Oportunidades na área de gênero - Novembro/2020

Publicado em 13/11/2020 - 12:15

 
As informações divulgadas nesta página, exceto tópico 1 - Núcleo Pagu, foram extraídas de sites de organizações externas ao Núcleo e por isso não são de responsabilidade do Núcleo ou da Universidade Estadual de Campinas.
Para recebimento de oportunidades via e-mail, envie uma mensagem com o título "inscrição divulga-pagu" para: pagu[arroba]unicamp.br.
 
 
TÓPICO 1 – NÚCLEO PAGU
 
 
1.A – Chamadas abertas
 
CADERNOS PAGU
Cadernos pagu, revista online, de acesso aberto e gratuito do Núcleo de Estudos de Gênero-Pagu, publica artigos inéditos com contribuições científicas originais, que colaborem para a difusão de conhecimentos no campo dos estudos de gênero e a leitura crítica da produção internacional. Recebe artigos em fluxo contínuo em português, inglês e espanhol. Todo o material publicado, inclusive no período anterior à indexação no SciELO, se encontra disponível em https://www.pagu.unicamp.br/pt-br/cadernos-pagu e http://http//periodi.... No Scielo, disponível a partir da edição 16, em http://www.scielo.br/cpa%C2%A0%C2%A0.
 
 
1.B – Próximos eventos a serem transmitidos on-line
 
SEMINÁRIO “EXISTIMOS! ARQUIVOS E MEMÓRIA LGBTI+”
Segundas de novembro, das 18h às 20h30
 
16/11 - As primeiras iniciativas ativistas e os potenciais dos acervos do AEL
Com Thiago Barcelos Soliva (CCS/UFRB), Edward MacRae (DA; CETAD/UFBA), Pedro de Souza (UFSC; CNPq), Caio Maia (Museu Nacional/UFRJ), Sérgio Carrara (CLAM/IMS/UERJ). Mediação de Aldair Rodrigues.
 
23/11 - Ativismo e o processo de cidadanização LGBTQI+ no Brasil
Com Claudio Nascimento (Grupo Arco-Íris de Cidadania LGBTI; Aliança Nacional LGBTI+), Regina Facchini (Pagu/Unicamp), Silvia Aguião (UFMA; Afro-Cebrap), Stephanie Pereira de Lima (PPGCS; Pagu/Unicamp), Thiago Coacci (NEPEM/UFMG). Mediação de Isadora Lins França (IFCH e Pagu/Unicamp).
 
30/11 – Conjuntura contemporânea e a importância dos acervos históricos LGBTQI+
Com Cris Serra (IMS/UERJ), Paulo Roberto Iotti Vecchiatti (GADvS; CDSG/OAB-SP), Leonardo Arouca (Museu da Diversidade Sexual), Renan Honório Quinalha (EPPEN/UNIFESP), Erika Hilton (ALESP Codeputada estadual pelo Psol). Mediação de Mário Medeiros.
 
 
FÓRUM PERMANENTE EDUCAÇÃO SUPERIOR: DIVERSIDADE, INOVAÇÃO E DESAFIOS DA PERMANÊNCIA
25 e 26 de novembro, das 14h às 17h
 
25/11 - Gênero, diversidade e inovação científica, tecnológica e social
Com Guilherme Almeida da Silva (UFRJ), André Fischer (Festival Mix Brasil; Centro Cultural da Diversidade/PMSP), Mafoane Odara (Instituto Avon), Marcia Barbosa (Física/UFRGS), Thaís Cesário (Dow Corning), Érica Malunguinho (Deputada Estadual). Abertura com Ana Maria F. Almeida (FE; Comissão Assessora de Gênero e Sexualidade/DeDH/Unicamp) e Isadora Lins França (DA; Pagu/Unicamp). Mediação de Regina Facchini (Pagu/Unicamp).
 
26/11 - Gênero e diversidade: desafios e boas práticas na convivência e permanência universitária
Com Flavia Rios (UFF), Renata Azevedo (FCM/Unicamp), Ana Maria F. Almeida (FE/Unicamp), Débora Cristina Jeffrey (FE/Unicamp), Heloisa Buarque de Almeida (Depto Antropologia/USP), Tatiana Lionço (UnB). Mediação de Regina Facchini (Pagu/Unicamp).
 
 
1.C – Eventos realizados durante a pandemia e disponibilizados on-line
 
 
FÓRUM: PANDEMIA E VIOLÊNCIA DE GÊNERO, UMA ÓTICA INTERSECCIONAL
Evento organizado pela Comissão da Mulher, juntamente com o COMESP/Tribunal de Justiça e o Núcleo de Estudos de Gênero - Pagu/UNICAMP, para discussão e proposição de políticas públicas relativamente ao agravamento da violência contra mulheres, crianças e adolescentes no contexto da pandemia.
Com a participação de Dra. Angélica de Almeida (TJ/SP e COMESP), Dra. Karla Bessa (PAGU); Mariana Conti (Vereadora Campinas), Joice Berth (arquiteta negra), Fabiana de Andrade (UERJ), Marina Ganzarolli (advogada, deFEMde) e Magali Mendes (APLP). Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=z96r2-1iZoY
 
AULAS ABERTAS DE ESTUDOS DE GÊNERO
Ciclos de aulas abertas da linha de Estudos de Gênero, Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da Unicamp (PPGCS) organizado por Natália Corazza.
Aula #1 Interseccionalidades e Consubstancialidades. Com Adriana Piscitelli, Ângela Araújo e Nathanael Araújo. https://www.youtube.com/watch?v=4mDU_HJ45-w
Aula #2 Tecnologias de Gênero, lendo Teresa de Lauretis. Com Karla Bessa, Henrique Rodrigues Marques, e exposição do curta-metragem Tentei (2017), de Laís Melo. https://www.youtube.com/watch?v=-Dt6_RF4Hrk
Aula #3 Donna Haraway. Com Marko Monteiro, Carolina Cantarino, e Yama Chiodi. https://www.youtube.com/watch?v=HpGewgik_yE
Aula #4 Internet e Redes Sociais. Como as teorias feministas e os estudos de gênero nos ajudam a compreender a internet e as redes sociais? Com Iara Beleli, Jair de Souza Ramos João Custódio. https://www.youtube.com/watch?v=5ZUA7g8x_D0
Aula 5# Gênero e Cuidado. Com Guita Grin Debert (Unicamp), Nadya Araújo Guimarães (USP) e Mariana Marquez Pulhez (PPGAS / Unicamp). https://www.youtube.com/watch?v=KtIUI8vnRJY
Aula 6# Insurgências epistêmicas: feminismos e teoria do ponto de vista. Com Regina Facchini (Pagu Unicamp), Gleicy Mailly da Silva (Pagu Unicamp) e Evandor Cruz e Silva (PPGCS). Mediação de Bruno Nzinga Ribeiro (PPGAS, Pagu Unicamp).  https://www.youtube.com/watch?v=JSV4_kYqWwc
 
CICLO DE ENCONTROS PANDEMIA NA RODA
 
Encontro #1 Cemitérios, mortes e sofrimentos. Com Fábio Araújo (FioCruz), Flávia Medeiros (UFSC), Fábio Mallart (UERJ), Liliana Sanjurjo (UERJ), Larissa Nadai (USP) Desirée Azevedo (UNIFESP) e Everton de Oliveira (UFSCar) e também com as debatedoras Juliana Farias (Pagu/Unicamp) e Bernardo Fonseca Machado (DA-IFCH/UNICAMP). Organização de Juliana Berger Valente (CUNY/NY), Larissa Nadai (USP) e Natália Corazza (Pagu/Unicamp). https://youtu.be/NhE-_nvp5G8
Encontro #2 Vulnerabilidades, Precariedades e Desigualdades. Com Márcia Pereira Leite (UERJ), Carolina Branco Ferreira (UNICAMP) e Pedro Lopes (USP) a participarem da Roda, colocando suas respectivas reflexões publicadas na Revista Dilemas e no Boletim da ANPOCS. O debate ficará a cargo de Julian Simões (UNIFESP) e Lucas Freire (FGV). Organização de Juliana Berger Valente (CUNY/NY), Larissa Nadai (USP) e Natália Corazza (Pagu/Unicamp). https://www.youtube.com/watch?v=-y1mf6X-3mw
 
CICLO CONHECIMENTOS IMPLICADOS (edição em pandemia)
Cátedra Libre Géneros y Sexualidades "Amelia Carreras" - IIEGE UBA
Capítulo 2 com Dra. Adriana Piscitelli
 
CICLO DE DEBATES PESSOA TRANS E POLÍTICA
Dia #1 História, Transgeneridades e Trajetórias. Com Keila Simpson, Kátia Tapety, Jovanna Cardoso e João Custódio. https://youtu.be/ehalZnALWd0
Dia #2 Identidades Trans e Partidos Políticos. Com Rafa Ella Brites, Brenda Santunioni,
Luiz Fernando Prado Uchoa e Jinx Vilhas. https://youtu.be/SNXAiU8ZlW4
Dia #3 Ativismos, Política e Pautas Transfeministas. Com Hailey Kass, Maria Clara Araújo e Brume Dezembro Iazzetti. https://youtu.be/gvzsMiUb4Gk
Dia #4 Precariedade, Direitos e Resistência. Com Indianares Siqueira, Caio Lima, Vicenta Perrota e Alexis K. Santos. https://youtu.be/6CskRJ0Up7c
Dia #5 Mudança e Continuidades na Política: Identidades de Gênero e Interseccionalidade. Com Mario Felipe Carvalho (EMERJ, IP/EURJ, GEPSID), Jaqueline Gomes de Jesus (IFRJ, UFRRJ) e Guilherme Almeida (ESS/UFRJ). Mediação de Jinx Vilhas e João Custódio. https://www.youtube.com/watch?v=8tbkAocH4Rk
 
CLUBE DE LEITURAS FEMINISTAS PAGU
2º Encontro do Clube de Leituras Feministas Pagu
Com Letícia Nunes de Moraes: historiadora, docente na Universidade de Sorocaba. https://www.youtube.com/watch?v=Tb6YHehpung
 
POR NÓS: COLETIVO DE MULHERES SOBREVIVENTES DO CÁRCERE
Com a participação de Mary Jello, Mãe Batia de Oxum, Elizângela Lima, Natasha Adelaide (Lena) e Débora Antunes.
Organização: Por Nós Coletivo de Mulheres Sobreviventes do Cárcere, Natália Corazza Padovani (PAGU), programas de pós-graduação em Ciências Sociais e Antropologia do IFCH-Unicamp).
Colaboração: Magali Mendes (PLPs Campinas), Denise Chicoli  (União de Mulheres de Sp/ PLPS SP) e Marilia Kayano (União de Mulheres de São Paulo e PLPS SP).
Apoio: Pagu/Unicamp
Apoio técnico: Coordenadoria de Eventos, Extensão e Difusão do IFCH/Unicamp
 
PROJETO GÊNERO E DESIGUALDADES
Parceria entre Pagu/Unicamp e PPGAS/USP
Organizado por Regina Facchini e Carolina Parreiras
Aula Aberta #1 Desigualdades Sociais, Saúde e o COVID-19. Participam do debate Luís Eduardo Batista (Instituto de Saúde/SES-SP), Fernanda Lopes (GT Racismo e Saúde/Abrasco) e Alexandre da Silva (Faculdade de Medicina de Jundiaí). A mediação de Regina Facchini (Pagu/Unicamp). https://youtu.be/LAy8LVHq4r0
Aula Aberta #2 Periferias, resistência e saúde mental. Com Tatiana Minchoni (Sarau do Binho/Felizs/CRP-SP); Deivison Faustino (Unifesp); Emiliano de Camargo David (PUC-SP/AMMA Psiquê); Gleicy Silva (Pagu/Unicamp). https://youtu.be/HHbRtKjzO50
Aula Aberta #3 Violências em favelas e periferias na pandemia. Com Juliana Farias (Pagu/Unicamp), Elaine Lima (Pedagoga/GP Mulheres do Capão Redondo), Bruno Nzinga Ribeiro (PPGAS/Unicamp) e Carolina Parreiras (NUMAS/USP). https://youtu.be/D8BzTemN5Ro
Aula Aberta #4 Religião e COVID-19 em debate. Com Magali do Nascimento Cunha (Intercom), Ronaldo de Almeida (DA/LAR/Unicamp), Christina Vidal da Cunha (UFF), Ivá Adriana de Nanã (Ilé Axé Omó Nanã), Rodrigo Toniol (DA/LAR/Unicamp). https://youtu.be/YdjFc-ZHrrs
Aula Aberta #5 Migrações, Refúgio e LGBTI+. Com Lara Lopes, Maria Paula Botero, Nathália Antonucci, Isadora Lins França. https://youtu.be/CO_scHJvsSk
Aula Aberta #6 Saúde LGBT em tempos de Covid-19. Com Adriano Queiroz (PMDSTAIDS-SP; UFABC), Fernanda Fortes de Lena (Unicamp; VOTE LGBT), Flávia Teixeira (CRAIST/UFU; ABRASCO), Gabriela Calazans (FM; NEPAIDS/USP), Camilo Braz (SER-TÃO/UFG). https://youtu.be/-J3KKmurZSc
Aula Aberta #7 Direitos em tempos de Desmocratização. Com Anna Tulie Araújo (ULTRA; UniCEUB), Bruna Andrade Irineu (UFMT; ABEH), Jacqueline Moraes Teixeira (FE; NUMAS/USP; CEBRASP), Lucas Bulgarelli (NUMAS/USP), Luiz Mello (SER-TÃO/UFG), Thiago Coacci (Larvas Incendiadas). https://youtu.be/9J0T8zf7TX8
Aula Aberta #8 Corpos e (R)Existências Negrxs e LGBT na Universidade. Com Luciana de Oliveira Dias, (UFG; ABA), Suely Messeder (UNEB), Megg Rayara Gomes de Oliveira (UFPR), Thiago Teixeira (PUC-MG), Michel Ferreira (UTFPR), Stephanie Pereira de Lima (Unicamp). https://youtu.be/RrhmpK4kRQI
Aula Aberta #9 Despatologização/Repatologização: O que dizem as Ciências PSI? Com Isabela Saraiva (NEGAH/UFSJ), Alexandre Oviedo Gonçalves (Unicamp; CEBRAP), Maya Foigel (Generidades/ Sedes Sapientiae; Transitar), Beatriz Pagliarini Bagagli (IEL/UNICAMP), Marco Aurélio Prado (Nuh/UFMG), Heder Bello (UFRJ; CRP-RJ) https://youtu.be/qzweontSRo8
Aula Aberta #10 Transfobia, Racismo e o Acesso à Educação e ao Trabalho. Com Keila Simpon (ANTRA), Dayanna Louise L. dos Santos (UFPE; SE-PE), Luck Yemonja Banke (NETRANS; PREPARA UBUNTU/UFSC), Brume Dezembro Iazzetti (PPGAS; PAGU/Unicamp) e Amanda (AMOTRANS/ANTRA). https://youtu.be/FTjGpna7Df0
Aula Aberta #11 - Resistências negras e música no Brasil e em Angola. Com Bruno Nzinga Ribeiro (PAGU/Unicamp), Kelly Adriano (Pesquisadora e gestora cultural), Jaqueline Santos (CEMI-Unicamp) e Daniela Vieira (UEL). https://youtu.be/T2NhLnFQrkU
Aula Aberta #12 - Negras(os) nas universidades: subjetividades e transformações recentes. Com Gleicy Silva (PAGU/Unicamp), Mário Medeiros (IFCH-Unicamp), Stephanie Lima (Pesquisadora independente) e Fabiana Mendes (Pesquisadora independente). https://youtu.be/I3tHw8Crt-Y
Aula aberta #13 – Aprendizados do combate à COVID-19: força-tarefa interdisciplinar da Unicamp. Silvia Maria Santiago (FCM-Unicamp), Sávio Cavalcante (IFCH/Unicamp), Luciana Utsunomiya (SOMA) Jacqueline Santos Rios (agente popular de saúde), Giorgia Carolina do Nascimento (PPGAS/Unicamp). https://youtu.be/yFPrWN0uX64
Aula aberta #14 – Direitos Humanos em disputa: trajetória, controvérsias e atualidades em torno dos PNDH. Com Lucas Bulgarelli (NUMAS/USP e OAB/SP), Rodrigo Toniol (PPGAS/Unicamp e ACSRM), Jacqueline Morais (PPGE – USP NUMAS e CEBRAP), Isabela Kalil (FESPSP, NEU e OED Brasil), Regina Facchini (PAGU). https://youtu.be/rWr17NKmjYY
Aula aberta #15 – Corpo, diferença e deficiência: (novos?) desafios na pandemia. Com Anahí Guedes de Mello (UFSC, Anis e ABA), Carolina Branco Ferreira (PPGAS e PPGCS Unicamp/CAPES), Julian Simões (PPGCS/Unifesp e ABA), Marco Antônio Gavério (UFSCar), Pedro (Numas/USP), Anna Paula Vencato (UFMG). https://youtu.be/b4XaRmmRkAw
Aula Aberta #16 – Proteção de crianças e adolescentes: desafios nos 30 anos do ECA. Com Camila Fernandes (PPGAS/MN/UFRJ, NUSEX, PPGAS/MN, LACED), Maria Carolina Trevisan (UOL, Afro/Cebrap), Carolina Parreiras (DA e NUMAS/USP, PPGAS/Unicamp), Vanessa Leite (UNIFESP, CLAM/IMS/UERJ). Mediação de Regina Facchini (Pagu/Unicamp e PPGAS IFCH/Unicamp). https://www.youtube.com/watch?v=9YLayDxp4qU
Aula aberta # 17 – Gênero, sexualidade e o combate ao assédio, discriminação e violência na Unicamp. Com Ana Maria Fonseca Almeida (FOCUS/FE/Unicamp), Carolina Bonomi (PPGCS/IFCH/PAGU/Unicamp), Leandro Martínez (IQ/Unicamp), Silvia Santiago (FCM/Unicamp), Tania Maron Vichi Freire De Mello (SAPPE/Unicamp), Milena de Oliveira Santos (Demografia/Unicamp) e Regina Facchini (Pagu e PPGAS-IFCh/Unicamp ABA, DeDH). https://youtu.be/0MyA_AwSpLE
Aula Aberta #18 – Violência sexual, consentimento e experiências de intervenção em universidades. Com Ana Maria Fonseca de Almeida (FOCUS/FE/Unicamp), Camila Ferreira (SAVS/Unicamp), Carolina Parreiras (NUMAS/USP e PPGAS/Unicamp), (PAGU/Unicamp e NUMAS/USP), Heloisa Buarque de Almeida (NUMAS/USP), Tatiana Lionço (Escuta Diversa./UnB) e Regina Facchini (Pagu e PPGAS-IFCh/Unicamp ABA, DeDH). https://youtu.be/-zX5_r-bduk
Aula Aberta #19 – Negras/os, LGBTI+ e mulheres na política. Com Cristiano Rodrigues (PPGCP-UFMG, IESP-UERJ, MARGEM, NEPEM). Danusa Marques (UnB, ABCP). João Filipe Cruz (FFLCH/USP, NÓS/USP). Mediação/Debate: Regina Facchini (Pagu e PPGAS-IFCh/Unicamp ABA, DeDH) e Thiago Coacci (NEPEM/UFMG e Larvas Incendiadas). https://www.youtube.com/watch?v=gCGrOIy-NFI
Clássicos #1 - Morte em Família, de Mariza Corrêa. Com Adriana Piscitelli (Pagu/Unicamp), Larissa Nadai (DA/USP), Roberto Efrem Filho (UFPB/UFPE), com mediação de Thiago Coacci (Larvas Incendiadas) e Regina Facchini (Pagu/Unicamp). https://youtu.be/Dojqzfwt9g4
Clássicos #2 - Raça, gênero e classe no pensamento, de Lélia Gonzalez. Com Flávia Rios (NEGRA/UFF; AFRO-CEBRAP), Alex Ratts (LAGENTE/UFG), Gleiccy Mailly da Silva (PAGU/Unicamp) e Thiago Coacci (Larvas Incendiadas). https://youtu.be/uiX7my7a6PQ
Clássicos #3 - Envelhecimento e sexualidade: contribuições de Guita Debert e Júlio Simões. Com Guita Debert (Unicamp), Júlio Assis Simões (USP), Mauro Brigeiro (Fiocruz), Carlos Eduardo Henning (UFG) e Guilherme Passamani (UFMS). https://youtu.be/WzD8Cs-RUko
Clássicos #4 - Beatriz Nascimento: corpo, território e transatlanticidade. Com Alex Ratts (LaGENTE/IESA/UFG), Christen A. Smith (Univ. do Texas), Mariléa de Almeida (Alesp), Gleiccy Mailly da Silva (PAGU/Unicamp) e Thiago Coacci (Larvas Incendiadas). https://youtu.be/sDvNnEmL2bM
Debates Saúde #1 - Desejos, prazeres e pandemia. Com Felipe Padilha (FURG), Maria Elvira Diaz Benitez (NuSEX UFRJ) May Medeiros (luzvermelha.tv), Monique Prada (MundoInvisivel.org, CUTS, ONU Mulheres), Renata Carvalhaes RENATA CARVALHAES (Secretaria Municipal de Educação de Angra dos Reis), Victor Hugo Barreto (UFF e NuSEX). https://youtu.be/LJd5ZxSEUaI
Debates Saúde #2 - Aborto e movimento feminista no Brasil: como ser resistência no contexto conservador?
Com Carla de Castro Gomes (Pagu/Unicamp), Emanuelle Góes (Cidacs-Fiocruz-Bahia e Musa/ISC/UFBA), Gabriela Rondon (Cravinas/ UnB), Morgani Guzzo (Catarinas, Legh/UFSC, CEDIM/SC), Paula Viana (Grupo Curumim, Comitês de Estudos da Mortalidade Materna-PE, e de Estudos da Mortalidade Materna-Recife, Frente Nacional Contra a Criminalização das Mulheres e pela Legalização do Aborto), Alessandra Brigo (CLAM/IMS/UERJ). https://youtu.be/_tKo_h7kXmc
Debates Saúde #3 - Prisões, saúde e marcadores sociais da diferença: reflexões em tempos de pandemia.
Martinho Silva (UERJ, ANPEPP, ABRASCO), Anna Paula Uziel (CLAM/IMS/UERJ, LIDIS, GEPSID), Natália Lago (Numas/USP e PAGU/Unicamp), Joyce Gravano JOYCE (Eu sou Eu, Espaço de aprendizagem Joyce Gravano), Márcio Zamboni (Numas/USP, EASA), Denise Anjos (ENSP/FioCruz), Vanessa Sander (Pagu/Unicamp). https://www.youtube.com/watch?v=LtE-3cCvpZ0
Lançamento #1 “Dossiê “Movimentos sociais e transformações do ativismo contemporâneo” Revista EDUCAÇÃO & SOCIEDADE, V. 41. Com os autores Marilia Pontes Sposito (FEUSP e GETESE), Breno Bringel (IESP-Uerj, NETSAL e ALAS), Francisco Mata Machado Tavares (UFG e GESF), Regina Facchini (PAGU); a coautora Stephanie Pereira de Lima; e o mediador Thiago Coacci. https://youtu.be/IuXZeSMvx8A
Lançamento #2 “Bradando contra todas as opressões! Ativismos LGBT, negros, populares e periféricos em relação", de Vinicius Zanoli. Com Vinícius Zanoli, autor do livro, Silvia Aguião, (CLAM/UERJ e Afro/CEBRAP), Regina Facchini (PAGU) e (IFCH e PAGU). https://youtu.be/q_-GflG1998
Lançamento de livro #3 Da Praça aos Palcos: caminhos da construção de uma carreira drag queen. Com Rubens Mascarenhas Neto (FU-Berlin/LAI), Anna Paula Vencato, (PPGE e DECAE/FAE/UFMG), Isadora Lins França (PPGAS-IFCH/Unicamp e PAGU/Unicamp), Regina Facchini (Pagu/Unicamp e PPGAS - IFCH/Unicamp). https://youtu.be/7-Mkv74_mjg
Momento COVID-19 #1 Dilemas éticos na pandemia. Com a Profa. Guita Grin Debert (DA/Pagu/Unicamp). https://youtu.be/bRIbPMgTV-o
Momento COVID-19 #2 Isolamento social e violência doméstica. Com Beatriz Accioly Lins (NUMAS/USP). https://youtu.be/blfX_ohLlzw
Momento COVID 19 #3 Prisões, famílias e COVID-19: repensando as porosidades. Com Natália Corazza Padovani (Pagu/Unicamp) e Natália Lago (NUMAS/USP). https://youtu.be/ssfI3ifwZjo
Momento COVID -19 #4 Saúde Mental e violações de direitos humanos no contexto da COVID-19. Com Marcos Garcia (UFSCAR). https://youtu.be/6o4gBeZ6Lkw
Momento COVID-19 #5 LBGTIfobia e COVID-19" efeitos do isolamento social. Com Héder Bello (PPGTP/UFRJ) e Cris Serra (CLAM/IMS/UERJ). https://youtu.be/FBQu6-FXqc8
Momento COVID-19 #6 Lutos da COVID-19: mortes e dores do desamparo. Com Margareth Arilha (NEPO/Unicamp). https://youtu.be/r6UUjP7rDWs
Momento COVID-19 #7 Desigualdades escancaradas: gênero, raça e classe. Com Heloisa Buarque de Almeida (DA/NUMAS/USP). https://youtu.be/JJLoBJ8UMyI
Momento COVID-19 #8 As consequências sociais da pandemia para os trabalhos das mulheres. Com Bárbara Castro (DS/Pagu/Unicamp). https://youtu.be/1iXUTpymg_s
Momento COVID-19 #9 Homens, masculinidades e violências em tempos de pandemia. Com Benedito Medrado (GEMA/UFPE) e Isabela Venturoza (PPGAS/Unicamp). https://youtu.be/q-gkS-vK5eo
Momento COVID-19 #10 O poder de expor à morte e gerir a crise. Com Roberto Efrem Filho (UFPB/UFPE) e José Clayton Murilo Cavalcante Gomes (UFPB). https://youtu.be/dCcdJoDnb0Q
Momento COVID-19 #11 Pedagogia do Racismo. Com Matheus Gato (Unicamp/Cebrap) e Maria Carolina Trevisan (UOL/Afro-Cebrap). https://youtu.be/KZk6L5lT27o
Momento COVID-19 #12 COVID-19, Velhices e diversidade sexual e de gênero. Com Carlos Eduardo Henning (Ser-tão/DA/FCS/UFG). https://youtu.be/3TfBEToNYqQ
Momento COVID-19 #13 Bolsa Família, Auxílio Emergencial e gestão da precariedade na pandemia. Com Viviane Mattar (CLAM/IMS/UERJ). https://youtu.be/xdTvsKH1Tvs
Momento COVID-19 #14 O cuidado perigoso: as mulheres e as doenças. Com Denise Pimenta (USP). https://youtu.be/DUmbBMlMGvE
Momento COVID-19 #15 Bibliotecas e Bibliotecários em Tempos de Pandemia. Com Nathalia Romeiro (PPGCI/UFMG) e Ricardo Queiroz (PMSBC). https://youtu.be/oFZWO02I14U
Momento COVID-19 #16 Ensino Remoto: experiências na Unicamp. Com Isadora Lins França (IFCH; Pagu/Unicamp) e Anna Christina Bentes (IEL; Pagu/Unicamp). https://youtu.be/mlsSe60Xn9M
Momento COVID -19 #17 Podem duas mulheres falar sobre masculinidades? Com Isabela Venturoza (Pagu/Unicamp; Numas/USP) e Fernanda Martins Sousa (Pagu/Unicamp). https://youtu.be/hiLtM3ZdRjE
Momento COVID-19 #18 Haitianos em Tijuana, México: mobilidades em contexto de COVID-19. Com Domila Pazzini. https://youtu.be/RvZ5AC5uNE0
Momento COVID-19 #19 Desigualdades digitais e educação. Com Carolina Parreiras (Numas/USP) e Renata Mourão Macedo (FEUSP/Numas/USP). https://youtu.be/UzYx8XbForw
Momento COVID-19 #20 Trabalho emocional e profissionais de enfermagem em tempos de pandemia. Com Bárbara Ferrari Brandi (PPGS/Unicamp). https://youtu.be/pfv43VUfEj0
Momento COVID-19 #21 As criaturas invisíveis da ficção científica: controle e diferença em Aniquilação. Com Thaís Lassali (PPGAS/Unicamp). https://youtu.be/XyN7sdrJEGU
Momento COVID-19 #22 Educação de jovens, adultos e idosos em tempos de pandemia. Com
Tayná Mesquita (FOCUS/FE/Unicamp). https://youtu.be/2g26A62naOU
 
JORNADAS CLAM: SAÚDE, SEXUALIDADE E DIREITOS HUMANOS
Reflexões sobre as mudanças sociais e políticas neste momento de pandemia de Covid-19.
Organizado pelo Instituto de Medicina Social (IMS/UERJ) e CLAM.
Mesa de abertura com Adriana Piscitelli e Natália Padovani: Mobilidades nas margens https://www.youtube.com/watch?v=lRCPk4bA2aI
Canal para acesso as demais mesas/debates: https://www.youtube.com/channel/UC2v8eRib9Z1lVmRCP8-WKgg
 
PODCAST LARVAS INCENDIADAS
#39. Guita Grin Debert – A reinvenção da velhice https://larvasincendiadas.com/2020/05/13/39-guita-grin-debert-a-reinvenc...
#42. Regina Facchini – Sopa de letrinhas #AlémDoArcoÍris https://larvasincendiadas.com/2020/06/17/facchini-sopa-de-letrinhas/
#45 Lélia Gonzalez – Trajetória Com Gleicy Silva e Thiago Coacci entrevistando o antropólogo e geógrafo Alex Ratts e a socióloga Flávia Rios. https://larvasincendiadas.com/2020/07/29/45-lelia-gonzalez-trajetoria/
 
TV VERMELHO
Live sobre construção de identidades nos movimentos sociais, em especial no movimento LGBT. Com Regina Facchini (PAGU-Unicamp). https://www.facebook.com/PaguUnicamp/posts/3636681253022406
 
SEMINÁRIO “EXISTIMOS! ARQUIVOS E MEMÓRIA LGBTI+”
Organização de Regina Facchini e Ana Maria Almeida a partir da parceria entre Núcleo de Estudos de Gênero – Pagu, Comissão Assessora de Gênero e Sexualidade e o SAVS DeDH Unicamp.
Evento #1 Movimento LGBTQI+ em Campinas. Com Paulo Mariante (Grupo Identidade/Campinas), Lúcia Castro (Grupo aos Brados Campinas), Bruna Cilento (Mo.le.ca./Campinas), Susy Santos (Casa sem Preconceito Campinas), Vinicius Zanoli (Pagu/Unicamp), Daniele Motta (Grupo Identidade/Campinas; Unicamp). Mediação de Regina Facchini. https://www.facebook.com/PaguUnicamp/videos/2848431788736076
 
UNICAMP QUEER 2020
Atividades e assuntos de interesse da comunidade LGBTI+.
Organizado pelo Instituto de Artes (IA), Diretoria de Direitos Humanos, CADER, Comissão de Gênero e Sexualidade, Diretoria de Cultura (Dcult) e Núcleo da Consciência Negra da Unicamp.
Mesa de abertura com Regina Facchini, “A gente não é só LGBTQIA+”: https://www.youtube.com/watch?v=cKimD7v3ik4
Canal para acesso as demais mesas/debates: https://www.youtube.com/channel/UCWtkySCzik7aEYphc2ycJMg
 
 
TÓPICO 2 - FINANCIAMENTO DE PESQUISA
 
 
Financiamento para Doutorado Sanduíche 2020 (PDSE) | Capes
A seleção para as bolsas de Doutorado Sanduíche 2020 financiadas pela Capes já começou. O programa vai oferecer de 4 a 6 meses de bolsa para estágio em pesquisa aos programas de pós-graduação (PPG) com nota igual ou superior a quatro na Avaliação Quadrienal da CAPES de 2017.
O objetivo do programa é apoiar a formação de recursos humanos de alto nível por meio da concessão de cotas de bolsas de doutorado sanduíche no exterior às Instituições de Ensino Superior (que pode ser solicitada por todas as áreas científicas, cobre custos de mensalidade, deslocamento e moradia, entre outros) com cursos de Doutorado reconhecidos pela Capes. O estágio no exterior
deve contemplar, prioritariamente, a realização de pesquisas em áreas do conhecimento menos consolidadas no Brasil.
Entre os focos do programa estão a ampliação da colaboração e de publicações conjuntas entre pesquisadores que atuam no Brasil e no exterior e o auxílio no processo de internacionalização para as IES.
Data de inscrição – até 12/03/2021
 
Bolsa de Pós-Doutoramento Guarini Dean em Estudos Afro-Latinos | Dartmouth College
O Dartmouth College convida para a submissão de candidaturas para uma bolsa de pós-doutoramento em estudos afro-latino-americanos ou afro-latino-americanos. Esta bolsa apoia acadêmicos cujas pesquisas abordam a política da experiência negra nas Américas usando estruturas transnacionais e interdisciplinares. São especialmente bem-vindas as candidaturas estudiosos do Brasil ou da sua diáspora. A especialização de campo é aberta, mas haverá uma atenção especial à pesquisa focada na interseção de raça e uma ou mais das seguintes áreas de interesse: estudos urbanos, violência e marginalização, estudos ambientais, estudos de gênero, estudos sociolegais, saúde pública, estudos religiosos, etnomusicologia, estudos da performance e representações culturais.
A revisão das candidaturas começará em 1º de dezembro de 2020 e continuará até que a posição seja preenchida.
Data de inscrição – até 31/12/2020
 
Bolsa de Investigação para estudante de doutoramento no âmbito do projeto: Juventude e as artes da cidadania | CIES-Iscte
O Centro de Investigação e Estudos de Sociologia (CIES-Iscte) do Iscte - Instituto Universitário de Lisboa abre concurso para atribuição de uma Bolsa de Investigação para Estudante de Doutoramento no âmbito do Projeto “Juventude e as artes da cidadania: práticas criativas, cultura participativa e activismo (ArtCitizenship)”, com a referência PTDC/SOC-SOC/28655/2017, em curso na FCSH-UNL e no CIES-Iscte, financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia, I.P., através de
fundos nacionais, no âmbito do Projeto 3599 - Promover a Produção Científica, o Desenvolvimento Tecnológico e a Inovação, nas seguintes condições:
Requisitos de admissão:
Os candidatos devem:
1) possuir licenciatura e mestrado numa área das Ciências Sociais;
2) encontrar-se a frequentar um doutoramento numa área das Ciências Sociais;
3) ter experiência comprovada no uso de metodologias qualitativas de investigação em Ciências Sociais, principalmente de cariz etnográfico.
Fatores preferenciais:
1) Licenciatura e/ou Mestrado em Sociologia ou Antropologia;
2) Experiência de trabalho em projetos de investigação nas áreas temáticas da juventude, culturas urbanas, arte ou ativismo;
3) Nível avançado de conhecimentos das línguas inglesa, francesa e castelhana;
4) Experiência na redação de textos científicos.
Data de inscrição – até 16/11/2020
 
Fluxo Contínuo 
A Fundação de Pesquisa de São Paulo (FAPESP) oferece em fluxo contínuo financiamento para projetos de pesquisa individuais e colaborativos a serem desenvolvidos sob a responsabilidade de um Pesquisador Responsável com título de doutor ou qualificação equivalente avaliada por sua súmula curricular, vinculado a entidades de ensino superior e pesquisa, públicas ou privadas, no Estado de São Paulo.
Para saber mais, acesse: http://www.fapesp.br/auxilios/
 
Chamada FAPESP 25/2017
Chamada de Propostas - Programa de Apoio a Núcleos de Excelência
Prazo para recebimento de propostas: fluxo contínuo
Serão selecionadas propostas em temas relacionados às mais diversas áreas do conhecimento, em consonância com os objetivos do Programa de Apoio a Núcleos de Excelência.
Apoio: FAPESP e CNPq
 
Chamada FAPESP 41/2016
DFG/FAPESP  Coordinated Programmes
Prazo para recebimento: fluxo contínuo
Propostas deverão seguir as normas da modalidade Auxílio à Pesquisa – Projeto Temático.
Apoio: FAPESP e Sociedade Alemã de Amparo à Pesquisa (DFG) 
 
Chamada FAPESP 40/2016
DFG/FAPESP Research Grant Proposals 
Prazo para recebimento: fluxo contínuo
Propostas deverão seguir as normas da modalidade Auxílio à Pesquisa – Regular.
Apoio: FAPESP e Sociedade Alemã de Amparo à Pesquisa (DFG)
 
Chamada FAPESP 42/2015
Chamada de propostas em colaboração com propostas submetidas ao EU Horizon 2020 
Prazo para recebimento de propostas: fluxo contínuo
A pesquisa em colaboração abrange todas as áreas do conhecimento.
Apoio: FAPESP e União Europeia/Horizonte 2020
 
Fundo de Estruturação de Projetos - BNDES FEP
O BNDES apoia com recursos não reembolsáveis, provenientes do BNDES Fundo de Estruturação de Projetos (BNDES FEP), estudos técnicos ou pesquisas que estejam relacionadas ao desenvolvimento econômico e social do Brasil e da América Latina e que possam orientar a formulação de políticas públicas. Também são passíveis de apoio estudos que propiciem, direta ou indiretamente, a geração de projetos de elevado retorno social, que possam implicar significativos investimentos públicos ou privados.
 
Chamada FAPESP/UKRI
A FAPESP e os Conselhos de Pesquisa (Research Councils) do Reino Unido (UKRI, na sigla em inglês) tem como objetivo apoiar o desenvolvimento de projetos conjuntos de pesquisa propostos por pesquisadores vinculados a instituições de pesquisa do Reino Unido e do Estado de São Paulo.
Prazo para recebimento de propostas: Fluxo contínuo
Mais informações em: http://www.fapesp.br/10273
 
 
TÓPICO 3 - ENVIO DE ARTIGOS, TRABALHOS E PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS
 
3.a - Chamada para submissão de trabalhos
 
Revista Nupem: Ciência, saúde e doenças no Brasil - abordagens históricas e contemporâneas
Muito se tem dito e podemos sentir que nada será como antes depois da pandemia de Covid-19. De certo modo, não apenas o futuro será diferente. O passado também o será. O presente dossiê propõe, portanto, promover um diálogo entre as pesquisas históricas e as contemporâneas, discutindo, a partir de uma perspectiva interdisciplinar, as relações entre ciência, saúde e doenças no Brasil. Considerando a força com que a atual pandemia tem mobilizado governos e instituições do mundo todo, interessa-nos refletir sobre o modo como as doenças – especialmente as com potenciais epidêmicos – impactaram a sociedade em diferentes momentos da história. Ao mesmo tempo, o convite se estende aos trabalhos que procuram compreender como a sociedade, os governos, a ciência e as instituições de saúde responderam aos problemas colocados pelas epidemias, desde a formulação de políticas governamentais, de medidas médicas e de pesquisas científicas de enfrentamento das doenças, até a relação estabelecida pelos grupos sociais, a imprensa e os governos diante do impacto e das mudanças que esses eventos impõem ao mundo social, à economia e à política.
Desta maneira, o dossiê propõe analisar as doenças como eventos históricos, médicos e biológicos, bem como sociológicos e políticos com forte impacto sobre as instituições científicas, as políticas de saúde públicas e as ações governamentais em suas dimensões locais, nacionais e globais.
Data de Submissão – 20/07/2020 a 15/12/2020
 
Revista Escripturas: Memórias de sangue - recordar a violência, escrever a história
É impossível pensar a história e permanecer alheio ao papel que a violência desempenhou nos assuntos humanos, e, no entanto, é surpreendente que a violência raramente tenha sido escolhida como objeto de considerações especiais. Essa frase expressa uma avaliação formulada por Hannah Arendt nos anos 1960. Mais de meio século depois, tal avaliação permanece atual e pertinente. Desde então muito foi escrito. Numerosos estudos surgiram e catapultaram a história da violência para o patamar de um tema vasto o suficiente para preencher estantes inteiras. Porém, a extensão do interesse segue em descompasso com a densidade analítica: alguns dos estudos mais célebres de nosso tempo sequer formulam a pergunta o que é violência? – basta folhear Os Anjos Bons da Nossa
Natureza: por que a violência diminuiu. Prevalece certa naturalização da violência, cuja realidade é, de modo geral, considerada corriqueira, óbvia para todos, algo que ninguém questiona. Este dossiê foi pensado a partir dessa inquietação. Portanto, esperamos que ele seja encarado como um convite a todos aqueles que se sintam mobilizados por pensar as relações existentes entre a compreensão da violência e os sentidos da história. Afinal, as maneiras de recordar e escrever sobre o passado afetam a identificação da violência? Haverá alguma relação fundamental entre a multiplicidade das abordagens historiográficas, em suas diferentes orientações teóricas, metodológicas, delimitações empíricas e temporais, e a ampliação da percepção da violência como fenômeno social que pode assumir uma realidade física, moral, institucional, simbólica, militar? Dito de modo mais direto: as formas da violência afetam as formas da história, ou vice-versa? Essa chamada é dirigida a todos aqueles interessados em publicar estudos relevantes para tal campo de questionamentos.
Data de Submissão – até 15/11/2020
 
Desigualdades de gênero e violência na América Latina e no Caribe
Os países da América Latina e do Caribe ainda enfrentam vários desafios para superar as desigualdades de gênero. Estas continuam a constituir um sério obstáculo à construção de sociedades mais justas e democráticas, com mais direitos e reconhecimento.
Na América Latina e no Caribe, os índices de pobreza de feminilidade, os vieses de gênero das políticas fiscais, as disparidades salariais por gênero e raça / etnia e a divisão sexual e internacional do trabalho mostram que as políticas públicas implementadas continuam. sendo limitado e insuficiente na maioria dos países. Assim, as desigualdades predominam de gênero, sustentadas por subordinações patriarcais e coerção capitalista, aprofundando processos como a feminização da pobreza, discriminação contra as mulheres em várias esferas sociais, feminicídio, entre outros.
Essa situação estruturalmente violenta nos convida a assumir a multidimensionalidade das desigualdades. Ou seja, não apenas colocar o gênero em relação a outras dimensões como étnica, territorial ou geracional; mas também pensar nas desigualdades de gênero como múltiplas: associadas à economia do cuidado, condições de trabalho, educação, participação social, acesso à justiça, saúde, violência, conflitos ambiental, processos migratórios, interculturalidade, políticas públicas, movimentos sociais.
Atualmente, a violência, entrelaçada com as desigualdades, permeia a vida de milhões de mulheres. Por isso, são importantes a denúncia e o compromisso político, mas também a pesquisa, a compreensão e a proposta de contrabalançar os processos de produção e reprodução das desigualdades que sustentam a violência de gênero.
Com base nessa análise, esta convocatória se concentra nas desigualdades de gênero que integram outras dimensões da vida social, enfatizando as ligações entre o aumento das desigualdades e o aumento da violência. A convocatória também inclui dimensões como: conflitos ambientais, migrações, interculturalidade, políticas públicas e movimentos sociais, todos abordados a partir de perspectivas transgênero.
Da mesma forma, esta convocatória busca chamar a atenção para os elementos estanques e até mesmo para alguns retrocessos em termos de direitos e reconhecimento das mulheres, mostrando a necessidade urgente de propor alternativas que incluam a igualdade como premissa fundadora de nossas sociedades.
Prazo de inscrição: 23 de novembro de 2020, 24:00 (Argentina)
 
Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais (RBEUR): Dossiê - Território, Gênero e Interseccionalidades
A Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais (RBEUR) convida as/os pesquisadoras/es das diversas áreas do conhecimento a encaminhar artigos, individuais ou em coautoria, para o dossiê temático "Território, Gênero e Interseccionalidade", a ser publicado em número próximo.
O dossiê busca reunir estudos urbanos e regionais com base em abordagens feministas e/ou interseccionais, que considerem as dimensões de gênero, raça, classe e sexualidade (e outras) como componentes de um conjunto interligado de opressões. Dessa forma, pretende-se lançar luz sobre as diferentes experiências de mulheres atravessadas por esse conjunto que está na base das relações sociais, calcadas no capitalismo, no heteropatriarcado, na supremacia branca e na colonização européia.
Os trabalhos devem refletir epistemologias que questionem o lugar neutro da ciência e da produção do conhecimento, permitindo uma maior aproximação com as realidades sociais experienciadas pelas/os sujeitas/os. Ou seja, pretende-se mobilizar um esforço coletivo, teórico e político, de construção de uma outra epistemologia, outra forma de refletir e se colocar no mundo, referidas à experiência e a pontos de vista situados.
Data de Submissão – até 30/11/2020
 
Revista Em Tese: Nova Direita no Brasil - matrizes teóricas, intelectuais e discursiva
A emergência e a ascensão recentes de políticos, intelectuais e grupos sociais com ideários autoidentificados como de direita acrescentaram desafios para os cientistas sociais: pensar um processo em andamento sem deixar de refletir sobre o caráter reivindicatório dos atores envolvido nele, por se colocarem como novidade na história política brasileira. Enquanto esses atores se definem como uma “nova” direita no Brasil, os pesquisadores procuram delimitar o fenômeno social, para compreendê-lo em sua particularidade e generalidade. Desse modo, o sintagma nova direita contribui para estabelecer um recorte ideológico e temporal para compreendermos esses atores em suas diversas matrizes. Assim, destacamos três, mas não exclusivas, para orientar os pesquisadores em seus trabalhos a serem submetidos à revista Em Tese (UFSC) para compor o dossiê “Nova Direita no Brasil: matrizes teóricas, intelectuais e discursivas”:
1) Teórica, em razão de a nova direita mobilizar recursos teóricos, permitindo a investigação de como articulam suas ideias com o pensamento político conservador, neoconservador, liberal, neoliberal, religioso, militar etc. (não só brasileiro quanto internacional);
2) Intelectual, em função de intelectuais, em sentido amplo, se colocarem como tradutores das reivindicações da nova direita, possibilitando a investigação deles e suas obras;
3) Discursiva, em virtude de a nova direita produzir ideias coletivas por meio de grupos políticos e religiosos, think tanks, imprensa etc., valores a orientar a ação de indivíduos e grupos desorganizados através de protestos, redes sociais etc e, por fim, uma retórica, instrumentalizada por Jair Bolsonaro para conquistar a opinião pública e, posteriormente, governar, tanto em termos institucionais, quando se trata da relação entre o Executivo e os outros poderes, quanto em termos de mobilização popular diante de temas que vão da educação à Covid-19, fazendo com que os discursos que tomaram a esfera pública identificados com os ideários da nova direita sejam investigados.
Data de Submissão – até 30/11/2020
 
Revista Sul-Sul - Revista de Ciências Humanas e Sociais: Nossos feminismos americanos e descoloniais - escritos anfíbios entre militâncias e academia
Infelizmente, em julho de 2020, ficamos sabendo, e com grande tristeza, da morte da feminista anticolonial María Lugones. Em meio à pandemia de COVID-19, para honrar sua vida, seu trabalho e conscientes de que a estratégia do pensamento colonial é destruir alianças feministas, o poder do comunitário, a resistência tecida de mão em mão; propomos este espaço de escrita como um tecido de práticas, conhecimento e resistência feminista Nuestra americanas, como uma tentativa de transformar as desigualdades contra as quais María Lugones também lutou. "Sem patriarcado, não há colonialidade", ensinou-nos María Lugones. Assim como ofereceu ferramentas para analisar como o sistema de gênero constituía tanto a colonialidade do poder como a colonialidade do saber. Graças às contribuições de Lugones, as conexões entre gênero, classe e heterossexualidade tornaram-se presentes na análise feminista como racializadas.
 Nesse sentido, registrando as contribuições de María Lugones, este dossiê propõe as seguintes perguntas que podem ser articuladas coletivamente: Como proceder diante de uma academia que, quando encontra discursos, conhecimentos e práticas que não são a norma, os considera como "objetos de estudo", mas não modos de conhecimento válidos? Os feminismos anticoloniais devem insistir para que esse conhecimento seja incluído na universidade e na academia em geral? Como confrontar as lógicas extrativistas da academia? É possível que a academia desarme as lógicas coloniais de conhecimento, poder e gênero? Como podemos imaginar estratégias feministas anfíbias que nos permitam estar ao mesmo tempo dentro e fora da academia, e que gere encontros entre sujeitos distantes?
Neste dossiê, convidamos você a debater essas questões e refletir sobre elas a partir dos seguintes tópicos:
Feminismos latino-americanos e descoloniais        
Feminismos comunitários e indígenas        
Feminismos pretos, chicanos ou coloridos        
Ativismos, militâncias, ativismos, conhecimentos e práticas periféricas para a academia        
Feminismos críticos e anticoloniais        
Extrativismos acadêmicos        
Territórios, órgãos e Sul global        
 Lgbtttiqnb + nossos movimentos americanos e anticolonialismo
Prazo para submissão: 01 de Dezembro de 2020
 
Revista FuLIA: O Esporte e suas representações nas artes e ciências humanas no Brasil e Moçambique
O esporte foi e ainda é uma questão política num sentido positivo e negativo. A sua profissionalização nas primeiras décadas do século XX fez com que certas barreiras de classe, gênero e “raça” se rompessem, funcionando como um instrumento de protesto e de resistência política. Regimes autoritários, geralmente, não mediram esforços em instrumentalizar e ideologizar a prática esportiva, quase sempre por um viés “masculino”.
Sendo assim, desde o surgimento da era moderna do esporte (1896), os comitês responsáveis vêm se orientando pela nacionalidade e pelo gênero dos(as) atletas para organizarem suas competições, como se a divisão entre países, homens e mulheres fosse algo “natural”.
Ao enfocar o universo moçambicano, marcado por intenso entusiasmo pelos desportos, surgem movimentos muito interessantes sobre as narrativas de gênero, nação, sociedade e cultura, evidenciadas pelas representações nos campos da linguagem, da cultura popular, da mídia e das artes e ciências humanas, onde os “jogos de poder” igualmente se manifestam e se digladiam.
Serão bem-vindas contribuições de estudos que reflitam sobre a relação entre nacionalidade e gênero no esporte em Moçambique ou de estudos que, de modo geral, reflitam sobre o esporte nas artes, na mídia e nas ciências sociais moçambicanas, a partir de uma perspectiva específica ou interdisciplinar.
Data de Submissão – até 15/12/2020
 
Web Revista Linguagem, Educação e Memória: Histórias em Quadrinhos de autoria feminina
As histórias em quadrinhos são um produto cultural recente, com pouco mais de um século de existência. Inicialmente, sua produção tinha como propósito incentivar o consumo de grandes jornais. A despeito da sua origem comercial, os quadrinhos alcançaram o status de cultura popular mainstream, bem como receberam o título de nona arte e, gradativamente, vêm angariando espaço nas academias ao redor do mundo como objeto de estudo, além de alcançar diversos tipos de leitores. No entanto, durante muito tempo a confecção e o consumo desse artefato cultural foram predominantemente associados ao masculino. Essa associação se baseia na suposta falta de experiência das mulheres, o que impedia o acesso, sobretudo como artistas, ao universo dos quadrinhos. Estudos recentes têm mostrado que essas posições invisibilizaram o trabalho e divulgação de quadrinhos de autoria feminina, uma vez que há registros de iniciativas femininas desde a convencional origem comercial dos quadrinhos. Considerando a problemática que envolve a autoria feminina e histórias em quadrinhos, este dossiê procura reunir artigos que discutam Histórias em Quadrinhos de autoria feminina no cenário global com destaque para a problematização das representações das feminilidades e masculinidades. Também serão bem-vindas as produções que tratem da legitimidade acadêmica das pesquisas sobre as histórias em quadrinhos.
Data de Submissão – até 15/11/2020
 
Revista Abril: Literatura e sexualidades
O número 26 da Revista Abril pretende reunir artigos e ensaios que abordem, de maneira ampla, a relação entre as literaturas angolana, caboverdiana, santomense, moçambicana, guineense ou portuguesa e a sexualidade, sendo aceitos também trabalhos que estabeleçam estudos comparados com essas literaturas. Partindo da hipótese emitida por S. Freud nos Três ensaios sobre a teoria da sexualidade, quando afirma que a sublimação seria “uma das fontes da atividade artística”, pensamos igualmente que as relações entre a sexualidade e a literatura passam por outra forma de economia libidinal, isto é, a criação literária passa a ser, ela também, um gesto e um ato de acesso à
satisfação. A literatura seria, desse modo, e para além da psicanálise, expressão linguageira da libido e resultaria de uma expressão de subjetividade, geradora de diferentes testemunhos e representações de práticas de acesso à satisfação e da afirmação do sujeito. Serão privilegiados aparelhos teóricos que sublinham a escrita como ato corporal (Hélène Cixous, Antoinette Fouque, entre outras) ou como excreção/ prolongamento do corpo, como sugerem de maneiras tão diversas Antonin Artaud ou Jean-Luc Nancy. Desejamos, com efeito, pensar, através da crítica literária, a sexualidade como manifestação pulsional, dada sua pluralidade plástica, considerando, para tanto, as relações da sexualidade com a linguagem, com o corpo, com os (pós-) gêneros, com os variados tipos de gozo, com as transgressões, com as subversões, com a criação, sobretudo, mas também com a morte, afinal.
Data de Submissão – até 30/11/2020 Mais informações: https://periodicos.uff.br/revistaabril
 
Revista Tropos: Mídia, religião e religiosidades na era da digitalização
O mundo religioso sempre esteve conectado com a mídia. Historicamente, a emergência de uma nova mídia sempre implicou transformações no relacionamento entre a esfera religiosa e a sociedade, mudanças no modo como os fiéis de uma religião a professam e na forma como as instituições realizam as suas práticas e se posicionam no espaço público (HORSFIELD, 2015).
Há algumas décadas, as pesquisas em mídia e religião eram sistematizadas em dois eixos: o uso da mídia por organizações religiosas e o uso da religião por corporações de mídia (sobretudo no jornalismo) em seus produtos. A crescente contribuição de pesquisas acadêmicas em mídia e religião a partir de novas abordagens e o advento e desenvolvimento da internet mostraram que esta divisão é insuficiente para dar conta desta problemática.
Este número especial de Tropos: Comunicação, Cultura e Sociedade em parceria com o site acadêmico Mídia, Religião e Sociedade pretende contemplar discussões teóricas ou analíticas que estejam relacionadas às complexas articulações entre mídia, digitalização, religião e religiosidade. Espera-se receber contribuições que abordem, preferencialmente, mas não somente, os seguintes temas:
· Religião, gênero e sexualidade online
· Reconfiguração de práticas religiosas (rituais, liturgias etc) em relação com o digital
· A presença de organizações religiosas nas mídias digitais: iniciativas, produtos
· Formação de grupos religiosos em ambientes digitais
· A autoridade religiosa na internet
· Religião, política e internet
· Religião, entretenimento e internet
· Religião e jogos digitais
· O desenvolvimento de comunidades e identidades religiosas online
· Jornalismo e religião nas mídias digitais
· Teologias para o mundo digital
· Conflitos religiosos nas mídias digitais
· Espiritualidade em ambientes online
· Discursos de ódio, intolerância religiosa e mídia digital
· Fakenews, religião e mídia digital
· Tolerância religiosa, ecumenismo e mídias digitais
· A circulação de discursos religiosos online
· Midiatização e religião/ religiosidades e espiritualidades online
· Tecnologia digital e a dimensão religiosa e espiritual
· Inteligência Artificial e religião
· O imaginário tecnológico e a religião.
Data de Submissão – até 20/12/2020
 
Revista A Cahiers des Amériques latines: O que aconteceu com a "revolução dos direitos" LGBTQI+ na América Latina?
Dez anos após a lei histórica sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo na Argentina, esta edição dos Cahiers des Amériques latines propõe questionar a noção de "revolução de direitos" [Encarnación, 2016] e fazer um balanço da situação das minorias sexuais e de gênero na região. Desde o início do século XXI, inúmeras leis e políticas públicas foram adotadas em toda a América Latina para proteger os direitos das pessoas LGBTQI+. Atualmente, todos os países da região descriminalizaram a atividade consensual entre adultos do mesmo sexo.  O casamento entre pessoas do mesmo sexo é protegido pelas leis e jurisprudência das mais altas cortes da região, incluindo a CIDH, desde 2018. As chamadas leis de identidade de gênero para pessoas trans na região despertam reivindicações a nível internacional, e as políticas públicas contra a homofobia ou para a proteção de pessoas intersex são reconhecidas como inovadoras. Embora as mudanças sejam assimétricas entre países ou regiões dentro dos países, o reconhecimento dos direitos das pessoas LGBTQI+ tem sido generalizado e sustentado, colocando a região na vanguarda das políticas LGBTQI+ em todo o mundo.
Este contexto institucional fornece um ponto de partida para a análise do reconhecimento dos direitos e condições de vida das minorias sexuais e de gênero na América Latina contemporânea. De fato, esses avanços para as populações LGBTQI+ parecem ser hoje desafiados pela ascensão ao poder de governos mais conservadores e pelo crescente poder dos atores evangélicos na política. Os cortes orçamentários e a consolidação de grupos contrários à "ideologia de gênero" parecem ameaçar a consolidação dos movimentos de direitos humanos e, especificamente, o ativismo LGBTQI+.
Para esta edição, esperam-se estudos empíricos originais e inéditos, como estudos de caso ou comparações temporais e espaciais que possam vir de todas as disciplinas das ciências humanas e sociais: história, geografia, ciência política, sociologia, antropologia, direito, etc.
Prazo para submissão: 11 de Dezembro de 2020
 
Plural: Revista de Ciências Sociais
A Revista Plural convida todas e todos a submeterem artigos para o dossiê, com previsão de publicação no primeiro semestre de 2021. Os manuscritos devem ser todos submetidos pela plataforma: www.revistas.usp.br/plural. As instruções gerais, normas e outras diretrizes relevantes podem ser conferidas no endereço  www.revistas.usp.br/plural/about/submissions. O material recebido será submetido à avaliação externa - processo de double-peer-blind-review. Para maiores informações, por favor, escreva-nos: plural@usp.br
 
CHAMADA PARA TRABALHOS - DOSSIÊ TEMÁTICO: "GÊNERO, POLÍTICAS PÚBLICAS E SERVIÇO SOCIAL"
A Revista Gênero comunica que se encontra aberta a submissão de artigos para o dossiê temático Gênero, Política Social e Serviço Social. O processo de institucionalização dos estudos de gênero no Brasil, no âmbito das Ciências Humanas, data do final dos anos de 1970, concomitantemente ao fortalecimento do movimento feminista no país. A incorporação da perspectiva de gênero por diferentes áreas do conhecimento e, consequentemente, pelas políticas sociais públicas contribuiu para deslocamentos conceituais, problematizações epistemológicas e visibilidade de temas e segmentos sociais que não estavam na ordem do conhecimento acadêmico.
Ademais, os estudos de gênero congregam um conjunto de conhecimentos capazes de explicitar a organização da vida social e as relações de poder que atravessam as formações sociais e políticas. No atual cenário de fortalecimento do neoconservadorismo, com ataques e retrocessos às conquistas no campo do gênero, da sexualidade, e da reparação social a negros(as), povos tradicionais, mulheres, população LGBTQI+, simultaneamente a um desmonte da Seguridade Social e a focalização da proteção social na extrema pobreza, projetar pesquisas e trabalhos desenvolvidos nesse campo temático é resistir e reafirmar uma produção de conhecimento comprometida com a equidade de gênero e políticas sociais públicas.
Nesse sentido, a transversalidade de gênero se impõe como responsabilidade dos governantes sobre a desigualdade de gênero, resultante dos acordos internacionais dos anos de 1990, e estratégia de incorporação do princípio de gender mainstreaming pelos Estados. No contexto das políticas para mulheres em âmbito mundial, esta estratégia prevê a incorporação da perspectiva de gênero em todas as áreas de políticas públicas, com a finalidade de melhorar as condições de vida e o status das mulheres. Porém, ao analisar políticas públicas e programas governamentais a partir da perspectiva de gênero, pretende-se ir além da identificação de políticas e programas que atendam as mulheres.
O Serviço Social tem se aproximado dessa questão ao constatar que novas relações de gênero exigem políticas públicas que incorporem a interseccionalidade e a equidade de gênero: políticas de ações afirmativas, políticas para neutralizar a violência contra as mulheres, contra a população LGBTTs; mudanças no sistema de cotas e benefícios específicos para mulheres pobres, trabalhadoras, indígenas, negras, prostitutas, mulheres e meninas em situação de rua e destituídas de seus direitos mínimos. É no espaço da esfera pública que serão delineadas propostas de políticas com estas perspectivas.
Pretende-se, portanto, com este Dossiê criar um espaço de discussão plural sobre as pesquisas e experiências profissionais desenvolvidas que utilizem a leitura interseccional para refletir sobre as diferentes categorias de opressão – gênero, raça/etnia, classe, gerações e sexualidades - na produção de conhecimento do Serviço Social. Indicam-se como eixos para pensar o entrecruzamento de matrizes de opressão nas políticas sociais as questões de trabalho, sexualidades, violências de gênero e família, genocídio e extermínio da população negra e antirracismos.
Previsão de publicação: 31 de julho de 2021
Período de submissão: 10 de janeiro de 2020 a 20 de dezembro de 2020.
 
Revista Estudos Ibero-Americanos: Mulheres intelectuais - práticas culturais de mediação
A revista Estudos Ibero-Americanos, editada pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), recebe artigos para o seu próximo dossiê intitulado "Mulheres intelectuais: práticas culturais de mediação".
O dossiê procura abrir um espaço de reflexão em torno da questão de gênero e da mediação cultural, artística e científica, explorando diferentes aspectos dessas práticas exercidas por mulheres, durante os séculos XIX e XX. A invisibilidade das mulheres bem como o rebaixamento de suas ações intelectuais são uma tônica frequente, que a historiografia atual luta para transformar. As estratégias de reconhecimento de suas práticas culturais são muitas vezes ligadas à atuação na educação ou possuem uma dimensão pedagógica. Parte das protagonistas dessa história não obtiveram posições de prestígio e foram relegadas a um círculo restrito de recepção de seus trabalhos. Outras, atuavam em instituições científicas, culturais ou artísticas frequentemente nos bastidores, apesar de seus trabalhos serem de qualidade e carregados de significado. Seus escritos muitas vezes só chegaram até nós no formato de escritas confessionais como memórias, diários e epistolografia.
Data de submissão – até 15/01/2021
 
Ebook "Olhares sobre o Envelhecimento. Estudos Interdisciplinares"
Tendo em conta a situação de pandemia que vivemos, não estão reunidas as condições para a realização do Colóquio Olhares sobre o Envelhecimento, em novembro de 2020. No entanto, temos a intenção de publicar, em 2021, um ebook que reúna, numa perspetiva interdisciplinar, contributos sobre a temática.
Por se tratar de um Volume que procurará ter uma perspectiva interdisciplinar sobre o envelhecimento, os textos a submeter devem abordar uma das seguintes áreas de investigação:
1) O envelhecimento: saúde, lazer e desporto.
2) O envelhecimento e a perspectiva psicológica e social.
3) O envelhecimento e a educação.
4) O envelhecimento e as novas tecnologias.
5) As representações culturais da velhice: da literatura à arte.
Data de Submissão – até 23/01/2021 Mais informações: http://cda.uma.pt/new/seniores-20-envelhecimento-ebook.html
 
Revista Porto das Letras: Literaturas de Língua Portuguesa e de Língua Inglesa, Cultura e Política
Nos últimos anos, o cenário literário vem discutindo diferentes formas de opressão sustentadas por projetos políticos, sociais, étnico-raciais, de classe e de gênero. Além disso, novos escritores e literaturas não-hegemônicas nos fazem questionar o sentido de um cânone literário, associando a falta de diversidade na produção literária à exclusão promovida pelas sociedades e pelo sistema-mundo. Dessa forma, vemos o texto literário entrelaçado com a cultura, história e política, discutindo sistemas de poder, seu imaginário e suas formas de colonizar desejos e corpos. Nesta edição da Revista Porto das Letras, estamos interessados em artigos que tratem da discussão sobre projetos de poder político, heteropatriarcal, colonial, social ou étnico-racial nas Literaturas de Língua Portuguesa e Literaturas em Língua Inglesa. Acolheremos trabalhos que problematizem as identidades culturais e as relações étnico-raciais e de gênero, sob a perspectiva da fratura em narrativas sociais hegemônicas. Além disso, também receberemos textos que reflitam sobre processos históricos e políticos e suas revisões por meio da literatura.
Data de Submissão – até 30/01/2021
 
Revista Internacional de Historia de la Comunicación (RiHC): Comunicação, feminismos e genealogias de género na Península Ibérica
A Revista Internacional de Historia de la Comunicación (RiHC), uma publicação semestral fundada pela Asociación de Historiadores de la Comunicación (AsHisCom) e editada pela Editora da Universidade de Sevilha (Espanha), está com chamada aberta, até ao dia 31 de janeiro de 2021, para o dossier "Comunicação, feminismos e genealogias de género na Península Ibérica", coordenado por Ana Cabrera (Universidade Nova de Lisboa e Teresa Vera (Universidade de Málaga).
As propostas (resumos de entre 200 e 3000 palavras; em português, espanhol ou inglês) serão enviadas às coordenadoras por e-mail. Depois de aprovadas pelas coordenadoras, as propostas deverão ser enviadas para a revista seguindo as regras da mesma. Os autores participantes serão informados oportunamente.
Os trabalhos propostos deverão respeitar as normas de publicação da RiHC
Data de submissão – até 31/01/2021
 
Farol – Revista de Estudos Organizacionais e Sociedade: Corporalidades e diversidade de gênero/sexualidade - A gestão ético-política entre instituições e subjetividades
A proposta deste dossiê é agregar colaborações que articulem estudos e reflexões sobre as experiências das diversidades corporais e identidades LGBT+ nos debates políticos contemporâneos, sobre gestão da vida social, das instituições, das ideologias e das subjetividades. Seu intuito principal é visibilizar produções científicas que tomem a diversidade corporal, de gênero e sexualidade como experiências políticas, sociais e subjetivas, interseccionadas pelos vários marcadores sociais no âmbito dos gerenciamentos governamentais, institucionais e ideológicos. Duas chaves conceituais são importantes acerca da noção de gestão da vida, seja em uma perspectiva biopolítica da governamentalidade da vida social/individual, seja em uma visão da administração do risco das dinâmicas entre sujeitos e coletividades e do cálculo subjetivo a partir dos marcadores sociais da diferença.
Atualmente vivenciamos um processo de avanços teórico-metodológicos acerca das amplas questões no campo da diversidade corporal, gênero e sexualidades. No entanto, estamos frente a um modelo contemporâneo de gestão ético-política, que embora com algum rastro histórico, organiza a vida social, política, institucional e subjetiva, além de indicar novos rumos sociais e políticos para o planeta. Tematizar essa contemporaneidade sobre esses campos nos parece fundamental em um momento em que as formas institucionais de poder político tem administrado essas questões como o epicentro de políticas divisionistas, reacionárias e conservadoras não só no Brasil mas com características transfronteiriças. Evidenciando de forma bastante nítida, como esses três articuladores compõe um campo de disputa política central na organização dos poderes.
Os trabalhos propostos devem estar relacionados a pelo menos uma das seguintes linhas de contribuição: análises sobre as interfaces entre as instituições, sujeitos e as dinâmicas sociais na sociedade contemporânea (raciais, étnicas, estéticas, de gênero e sexualidades); debates sobre as diferentes políticas e práticas institucionais e a gestão das diferenças; discussões sobre os processos de normalização das políticas governamentais; diversos processos de mobilização e subjetivação política frente às principais demandas reivindicatórias; reflexões sobre a gestão ético-política frente a atual pandemia de COVID-19; trabalhos que foquem a gestão dos riscos nas sociedades atuais pensando a interseccionalidade das relações entre corpo, sexo e gênero e por fim as lógicas de administração considerando os marcadores sociais da diferença e as lógicas de governamentalidade. Ainda são bem-vindos trabalhos que analisem os discursos reacionários e conservadores com relação à diversidade de gênero, sexo e corporalidades como um campo de tensão da gestão ético-política das sociedades contemporâneas.
Data de submissão – até 08/02/2021
 
Revista Intellèctus: Decolonialidades, narrativas históricas, ensino e memórias
A Revista Intellèctus abre chamada para receber artigos para compor o Dossiê “Decolonialidades, narrativas históricas, ensino e memórias”.
O Dossiê terá por eixo transversal e estrutural a insurgência do pensamento decolonial e suas implicações na historiografia e no ensino de História. Os conceitos de colonialidade, modernidade, de(s)colonialidade, ecologia de saberes, dentre outros, exibem a interface teórica da potência do pensamento decolonial na busca por trilhas e pistas na construção de narrativas históricas e memórias outras referenciadas em grupos subalternizados e/ou periféricos, especialmente no Brasil e na América Latina e suas dimensões sociais, econômicas, políticas, ideológicas e ambientais no/do Tempo Presente.
Data de Submissão – até 15/02/2021
 
Revista Pluralistas: Gênero e identidades - por uma dinâmica fluida das relações
A proposta deste dossiê é receber contribuições que tratem, no mesmo texto, das questões de gênero no âmbito das identidades fluidas.
O número deste dossiê tem por objetivo trazer um tema que desafia o entendimento das transmissões culturais e multidirecionais que o ser humano vivenciou ao longo de sua história. Do mesmo modo, busca também entender as fronteiras identitárias que foram estabelecidas pelos povos que condicionam, muitas vezes, o ser humano à marginalidade e preconceitos. As relações pessoais, sociais e políticas corporificadas e territorializadas que ultrapassam as barreiras locais e regionais, extrapolando assim fronteiras globais e de múltiplas identidades, também fazem parte das preocupações deste dossiê.
A vida cotidiana, com sua realidade, promove a intrusão das diversas identidades. A compreensão de si mesmo, de seu lugar no mundo, perpassa o entendimento e a vivência das relações sociais, nas mais variadas histórias de vida dos indivíduos. Por isso, devemos entender que são nos discursos que as identidades se constroem.
As questões de gênero cruzam todos os desafios latentes inseridos na formação identitária das pessoas que se moldam, se configuram, transitam e se constroem nas diferenças sexuais, raciais, culturais, de idade e de classe. As fronteiras identitárias, com o jogo fluido entre similitudes e diferenças são moldadas e estruturam os relacionamentos pessoais, e esse desafio destaca o papel das emoções na facilitação ou não dos laços interpessoais em contextos públicos e privados.
Buscamos, neste debate, a construção de uma perspectiva crítica, que dá voz aos sujeitos invisibilizados das sociedades. Um olhar que procura levar em conta questões de gênero e as identidades que se formam nos diversos grupos sociais no passado e no presente, na nova ordem mundial, inseridos nas incertezas das instabilidades econômicas, políticas e sociais. Pretendemos suscitar a construção de novas perspectivas e abordagens, assim como a desconstrução de velhas noções de gênero mediante os diversos olhares identitários que envolvem, sobretudo, questões religiosas, sociais, pessoais e culturais, principalmente em momentos históricos de grandes tensões.
Data de Submissão – até 15/02/2021
Mais informações: pluralistas.cisges@gmail.com
 
Revista de Ciências Sociais (RCS): As Ciências Sociais na pós-graduação - expansão, diversificação e internacionalização
O presente dossiê busca reunir trabalhos dispostos a compreender os avanços e desafios das Ciências Sociais na pós-graduação, abrindo a possibilidade do desenvolvimento de análises comparativas, ou ainda que se proponham a agregar novos elementos ao debate a partir de casos situados em outros países.
Desde as primeiras experiências de formação pós-graduada no Brasil na década de 1940, na Escola Livre de Sociologia e Política de São Paulo, passando pela Reforma Universitária em 1968, bem como pela crescente diversificação e expansão dos programas em período mais recente, a pós-graduação em Ciências Sociais tem sido um objeto de contínua autorreflexão.
Atualmente, discute-se a implementação de novos modelos de avaliação institucional da pós-graduação, reformulação da classificação das revistas , delimitação de áreas prioritárias, além de um possível rearranjo na divisão por áreas existentes atualmente. Este processo em seu conjunto, tem demandado o desenvolvimento de novas reflexões por parte das Ciências Sociais, que possibilitem o exame não apenas do perfil da pós-graduação no cenário atual, como também seu processo de expansão, diversificação e de seus atuais desafios no cenário nacional e internacional.
Considerando esses elementos em seu conjunto, a reflexão sobre a pós-graduação em Ciências Sociais – especialmente com sua exclusão das áreas prioritárias do CNPq – coloca-se como uma questão urgente. Indicamos alguns possíveis eixos de trabalho para o dossiê, sem nos limitar a estes:
1) Novos modelos formativos na pós-graduação em Ciências Sociais, com destaque para os mestrados profissionais;
2) Disciplinaridade e interdisciplinaridade na pós-graduação em Ciências Sociais;
3) Avaliação institucional, financiamento e delimitação de áreas prioritárias;
4) Circulação internacional de pesquisadores no contexto da formação de quadros para a pós-graduação em Ciências Sociais;
5) Análise do perfil dos pesquisadores, institucionalização e agendas de pesquisa na pós-graduação;
6) A produção acadêmica na pós-graduação em ciências sociais;
7) Exame comparativo em nível internacional das experiências de pós-graduação em Ciências Sociais;
8) Desafios para a internacionalização da pós-graduação, especialmente na “periferia acadêmica”;
9) Desigualdades de classe, raça e gênero ao acesso e permanência na pós-graduação;
10) Propostas de criação e implantação de políticas de equidade no acesso e permanência na pós-graduação;
11) Estudo sobre permanência e evasão;
12) Ações afirmativas na pós-graduação em Ciências Sociais;
13) Perfil e inserção profissional dos egressos;
14) Inserção de cientistas sociais em outros programas de pós-graduação (educação, saúde, interdisciplinares etc.).
Data de Submissão – até 20/03/2021
 
Revista de questões de gênero: De igualdade e diferença
Comunicamos que está aberta a convocatória para envio de artigos originais e inéditos para o monográfico nº 16 da Revista Cuestiones de Género se dedicará ao tema: “A agência feminina em narrativas audiovisuais” e será coordenado por María Teresa Vera Balanza, Elia Saneleuterio, María Jesús Ruiz Muñoz y Daniele Leoz.
Questões de gênero: igualdade e Diff to  é uma revista acadêmica de acesso aberto e criada anualmente por iniciativa do Seminário Interdisciplinar de Estudos da Mulher da Universidade de León. Está aberto a todas as pesquisas realizadas na área dos estudos feministas e femininos com o objetivo de consolidar um espaço acadêmico e interdisciplinar de investigação, encontro e debate sobre gênero. Admite contribuições inéditas e em qualquer uma das línguas oficiais da União Europeia.
Prazo de recepção:  28 de Fevereiro de 2021
 
Revista Transversos: Africanizar- resistências, resiliências e sensibilidades
A 22ª edição da Revista Transversos, Qualis A3, tem o prazer de convidar pesquisadores de diversas áreas do conhecimento para o envio de artigos inéditos, experimentações, entrevistas e notas de pesquisa para o dossiê Africanizar: resistência, resiliências e sensibilidades. Busca textos que iluminem, a partir de problematizações teóricas e metodológicas, as práticas de resistências e de resiliências, assim como as sensibilidades expressas pela multiformidade africana ao longo de sua história. Rastreia reflexões que procuram formas mais complexas de análise, além das oferecidas pelo pensamento binário. O imperativo “africanizar” surge como necessidade de ouvir as vozes do continente, evitando as essencializações redutoras, questionando os parâmetros fornecidos apenas a partir do viés eurocêntrico, da branquidade, do androcentrismo, do heteronormativo, das metanarrativas nacionais homogeneizantes ou dos interesses dos dominantes, sejam eles, estrangeiros ou locais. Deseja distintas escritas que apontem o agenciamento e os saberes dos silenciados, dos invisibilizados e daqueles que foram colocados à margem. Quer análises de como se deram as resistências - atos de persistir, de se assumir, de não aceitar a ser coisificado pelo outro, mesmo que para isso se utilize do simulacro, do mimetismo e do hibridismo. Interessa ao dossiê artigos vasculhadores de que forma, no continente africano, vulnerabilizados, seja do ponto de vista econômico, social, político ou cultural, arquitetam, ante as opressões, saídas pela resiliência. Essa vista como arte do mais fraco em se adaptar às situações adversas, reinventando-se positivamente, buscando autoestima ou significado para a vida, preservando ou reconstruindo identidades, para enfrentar e, se possível, superar as sujeições. Enfim, o dossiê deseja reunir textos atentos à diversidade das sensibilidades africanas, às maneiras como os subalternizados enfrentam as estruturas políticas, econômicas, sociais e culturais cerceadoras dos desejos, das formas de sentir, imaginar, valorar e agir, que se constroem contra o estabelecido.
Prazo para submissão: 31 de março de 2021
 
Renbio - Revista de Ensino de biologia: Gênero, Sexualidade e Ensino de Biologia - entre práticas, políticas e resistências
Experiências pedagógicas e pesquisas acadêmicas, a partir de diferentes reflexões teórico-metodológicas, têm realizado e marcado a importância dos atravessamentos de gênero e sexualidade na área de Educação em Ciências e Biologia, compondo assim uma arena territorial de disputas, sobretudo nas últimas décadas com as implicações da interferência religiosa e conservadora nas políticas públicas e educacionais. Nesse sentido, o Dossiê temático “Gênero, Sexualidade e Ensino de Biologia: entre práticas, políticas e resistências” propõe reunir artigos inéditos oriundos de pesquisas ou relatos de experiências de autoras brasileiras e estrangeiras que dialoguem e multipliquem as possibilidades de se pensar o Ensino de Ciências e Biologia com gênero e/ou sexualidade. Buscamos produções de: a) análises das políticas públicas educacionais voltadas a gênero e sexualidade e suas (des)articulações com a Educação em Ciências e Biologia; b) experiências pedagógicas em contextos da Educação em Ciências e Biologia que problematizem as normas binárias e essencialistas de gênero e sexualidade; c) análises das propostas que circulam na Educação em Ciências e Biologia e que se opõem as iniciativas das diferentes experimentações de corpos, gêneros e sexualidades, tais como o “Movimento Escola sem Partido” e a ideia de “ideologia de gênero”; d) análises de representações em textos curriculares da Educação em Ciências e Biologia sobre gênero e sexualidade, em suas expressões normativas ou dissidentes, em interface com os outros marcadores sociais da diferença e) leituras de artefatos culturais que possibilitem análises sobre as questões de gênero e sexualidade na interface com o Ensino de Ciências e Biologia. Assim, espera-se que esta chamada se constitua como um território de diálogo e re-existências éticas e políticas ao contexto atual.
Data de Submissão – até 01/03/2021
 
Cadernos de Gênero e Diversidade: Interlocuções sul-sul - infâncias, interseccionalidade e pensamento decolonial
O pensamento decolonial parte de uma perspectiva teórica que promove a construção de um projeto de contraposição às tendências acadêmicas eurocentradas, buscando por meio de uma análise crítica questionar a geopolítica dos conhecimentos, que tem invisibilizado e silenciado outras formas de saberes, assim busca-se romper com o legado colonial que legitima apenas as epistemologias do norte. Tal narrativa esconde o lado mais sombrio e obscuro da colonialidade, que se reproduz através de mecanismos opressores de exploração e geradores de subjetividades tanto dominantes quanto subalternizadas. Nesse contexto, as infâncias passam a ser somente um momento de espera, uma expectativa para uma vida adulta concebida numa visão branca, heterossexual e capitalista. Mas, o que os povos tradicionais e os saberes decoloniais tem a dizer sobre as infâncias e as relações com as comunidades que as constroem?
Partindo de uma interlocução sul-sul, este dossiê propõe reunir trabalhos de pesquisadoras e pesquisadores, profissionais da educação e ativistas, que tomam a interseccionalidade na articulação das suas análises com base no referencial teórico decolonial para se pensar as infâncias.
Neste sentido, serão bem-vindos trabalhos que se dediquem a compreender como se estabelecem as formas pelas às quais as relações étnico-raciais, de gênero, classe, sexualidade e idades perpassam as vidas das crianças de 0 a 12 anos, questionando e desnaturalizando visões ainda eurocêntricas e abstratas que estão enraizadas na área de estudo e pesquisa. De modo, a conhecer as infâncias de maneira mais próxima das próprias crianças, que participam com os seus protagonismos dos processos de mudança social, objetivando reunir trabalhos de profissionais da educação, das ciências sociais, do psicologia social, do direito, elegendo a estratégia metodológica da interseccionalidade na articulação das análises com base na colonialidade para pensar as infâncias.
Data de Submissão – até 01/03/2021
 
Revista Teoria e Cultura: Afetos, políticas e sexualidades não-monogâmicas
Este dossiê pretende reunir trabalhos de diferentes campos disciplinares sobre relações não-monogâmicas, aqui entendidas como dissidências sexuais e amorosas do modelo diádico e exclusivo, hegemônico nas sociedades ocidentais. Nos últimos anos, pesquisas que problematizam a monogamia compulsória têm emergido no país, acompanhando a tendência do contexto acadêmico euro-americano. Com o intuito de articular e sistematizar produções recentes e ainda dispersas, chamamos trabalhos voltados às vivências amorosas e sexuais não-monogâmicas, como o poliamor, as relações livres ou abertas, o swing, a anarquia relacional, entre outras. Interessam-nos suas articulações com os marcadores sociais das diferenças e com as corporalidades, bem como as disputas morais, políticas e jurídicas a respeito do tema.
Data de submissão – até 31/05/2021
 
Revista Mediações: Quando o "Outro" é o antropólogo - reflexões sobre as produções etnográficas contemporâneas
A presente proposta pretende reunir artigos que tragam reflexões sobre os efeitos da produção de antropólogos negros e indígenas – mas não só – para a teoria antropológica no que diz respeito, em especial, a essas duas distinções fundantes do campo da antropologia: a separação sujeito – objeto e a separação campo – casa. Inspiradas em Nascimento e Cruz (2017), nas suas reflexões sobre a “Quinzena do Negro”, evento organizado por intelectuais negros na USP, em 1977, ressaltamos que essas etnografias são baseadas não no “eu estive lá”, mas fundamentalmente no “eu sou de lá”.
O que estamos buscando são textos que, de distintas maneiras, abalem o “mito do pesquisador de campo semicamaleão” (GEERTZ, 1997[1983]:85). Mas não porque esses textos permitam expor a “verdade” do que acontece com os antropólogos (ou ao menos parte deles) em campo – forma como muitos encararam a publicação póstuma dos diários de Malinowski. Estamos interessadas em textos que abalem esse mito justamente porque entendemos que ele vem perdendo sentido se considerarmos que muitos antropólogos não são mais estrangeiros a se camuflar entre os Outros.
Mais do que simplesmente dar visibilidade à produção de antropólogos negros e indígenas, a proposta do presente dossiê visa sistematizar um corpus de reflexões teórico-metodológicas que vem se construindo nos últimos anos no campo da antropologia produzida no país. Entendemos que essas etnografias produzidas desde casa, ou a partir de relações diversas daquelas preconizadas pelo modelo que conformou inicialmente o campo disciplinar, podem trazer novas e importantes questões para a antropologia como um todo.
Data de Submissão – até 22/07/2022
 
Coisas do Gênero - Revista de estudos feministas em teologia e religião: ecofeminismo (s), teologias e territórios
O termo Ecofeminismo traz à discussão a relação entre duas bases que estruturam a sociedade atual: o patriarcado e o capitalismo. Entendendo que as mulheres são as maiores vítimas da violência da degradação ambiental, os movimentos ecofeministas articulam, em uma perspectiva sistêmica, as buscas por direitos iguais para mulheres e homens, por sustentabilidade e a defesa do meio-ambiente. Dentro desses movimentos, a reflexão teológica está associada à teologia ecofeminista. Ela envolve o desenvolvimento conceitual das relações entre as religiões patriarcais, junto aos seus sistemas simbólicos, e a evolução social patriarcal e capitalista, propondo de ações e discursos para desenvolver espiritualidades engajadas na busca dessas novas relações. Este dossiê busca refletir sobre teorias, metodologias e práticas ecofeministas e suas histórias, aceitando artigos em perspectivas plurais
 
Chamada Temática para submissão de artigos,resenha, entrevista ou ensaio – Revista Profanações
Atualmente a Revista Profanações conta com pesquisadores pareceristas vinculados ao pensamento agambeniano e/ou de seus interlocutores de universidades da Argentina, Chile, Peru, Colômbia, México, Espanha, Itália e, de diversas regiões do Brasil.
A Revista Profanações convida os/as interessados/as em contribuir com a temática proposta, sob a forma de artigo, resenha, entrevista ou ensaio. Esperamos receber contribuições sobre a temática apresentada acima, assim como análises comparativas, que considerem as contribuições da biopolítica italiana frente a possíveis diálogos com autores europeus, latino-americanos e/ou asiáticos, além de análises sobre a (bio)política no Brasil à luz do pensamento italiano. Nesse sentido, são bem-vindas quaisquer contribuições que estejam de acordo com os interesses da “Revista Profanações” (vide “Foco e Escopo” da revista).
Prazo para submissão: Fluxo contínuo
 
Revista Argumentos
Argumentos é uma revista eletrônica do Departamento de Política e Ciências Sociais da Universidade Estadual de Montes Claros. Seu objetivo geral é estabelecer-se como um espaço de debate e intercâmbio em ciências sociais sob uma perspectiva crítica. Sua área temática, portanto, inclui antropologia, sociologia e ciência política.
Nosso público-alvo são pesquisadores de ciências sociais e humanas (acadêmicos, estudantes, membros de organizações sociais e da comunidade em geral). Argumentos tem o português como idioma principal, mas recebe e publica pesquisas em espanhol e inglês. Sua periodicidade é semestral. Convidamos a apresentação de artigos científicos públicos não publicados e originais, sujeitos a um processo de revisão por pares. Lançamos dois dossiês por ano, mas temos uma recepção aberta e permanente de itens ao longo do ano.
Atualmente, a Argumentos está em indexadores com os metadados DOAJ, Latindex, Redib, Sumarios.org, Diadorim, Mines Journals; no indexador de métricas do Google Scholar; e nos mecanismos de busca da CAPES, Portal de Jornais - ANPOCS, LatinREV - CLACSO, MIAR e EZB. Cada artigo publicado pela Argumentos também possui o sistema de identificação DOI (Digital Object Identifier). As avaliações seguirão uma ética de avaliação duplo cego. Depois de passar pelo Comitê Editorial da revista, responsável por verificar se os padrões exigidos na seção "Diretrizes para autores" são cumpridos, os artigos são enviados anonimamente a dois árbitros, especialistas na área, para uma avaliação cuidadosa dos sua qualidade Em caso de desacordo, o artigo será enviado a um terceiro especialista. Os documentos recomendados para publicação com revisão de conteúdo serão enviados novamente a dois revisores, preferencialmente os do processo inicial.
Mais informações podem ser encontradas na página da revista: https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/argumentos
Os artigos podem ser enviados através do email: revista.argumentos@unimontes.br ou através da plataforma.
 
Revista Gênero
A revista publica trabalhos que contribuam para o estudo das relações de gênero, escritos a partir de diferentes tradições disciplinares, dentro de um arco de questões que dizem respeito à condição feminina, homossexualidades, masculinidades dentre outros temas correlatos.
 
Revista Diversidade e Educação
A Revista Diversidade e Educação é uma revista de divulgação científica semestral e publica artigos e relatos de experiências educativas nas temáticas de corpos, gêneros, sexualidades e relações étnico-raciais. A revista tem como foco textos que tratem dessas temáticas no espaço escolar e em outros espaços educativos.
  
Revista LibertAção
O Consultor Ad Hoc tem a função de auxiliar na avaliação dos artigos das diversas áreas do conhecimento enviados para o periódico. Para a seleção dos consultores que formarão o cadastro, serão considerados a titularidade (doutorado em Filosofia, Educação ou áreas afins) e a vinculação institucional.
As áreas temáticas da revista são Ensino de Filosofia, Marxismo e Educação, Filosofias Africanas, descolonização curricular/decolonialidades e filósofas contemporâneas.
Os/as interessados/as devem enviar os dados pessoais (nome, e-mail), suas áreas de interesse/pesquisa, bem como o link do currículo lattes para o e-mail revlibertacao@gmail.com com assunto Cadastro de Consultor Ad Hoc.
Mais informações: revlibertacao@gmail.com
 
 
3.b - Inscrições abertas para participação em eventos
 
 
I Seminário do Grupo de Pesquisa Interdisciplinar Lélia Gonzalez
Programação:
1) palestra de Abertura
2) Mesa Esperanças Latinoamericanas
3) Lesbianidades e resistência
4) Ativismo nas redes sociais: Ações e esperança
5) Redes de esperanças em espaços de privação de liberdade
6) Epistemologias Feministas
7) Palestra Colorismo: O esqueleto no armário do racismo
8) Mesa Ações e resistências Latinoamericanas
9) Pré-vestibulares Populares, ação, resistência e esperança
10) Currículo antirracista na Educação Básica
11) Mulheres e o trabalho na reciclagem de lixo
12) Violências contra as mulheres do Brasil
Data de inscrição – até 18/11/2020
 
Curso: Mulheres, Racismo e Política
Programação:
05/11 - Necropolítica e mulheres
10/11 - Mulheres, participação e movimentos
12/11 - Mulheres, política e esperanças Latinoamericanas
17/11 - Gênero, alteridades e feminismos
20/11 - Ancestralidade e mulheres negras
24/11 - Lesbianidade, poder e mídia
26/11 - Agenda Marielle Franco e a política
27/11 - Política e mulheres em tempos de extrema direita
O Coletivo Redes em Movimento foi pensado e desenvolvido com o objetivo de ofertar cursos formativos de curta e longa duração, tendo como foco as questões políticas e sociais, sobretudo as ligadas a América Latina, além disso também faz parte desse coletivo a manutenção de uma rede solidária para mulheres estudantes de pós-graduação stricto sensu.
Data de inscrição – até 27/11/2020
 
CEEINTER: I Seminário de Políticas Públicas e Interseccionalidades
O evento surge como uma possibilidade de promover e ampliar as discussões acerca das políticas públicas nas diversas áreas do conhecimento, buscando debater as diversas intersecções e como elas dialogam entre si. Além disso, o evento busca um diálogo especial com as seguintes áreas do conhecimento: assistência social, saúde, educação, trabalho, territórios, patrimônio, cultura, direitos sociais e humanos, desenvolvimento social e regional e suas interfaces. Para isso, contamos com pesquisas acadêmicas advindas de diversas universidades, faculdades e locais de aplicação ou planejamento das políticas públicas. Dessa forma, o evento visa ampliar o espaço acerca de tais discussões, possibilitando as diversas concepções teóricas e práticas dos distintos campos do conhecimento com as políticas públicas e suas interseccionalidades.
Data – 07 a 09/12/2020
 
Seminário Internacional Fazendo Gênero 12
O Seminário Internacional Fazendo Gênero 12 foi adiado e acontecerá em 2021 na Universidade Federal de Santa Catarina e reunirá pesquisadoras, estudantes, ativistas, artistas, professoras e interessadas nas questões que envolvem o gênero, as mulheres, feminismos e sexualidades. O tema deste ano é “Lugares de fala: direitos, diversidades, afetos”. A concepção geral do Seminário Internacional Fazendo Gênero 12 coloca-se no debate atual dos feminismos e das visibilidades de minorias, reconhecendo a importância das vozes que falam por si e por um comum compartilhado, reivindicando direitos, quando e sempre que o contexto e a força das mediações as ameaçar de silenciamento.
As línguas oficiais do Seminário Internacional Fazendo Gênero 12 serão português, espanhol e inglês. Além disso, pioneiramente, o evento possibilitará a apresentação de trabalhos em libras.
O Seminário Internacional Fazendo Gênero 12 terá várias modalidades de participação: Simpósios Temáticos (inscrições abertas), Minicursos, Oficinas, Pôsteres (para estudantes de graduação e Ensino Médio), Mostra Audiovisual, Mostra de Arte Feminista (III Exposição Arte e Gênero), Mostra de Fotografias, Programação Cultural, Performances, Lançamento de livros, revistas e materiais didáticos, Rodas de Conversa, Ouvintes (as demais modalidades de participação receberão inscrição conforme o calendário do evento).
Data de inscrição – até 31/01/2021
 
9º Congresso Brasileiro de Extensão Universitária
Considerado o maior encontro de extensão universitária do país. O evento é organizado por Instituições Públicas de Ensino Superior e atrai pessoas de todo o território nacional para discutir proposições de transformação da sociedade, articuladas com os valores de igualdade, diversidade, justiça social e democratização.
Em 2021, o Cbeu será promovido pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e a Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL-MG) em parceria inédita com uma rede de instituições de ensino sediadas em Minas Gerais. Inicialmente, a 9ª edição aconteceria presencialmente de 15 a 17 de julho de 2020, em Belo Horizonte, no campus Pampulha da UFMG.
Em virtude do atual cenário de pandemia da COVID-19, a comissão organizadora optou pelo adiamento para os dias 10 e 11 de março de 2021, em um novo formato, integralmente virtual e gratuito. Quem se inscreveu ou submeteu trabalho até a suspensão do evento presencial não precisará fazê-lo novamente. Eventuais valores desembolsados estão sendo gradualmente devolvidos aos participantes.
O 9º Cbeu tem como tema “Redes para promover e defender os direitos humanos”. A programação conta com redes de conversa de apresentação de trabalhos,  21 mesas-redondas, lançamentos e exposição de produtos de extensão e eventos culturais.
As atividades mobilizam estudantes, professores, pesquisadores, técnico-administrativos em educação, profissionais de diversas categorias, além de representantes de políticas públicas, entidades e movimentos sociais do país.
Venha para o Cbeu 2021 e mostre ao mundo suas experiências e resultados com ações que promovem transformações e impactos positivos na sociedade.
Prazo para submissão: até 30 de Novembro de 2020
Inscrição para ouvintes: até 11 de Março de 2021
Mais informações: https://www.ufmg.br/cbeu/
 
 
TÓPICO 4 - CURSOS NA ÁREA DE GÊNERO
 
 
Programa de Actualización Universidades Y Gênero: hacia el diseño de políticas de igualdad 
O Programa de Atualização "Universidades e gênero: rumo ao desenho de políticas de igualdade" visa identificar os avanços e os nós de resistência nas universidades desde a perspectiva de gênero, tematizar os projetos em andamento e promover o desenho de novas ferramentas para reverter a barreiras de gênero que existem e persistem no trabalho e na carreira de professores, alunos e estudantes universitários. Tem como objetivo geral oferecer a graduados, trabalhadores universitários nacionais, pesquisadores e dirigentes universitários em geral uma formação sistemática voltada para tornar visíveis as formas de desigualdade de gênero nas universidades e promover a construção colaborativa de ferramentas que visem transformá-las em. uma direção de justiça social e individual.
Inscrições: De 02 a 27 de Novembro de 2020
 
Políticas de cuidado com perspectiva de gênero
O objetivo da especialização consiste em:
Fornecer ferramentas teóricas que permitam uma formação sólida a respeito do vínculo entre gênero e cuidado, seus principais debates e tensões conceituais.
Conhecer os avanços da pesquisa empírica realizada na região e suas principais contribuições
Capacitação para a formulação e análise de políticas públicas para que os alunos possam fazer contribuições que permitam incorporar a perspectiva de gênero nas questões do cuidado.
Duração: setembro de 2020 a junho de 2021
 
Políticas públicas e justiça de gênero
O Curso de Especialização e Internacional em Políticas Públicas e Justiça de Gênero oferece um amplo espaço para treinamento teórico e prático, onde situações de desigualdade estrutural e de gênero são analisadas com base nas disposições contidas na lei internacional de direitos humanos mulheres e estudar sua abordagem a partir de políticas públicas.
Inscrições até: 04 de Dezembro de 2020
 
Docência em gênero e sexualidade
As instituições de ensino devem ser espaços que promovem a aceitação às diferenças e discutem os temas mais urgentes da sociedade. Muitas questões consideradas tabus podem ser trabalhadas desde a infância para evitar situações posteriores de discriminação, preconceito e violência. Curso para capacitar educadores para desenvolverem atividades na área, atuando com a prática docente relacionada ao tema como forma de contribuir para mudanças significativas na sociedade.