica entre homens: produção de sujeitos, moralidades e eficácias. Com Paulo Victor Leite Lopes (Departamento de Antropologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte), debate de professora Maria Filomena Gregori (IFCH e PAGU/Unicamp) e mediação de Isadora Lins França (IFCH e PAGU/Unicamp). https://www.youtube.com/watch?v=Jd8e10pFczI

 

REFLEXÕES SOBRE AS POLÍTICAS AFIRMATIVAS DO PPGAS/Unicamp

Com Bruno Nzinga Ribeiro (mestrando no PPGAS), Brume Dezembro Iazzeti (mestranda do PPGAS) e Jose Quidel Lincoleo (doutor em antropologia pelo PPGAS e membro do Centro de Estudios para la Salud Ta Iñ Xemotuam). https://www.youtube.com/watch?v=UlBV6TdBlb4

 

SEMANACS 2017

# Mesa 5 - Mulheres na Academia. Com Bárbara Castro (IFCH/Unicamp), Monique Hulshof (IFCH/Unicamp), Ana Maria de Almeida (FE/Unicamp).

# Mesa 6 - O Legado de Mariza Corrêa. Com Lia Zanotta Machado (UNB), Adriana Piscitelli (PAGU/Unicamp), Guita Debert do Departamento de Antropologia do (PAGU e IFCH/Unicamp) e Christiano Tambascia (IFCH/Unicamp). https://www.youtube.com/watch?v=Ng_dOjCh89k

 

1.5. EVENTOS DISPONIBILIZADOS ON-LINE COM PESQUISADORAS PAGU

 

CICLO CONHECIMENTOS IMPLICADOS (edição em pandemia)
Cátedra Libre Géneros y Sexualidades "Amelia Carreras" - IIEGE UBA
Capítulo 2 com Dra. Adriana Piscitelli https://www.facebook.com/PaguUnicamp/posts/3668205923203272

 

CLÁSSICAS DO PENSAMENTO SOCIAL: MULHERES E FEMINISMOS NO SÉCULO XIX
Evento organizado por RedeGen. Com a pesquisadora Adriana Piscitelli (PAGU/Unicamp), e as autoras do livro Verônica Toste Daflon (LABGEN-UFF) e Bila Sorj (NESEG-UFRJ). Mediação de San Romanelli (IESP-UERJ). https://www.youtube.com/watch?v=88SkxQZwY4Y&feature=youtu.be

 

LIVE OS DIREITOS HUMANOS E A DIVERSIDADE                                                                                                                                                                                       Evento integrante do Congresso Nacional do Ministério Público Democrático. Com Fabíola Sucasas Negrão Covas (Promotora MP/SP) Lídice Leão (Jornalista Jornal do Brasil), Karla Adriana Martins Bessa (Pesquisadora PAGU/Unicamp), Eunice Aparecida de Jesus Prudente (Advogada e Secretária de Justiça do Município de SP) e Thiago Sabatine (Professor da Rede Estadual de Ensino SP). https://www.youtube.com/watch?v=zq3s-9Q7NqI

 

JORNADAS CLAM: SAÚDE, SEXUALIDADE E DIREITOS HUMANOS
Reflexões sobre as mudanças sociais e políticas neste momento de pandemia de Covid-19.
Organizado pelo Instituto de Medicina Social (IMS/UERJ) e CLAM.
Mesa de abertura com Adriana Piscitelli e Natália Padovani: Mobilidades nas margens https://www.youtube.com/watch?v=lRCPk4bA2aI
Canal para acesso as demais mesas/debates: https://www.youtube.com/channel/UC2v8eRib9Z1lVmRCP8-WKgg

 

PODCAST MUSEOLÓGICAS
#33 Direitos em disputa - LGBTI+: poder e diferença no Brasil contemporâneo. Com Regina Facchini (PAGU, PPGCS/Unicamp), Isadora Lins França (PAGU, PPGCS/Unicamp), Roberto Efrem Filho (PPGA-UFPE), Hugo Menezes (PPGA-UFPE) e Francisco Sá Barreto (PPGA-UFPE) e Beatriz Gusmão (PPGA-UFPE). https://anchor.fm/museolgicas-podcast/episodes/33-Direitos-em-Disputa---...

 

PODCAST LARVAS INCENDIADAS
#39. Guita Grin Debert – A reinvenção da velhice https://larvasincendiadas.com/2020/05/13/39-guita-grin-debert-a-reinvenc...
#42. Regina Facchini – Sopa de letrinhas #AlémDoArcoÍris https://larvasincendiadas.com/2020/06/17/facchini-sopa-de-letrinhas/
#45. Lélia Gonzalez – Trajetória Com Gleicy Silva e Thiago Coacci entrevistando o antropólogo e geógrafo Alex Ratts e a socióloga Flávia Rios. https://larvasincendiadas.com/2020/07/29/45-lelia-gonzalez-trajetoria/

 

TV VERMELHO
Live sobre construção de identidades nos movimentos sociais, em especial no movimento LGBT. Com Regina Facchini (PAGU-Unicamp). https://www.facebook.com/PaguUnicamp/posts/3636681253022406

 

UNICAMP QUEER 2020
Atividades e assuntos de interesse da comunidade LGBTI+.
Organizado pelo Instituto de Artes (IA), Diretoria de Direitos Humanos, CADER, Comissão de Gênero e Sexualidade, Diretoria de Cultura (Dcult) e Núcleo da Consciência Negra da Unicamp.
Mesa de abertura com Regina Facchini, “A gente não é só LGBTQIA+”: https://www.youtube.com/watch?v=cKimD7v3ik4
Canal para acesso as demais mesas/debates: https://www.youtube.com/channel/UCWtkySCzik7aEYphc2ycJMg

 

WEBINÁRIOS DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ANTROPOLOGIA (ABA)

LGBTI+, desafios e cidadania em tempos de pandemia.

Com Amanda Palha (Amotrans/Antra), Roberto Marques (URCA e UECE) e Silvia Aguião (Clam/UERJ e AfroCebrap), Luiz Mello (Ser-Tão/UFG) e Gloria Careaga (UNAM). Mediação de Regina Facchini e Sérgio Carrara, ambos integrantes do Comitê Gênero e Sexualidade da ABA. Organização de Regina Facchini (Pagu; PPGAS/Unicamp; Projeto Gênero & Desigualdades), Carolina Parreiras (PPGAS/Unicamp; Numas/USP, Projeto Gênero & Desigualdades) e Sérgio Carrara (IMS/UERJ). https://youtu.be/lS0zuIh_DiQ.

 

 

TÓPICO 2 - DIVULGAÇÃO DE EVENTOS E CHAMADAS EXTERNAS AO PAGU

 

 

2.1. Chamada para trabalhos em eventos científicos

 

 

Colóquio Internacional: Masculinidades em questão - modelos, perspectivas e formas de violência

A noção de "masculinidade" está imersa num debate de tipo transdisciplinar e pluritemático. Trata-se dum assunto ocidental motivado pelos contributos e a reflexão dos estudos feministas e os chamados estudos lgbt+. O estudo da masculinidade (cuja origem é principalmente anglo-saxónica) está em processo de elaboração teórica, política, social e cultural, sendo um campo de estudo relativamente recente nos contextos geográficos de língua portuguesa e espanhola. Como noção teórica e conceito sociológico de tipo instrumental, o estudo da condição masculina permite refletir sobre o gênero enquanto elemento histórico, sociológico e cultural. Assim, existem diferentes perspectivas que abordam as formas específicas referentes aos homens e aos diferentes tipos de masculinidade, existindo também uma hierarquia entre elas: uma de tipo hegemónico e outras de tipo subalterno. Ao falar de masculinidade hegemónica, faz-se referência ao resultado mediante o qual certos homens se reconhecem e respeitam entre eles, tratando-se duma aliança implícita gerada por meio duma expressão ritual e verbal frequentemente baseada no sexismo, na misoginia e na homofobia (Guasch, 2006). Este modelo de masculinidade provoca assim "outras" masculinidades e dinâmicas viris, desvalorizadas, consideradas inferiores e com pouco ou nenhum prestígio histórico e social. Salientando a diversidade de formas de "ser homem" e a existência dum modelo másculo hegemónico que permite modelos e dinâmicas viris subalternas, propõe-se analisar formas e exercícios intramasculinos de poder, assim como manifestações de violência e dinâmicas de desigualdade derivados da interação entre os diferentes modelos que a masculinidade provoca (Guasch, 2006).

Este colóquio propõe um espaço de diálogo e reflexão crítica multidisciplinar, centrado nas formas de violência que o modelo de masculinidade hegemónica exerce nos próprios sujeitos masculinos. Procurar-se-á, então, analisar as dinâmicas de violência que afetam os próprios homens nos espaços socioculturais em língua portuguesa e espanhola. Considerando o anterior, este colóquio pretende receber propostas de comunicação provenientes de diferentes disciplinas, nomeadamente: antropologia, artes visuais, dança, filosofia, história, linguística, literatura, sociologia e teologia.

Eixos temáticos propostos:

Bifobia, homofobia e transfobia.
Corpo, sexo e afetos.
Heterossexualidade.
História das ideias.
Impérios, ditaduras e colonialidade.
Masculinidades dissidentes: homossexualidade e bissexualidade.
Paternidade.
Representação / idealização do masculino.
Transgênero, transexualidade e intersexualidade.

Data de Submissão – até 31/06/2021

Mais informações: colmasc.geneve@gmail.com

 

 

2.2. Chamada para publicação de artigos

 

 

Revista COR LGBTQIA+: Gêneros e sexualidades

Gêneros e sexualidades são aspectos inerentes à integralidade humana, que tem promovido, dentro do campo da pesquisa, tensionamentos em torno da possibilidade, ou não, de aportes teóricos que busquem sua significação - quando dotados de sentidos, afectos e perceptos - e conceituação - no que concerne uma perspectiva epistemológica.

Partindo deste contexto, a Revista COR LGBTQIA+, em sua terceira edição, propõe a submissão de trabalhos científicos que sejam relacionados às temáticas de gêneros e sexualidades. Objetivando a promoção da democratização da pesquisa científica, a edição busca a proposição de artigos científicos, ensaios, rotas, indicações, relatos de experiência ou testemunhos, além de trabalhos artísticos que partam de uma perspectiva interdisciplinar.

Prazo para submissão: 15 de Maio de 2022

Mais informações: https://plataforma9.com/publicacoes/chamada-de-artigos-revista-cor-lgbtqia-generos-e-sexualidades.htm

 

Dossiê Temático: Gênero e Serviço Social no Mundo do Trabalho

O contato do Serviço Social com o debate de gênero não é recente. As primeiras aproximações ocorreram na década de 1980 com a participação de docentes e profissionais na militância feminista e no contato com os estudos sobre mulheres. Esse processo contribuiu, posteriormente, para a criação dos primeiros grupos de pesquisa e projetos de extensão sobre o tema, bem como a inserção desse conteúdo em disciplinas, de forma transversal, em algumas unidades de ensino. Na década de 1990, a questão foi inserida no nosso Código de Ética e a Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social (ABEPSS) reconheceu a importância do debate para a formação profissional ao incluí-lo nas diretrizes curriculares. Contudo, tal temática só ganhou maior visibilidade no Serviço Social nos últimos anos. Assim, a discussão sobre gênero, a partir de diferentes perspectivas teóricas, passou a integrar as pesquisas, a grade curricular dos cursos de graduação em disciplinas obrigatórias ou eletivas e o campo da intervenção profissional.

Ademais, o conjunto Conselho Federal de Serviço Social e Conselhos Regionais de Serviço Social (CFESS/CRESS) começou a adotar ações que abordam a temática, como a criação de grupos de trabalho, campanhas e divulgação de materiais. Não obstante tais iniciativas, ainda observam-se lacunas e a necessidade de avançar na produção do conhecimento essa questão. Nesse sentido, com vistas a contribuir para a ampliação da discussão acerca das relações de gênero no Serviço Social, a revista Gênero organiza o dossiê temático “Gênero e Serviço Social nos Mundos do Trabalho”. Serão recebidos trabalhos realizados por meio de pesquisas empíricas e teóricas, bem como relatos de experiências que tratam dos seguintes temas:

História da formação profissional e sua inserção na divisão sociotécnica e sexual do trabalho;

Perspectivas teóricas de análise sobre gênero e mundo do trabalho;

Mercado de trabalho profissional;

Feminização da pobreza: impactos para a prática profissional;

Campanhas das entidades representativas do Serviço Social sobre a questão de gênero e o mundo do trabalho;

Mundo do trabalho, “profissões femininas” e masculinidades;

Exames de biografias de profissionais a partir da perspectiva de gênero: trajetórias no mundo do trabalho;

Impactos da pandemia do COVID-19 na profissão e na inserção das mulheres e dos homens no mundo do trabalho; etc.

Sugere-se que a perspectiva interseccional, a qual busca relacionar os diversos marcadores da diferença e da desigualdade - classe, raça/etnia, orientação sexual, identidade de gênero, regionalidade e geração - seja contemplada nas reflexões abordadas.

Previsão de publicação: 31 de junho de 2022.

Período de submissão: setembro de 2020 a setembro de 2021.

Disponível em: https://periodicos.uff.br/revistagenero/announcement/view/424

 

Dossiê Temático: “Feminismos materialistas: recepções latino-americanas”

Organização:

Maira Abreu- Universidade de São Paulo (USP)

Patrícia Trópia - Universidade Federal de Uberlândia (UFU)

Rafaela Cyrino- Universidade Federal de Uberlândia (UFU)

Revista Caderno Espaço Feminino – NEGUEM/UFU

Prazo para para recebimento dos artigos: setembro de 2021.

Envio dos artigos, com indicação do dossiê temático para o coordenador do dossiê: rafaelacyrino@ufu.br; mairaabreu2014@gmail.com; tropia@uol.com.br.

As normas de redação podem ser consultas em: http://www.seer.ufu.br/index.php/neguem/about/submissions#authorGuidelines

Resumo:

Este dossiê tem por objetivo reunir estudos teóricos e empíricos que mobilizam, dialogam ou adotam conceitos e problemáticas dos feminismos materialistas francófonos. Essa corrente teórico-política emerge no contexto francês, na década de 1970, em meio a intensas mobilizações feministas. Em ruptura com as análises marxistas sobre a chamada “questão feminina” da época, que associavam a opressão feminina a um problema em termos de “mentalidade” ou “superestrutural”, diversas autoras propõem mostrar a materialidade dessa forma de dominação e a necessidade de promover análises nas quais essa dimensão tenha centralidade. Christine Delphy, Colette Guillaumin, Nicole-Claude Mathieu, Monique Wittig e Paola Tabet são algumas das principais representantes dessa perspectiva. Concebendo as relações hierárquicas e assimétricas entre os sexos como relações sociais de dominação, exploração e opressão que não se confundem com as relações de classe, essas reflexões trouxeram um novo olhar e novas possibilidades teórico e políticas.

Cabe ressaltar que diversas outras teorizações influenciadas pelo marxismo surgem no seio da “segunda onda” do feminismo, que podem ser consideradas igualmente como materialistas. Mas, esse dossiê visa particularmente uma dessas reflexões, os feminismos materialistas francófonos. Interessa-nos particularmente os aspectos materiais dessa dominação: a apropriação não somente do tempo de trabalho, mas igualmente do corpo, da sexualidade assim como as dimensões materiais e ideológicas dessas relações de dominação e o impacto material da naturalização dessa forma de dominação na vida das mulheres.

O anti-essencialismo é, portanto, um elemento central nessas reflexões. Compreendendo que o processo de opressão das mulheres configura uma totalidade, os feminismos materialistas propõem a desnaturalização da categoria sexo, concebida, por esta corrente feminista, não como uma categoria natural, mas como uma categoria social e política. A categoria sexo, além de ser central no processo de apropriação das mulheres, é a categoria que, como observa Monique Wittig, funda a sociedade heterossexual. Este dossiê pretende dar visibilidade às abordagens que contribuam para uma análise anti-essencialista numa perspectiva materialista não só para compreender melhor a base material e ideológica da opressão das mulheres, mas para analisar as articulações entre racismo e sexismo, os nexos causais entre capitalismo, sexismo e racismo, as diversas formas de opressão vinculadas à matriz heteronormativa, entre outras.  Os anti-essencialismos gestados no contexto anglófono e os conceitos que emergem dessa reflexão (como sistema sexo-gênero, gênero, dentre outros) são mais conhecidos no contexto brasileiro. Mas, na mesma época, outros conceitos anti-essencialistas emergem no contexto francês, entre eles: sexagem, pensamento straight e relações sociais de sexo.

Pouco conhecidas no Brasil e em diversos países da América Latina, essas autoras foram tardiamente traduzidas para o português e espanhol num contexto no qual se privilegiou a tradução e circulação dos feminismos anglófonos, particularmente estadunidenses. Um dos objetivos desse dossiê é justamente compreender a recepção dessas autoras, a cirulação de conceitos, o modo como foram apropriados, adaptados, re-transformados e incorporados nas reflexões latino-americanas.

Além de estimular a produção acadêmica voltada para abordagens que analisem a economia política dos sexos, rompendo com o mainstream que associa economia e produção ao mercado, este dossiê tem como propósito acolher trabalhos que permitam pensar diversas dimensões das relações sociais de sexo: o trabalho, a sexualidade, a construção social dos corpos, a violência.

Em termos empíricos o dossiê pretende acolher trabalhos que realizem análises feministas materialistas, com ênfase em pesquisas que permitam estabelecer nexos multicausais entre sexismo, racismo, capitalismo e colonialidade. Estudos de natureza teórica também são bem-vindos, desde que promovam análises originais. As diferenças internas e seus principais desafios face à crise do capitalismo contemporâneo agravada pela pandemia e pela mundialização do neoliberalismo; as proximidades e/ou tensões que se observam entre o feminismo materialista e outras perspectivas feministas, como o feminismo marxista, o ecofeminismo, as perspectivas centradas na noção de empoderamento, entre outras; as dicotomias opondo abordagens culturalistas e materialistas, os diálogos possíveis com o feminismo decolonial, feminismos pós-modernos e queer são temas possíveis a serem desenvolvidos.

Pouco presente nos debates acadêmicos brasileiros e na crítica feminista de uma forma mais geral, essas reflexões começam a interessar cada vez mais pesquisadoras e militantes nos últimos anos no Brasil e em outros países latino-americanos.

Esse dossiê pretende dar maior visibilidade aos feminismos materialistas, no sentido, justamente, de estimular uma produção feminista centrada em análises abrangentes e profundas das relações sociais de sexo, em suas várias dimensões e interfaces.

http://www.seer.ufu.br/index.php/neguem/announcement/view/186

 

Revista Teoria e Cultura: Afetos, políticas e sexualidades não-monogâmicas

Este dossiê pretende reunir trabalhos de diferentes campos disciplinares sobre relações não-monogâmicas, aqui entendidas como dissidências sexuais e amorosas do modelo diádico e exclusivo, hegemônico nas sociedades ocidentais. Nos últimos anos, pesquisas que problematizam a monogamia compulsória têm emergido no país, acompanhando a tendência do contexto acadêmico euro-americano. Com o intuito de articular e sistematizar produções recentes e ainda dispersas, chamamos trabalhos voltados às vivências amorosas e sexuais não-monogâmicas, como o poliamor, as relações livres ou abertas, o swing, a anarquia relacional, entre outras. Interessam-nos suas articulações com os marcadores sociais das diferenças e com as corporalidades, bem como as disputas morais, políticas e jurídicas a respeito do tema.

Data de submissão – até 31/05/2021

Mais informações: https://periodicos.ufjf.br/index.php/TeoriaeCultura/announcement/view/447

 

Revista Mediações: Quando o "Outro" é o antropólogo - reflexões sobre as produções etnográficas contemporâneas

A presente proposta pretende reunir artigos que tragam reflexões sobre os efeitos da produção de antropólogos negros e indígenas – mas não só – para a teoria antropológica no que diz respeito, em especial, a essas duas distinções fundantes do campo da antropologia: a separação sujeito – objeto e a separação campo – casa. Inspiradas em Nascimento e Cruz (2017), nas suas reflexões sobre a “Quinzena do Negro”, evento organizado por intelectuais negros na USP, em 1977, ressaltamos que essas etnografias são baseadas não no “eu estive lá”, mas fundamentalmente no “eu sou de lá”.

O que estamos buscando são textos que, de distintas maneiras, abalem o “mito do pesquisador de campo semicamaleão” (GEERTZ, 1997[1983]:85). Mas não porque esses textos permitam expor a “verdade” do que acontece com os antropólogos (ou ao menos parte deles) em campo – forma como muitos encararam a publicação póstuma dos diários de Malinowski. Estamos interessadas em textos que abalem esse mito justamente porque entendemos que ele vem perdendo sentido se considerarmos que muitos antropólogos não são mais estrangeiros a se camuflar entre os Outros.

Mais do que simplesmente dar visibilidade à produção de antropólogos negros e indígenas, a proposta do presente dossiê visa sistematizar um corpus de reflexões teórico-metodológicas que vem se construindo nos últimos anos no campo da antropologia produzida no país. Entendemos que essas etnografias produzidas desde casa, ou a partir de relações diversas daquelas preconizadas pelo modelo que conformou inicialmente o campo disciplinar, podem trazer novas e importantes questões para a antropologia como um todo.

Data de Submissão – até 22/07/2022

Mais informações: http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/mediacoes/announcement/view/319

 

Revista Pensata: Chamada para parecerista

A revista Pensata dos Alunos do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da UNIFESP – é uma revista acadêmica que se propõe a abrir um espaço de reflexão crítica e diálogo interdisciplinar entre a Antropologia, a Ciência Política e a Sociologia a partir das propostas temáticas das três linhas de pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da UNIFESP (Conflitos, Sujeitos, Direitos; Pensamento, Conhecimento, Expressão; e Territórios, Trabalho, Políticas Públicas), sem excluir, entretanto, temas relativos a outras áreas do conhecimento em diálogo com as Ciências Sociais. Será contemplada a publicação de artigos, resenhas, entrevistas, transcrições, e traduções em português e em espanhol, visando com isso tanto uma pluralização linguística do conteúdo divulgado quanto uma integração de pesquisas e perspectivas dos países latino-americanos vizinhos.

A Revista Pensata convida pesquisadores(as) doutores(as) para integrar o corpo de avaliadores do periódico.

Mais informações: https://periodicos.unifesp.br/index.php/pensata/announcement/view/220

 

Revista Brasileira de Políticas Públicas: Dossiê "Constitucionalismo transformador: IUS Constitutionale commune na América Latina"

O dossiê marca a fundação da “REDE ICCAL-BRASIL”, uma rede formada pelo Max Planck Institute of Comparative Public Law and International Law (Heidelberg Alemanha) e diversas universidades brasileiras, com o propósito de desenvolver estudos sobre o que se tem denominado o desenvolvimento de um “Direito Constitucional Comum na América Latina” (Ius Constituttionale Commune en América Latina) e sobre o potencial transformador de tal direito, tal como aplicado pelas cortes constitucionais e supremas cortes dos países latino-americanos, bem como pela Corte e pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos.

Trata-se de um convite para que a academia latino-americana de Direito Constitucional e de Direito Internacional se engaje em um debate a respeito de tais ideias. Nesse sentido, os seguintes temas podem ser considerados para o desenvolvimento dos artigos entre outros:

(I) O legado da Comissão e Corte Interamericana de Direitos Humanos e seu impacto transformador na região no que se relaciona aos seguintes temas:

(I.A) direitos humanos, Estado de Direito e democracia;

(I.B) direitos de grupos e pessoas em situação de vulnerabilidade;

(I.C) direitos civis e políticos;

(I.D) direitos econômicos, sociais, culturais e ambientais;

(I.E) novos direitos emergentes na agenda contemporânea;

(I.F) direitos humanos em tempos de pandemia.

(II) O diálogo entre cortes constitucionais e supremas cortes dos Estados e os órgãos do Sistema Interamericano de Direitos Humanos, em um processo de interamericanização de dupla via.

(III) O diálogo entre cortes, o processo de interamericanização de dupla via e seu impacto para a resiliência democrática e para a contenção de retrocessos.

(IV) Controle de convencionalidade e constitucionalismo regional transformador.

Data de Submissão – até 31/05/2021

Mais informações: https://www.publicacoes.uniceub.br/RBPP/announcement/view/36

 

Revista Projeto História: Dossiê "Relações de gênero e História: emoções, corpos e sexualidades"

A virada epistemológica da historiografia na segunda metade do século XX, marcada por diversos movimentos sociais e uma grande ebulição política, econômica e cultural, possibilitou a emergência de uma categoria polissêmica, multifacetada e diretamente ligada às questões que discutem as relações de poderes na sociedade: os chamados estudos de gênero, categoria analítica cunhada por Joan W. Scott em seu ensaio “Gênero: uma categoria útil de análise histórica (1995). Em meio a essa renovação analítica, os estudos culturais na historiografia avançaram e propuseram mudanças epistemológicas fundamentais para a escrita da História. Tendo como ponto de reflexão as discussões de pesquisadoras como Joan Scott, Judith Butler, Joana Maria Pedro, Maria Izilda Matos, Rachel Soihet e Margareth Rago, a História precisou caminhar para um novo escrever e narrar sobre os corpos, os desejos, as emoções e as sexualidades. Dentro da perspectiva de uma então recente História cultural emergiram análises e críticas fundamentais aos alicerces de poderes, saberes e narrativas sobre o passado, provida de um olhar que entendia que “o pessoal é político” e histórico e, portanto, do ofício das/dos historiadoras/es. Convidamos pesquisadoras e pesquisadores interessadas/os em contribuir com o presente dossiê, a partir das perspectivas dos estudos de gênero, que trabalhem com as discutam as aproximações entre a História, corpos, emoções e sexualidades. Esse dossiê tem como finalidade apontar as mais recentes produções historiográficas, objetos e fontes de análise, traçando um panorama dos caminhos trilhados pela historiografia as construções dessas narrativas historiográficas culturais, políticas e sociais.

Data de Submissão – até 30/06/2021

Mais informações: https://revistas.pucsp.br/index.php/revph/announcement/view/425

 

Revista de Ciências Sociais: Dossiê "Escola e LGBTfobia: articulando possibilidades educativas para uma vida vivível"

O Objetivo deste dossiê é reunir pesquisas que abracem a temática, bem como de textos que busquem uma interlocução entre as ciências sociais e a educação, abarcando as mais diversas perspectivas teórico-metodológicas, construindo a partir das relações entre esses campos do saber, importantes debates sobre gênero e sexualidade na educação. Objetivamos selecionar textos que estudem as práticas de LGBTfobia em suas variadas dimensões: nos processos educativos; nos espaços formais ou informais de ensino; no cotidiano da relação entre discentes e docentes; na elaboração e implementação de políticas educacionais; etc.

Para compor esse dossiê serão bem-vindos artigos cujas discussões teórico-metodológicas, partindo de uma perspectiva interdisciplinar, abordem a violência para com as pessoas LGBTs na educação e na sociedade, articulados aos seguintes eixos (exemplos):

 -Educação e sexualidade: pensando possibilidades pedagógicas de enfrentamento a LGBTfobia.

 -Políticas públicas e LGBTfobia;

-LGBTfobia, movimentos sociais e direitos humanos;

 -Educação, direitos humanos e população LGBT;

-Ciências sociais e teoria queer: relações possíveis;

-Formação de professores e LGBTfobia; Gênero e sexualidade na educação;

-Violência e precariedade;

-Conservadorismo, educação e LGBTfobia.

Data de Submissão – até 20/06/2021

Mais informações: http://www.periodicos.ufc.br/revcienso/announcement/view/240

 

Rivista Di Studi IberoAmericani - Confluenze: Dossiê "Infâncias na América Latina - Diversidade em Tensão" 

Nos últimos anos, numerosos estudos levaram a repensar as perspectivas existentes sobre as definições, o papel e as funções que as diferentes formas de “infância” assumem nas sociedades latino-americanas. Da mesma forma, um número crescente de estudos antropológicos, históricos e educacionais se propõe a falar de “infâncias” no plural, no sentido de reconhecer a diversidade de construções sociais que, no tempo e no espaço, dão forma e significado a essa fase da vida. Reconhecer a diversidade de formas de pensar, construir e atribuir sentido às diferentes infâncias abre novos e interessantes caminhos de pesquisa, com vista à superação da ideia de “criança universal”. Essa ideia é o resultado de uma grande tradição colonial e patriarcal de dominação epistêmica, e muitas vezes tem sido a base de políticas nacionais e internacionais de assistência, cuidado e educação; é uma ideia que também tem orientado paternalisticamente as práticas de atores estatais e não estatais para os setores populares e grupos indígenas e afrodescendentes, negando o reconhecimento de suas especificidades sociais e culturais. A ideia da “criança universal”, promovida “de cima”, historicamente encontrou o seu limite na incapacidade de se reconciliar com as práticas sociais e culturais que surgem “de baixo”, a partir de grupos subalternos. 

Partindo desse panorama, o dossiê se propõe a refletir sobre as muitas variações das ideias de “infância” na América Latina, mas também sobre as tensões que surgem em torno delas, a partir das políticas, dos programas e das ações das entidades estatais e não estatais. Este dossiê procura considerar as representações, os imaginários e as práticas de relacionalidade, cuidado, criação e educação que se constroem a partir das crianças como espaços de construção política e social, atravessados ​​por tensões, imposições, resistências e negociações, nas quais os ideais que norteiam a reprodução social de cada grupo está em jogo. 

O foco do dossiê serão os processos e espaços sociais de construção e implementação das ideias sobre as infâncias, bem como os debates e tensões que os caracterizam: a educação (institucionalizada ou não institucionalizada e informal), a família e as redes parentais (cuidado e criação), as dinâmicas de construção de gêneros e das afiliações coletivas (etnia e interculturalidade), aspectos trabalhistas (marginalidade urbana e rural, a questão do trabalho infantil) e áreas de produção cultural dos grupos sociais (imaginário, jogos, literatura, esportes e entretenimento para crianças). 

Data de Submissão – até 30/07/2021 

Mais informações: https://confluenze.unibo.it/announcement/view/444

 

CEDES - Centro de Estudos Educação e Sociedade: Seção temática sobre ações afirmativas e educação

Convida-se pesquisadoras e pesquisadores a apresentarem trabalhos sobre ações afirmativas de promoção da igualdade racial na educação. A sessão especial tem como proposta divulgar artigos originais, numa perspectiva crítica e multidisciplinar, com reflexões, análises e avaliações de resultados de ações e políticas afirmativas adotadas, em especial, na educação escolar em seus diferentes níveis, etapas e modalidades, bem como nos processos socioeducativos mais amplos.

Neste contexto, essa chamada convida a comunidade acadêmica a escreverem sobre ações afirmativas de promoção da igualdade racial na educação em interface com os seguintes temas:

ações afirmativas em perspectiva comparada;
ações afirmativas, acesso e permanência no ensino superior;
ações afirmativas e democratização do ensino superior;
ações afirmativas e a luta antirracista;
a Lei 12. 711/12: impactos, desafios, avaliação;
a Lei 12.990/12: impactos, desafios, avaliação e relação com a educação;
a Lei 10.639/03: impactos, desafios, avaliação;
relação entre ações afirmativas no ensino superior e mercado de trabalho;
egressos de ações afirmativas;
movimentos sociais e políticas de ação afirmativa (com ênfase especial no movimento negro);
a questão quilombola e as ações afirmativas;
ações afirmativas, gênero, raça e interseccionalidades;
mídia e ações afirmativas;
tensões e conflitos na aprovação e implementação de políticas de ações afirmativas;
ações afirmativas na educação básica;
ações afirmativas e formação docente.

Data de Submissão – até 31/07/2021

Mais informações: https://www.cedes.unicamp.br/publicacoes/819

 

Revista de Estudos Teatrais - Pitagoras 500: Dossiê "Gêneros na Cena Teatral" 

As dimensões psicofísicas dos corpos atuantes na cena teatral destacam e expõem de modo crescente e polêmico as políticas de gênero nas performações e nos processos criativos da cena, evidenciando questões, relativamente recentes, voltadas às poéticas da criação cênica. O olhar e a atuação de um teatro contemporâneo com grupos teatrais feministas têm se manifestado globalmente, sobretudo nos países africanos e latino-americanos, em que a condição de vulnerabilidade feminina é mais acentuada. 

No Brasil, a atenção múltipla da cena ativista se desdobra em grupos artísticos e de investigação acadêmica, atravessada por abordagens e estudos de gênero, práticas e procedimentos teatrais múltiplos, mobilizações e intervenções comunitárias. 

Nesta edição, a Revista Pitágoras 500 propõe uma chamada de artigos que tratem de temas relativos às singularidades das questões de gênero e sexualidade presentes nas várias instâncias do processo de criação e recepção teatral, bem como nos percursos da formação des artistes da cena (laboratórios, textos, encenações, pedagogias).  

Data de Submissão – até 26/09/2021 

Mais informações: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/pit500/announcement

 

Coisas do Gênero - Revista de estudos feministas em teologia e religião: ecofeminismo (s), teologias e territórios

O termo Ecofeminismo traz à discussão a relação entre duas bases que estruturam a sociedade atual: o patriarcado e o capitalismo. Entendendo que as mulheres são as maiores vítimas da violência da degradação ambiental, os movimentos ecofeministas articulam, em uma perspectiva sistêmica, as buscas por direitos iguais para mulheres e homens, por sustentabilidade e a defesa do meio-ambiente. Dentro desses movimentos, a reflexão teológica está associada à teologia ecofeminista. Ela envolve o desenvolvimento conceitual das relações entre as religiões patriarcais, junto aos seus sistemas simbólicos, e a evolução social patriarcal e capitalista, propondo de ações e discursos para desenvolver espiritualidades engajadas na busca dessas novas relações. Este dossiê busca refletir sobre teorias, metodologias e práticas ecofeministas e suas histórias, aceitando artigos em perspectivas plurais

Mais informações: http://periodicos.est.edu.br/index.php/genero/announcement/view/52

 

Chamada Temática para submissão de artigos, resenha, entrevista ou ensaio – Revista Profanações

Atualmente a Revista Profanações conta com pesquisadores pareceristas vinculados ao pensamento agambeniano e/ou de seus interlocutores de universidades da Argentina, Chile, Peru, Colômbia, México, Espanha, Itália e, de diversas regiões do Brasil.

A Revista Profanações convida os/as interessados/as em contribuir com a temática proposta, sob a forma de artigo, resenha, entrevista ou ensaio. Esperamos receber contribuições sobre a temática apresentada acima, assim como análises comparativas, que considerem as contribuições da biopolítica italiana frente a possíveis diálogos com autores europeus, latino-americanos e/ou asiáticos, além de análises sobre a (bio)política no Brasil à luz do pensamento italiano. Nesse sentido, são bem-vindas quaisquer contribuições que estejam de acordo com os interesses da “Revista Profanações” (vide “Foco e Escopo” da revista).

Prazo para submissão: Fluxo contínuo

Mais informações: http://agambenbrasil.com.br/revista-profanacoes/

 

Revista Argumentos

Argumentos é uma revista eletrônica do Departamento de Política e Ciências Sociais da Universidade Estadual de Montes Claros. Seu objetivo geral é estabelecer-se como um espaço de debate e intercâmbio em ciências sociais sob uma perspectiva crítica. Sua área temática, portanto, inclui antropologia, sociologia e ciência política.

Nosso público-alvo são pesquisadores de ciências sociais e humanas (acadêmicos, estudantes, membros de organizações sociais e da comunidade em geral). Argumentos tem o português como idioma principal, mas recebe e publica pesquisas em espanhol e inglês. Sua periodicidade é semestral. Convidamos a apresentação de artigos científicos públicos não publicados e originais, sujeitos a um processo de revisão por pares. Lançamos dois dossiês por ano, mas temos uma recepção aberta e permanente de itens ao longo do ano.

Atualmente, a Argumentos está em indexadores com os metadados DOAJ, Latindex, Redib, Sumarios.org, Diadorim, Mines Journals; no indexador de métricas do Google Scholar; e nos mecanismos de busca da CAPES, Portal de Jornais - ANPOCS, LatinREV - CLACSO, MIAR e EZB. Cada artigo publicado pela Argumentos também possui o sistema de identificação DOI (Digital Object Identifier). As avaliações seguirão uma ética de avaliação duplo cego. Depois de passar pelo Comitê Editorial da revista, responsável por verificar se os padrões exigidos na seção "Diretrizes para autores" são cumpridos, os artigos são enviados anonimamente a dois árbitros, especialistas na área, para uma avaliação cuidadosa dos sua qualidade Em caso de desacordo, o artigo será enviado a um terceiro especialista. Os documentos recomendados para publicação com revisão de conteúdo serão enviados novamente a dois revisores, preferencialmente os do processo inicial.

Mais informações podem ser encontradas na página da revista: https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/argumentos

Os artigos podem ser enviados através do email: revista.argumentos@unimontes.br ou através da plataforma.

 

Revista Gênero

A revista publica trabalhos que contribuam para o estudo das relações de gênero, escritos a partir de diferentes tradições disciplinares, dentro de um arco de questões que dizem respeito à condição feminina, homossexualidades, masculinidades dentre outros temas correlatos.

Mais informações: http://www.periodicos.uff.br/revistagenero

 

Revista Diversidade e Educação

A Revista Diversidade e Educação é uma revista de divulgação científica semestral e publica artigos e relatos de experiências educativas nas temáticas de corpos, gêneros, sexualidades e relações étnico-raciais. A revista tem como foco textos que tratem dessas temáticas no espaço escolar e em outros espaços educativos.

Mais informações: https://periodicos.furg.br/divedu/about/submissions

 

Revista LibertAção

O Consultor Ad Hoc tem a função de auxiliar na avaliação dos artigos das diversas áreas do conhecimento enviados para o periódico. Para a seleção dos consultores que formarão o cadastro, serão considerados a titularidade (doutorado em Filosofia, Educação ou áreas afins) e a vinculação institucional.

As áreas temáticas da revista são Ensino de Filosofia, Marxismo e Educação, Filosofias Africanas, descolonização curricular/decolonialidades e filósofas contemporâneas.

Os/as interessados/as devem enviar os dados pessoais (nome, e-mail), suas áreas de interesse/pesquisa, bem como o link do currículo lattes para o e-mail revlibertacao@gmail.com com assunto Cadastro de Consultor Ad Hoc.

Mais informações: revlibertacao@gmail.com

 

Revista de História das Ideias - Culturas de gênero

A noção de culturas de género é hoje em dia tão influente e disseminada como controversa. A sua natureza transdisciplinar e a relação inevitável com projetos de autonomização e construção de possibilidades de vida coletiva – cruzando inseparavelmente as esferas do privado e do público – não permitem fixar-lhe contornos precisos e desaconselham, sob risco de amputação ilegítima, a redução das formas de abordagem a cânones disciplinares e metodológicos demasiado estritos.  

No domínio da história, a emergência do masculino, do feminino e das relações entre ambos enquanto objeto de inquérito histórico e historiográfico ganhou já foros de cidade, exprimindo-se, por exemplo, no surgimento de revistas internacionais (e.g., Gender & History) e na multiplicação, durante a última década em particular, de monografias e obras coletivas consagradas à historicização do género. Se, por um lado, acolhe os contributos da História das Mulheres, promovida no quadro da Nouvelle Histoire a partir dos anos 90, ou da historiografia dessa história, o movimento atual inclui-os num horizonte de problematização mais amplo da própria ideia de mulher (ainda naturalizável como grupo ou segmento social), aberto por uma historicização e interrogação sistemáticas da categoria de género. Foi neste sentido já notado por alguns autores que a substituição da expressão «História das Mulheres» pela de «História do Género» desloca o acento para as relações do masculino-feminino com os seus contextos históricos, evitando o risco de isolamento da história das mulheres num sector de estudos específico.

O presente volume da Revista de História das Ideias propõe-se acolher a expressão de vários vetores deste movimento, privilegiando a sua relação com a História e a Historiografia, mas sem excluir as articulações naturais que em muitos casos ocorrem com perspectivas procedentes dos estudos literários, semióticos, de sociologia política ou da ideologia, entre outros. A par das perspectivas comparativas autorizadas pelas variações no espaço (geografias) e no tempo (cronologias), contribuições em quaisquer das subáreas nas quais as culturas de género têm sido destacadas, sob fundo de historicização (trabalho, intimidade, domesticidade, reprodução, saúde, etc.), e abordagens animadas por diferentes objetivos (e.g., predominantemente teóricos ou mais diretamente associados a um horizonte de transformação sociopolítica) terão assim lugar neste volume. O objetivo final é o de, através das intersecções, convergências e divergências das várias contribuições, dar a ver, para lá da sua estrutura polémica (que frequentemente domina a agenda pública), a natureza fundamentalmente complexificadora e problematizante deste domínio de estudos e o modo como mobiliza alguns dos aspetos mais dinâmicos do desenvolvimento contemporâneo da História e da Historiografia.

As propostas de artigos serão sujeitas a dupla revisão cega. Devem ser enviadas até ao dia 30 de setembro de 2022 e terão de respeitar, escrupulosamente, as normas que se encontram publicadas na página web da Revista de História das Ideias (https://impactum-journals.uc.pt/rhi/about/submissions).

Coordenadora: Isabel Ferreira da Mota

Prazo para a submissão de artigos: 30 de setembro 2022

Mais informações: https://plataforma9.com/publicacoes/chamada-da-revista-de-historia-das-ideias-para-dossie-tematico-culturas-de-genero.htm;jsessionid=3A0CAAEC140DEC3BD839109CB01B43D6

 

Revista de Cultura Visual - Chamada para publicação Vista nº 10: Estética em Angústia: Violência de Gênero e Cultura Visual

A violência baseada no género (VBG), uma questão social que envolve atos de abuso físico, sexual e/ou psicológico exercido sobre uma pessoa com base no seu género, continua a ser um dos problemas mais persistentes e desafiantes do nosso tempo. Por um lado, as últimas décadas foram testemunhas de uma crescente visibilidade e consciência pública da violência baseada no género, graças ao ativismo feminista, queer e trans*, aos esforços anti-violência a nível local, às mobilizações nos média sociais, às promulgações de justiça transformadora, e à importante mudança impulsionada pelo movimento #MeToo. Por outro lado, a alteração da face e amplitude da violência, associada à intricada intensidade das comunicações digitais, a crescente precariedade financeira, as turbulências políticas e crises ambientais à escala mundial, as contínuas práticas coloniais de apropriação de terras, os conflitos armados e as consequentes deslocações desenfreadas, bem como a recente pandemia da COVID-19, expuseram grupos vulneráveis à violência baseada no género em locais que não são apenas casas, ruas e locais de trabalho, mas também o ciberespaço, campos, centros de detenção, complexos industriais, prisões, fronteiras, entre outros. Perante a severidade e complexidade de um fenómeno tão profundamente enraizado que urge abordar, examinar e contrariar, com esta secção temática, pretendemos proporcionar uma plataforma de investigação académica, artística e ativista na intersecção dos estudos da violência baseada no género e da cultura visual. A modalidade visual foi sempre crucial para a perpetuação e resistência à ordem simbólica patriarcal na origem da violência sexista.  As artes visuais e os média como o cinema, pintura, artes plásticas, banda desenhada, publicidade e design têm sido notoriamente reconhecidos como espaços de reprodução da VBG através da representação tendenciosa de categorias binárias de género, o infame olhar masculino, a objetificação de corpos femininos/de género não conformes, e a fetichização da violência. Paralelamente, durante o último meio século, o visual atingiu um estatuto de campo de batalha privilegiado para intervenções culturais realizadas por artistas feministas, LGBTQI+, artistas interseccionais e descoloniais e ativistas dos médias, com interesse em confrontar, e possivelmente subverter, o referido regime sexista de representação.

Para esta secção temática, convidamos a comunidade académica a submeter propostas de artigos, recensões, entrevistas e projetos visuais (em formato de texto completos) que integrem questões de representação, materiais e afetivas da violência baseada no género. Dá-se especial acolhimento a propostas que versem sobre os seguintes temas:

investigação fundamentada na arte sobre violência de género de campos artísticos na área da visualidade e representação (por exemplo, artes plásticas, artes performativas, cinematografia, artes multimédia, etc.);
a violência de espetadores, o olhar masculino e a escopofilia no cinema e nas narrativas visuais;
as possibilidades e o poder do olhar feminino, do olhar queer e do olhar oposicionista;
investigação baseada na prática sobre a materialidade da violência baseada no género através de meios desenhados (por exemplo, imagens, objetos, símbolos, espaços e construções digitais);
o aspeto visual da (des)colonialidade do género e das narrativas visuais das margens;
a dimensão simbólica da violência de gênero nas mídias sociais e na cultura visual;
representações da violência corporificada (por exemplo, violência reprodutiva, abuso de injúrias, exploração laboral, violência doméstica, agressão sexual);
visualização e materialização da violência contra mulheres, raparigas, LGBTQAI+, pessoas não binárias e trans* nas artes e nas mídias;
o papel e as performatividades das feminilidades e masculinidades no contexto da violência baseada no género;
a interseccionalidade da violência baseada no género nas artes, nos média e na cultura visual;
investigação histórica ou análise atual dos aspetos visuais da violência baseada no género;
retrato e perpetuação da violência baseada no género em plataformas de comunicação digital e novos média;
artes, design e média sociais como domínios contra hegemônicos e emancipatórios para combater a violência baseada no género.

Submissão (texto completo): de 1 de maio a 30 de julho
Publicação do número: edição contínua (julho a janeiro de 2022)

Mais informações:  vista@ics.uminho.pt / https://plataforma9.com/publicacoes/chamada-para-publicacao-vista-n-10-estetica-em-angustia-violencia-de-genero-e-cultura-visual.htm;jsessionid=3A0CAAEC140DEC3BD839109CB01B43D6

 

 

2.3. Eventos e cursos para participação como ouvinte

 

 

Mulheres e Arte em Uma Noite no Museu

Estaremos no Museu de Arte São Paulo, um dos mais emblemáticos e espaços expositivos da cidade, arquitetado por Lina Bo Bardi. Um ícone da arquitetura da cidade, elo de conexão entre a arte e a população. Uma introdução à História da Arte! Aproveitaremos a noite paulistana por meio de uma visita mediada à exposição do museu, construída a partir do debate sobre história, gênero e arquitetura; pensando o acervo permanente. Discutiremos 10 obras do Acervo do MASP, pertencentes aos séculos XIX a XXI, desde impressionistas à Arte Contemporânea, discutindo as formas de representatividade das mulheres.

Data: 17 de maio, terça-feira
Horário: 18h às 19:30h.
Valor: R$60,00
Vagas: 25
Atividade aberta a todos os gêneros.
Esta atividade NÃO é organizada pelo MASP

Inscrições via Sympla:
https://www.sympla.com.br/1705--mulheres-e-arte-em-uma...

quem faz:
Thaís Carneiro
instagram.com/mulheres.viajantes

Historiadora e escritora-viajante. Mestra em História Social pela USP, pós graduada em Fundamentos da Arte e da Cultural pela UNESP e guia de turismo pela ETEC Martin Luther King. Criadora do projeto Mulheres Viajantes, empoderamento feminino por meio de viagens, em 2016. Com ele, levou rodas de conversa para sete cidades do Brasil e cinco estados. Impactou mais de 600 pessoas por meio de suas experiências histórico-culturais.

 

3º seminário do Ciclo Críticas Coloniais em Perspectiva Brasileira

Estão abertas as inscrições para o seminário " Perspectivas de gênero e sexualidade em contexto brasileiro decolonial", a realizar-se no próximo dia 3 de junho, pelas 15h (PT) em modalidade online. O painel ocorre por iniciativa do Grupo de Estudos Brasileiros (GEB) vinculado ao Programa Doutoral em Modernidades Comparadas; Literaturas, artes e culturas da Universidade do Minho (UMinho), e irá debater a orientação anti-colonial e interseccional das epistemologias latino-americanas de gênero. Para isto, foi convidada o Doutora Amara Moira para debater o tema a partir das noções gerais da crítica brasileira. Esta é a segunda atividade do Ciclo de Seminário de Críticas Coloniais em Perspectiva Brasileira, estrutura permanente criada pelo GEB para contribuir com a divulgação das epistemologias produzidas pela crítica colonial no Brasil e América Latina no espaço académico portugués.

Este ciclo de seminários surge da inquietação em contribuir com a divulgação das perspectivas pós-coloniais que partam também da América Latina. O processo colonizatório no Brasil violentou, imprimiu estereótipos, preconceitos históricos e invisibilizou existências. Embora a história colonial oficial compreenda o período do século XVI ao século XIX, é consensual nos estudos literários, artísticos, culturais, políticos e sociológicos brasileiros que, ainda que a independência política do País tenha ocorrido, o legado deixado pelo empreendimento colonial nunca foi superado, e opera efetivamente no pensamento social e cultural, moldando as relações de poder. Neste ciclo permanente de seminários, propomos olhar para este legado colonial a fim de ampliar a compreensão dessas consequências, integrando a comunidade acadêmica que se interesse por esse debate feito a partir da teoria crítica desenvolvidas no Brasil.

A convidada:

Amara Moira é travesti, feminista, doutora em teoria e crítica literária pela Unicamp (com tese sobre as indeterminações de sentido no "Ulysses" de James Joyce) e autora dos livros "E se eu fosse puta" (hoo editora, 2016), onde escreve sobre suas experiências como trabalhadora sexual, e "Neca + 20 Poemetos Travessos" (O Sexo da Palavra, 2021), onde reúne seu monólogo em bajubá, a língua das travestis brasileiras, e sua produção poética sobre vivências LGBTQIA+.

Inscrições: https://forms.gle/qw92Vcw6oCzyECq39

Informações: gebuminho@gmail.com / https://plataforma9.com/congressos/3-seminario-do-ciclo-criticas-coloniais-em-perspectiva-brasileira.htm;jsessionid=3A0CAAEC140DEC3BD839109CB01B43D6

 

VIII Seminário Corpo, Gênero e Sexualidade, IV Seminário Internacional Corpo, Gênero e Sexualidade e IV Luso-Brasileiro Educação em Sexualidade, Gênero, Saúde e Sustentabilidade - Memórias, lutas e insurgências nas educações

O evento se configura a partir de uma parceria entre cinco universidades federais brasileiras e uma universidade portuguesa. Lideram o evento a Universidade Federal do Rio Grande (FURG), a Universidade Federal de Uberlândia, a Universidade Federal do Pará e a Universidade do Minho. Em 2022 o Seminário apresenta como tema ''Memórias, lutas e insurgências nas educações'' para comemorar/rememorar os 20 anos de existência do grupo idealizador do Seminário - Grupo de Pesquisa Sexualidade e Escola (GESE), da FURG. A história do GESE é marcada por memórias, lutas e insurgências nas educações atravessando a história da constituição do campo de discussão em torno das questões de Corpo, Gênero, Sexualidade e escola. A história do Brasil, nos últimos anos, tem sido marcada por ideias e discursos obscurantistas que tem resultado em grandes retrocessos em campos fundamentais para o desenvolvimento de uma sociedade justa, democrática e equânime. Neste cenário, promover espaços para o debate das questões de Corpo, Gênero e Sexualidade a partir das lutas e insurgências na educação e na ciência, não só possibilita o registro, mas viabiliza espaços-tempos de produção de saberes e conhecimentos que questionam os binarismos, a heteronormatividade, as políticas de morte que atuam sobre corpos e sujeitos que se insurgem contra as normalidades e normalizações que pressupõem experiências e vivências de corpos, gêneros e sexualidades universais. Espaços-tempos e sujeitos que criam e defendem outras estéticas de si.

O Seminário ocorrerá no formato virtual, garantindo que espaços de socialização e troca de experiências entre pesquisadores/as, professores/as, ativistas, de modo que sejam favorecidos processos de ampliação do campo de pesquisas e teorizações sobre Corpo, Gênero e Sexualidade.

Numa sociedade voltada ao fazer viver, à medicalização, à promoção da saúde, à juvenização, à beleza, à heteronormatividade, por exemplo, temas relacionados ao controle dos corpos e, nele, dos gêneros e das sexualidades, ganham espaço no cenário social, político e cultural. Não se pode desconsiderar que a mídia ocupa e tem ocupado lugar destacado na veiculação de discursos “verdadeiros” - médicos, religiosos, psicológicos, jurídicos, educacionais, dentre outros -, que, ao se correlacionarem em diversas instâncias sociais, integram os processos constitutivos das subjetividades e de controle dos corpos. Ao mesmo tempo, o fluxo de informações que atravessam e compõem a vida contemporânea vem gerando deslocamentos nos modos de pensar, desestabilizando certezas e criando condições para outros arranjos e tipos de relações entre as pessoas e delas consigo mesmas; alteraram-se as formas de entender a geração/criação da vida, o cuidar de si e do/a outro/a, o viver/morrer, os prazeres dos corpos, os riscos, os medos... Desse modo, análises e discussões críticas sobre as condições contemporâneas implicadas na fabricação dos corpos e dos modos de existência são cruciais para continuarmos vivos/as. Desse modo, apresentamos o VIII Seminário Corpo, Gênero e Sexualidade, o IV Seminário Internacional Corpo, Gênero e Sexualidade e o IV Luso-Brasileiro Educação em Sexualidade, Gênero, Saúde e Sustentabilidade - ''Memórias, lutas e insurgências nas educações'' e ratificamos o nosso compromisso com a defesa da vida e de modos plurais de viver.

Data do evento: 14 a 17 de setembro de 2022

Mais informações: https://www.seminariointernacionalcgs.com.br/sobre.php

 

Políticas de cuidado com perspectiva de gênero

O objetivo da especialização consiste em:

Fornecer ferramentas teóricas que permitam uma formação sólida a respeito do vínculo entre gênero e cuidado, seus principais debates e tensões conceituais.
Conhecer os avanços da pesquisa empírica realizada na região e suas principais contribuições
Capacitação para a formulação e análise de políticas públicas para que os alunos possam fazer contribuições que permitam incorporar a perspectiva de gênero nas questões do cuidado.

Duração: setembro de 2020 a junho de 2021

Mais informações: https://www.clacso.org/politicas-del-cuidado-con-perspectiva-de-genero-3/

 

Núcleo de estudos interdisciplinares sobre a mulher

No âmbito acadêmico, o NEIM tem estimulado o crescente interesse de estudantes pela análise das questões de gênero e condição feminina na sociedade e na história. Nesse sentido, tem colaborado, efetivamente, ministrando cursos em nível de graduação e pós-graduação através dos departamentos de Ciência Política, Antropologia, Sociologia e História da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, bem como nos Cursos do Instituto de Letras, Escola de Enfermagem e Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia. Junta-se a esse esforço a criação, em 2005, do programa de Pós-Graduação (Mestrado e Doutorado) em Estudos Interdisciplinares sobre Mulheres, Gênero e Feminismo (PPGNEIM).  

Mais informações sobre os cursos: http://www.neim.ufba.br/wp/cursos/

 

Docência em gênero e sexualidade

As instituições de ensino devem ser espaços que promovem a aceitação às diferenças e discutem os temas mais urgentes da sociedade. Muitas questões consideradas tabus podem ser trabalhadas desde a infância para evitar situações posteriores de discriminação, preconceito e violência. Curso para capacitar educadores para desenvolverem atividades na área, atuando com a prática docente relacionada ao tema como forma de contribuir para mudanças significativas na sociedade.

Mais informações: https://www.educamaisbrasil.com.br/cursos-e-faculdades/docencia-em-genero-e-sexualidade