Oportunidades na área de gênero - Outubro/2021

Publicado em 05/10/2021 - 15:11

As informações divulgadas nesta página, exceto tópico 1 - Núcleo Pagu, foram extraídas de sites de organizações externas ao Núcleo e por isso não são de responsabilidade do Núcleo ou da Universidade Estadual de Campinas.

 

Para recebimento de oportunidades via e-mail, envie uma mensagem com o título "inscrição divulga-pagu" para: pagu@unicamp.br .

 

 

TÓPICO 1

CADERNOS PAGU

Cadernos pagu, revista online, de acesso aberto e gratuito do Núcleo de Estudos de Gênero-Pagu, publica artigos inéditos com contribuições científicas originais, que colaborem para a difusão de conhecimentos no campo dos estudos de gênero e a leitura crítica da produção internacional. Recebe artigos em fluxo contínuo em português, inglês e espanhol. Todo o material publicado, inclusive no período anterior à indexação no SciELO, se encontra disponível em https://www.pagu.unicamp.br/pt-br/cadernos-pagu e https://periodicos.s.... No Scielo, disponível a partir da edição 16, em http://www.scielo.br/cpa%C2%A0%C2%A0.

 

 

1.b – Eventos realizados durante a pandemia e disponibilizados on-line

 

AULAS ABERTAS DE ESTUDOS DE GÊNERO

Ciclos de aulas abertas da linha de Estudos de Gênero, Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da Unicamp (PPGCS) organizado por Natália Corazza.

Aula #1 Interseccionalidades e Consubstancialidades. Com Adriana Piscitelli, Ângela Araújo e Nathanael Araújo. https://www.youtube.com/watch?v=4mDU_HJ45-w

Aula #2 Tecnologias de Gênero, lendo Teresa de Lauretis. Com Karla Bessa, Henrique Rodrigues Marques, e exposição do curta-metragem “Tentei” (2017), de Laís Melo. https://www.youtube.com/watch?v=-Dt6_RF4Hrk

Aula #3 Donna Haraway. Com Marko Monteiro, Carolina Cantarino, e Yama Chiodi. https://www.youtube.com/watch?v=HpGewgik_yE

Aula #4 Internet e Redes Sociais. Como as teorias feministas e os estudos de gênero nos ajudam a compreender a internet e as redes sociais? Com Iara Beleli, Jair de Souza Ramos João Custódio. https://www.youtube.com/watch?v=5ZUA7g8x_D0

Aula 5# Gênero e Cuidado. Com Guita Grin Debert (Unicamp), Nadya Araújo Guimarães (USP) e Mariana Marquez Pulhez (PPGAS / Unicamp). https://www.youtube.com/watch?v=KtIUI8vnRJY

Aula 6# Insurgências epistêmicas: feminismos e teoria do ponto de vista. Com Regina Facchini (Pagu Unicamp), Gleicy Mailly da Silva (Pagu Unicamp) e Evandor Cruz e Silva (PPGCS). Mediação de Bruno Nzinga Ribeiro (PPGAS, Pagu Unicamp). https://www.youtube.com/watch?v=JSV4_kYqWwc

Aula 7# Sexualidades, exílios e fronteiras. Com Isadora Lins França (PPGAS-IFCH/Unicamp e PAGU) e Nicolas Wasser (PAGU). Mediação de Bruno Nzinga Ribeiro (PPGAS Unicamp). https://youtu.be/FYy_01DPnJg

Aula 8# A vontade de saber: O sexo e o gênero da/na história da sexualidade de Michel Foucault. Com Larissa Nadai (USP), Julian Simões (Unifesp) como ministrantes e Gustavo Córdoba (PPGAS/Unicamp) como mediador. https://www.youtube.com/watch?v=KPVYbRGRwfs

 

CICLO DE ENCONTROS PANDEMIA NA RODA

Encontro #1 Cemitérios, mortes e sofrimentos. Com Fábio Araújo (FioCruz), Flávia Medeiros (UFSC), Fábio Mallart (UERJ), Liliana Sanjurjo (UERJ), Larissa Nadai (USP) Desirée Azevedo (UNIFESP) e Everton de Oliveira (UFSCar) e também com as debatedoras Juliana Farias (Pagu/Unicamp) e Bernardo Fonseca Machado (DA-IFCH/UNICAMP). Organização de Juliana Berger Valente (CUNY/NY), Larissa Nadai (USP) e Natália Corazza (Pagu/Unicamp). https://youtu.be/NhE-_nvp5G8

Encontro #2 Vulnerabilidades, Precariedades e Desigualdades. Com Márcia Pereira Leite (UERJ), Carolina Branco Ferreira (UNICAMP) e Pedro Lopes (USP) a participarem da Roda, colocando suas respectivas reflexões publicadas na Revista Dilemas e no Boletim da ANPOCS. O debate ficará a cargo de Julian Simões (UNIFESP) e Lucas Freire (FGV). Organização de Juliana Berger Valente (CUNY/NY), Larissa Nadai (USP) e Natália Corazza (Pagu/Unicamp). https://www.youtube.com/watch?v=-y1mf6X-3mw

 

CICLO CONHECIMENTOS IMPLICADOS (edição em pandemia)

Cátedra Libre Géneros y Sexualidades "Amelia Carreras" - IIEGE UBA

Capítulo 2 com Dra. Adriana Piscitelli https://www.facebook.com/PaguUnicamp/posts/3668205923203272

 

CICLO DE DEBATES PESSOA TRANS E POLÍTICA

Dia #1 História, Transgeneridades e Trajetórias. Com Keila Simpson, Kátia Tapety, Jovanna Cardoso e João Custódio. https://youtu.be/ehalZnALWd0

Dia #2 Identidades Trans e Partidos Políticos. Com Rafa Ella Brites, Brenda Santunioni, Luiz Fernando Prado Uchoa e Jinx Vilhas. https://youtu.be/SNXAiU8ZlW4

Dia #3 Ativismos, Política e Pautas Transfeministas. Com Hailey Kass, Maria Clara Araújo e Brume Dezembro Iazzetti. https://youtu.be/gvzsMiUb4Gk

Dia #4 Precariedade, Direitos e Resistência. Com Indianares Siqueira, Caio Lima, Vicenta Perrota e Alexis K. Santos. https://youtu.be/6CskRJ0Up7c

Dia #5 Mudança e Continuidades na Política: Identidades de Gênero e Interseccionalidade. Com Mario Felipe Carvalho (EMERJ, IP/EURJ, GEPSID), Jaqueline Gomes de Jesus (IFRJ, UFRRJ) e Guilherme Almeida (ESS/UFRJ). Mediação de Jinx Vilhas e João Custódio. https://www.youtube.com/watch?v=8tbkAocH4Rk

 

CLÁSSICAS DO PENSAMENTO SOCIAL: MULHERES E FEMINISMOS NO SÉCULO XIX

Evento organizado por RedeGen. Com a pesquisadora Adriana Piscitelli (PAGU/Unicamp), e as autoras do livro Verônica Toste Daflon (LABGEN-UFF) e Bila Sorj (NESEG-UFRJ). Mediação de San Romanelli (IESP-UERJ). https://www.youtube.com/watch?v=88SkxQZwY4Y&feature=youtu.be

 

CLUBE DE LEITURAS FEMINISTAS PAGU

2º Encontro do Clube de Leituras Feministas Pagu

Com Letícia Nunes de Moraes: historiadora, docente na Universidade de Sorocaba para apresentar o livro da Pagu, Parque Industrial. https://www.youtube.com/watch?v=Tb6YHehpung

3º Encontro do Clube de Leituras Feministas Pagu

Com Maria Stella Bresciani (DH- IFCH/ Unicamp) para apresentar o livro de Beth Lobo, Emma. https://youtu.be/BCIp16oOVzk

 

FÓRUM: PANDEMIA E VIOLÊNCIA DE GÊNERO, UMA ÓTICA INTERSECCIONAL

Evento organizado pela Comissão da Mulher, juntamente com o COMESP/Tribunal de Justiça e o Núcleo de Estudos de Gênero - Pagu/UNICAMP, para discussão e proposição de políticas públicas relativamente ao agravamento da violência contra mulheres, crianças e adolescentes no contexto da pandemia.

Com a participação de Dra. Angélica de Almeida (TJ/SP e COMESP), Dra. Karla Bessa (PAGU); Mariana Conti (Vereadora Campinas), Joice Berth (arquiteta negra), Fabiana de Andrade (UERJ), Marina Ganzarolli (advogada, deFEMde) e Magali Mendes (APLP). Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=z96r2-1iZoY

 

LIVE OS DIREITOS HUMANOS E A DIVERSIDADE. Evento integrante do Congresso Nacional do Ministério Público Democrático. Com Fabíola Sucasas Negrão Covas (Promotora MP/SP) Lídice Leão (Jornalista Jornal do Brasil), Karla Adriana Martins Bessa (Pesquisadora PAGU/Unicamp), Eunice Aparecida de Jesus Prudente (Advogada e Secretária de Justiça do Município de SP) e Thiago Sabatine (Professor da Rede Estadual de Ensino SP). https://www.youtube.com/watch?v=zq3s-9Q7NqI

 

MOSTRA “ELAS NA CONTRA LUZ”

Encontro #1 Encontros entre cinema e literatura. Com Marcela Lordy, Assunção Hernandes e homenagem a Suzana Amaral (in memoriam), debatendo os filmes “Ser o que se é” e“A hora da estrela”: https://youtu.be/hS0Epq4ehF0 .

Encontro #2 De fora para dentro, de dentro para fora: cinema de mulheres indígenas. Com Tizuka Yamazaki, Larissa Y. Duarte e Patrícia Ferreira debatendo os filmes “Encantados” e “Wehsé Darase - Trabalho da Roça”: https://youtu.be/BJPG6YJD0Dw .

Encontro #3 A (des)racialização das telas e das câmeras. Com Adélia Sampaio e Kris Niklison debatendo os filmes “Denúncia Vazia”, “O Mundo do Dentro” e “Vergel”: https://youtu.be/5yyxwzmua7w .

Encontro #4 As subjetividades políticas no documentário. Com Lúcia Murat e Lilian Solá Santiago debatendo os filmes “Três Atos” e “Balé de pé no chão”: https://www.youtube.com/watch?v=LDuAeL6cDMI

Encontro #5 Mulheres, decolonialismo, exclusão social e solidão. Com Viviane Ferreira e Edileuza Penha debatendo os filmes “O dia de Jerusa” e “Filhas de Lavadeiras”: https://www.youtube.com/watch?v=tFc8QTtofG8

Encontro #6 Feminilidades e os gêneros cinematográficos brasileiros. Com Tata Amaral e Jorane Castro debatendo os filmes “Hoje” e “Para ter aonde ir”: https://www.youtube.com/watch?v=SlP5RHwn0jU

 

POR NÓS: COLETIVO DE MULHERES SOBREVIVENTES DO CÁRCERE

Com a participação de Mary Jello, Mãe Batia de Oxum, Elizângela Lima, Natasha Adelaide (Lena) e Débora Antunes. Disponível em: https://youtu.be/OIMdmp_4XyQ

Organização: Por Nós Coletivo de Mulheres Sobreviventes do Cárcere, Natália Corazza Padovani (PAGU), programas de pós-graduação em Ciências Sociais e Antropologia do IFCH-Unicamp).

Colaboração: Magali Mendes (PLPs Campinas), Denise Chicoli (União de Mulheres de Sp/ PLPS SP) e Marilia Kayano (União de Mulheres de São Paulo e PLPS SP).

Apoio: Pagu/Unicamp

Apoio técnico: Coordenadoria de Eventos, Extensão e Difusão do IFCH/Unicamp

 

PROJETO GÊNERO E DESIGUALDADES

Parceria entre Pagu/Unicamp e PPGAS/USP

Organizado por Regina Facchini e Carolina Parreiras

 

Aula Aberta #1 Desigualdades Sociais, Saúde e o COVID-19. Participam do debate Luís Eduardo Batista (Instituto de Saúde/SES-SP), Fernanda Lopes (GT Racismo e Saúde/Abrasco) e Alexandre da Silva (Faculdade de Medicina de Jundiaí). A mediação de Regina Facchini (Pagu/Unicamp). https://youtu.be/LAy8LVHq4r0

Aula Aberta #2 Periferias, resistência e saúde mental. Com Tatiana Minchoni (Sarau do Binho/Felizs/CRP-SP); Deivison Faustino (Unifesp); Emiliano de Camargo David (PUC-SP/AMMA Psiquê); Gleicy Silva (Pagu/Unicamp). https://youtu.be/HHbRtKjzO50

Aula Aberta #3 Violências em favelas e periferias na pandemia. Com Juliana Farias (Pagu/Unicamp), Elaine Lima (Pedagoga/GP Mulheres do Capão Redondo), Bruno Nzinga Ribeiro (PPGAS/Unicamp) e Carolina Parreiras (NUMAS/USP). https://youtu.be/D8BzTemN5Ro

Aula Aberta #4 Religião e COVID-19 em debate. Com Magali do Nascimento Cunha (Intercom), Ronaldo de Almeida (DA/LAR/Unicamp), Christina Vidal da Cunha (UFF), Ivá

Adriana de Nanã (Ilé Axé Omó Nanã), Rodrigo Toniol (DA/LAR/Unicamp). https://youtu.be/YdjFc-ZHrrs

Aula Aberta #5 Migrações, Refúgio e LGBTI+. Com Lara Lopes, Maria Paula Botero, Nathália Antonucci, Isadora Lins França. https://youtu.be/CO_scHJvsSk

Aula Aberta #6 Saúde LGBT em tempos de Covid-19. Com Adriano Queiroz (PMDSTAIDS-SP; UFABC), Fernanda Fortes de Lena (Unicamp; VOTE LGBT), Flávia Teixeira (CRAIST/UFU; ABRASCO), Gabriela Calazans (FM; NEPAIDS/USP), Camilo Braz (SER-TÃO/UFG). https://youtu.be/-J3KKmurZSc

Aula Aberta #7 Direitos em tempos de Desmocratização. Com Anna Tulie Araújo (ULTRA; UniCEUB), Bruna Andrade Irineu (UFMT; ABEH), Jacqueline Moraes Teixeira (FE;

NUMAS/USP; CEBRASP), Lucas Bulgarelli (NUMAS/USP), Luiz Mello (SER-TÃO/UFG), Thiago Coacci (Larvas Incendiadas). https://youtu.be/9J0T8zf7TX8

Aula Aberta #8 Corpos e (R)Existências Negrxs e LGBT na Universidade. Com Luciana de Oliveira Dias, (UFG; ABA), Suely Messeder (UNEB), Megg Rayara Gomes de Oliveira (UFPR), Thiago Teixeira (PUC-MG), Michel Ferreira (UTFPR), Stephanie Pereira de Lima (Unicamp). https://youtu.be/RrhmpK4kRQI

Aula Aberta #9 Despatologização/Repatologização: O que dizem as Ciências PSI? Com Isabela Saraiva (NEGAH/UFSJ), Alexandre Oviedo Gonçalves (Unicamp; CEBRAP), Maya Foigel (Generidades/ Sedes Sapientiae; Transitar), Beatriz Pagliarini Bagagli (IEL/UNICAMP), Marco Aurélio Prado (Nuh/UFMG), Heder Bello (UFRJ; CRP-RJ) https://youtu.be/qzweontSRo8

Aula Aberta #10 Transfobia, Racismo e o Acesso à Educação e ao Trabalho. Com Keila Simpon (ANTRA), Dayanna Louise L. dos Santos (UFPE; SE-PE), Luck Yemonja Banke (NETRANS; PREPARA UBUNTU/UFSC), Brume Dezembro Iazzetti (PPGAS; PAGU/Unicamp) e Amanda (AMOTRANS/ANTRA). https://youtu.be/FTjGpna7Df0

Aula Aberta #11 - Resistências negras e música no Brasil e em Angola. Com Bruno Nzinga Ribeiro (PAGU/Unicamp), Kelly Adriano (Pesquisadora e gestora cultural), Jaqueline Santos (CEMI-Unicamp) e Daniela Vieira (UEL). https://youtu.be/T2NhLnFQrkU

Aula Aberta #12 - Negras(os) nas universidades: subjetividades e transformações recentes. Com Gleicy Silva (PAGU/Unicamp), Mário Medeiros (IFCH-Unicamp), Stephanie Lima (Pesquisadora independente) e Fabiana Mendes (Pesquisadora independente). https://youtu.be/I3tHw8Crt-Y

Aula aberta #13 – Aprendizados do combate à COVID-19: força-tarefa interdisciplinar da Unicamp. Silvia Maria Santiago (FCM-Unicamp), Sávio Cavalcante (IFCH/Unicamp),

Luciana Utsunomiya (SOMA) Jacqueline Santos Rios (agente popular de saúde), Giorgia Carolina do Nascimento (PPGAS/Unicamp). https://youtu.be/yFPrWN0uX64

Aula aberta #14 – Direitos Humanos em disputa: trajetória, controvérsias e atualidades em torno dos PNDH. Com Lucas Bulgarelli (NUMAS/USP e OAB/SP), Rodrigo Toniol (PPGAS/Unicamp e ACSRM), Jacqueline Morais (PPGE – USP NUMAS e CEBRAP), Isabela Kalil (FESPSP, NEU e OED Brasil), Regina Facchini (PAGU). https://youtu.be/rWr17NKmjYY

Aula aberta #15 – Corpo, diferença e deficiência: (novos?) desafios na pandemia. Com Anahí Guedes de Mello (UFSC, Anis e ABA), Carolina Branco Ferreira (PPGAS e PPGCS Unicamp/CAPES), Julian Simões (PPGCS/Unifesp e ABA), Marco Antônio Gavério (UFSCar), Pedro (Numas/USP), Anna Paula Vencato (UFMG). https://youtu.be/b4XaRmmRkAw

Aula Aberta #16 – Proteção de crianças e adolescentes: desafios nos 30 anos do ECA. Com Camila Fernandes (PPGAS/MN/UFRJ, NUSEX, PPGAS/MN, LACED), Maria Carolina Trevisan (UOL, Afro/Cebrap), Carolina Parreiras (DA e NUMAS/USP, PPGAS/Unicamp), Vanessa Leite (UNIFESP, CLAM/IMS/UERJ). Mediação de Regina Facchini (Pagu/Unicamp e PPGAS IFCH/Unicamp). https://www.youtube.com/watch?v=9YLayDxp4qU

Aula aberta #17 – Gênero, sexualidade e o combate ao assédio, discriminação e violência na Unicamp. Com Ana Maria Fonseca Almeida (FOCUS/FE/Unicamp), Carolina Bonomi (PPGCS/IFCH/PAGU/Unicamp), Leandro Martínez (IQ/Unicamp), Silvia Santiago (FCM/Unicamp), Tania Maron Vichi Freire De Mello (SAPPE/Unicamp), Milena de Oliveira Santos (Demografia/Unicamp) e Regina Facchini (Pagu e PPGAS-IFCh/Unicamp ABA, DeDH). https://youtu.be/0MyA_AwSpLE

Aula Aberta #18 – Violência sexual, consentimento e experiências de intervenção em universidades. Com Ana Maria Fonseca de Almeida (FOCUS/FE/Unicamp), Camila Ferreira (SAVS/Unicamp), Carolina Parreiras (NUMAS/USP e PPGAS/Unicamp), (PAGU/Unicamp e

NUMAS/USP), Heloisa Buarque de Almeida (NUMAS/USP), Tatiana Lionço (Escuta Diversa./UnB) e Regina Facchini (Pagu e PPGAS-IFCh/Unicamp ABA, DeDH). https://youtu.be/-zX5_r-bduk

Aula Aberta #19 – Negras/os, LGBTI+ e mulheres na política. Com Cristiano Rodrigues (PPGCP-UFMG, IESP-UERJ, MARGEM, NEPEM). Danusa Marques (UnB, ABCP). João Filipe Cruz (FFLCH/USP, NÓS/USP). Mediação/Debate: Regina Facchini (Pagu e PPGAS-IFCh/Unicamp ABA, DeDH) e Thiago Coacci (NEPEM/UFMG e Larvas Incendiadas). https://www.youtube.com/watch?v=gCGrOIy-NFI

Aula Aberta #20 Mulheres, pessoas negras e LGBTI+ nas eleições 2020. Com Cláudio Nascimento (Grupo Arco-Íris, Voto com orgulho, Aliança Nacional LGBTI, Gay Latino),

Cristiano Rodrigues (PPGCP-UFMG, IESP-UERJ, MARGEM, NEPEM), Danusa Marques (Núcleo Flora Tristán-UnB), Fernanda K. Martins (PPGCS-Unicamp, InternetLab), Marlise Matos (NEPEM-UFMG, International Sociological Association e Sociologists for Women in Society). Mediação de Regina Facchini (PPGCS-IFCH, PAGU, DeDH/Unicamp) e Thiago Coacci (NEPEM-UFMG e Larvas Incendiadas). https://youtu.be/9GbL8mM6PpE

Aula Aberta #21 Podcasts, divulgação científica e desigualdades. Com Ramon Reis (Compósita), Paula Lacerda (UERJ e Campo), Patrícia Pinheiro (Unila e Observantropologia), Bruner Titonelli (Unb e Conversas da kata). Mediação de Carolina Parreiras (NUMAS/USP e PPGAS - IFCH/Unicamp). https://youtu.be/ZQzf--kY408

Aula Aberta #22 O Coletivo Leilane Assunção e o a acesso e a permanência na Unicamp. Com Brume Dezembro Iazetti (PAGU/Unicamp), Ariana Oliveira Alves (PPGCS/IFCH e PAGU/Unicamp, Guilherme Oliveira (PAGU). Mediação de Regina Facchini (PPGCS-IFCH, PAGU, DeDH/Unicamp). https://youtu.be/UFSYtflNXVI

Aula Aberta #23 Diretos em disputa: os conservadorismos religiosos e a ordem sexual contemporânea. Com Brenda Carranza (DA-IFCH/Unicamp, LAR/Unicamp), Cris Serra (IMSHC/UERJ e CLAM) e Juan Marco Vaggione (Universidade de Córdoba e CONICET). Mediação de Regina Facchini (PPGCS-IFCH, PAGU, DeDH/Unicamp). https://youtu.be/lTcezzE0KSQ

Aula Aberta #24 LGBTfobia, lutas, direitos e resistências. Com Thiago Coacci (Larvas Incendiadas),  Amanda Palha (Amotrans/Antra), Bruno Nzinga Ribeiro (PPGAS/Unicamp). Mediação de Regina Facchini (PPGCS-IFCH, PAGU, DeDH/Unicamp).

https://www.youtube.com/watch?v=VEQ23Ch89Kk

Aula Aberta #25 Prostituição e trabalho em tempos de crise sanitária e da Democracia. Com Ana Paula da Silva (PPJS/LEC/UFF/Coletivo PutaDavida/Comitê de Gênero e Sexualidade ABA), Betania Santos (Associação Mulheres Guerreiras/Coletivo PutaDavida), José Miguel de Olivar Nieto (USP/ColetivoPutaDavida), Laura Murray (NEPP-DH/UFRJ/Coletivo PutaDavida), Monique Prada (Escritora/Master Love/Colunista da Mídia Ninja/Mundo Invisível) e Carla Elísio (UNEB, direitos das prostitutas e AzMina). Mediação de Regina Facchini (Pagu/Unicamp; Comitê Gênero e Sexualidade/ABA). https://youtu.be/ruuFQ9mROwU

Aula Aberta #26 LGBTI+, saúde mental, violência e resistências. Com Thiago Teixeira (PUC/MG), Cris Serra (CLAM/IMS/UERJ), Héder Bello (UFRJ,CRP-RJ) e Jeferson Batista (PPGAS/Unicamp). Mediação de Regina Facchini (PAGU/Unicamp). https://youtu.be/ZrW5QlBNBHM

Aula Aberta #27 Disputas e Convergências na Inserção de Corpos e Saberes Trans* na Universidade. Com Blas Radi (Universidad de Buenos Aires), Brume Dezembro Iazzetti (PPGAS/PAGU/Unicamp), Ian Habib (Desmonte Seminário, NUCUS/UFBA), Yuna Vitória Santana da Silva (NUCUS-UFBA e GPDS-FDUFBA).Mediação de Regina Facchini (Pagu; Comissão Assessora de Gênero Sexualidade/DeDH/Unicamp). https://youtu.be/5-9YR3MhK_s

Aula Aberta #28 Bissexualidade: ativismo e produção de conhecimento no Brasil. Com Fernanda Coelho (Coletivo BIL, conselho e comitê de saúde em MG, Frente Bissexual Brasileira), Inácio Saldanha (PPGAS/Unicamp e GAEBI), Regina Facchini (PAGU e DeDH/Unicamp, ABA) debatendo com Vanessa Leite (UNIFESP, CLAM/IMS/UERJ). https://youtu.be/M7jUHJe31qc

 

Clássicos #1 - Morte em Família, de Mariza Corrêa. Com Adriana Piscitelli (Pagu/Unicamp), Larissa Nadai (DA/USP), Roberto Efrem Filho (UFPB/UFPE), com mediação de Thiago Coacci (Larvas Incendiadas) e Regina Facchini (Pagu/Unicamp). https://youtu.be/Dojqzfwt9g4

Clássicos #2 - Raça, gênero e classe no pensamento, de Lélia Gonzalez. Com Flávia Rios (NEGRA/UFF; AFRO-CEBRAP), Alex Ratts (LAGENTE/UFG), Gleiccy Mailly da Silva (PAGU/Unicamp) e Thiago Coacci (Larvas Incendiadas). https://youtu.be/uiX7my7a6PQ

Clássicos #3 - Envelhecimento e sexualidade: contribuições de Guita Debert e Júlio Simões. Com Guita Debert (Unicamp), Júlio Assis Simões (USP), Mauro Brigeiro (Fiocruz), Carlos Eduardo Henning (UFG) e Guilherme Passamani (UFMS). https://youtu.be/WzD8Cs-RUko

Clássicos #4 - Beatriz Nascimento: corpo, território e transatlanticidade. Com Alex Ratts (LaGENTE/IESA/UFG), Christen A. Smith (Univ. do Texas), Mariléa de Almeida (Alesp), Gleiccy Mailly da Silva (PAGU/Unicamp) e Thiago Coacci (Larvas Incendiadas). https://youtu.be/sDvNnEmL2bM

Clássicos #5 Especial: Gênero e violência: contribuições de "Cenas e queixas" de Maria Filomena Gregori. Com Maria Filomena Gregori (DA;Pagu/Unicamp; ABA), Guita Debert (DA;Pagu/Unicamp), María Elvira Díaz Benítez (Museu Nacional/UFRJ), Roberto Efrem Filho (DCJ/UFPB; PPGA/UFPE), Carolina Parreiras (DA; Numas/USP). Mediação de Regina Facchini (Pagu; Comissão Assessora de Gênero Sexualidade/DeDH/Unicamp) e Thiago Coacci (Nepem/UFMG; Larvas Incendiadas). https://youtu.be/kLAM3UmMISo

Clássicos #6 - O Movimento Negro Educador: raça, diferença e educação na obra de Nilma Lino Gomes. Com Nilma Lino Gomes (FAE/UFMG, NERA), Luciana de Oliveira Dias (UFG, Rosa Parks, ABA), Regimeire Oliveira Maciel (UFABC, NEAB), Stephanie Pereira de Lima (CRIOLA), Tayná Victória de Lima Mesquita (PPGCS/PAGU/Unicamp). Mediação de Regina Facchini (Pagu; Comissão Assessora de Gênero Sexualidade/DeDH/Unicamp) e Thiago Coacci (Nepem/UFMG; Larvas Incendiadas). https://www.youtube.com/watch?v=NRyEzzyN03E

Clássicos #7 Família, Sexo, Amor e Dinheiro: As contribuições de Adriana Piscitelli. Com Adriana Piscitelli (PAGU e DA Unicamp), Antónia Pedroso de Lima (ISCTE), Cecilia Varela (CONICET/UBA), Carolina Garcia (PAGU/Unicamp), Monique Prada (MundoInvisivel.ORG, CUTS, ONU Mulheres), Natália Corazza Padovani (PAGU, PPGCS e PPGAS Unicamp). Mediação de Regina Facchini (PAGU e DeDH/Unicamp) e Thiago Coacci (NEPEM/UFMG e Larvas Incendiadas). https://youtu.be/HDVE8qf9aSI

 

Debates Saúde #1 - Desejos, prazeres e pandemia. Com Felipe Padilha (FURG), Maria Elvira Diaz Benitez (NuSEX UFRJ) May Medeiros (luzvermelha.tv), Monique Prada (MundoInvisivel.org, CUTS, ONU Mulheres), Renata Carvalhaes RENATA CARVALHAES (Secretaria Municipal de Educação de Angra dos Reis), Victor Hugo Barreto (UFF e NuSEX). https://youtu.be/LJd5ZxSEUaI

Debates Saúde #2 - Aborto e movimento feminista no Brasil: como ser resistência no contexto conservador?

Com Carla de Castro Gomes (Pagu/Unicamp), Emanuelle Góes (Cidacs-Fiocruz-Bahia e Musa/ISC/UFBA), Gabriela Rondon (Cravinas/ UnB), Morgani Guzzo (Catarinas, Legh/UFSC, CEDIM/SC), Paula Viana (Grupo Curumim, Comitês de Estudos da Mortalidade Materna-PE, e de Estudos da Mortalidade Materna-Recife, Frente Nacional Contra a Criminalização das Mulheres e pela Legalização do Aborto), Alessandra Brigo (CLAM/IMS/UERJ). https://youtu.be/_tKo_h7kXmc

Debates Saúde #3 - Prisões, saúde e marcadores sociais da diferença: reflexões em tempos de pandemia.

Martinho Silva (UERJ, ANPEPP, ABRASCO), Anna Paula Uziel (CLAM/IMS/UERJ, LIDIS, GEPSID), Natália Lago (Numas/USP e PAGU/Unicamp), Joyce Gravano JOYCE (Eu sou Eu, Espaço de aprendizagem Joyce Gravano), Márcio Zamboni (Numas/USP, EASA), Denise Anjos (ENSP/FioCruz), Vanessa Sander (Pagu/Unicamp). https://www.youtube.com/watch?v=LtE-3cCvpZ0

Debates e Saúde #4 Medicamentos, saúde e marcadores sociais da diferença em tempos de COVID-19. Com Rogério Azize (UFRJ/ IMS/UERJ), Cíntia Engel (UnB/CASCA), Leandro Gonçalves (UFF/LELIA), Roberta Dorneles (IMS/UERJ/LELIA). https://youtu.be/GiZdm2lh4CI

Debates e Saúde #5 Corpos gordos e COVID-19: estigma, ativismo e resistências. Com Malu Jimenez (UFTM, Todas Fridas, Margens, Blog Lute como uma Gorda, Coletivo Gordas Xômanas, Pesquisa Gorda) Marcelle Silva (NUSS/UFC, Paralaxe/UFC, Pesquisa Gorda), Mirani Barros (UFRJ/Macaé). Mediação de Carolina Parreiras (NUMAS/USP e PPGAS - IFCH/Unicamp). https://youtu.be/-YNksSwhyY8

Debates e Saúde #6 Lutas, processos de cuidado e acesso à saúde de pessoas trans. Com Carolina Parreiras (NUMAS/USP e PPGAS - IFCH/Unicamp), Sara Wagner York (GESDI/FFP/UERJ), Cleiton Vieira do Rego (UFRN), Maya Fogel (Generidades, Sedes Sapientiae, Transitar, WPATH), Guilherme Almeida (FSS/UERJ, ENSP/FIOCRUZ, IMS/UERJ, LIDIS/UERJ). Mediação de Ueslei Solaterrar (CAPS III RJ, IMS/UERJ). https://www.youtube.com/watch?v=-iVMX8wXkLU

Debates e Saúde #7 Luto, dores e processos de sobrevivência e resistência”. Com Denise Pimenta (CIDACS-Fiocruz/BA), Mônica Cunha (Coalização Negra por Direitos, Comissão DH ALERJ), Adriana Vianna (PPGAS/MN), Iyá Adriana de Nanã (Ilê Axé Omó Nanã) e Sérgio Carrara (CLAM/IMS/UERJ). Mediação de Bernardo Machado (DA/Unicamp, NUMAS/USP). https://youtu.be/N3Vvw0Oy5Bs

Debates e Saúde #8 Pandemia e desigualdades sociais: desdobramentos e enfrentamentos da crise sanitária. Com Renata Souza (PSOL), Beatriz Accioly Lins (PPGAS, GEMID e NUMAS/USP, PAGU/Unicamp e Instituto Avon), Viviane Mattar (IMS/UERJ, CLAM, Projeto Violeta), Germana Soares (Associação UMA), Carolina Parreiras (NUMAS/USP). Mediação de Horacio Sívori (IMS/UERJ e CLAM). https://youtu.be/jlEDhTf38HU

 

Lançamento #1 “Dossiê “Movimentos sociais e transformações do ativismo contemporâneo” Revista EDUCAÇÃO & SOCIEDADE, V. 41. Com os autores Marilia Pontes Sposito (FEUSP e

GETESE), Breno Bringel (IESP-Uerj, NETSAL e ALAS), Francisco Mata Machado Tavares (UFG e GESF), Regina Facchini (PAGU); a coautora Stephanie Pereira de Lima; e o mediador Thiago Coacci. https://youtu.be/IuXZeSMvx8A

Lançamento #2 “Bradando contra todas as opressões! Ativismos LGBT, negros, populares e periféricos em relação", de Vinicius Zanoli. Com Vinícius Zanoli, autor do livro, Silvia Aguião, (CLAM/UERJ e Afro/CEBRAP), Regina Facchini (PAGU) e (IFCH e PAGU). https://youtu.be/q_-GflG1998

Lançamento #3 Da Praça aos Palcos: caminhos da construção de uma carreira drag queen. Com Rubens Mascarenhas Neto (FU-Berlin/LAI), Anna Paula Vencato, (PPGE e

DECAE/FAE/UFMG), Isadora Lins França (PPGAS-IFCH/Unicamp e PAGU/Unicamp), Regina Facchini (Pagu/Unicamp e PPGAS - IFCH/Unicamp). https://youtu.be/7-Mkv74_mjg

Lançamento #4 Direitos em Disputa: LGBTI+, poder e diferença no Brasil contemporâneo. Com Regina Facchini (PAGU/Unicamp e PPGAS - IFCH/Unicamp) , Carol Parreiras (NUMAS/USP e PPGAS - IFCH/Unicamp) e Isadora Lins França (PPGAS-IFCH/Unicamp e PAGU/Unicamp). https://www.youtube.com/watch?v=uLWKA6sk8Ys

Lançamento #5 Direitos em Disputa: LGBTI+, Poder e Diferença no Brasil - regional Nordeste. Com Isadora Lins França (DA/Unicamp), Roberto Efrem Filho (UFPB/UFPE), José Cleyton Murilo Cavalcante Gomes (UFPB), Olívia Cristina Perez (UFPI), Roberto Marques (URCA/UECE), Regina Facchini (PAGU/Unicamp). https://www.youtube.com/watch?v=ZuVlPdJlSC4

Lançamento #6 "Governo de Mortes. Uma etnografia da gestão de populações de favelas no Rio de Janeiro”, de Juliana Farias. Com Juliana Farias (Núcleo de Justiça Racial e FGV Direito SP), Dalva Correa (Movimento Posso me identificar?), Rachel Barros (Cidades/UERJ; FASE), Adriana Vianna (PPGAS/MN). Mediação de Carolina Parreiras (PPGAS/Unicamp; Numas/USP). https://www.youtube.com/watch?v=3Nc5jf3rDjA 

 

Memória e História #1 Homenagem a Janaina Lima. Com Regina Facchini (PAGU e DeDH Unicamp), Thiago Coacci (NEPEM/UFMG e Larvas Incendiadas), Julian Rodrigues, Tiago Duque. https://www.youtube.com/watch?v=KQUfdoLl0GA

 

Momento COVID-19 #1 Dilemas éticos na pandemia. Com a Profa. Guita Grin Debert (DA/Pagu/Unicamp). https://youtu.be/bRIbPMgTV-o

Momento COVID-19 #2 Isolamento social e violência doméstica. Com Beatriz Accioly Lins (NUMAS/USP). https://youtu.be/blfX_ohLlzw

Momento COVID-19 #3 Prisões, famílias e COVID-19: repensando as porosidades. Com Natália Corazza Padovani (Pagu/Unicamp) e Natália Lago (NUMAS/USP). https://youtu.be/ssfI3ifwZjo

Momento COVID -19 #4 Saúde Mental e violações de direitos humanos no contexto da COVID-19. Com Marcos Garcia (UFSCAR). https://youtu.be/6o4gBeZ6Lkw

Momento COVID-19 #5 LBGTIfobia e COVID-19" efeitos do isolamento social. Com Héder Bello (PPGTP/UFRJ) e Cris Serra (CLAM/IMS/UERJ). https://youtu.be/FBQu6-FXqc8

Momento COVID-19 #6 Lutos da COVID-19: mortes e dores do desamparo. Com Margareth Arilha (NEPO/Unicamp). https://youtu.be/r6UUjP7rDWs

Momento COVID-19 #7 Desigualdades escancaradas: gênero, raça e classe. Com Heloisa Buarque de Almeida (DA/NUMAS/USP). https://youtu.be/JJLoBJ8UMyI

Momento COVID-19 #8 As consequências sociais da pandemia para os trabalhos das mulheres. Com Bárbara Castro (DS/Pagu/Unicamp). https://youtu.be/1iXUTpymg_s

Momento COVID-19 #9 Homens, masculinidades e violências em tempos de pandemia. Com Benedito Medrado (GEMA/UFPE) e Isabela Venturoza (PPGAS/Unicamp). https://youtu.be/q-gkS-vK5eo

Momento COVID-19 #10 O poder de expor à morte e gerir a crise. Com Roberto Efrem Filho (UFPB/UFPE) e José Clayton Murilo Cavalcante Gomes (UFPB). https://youtu.be/dCcdJoDnb0Q

Momento COVID-19 #11 Pedagogia do Racismo. Com Matheus Gato (Unicamp/Cebrap) e Maria Carolina Trevisan (UOL/Afro-Cebrap). https://youtu.be/KZk6L5lT27o

Momento COVID-19 #12 COVID-19, Velhices e diversidade sexual e de gênero. Com Carlos Eduardo Henning (Ser-tão/DA/FCS/UFG). https://youtu.be/3TfBEToNYqQ

Momento COVID-19 #13 Bolsa Família, Auxílio Emergencial e gestão da precariedade na pandemia. Com Viviane Mattar (CLAM/IMS/UERJ). https://youtu.be/xdTvsKH1Tvs

Momento COVID-19 #14 O cuidado perigoso: as mulheres e as doenças. Com Denise Pimenta (USP). https://youtu.be/DUmbBMlMGvE

Momento COVID-19 #15 Bibliotecas e Bibliotecários em Tempos de Pandemia. Com Nathalia Romeiro (PPGCI/UFMG) e Ricardo Queiroz (PMSBC). https://youtu.be/oFZWO02I14U

Momento COVID-19 #16 Ensino Remoto: experiências na Unicamp. Com Isadora Lins França (IFCH; Pagu/Unicamp) e Anna Christina Bentes (IEL; Pagu/Unicamp). https://youtu.be/mlsSe60Xn9M

Momento COVID-19 #17 Podem duas mulheres falar sobre masculinidades? Com Isabela Venturoza (Pagu/Unicamp; Numas/USP) e Fernanda Martins Sousa (Pagu/Unicamp). https://youtu.be/hiLtM3ZdRjE

Momento COVID-19 #18 Haitianos em Tijuana, México: mobilidades em contexto de COVID-19. Com Domila Pazzini. https://youtu.be/RvZ5AC5uNE0

Momento COVID-19 #19 Desigualdades digitais e educação. Com Carolina Parreiras (Numas/USP) e Renata Mourão Macedo (FEUSP/Numas/USP). https://youtu.be/UzYx8XbForw

Momento COVID-19 #20 Trabalho emocional e profissionais de enfermagem em tempos de pandemia. Com Bárbara Ferrari Brandi (PPGS/Unicamp). https://youtu.be/pfv43VUfEj0

Momento COVID-19 #21 As criaturas invisíveis da ficção científica: controle e diferença em Aniquilação. Com Thaís Lassali (PPGAS/Unicamp). https://youtu.be/XyN7sdrJEGU

Momento COVID-19 #22 Educação de jovens, adultos e idosos em tempos de pandemia. Com Tayná Mesquita (FOCUS/FE/Unicamp). https://youtu.be/2g26A62naOU

 

JORNADAS CLAM: SAÚDE, SEXUALIDADE E DIREITOS HUMANOS

Reflexões sobre as mudanças sociais e políticas neste momento de pandemia de Covid-19.

Organizado pelo Instituto de Medicina Social (IMS/UERJ) e CLAM.

Mesa de abertura com Adriana Piscitelli e Natália Padovani: Mobilidades nas margens https://www.youtube.com/watch?v=lRCPk4bA2aI

Canal para acesso as demais mesas/debates: https://www.youtube.com/channel/UC2v8eRib9Z1lVmRCP8-WKgg

 

PODCAST MUSEOLÓGICAS

#33 Direitos em disputa - LGBTI+: poder e diferença no Brasil contemporâneo. Com Regina Facchini (PAGU, PPGCS/Unicamp), Isadora Lins França (PAGU, PPGCS/Unicamp), Roberto Efrem Filho (PPGA-UFPE), Hugo Menezes (PPGA-UFPE) e Francisco Sá Barreto (PPGA-UFPE) e Beatriz Gusmão (PPGA-UFPE). https://anchor.fm/museolgicas-podcast/episodes/33-Direitos-em-Disputa---...

 

PODCAST LARVAS INCENDIADAS

#39. Guita Grin Debert – A reinvenção da velhice https://larvasincendiadas.com/2020/05/13/39-guita-grin-debert-a-reinvenc...

#42. Regina Facchini – Sopa de letrinhas #AlémDoArcoÍris https://larvasincendiadas.com/2020/06/17/facchini-sopa-de-letrinhas/

#45. Lélia Gonzalez – Trajetória Com Gleicy Silva e Thiago Coacci entrevistando o antropólogo e geógrafo Alex Ratts e a socióloga Flávia Rios. https://larvasincendiadas.com/2020/07/29/45-lelia-gonzalez-trajetoria/

 

SESSÃO & DEBATE DO FILME “LIMIAR” DE CORACI RUIZ. Um evento organizado por CinePagu e DeDH/Unicamp. Com Josianne Cerasoli (DeDH, IFCH e CIECC/Unicamp), Alessandra, Andrea Joaquim, Cássia Janeiro, Tamara Luzardo. https://youtu.be/NQ42XFpLQHo

 

 

SEMINÁRIO “EXISTIMOS! ARQUIVOS E MEMÓRIA LGBTI+”

Organização de Regina Facchini e Ana Maria Almeida a partir da parceria entre Núcleo de Estudos de Gênero – Pagu, Comissão Assessora de Gênero e Sexualidade e o SAVS DeDH Unicamp.

Evento #1 Movimento LGBTQI+ em Campinas. Com Paulo Mariante (Grupo Identidade/Campinas), Lúcia Castro (Grupo aos Brados Campinas), Bruna Cilento (Mo.le.ca./Campinas), Susy Santos (Casa sem Preconceito Campinas), Vinicius Zanoli (Pagu/Unicamp), Daniele Motta (Grupo Identidade/Campinas; Unicamp). Mediação de Regina Facchini. https://youtu.be/LCn6kWQmpts

Evento #2 As primeiras iniciativas ativistas e os potenciais dos acervos do AEL

Com Thiago Barcelos Soliva (CCS/UFRB), Edward MacRae (DA; CETAD/UFBA), Pedro de Souza (UFSC; CNPq), Caio Maia (Museu Nacional/UFRJ), Sérgio Carrara (CLAM/IMS/UERJ). Mediação de Aldair Rodrigues. https://youtu.be/CRSJr_YDyzU

Evento #3 Ativismo e o processo de cidadanização LGBTQI+ no Brasil

Com Claudio Nascimento (Grupo Arco-Íris de Cidadania LGBTI; Aliança Nacional LGBTI+), Regina Facchini (Pagu/Unicamp), Silvia Aguião (UFMA; Afro-Cebrap), Stephanie Pereira de Lima (PPGCS; Pagu/Unicamp), Thiago Coacci (NEPEM/UFMG). Mediação de Isadora Lins França (IFCH e Pagu/Unicamp). https://youtu.be/cNCEW_PJCQI

Evento #4 Conjuntura contemporânea e a importância dos acervos históricos LGBTQI+

Com Cris Serra (IMS/UERJ), Paulo Roberto Iotti Vecchiatti (GADvS; CDSG/OAB-SP), Leonardo Arouca (Museu da Diversidade Sexual), Renan Honório Quinalha (EPPEN/UNIFESP), Erika Hilton (ALESP Codeputada estadual pelo Psol). Mediação de Mário Medeiros. https://youtu.be/fXsmAL3SNZE

 

TV VERMELHO

Live sobre construção de identidades nos movimentos sociais, em especial no movimento LGBT. Com Regina Facchini (PAGU-Unicamp). https://www.facebook.com/PaguUnicamp/posts/3636681253022406

 

UNICAMP QUEER 2020

Atividades e assuntos de interesse da comunidade LGBTI+.

Organizado pelo Instituto de Artes (IA), Diretoria de Direitos Humanos, CADER, Comissão de Gênero e Sexualidade, Diretoria de Cultura (Dcult) e Núcleo da Consciência Negra da Unicamp.

Mesa de abertura com Regina Facchini, “A gente não é só LGBTQIA+”: https://www.youtube.com/watch?v=cKimD7v3ik4

Canal para acesso as demais mesas/debates: https://www.youtube.com/channel/UCWtkySCzik7aEYphc2ycJMg

 

Webinários da Associação Brasileira de Antropologia (ABA) LGBTI+, desafios e cidadania em tempos de pandemia. Com Amanda Palha (Amotrans/Antra), Roberto Marques (URCA e UECE) e Silvia Aguião (Clam/UERJ e AfroCebrap), Luiz Mello (Ser-Tão/UFG) e Gloria Careaga (UNAM). Mediação de Regina Facchini e Sérgio Carrara, ambos integrantes do Comitê Gênero e Sexualidade da ABA. Organização de Regina Facchini (Pagu; PPGAS/Unicamp; Projeto Gênero & Desigualdades), Carolina Parreiras (PPGAS/Unicamp; Numas/USP, Projeto Gênero & Desigualdades) e Sérgio Carrara (IMS/UERJ). https://youtu.be/lS0zuIh_DiQ.

 

CADERNOS PAGU

Cadernos pagu, revista online, de acesso aberto e gratuito do Núcleo de Estudos de Gênero-Pagu, publica artigos inéditos com contribuições científicas originais, que colaborem para a difusão de conhecimentos no campo dos estudos de gênero e a leitura crítica da produção internacional. Recebe artigos em fluxo contínuo em português, inglês e espanhol. Todo o material publicado, inclusive no período anterior à indexação no SciELO, se encontra disponível em https://www.pagu.unicamp.br/pt-br/cadernos-pagu e http://http//periodicos.sbu/%C2%A0. No Scielo, disponível a partir da edição 16, em http://www.scielo.br/cpa%C2%A0%C2%A0.

 

 

TÓPICO 2 - FINANCIAMENTO DE PESQUISA

 

Fluxo Contínuo

A Fundação de Pesquisa de São Paulo (FAPESP) oferece em fluxo contínuo financiamento para projetos de pesquisa individuais e colaborativos a serem desenvolvidos sob a responsabilidade de um Pesquisador Responsável com título de doutor ou qualificação equivalente avaliada por sua súmula curricular, vinculado a entidades de ensino superior e pesquisa, públicas ou privadas, no Estado de São Paulo.

Para saber mais, acesse: http://www.fapesp.br/auxilios/

 

Chamada FAPESP 25/2017

Chamada de Propostas - Programa de Apoio a Núcleos de Excelência

Prazo para recebimento de propostas: fluxo contínuo

Serão selecionadas propostas em temas relacionados às mais diversas áreas do conhecimento, em consonância com os objetivos do Programa de Apoio a Núcleos de Excelência.

Apoio: FAPESP e CNPq

http://www.fapesp.br/10992

 

Chamada FAPESP 41/2016

DFG/FAPESP  Coordinated Programmes

Prazo para recebimento: fluxo contínuo

Propostas deverão seguir as normas da modalidade Auxílio à Pesquisa – Projeto Temático.

Apoio: FAPESP e Sociedade Alemã de Amparo à Pesquisa (DFG)

http://www.fapesp.br/10624

 

Chamada FAPESP 40/2016

DFG/FAPESP Research Grant Proposals

Prazo para recebimento: fluxo contínuo

Propostas deverão seguir as normas da modalidade Auxílio à Pesquisa – Regular.

Apoio: FAPESP e Sociedade Alemã de Amparo à Pesquisa (DFG)

http://www.fapesp.br/10623

 

Chamada FAPESP 42/2015

Chamada de propostas em colaboração com propostas submetidas ao EU Horizon 2020

Prazo para recebimento de propostas: fluxo contínuo

A pesquisa em colaboração abrange todas as áreas do conhecimento.

Apoio: FAPESP e União Europeia/Horizonte 2020

http://www.fapesp.br/9775

 

Fundo de Estruturação de Projetos - BNDES FEP

O BNDES apoia com recursos não reembolsáveis, provenientes do BNDES Fundo de Estruturação de Projetos (BNDES FEP), estudos técnicos ou pesquisas que estejam relacionadas ao desenvolvimento econômico e social do Brasil e da América Latina e que possam orientar a formulação de políticas públicas. Também são passíveis de apoio estudos que propiciem, direta ou indiretamente, a geração de projetos de elevado retorno social, que possam implicar significativos investimentos públicos ou privados.

Mais informações em: https://www.bndes.gov.br/wps/portal/site/home

 

Chamada FAPESP/UKRI

A FAPESP e os Conselhos de Pesquisa (Research Councils) do Reino Unido (UKRI, na sigla em inglês) tem como objetivo apoiar o desenvolvimento de projetos conjuntos de pesquisa propostos por pesquisadores vinculados a instituições de pesquisa do Reino Unido e do Estado de São Paulo.

Prazo para recebimento de propostas: Fluxo contínuo

Mais informações em: http://www.fapesp.br/10273

 

 

TÓPICO 3 - ENVIO DE ARTIGOS, TRABALHOS E PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS

 

 

3.a - Chamada para submissão de trabalhos

 

 

Pesquisa em Gênero, Sexualidade e Educação na Perspectiva Pós-Estruturalista

Chamada para o Dossiê

Pesquisa em Gênero, Sexualidade e Educação na Perspectiva Pós-Estruturalista

Editores do Dossiê:

Dr. Anderson Ferrari (UFJF)

Dr. Marco Lopes de Souza (UESB)

Dra. Paula Regina Costa Ribeiro (FURG)

 

O campo dos estudos de gênero e sexualidade articulado com a educação vem se constituindo e, hoje, já se consolida como um campo de conhecimento. Isso significa dizer que este campo tem mobilizado grupos de estudos e pesquisas vinculados ao CNPq com foco nesses interesses, linhas de pesquisas em programas de Pós-graduação, Associações Nacionais centradas nas discussões de Gênero e Sexualidade, Grupos de Trabalhos nas principais associações acadêmicas, Seminários Nacionais e Internacionais, enfim, um conjunto de ações que nos possibilita afirmar os estudos de Gênero, Sexualidade e Educação como um campo que produz e divulga conhecimentos. Esse campo tem uma forte influência da perspectiva pós-estruturalista, que investe na problematização de questões importantes e centrais para a sociedade como, por exemplo, a produção das diferenças e das desigualdades de gênero e sexuais nos seus atravessamentos com raça/etnia, geração e classe. Trazendo para a Educação, esse enfoque se debruça no espaço escolar e num sentido de educação para além das escolas como contextos em que as relações de gênero e sexualidade produzem sujeitos como efeitos de práticas discursivas, de saberes, de relações de poder e das ações entre sujeitos. Neste sentido, a proposta de um dossiê como esse é para que possamos acolher, conhecer e divulgar as pesquisas que têm tomado a perspectiva pós-estruturalista em diálogo com outros estudos, tais como Estudos Gays e Lésbicos, Estudos Foucaultianos, Estudos Culturais, Estudos Feministas, Estudos Queer como provocações para pensar a constituição dos sujeitos e seus pertencimentos nas suas interseccionalidades de gênero, sexualidade, raça/etnia, geração, religião, classe entre outras. Pesquisas que trabalham com esse sentido de constituição dos sujeitos como processos educativos que envolvem não somente as escolas, mas outros espaços também educativos, em que que as relações são marcadas pelos discursos, práticas, saberes que produzem identidades e pertencimentos, assim como nos possibilita colocar sob suspeita nossas formas de pensar, agir, ser e estar no mundo. Nossa proposta também é problematizar como essas pesquisas pautadas na perspectiva pós-estruturalista, em diálogo com outros estudos, têm mobilizado as nossas formas de olhar e entender o campo dos estudos de gênero, sexualidade e educação.

Palavras-chave: Gênero. Sexualidade.  Educação. Pós-Estruturalismo.

Recepção: Mai / 2021 a Set / 2021

Data de encerramento: 30/09/2021

Avaliação de Artigos: Out / 2021 a Nov / 2021

Publicação: Dez / 2021

Disponível em: https://plataforma9.com/publicacoes/pesquisa-em-genero-sexualidade-e-edu...

 

Periódicus lança chamada de texto para dossiê: Cultura Fílmica Plural

A discussão tradicional da cinefilia, com seus cânones e desdobramentos no campo do cinema – e que reverberam na realização, na prática crítica, na curadoria, no ensino e na pesquisa sobre filmes – fundou-se quase exclusivamente na perspectiva de um “sujeito universal”:  branco, masculino, cis e hétero normativo e, portanto, na maior legitimidade do olhar desse sujeito. Uma cultura fílmica plural abarca reflexões que se recusam a hierarquizar as muitas cosmovisões e as poéticas diversas possíveis de articulação em imagens e sons e na elaboração de teorias e pensamentos.

Este dossiê se abre para artigos que se engajem na tarefa de ampliar as possibilidades de compreensão da cultura fílmica, imaginando paradigmas para seus múltiplos aspectos, num alargamento das circunscrições para além dos cânones “universais”. Reflexões interdisciplinares com o campo do cinema são incentivadas. Destacamos entre as ideias que movem nossos debates: Poética Negra Feminista de Denise Ferreira da Silva, Nova Cultura Fílmica do Girish Shambu, Fabulação Crítica de Saidiya Hartman, Temporalidades Espiralares e Afrografias em Leda Maria Martins, Aquilombamento a partir de Beatriz Nascimento, Opacidade de Édouard Glissant, Plantação Cognitiva de Jota Mombaça, entre outras. Esperamos estabelecer um diálogo entre estas e outras incursões epistemológicas não-hegemônicas. Serão bem-vindos textos que se articulem a partir de questões provocadas por cinematografias negras, indígenas, femininas, lgbtqia+, entre outros.

Organizadoras:

Amaranta César (Doutorado em Cinema e Audiovisual pela Universidade de Paris III / Professora adjunto de Cinema e Audiovisual da UFRB)

Carol Almeida (Doutorado em Comunicação na UFPE/ Pesquisadora independente)

Janaína Oliveira (Doutorado em História Social da Cultura, PUC-Rio/ IFRJ/FICINE)

Kênia Freitas (Doutorado em Comunicação e Cultura pela UFRJ / Pesquisadora independente)

Tatiana Carvalho Costa (Doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Comunicação UFMG / Professora no curso de Cinema e Audiovisual no Centro Universitário UNA)

Textos até 31 de dezembro de 2021 e a edição deverá ser publicada até junho de 2022.

Disponível em: https://periodicos.ufba.br/index.php/revistaperiodicus/announcement/view...

 

Dossiê: Literatura e Velhice

Ementa: A velhice é um marcador social recorrente na Literatura; sua representação, contudo, é geralmente evidenciada de forma homogênea, como se a experiência de envelhecimento fosse tão semelhante que fizesse desaparecer as diferenças no que diz respeito à classe, ao gênero, à etnia e à religião. Para Simone Beauvoir, “se os velhos manifestam os mesmos desejos, os mesmos sentimentos, as mesmas reivindicações que os jovens, eles escandalizam; neles, o amor, o ciúme, parecem odiosos ou ridículos, a sexualidade repugnante” (1990, p. 10). Entretanto, Guita Debert (2012) demonstra que há uma tendência contemporânea de inverter a representação da velhice como um processo de perdas, atribuindo-a novos significados, cujos experiência vivida e os saberes acumulados são ganhos que possibilitariam aos mais velhos oportunidades de explorar novas identidades, realizar projetos que não puderam se concretizar em outras etapas da vida, estabelecer relações mais efetivas com o mundo dos mais jovens e mais velhos. Tomando o pensamento de Rita Terezinha Schmidt (2017, p. 40), para quem “a obra literária não habita um mundo ideal, mas um mundo real do qual se alimenta e no qual atua, refletindo e interpenetrando o mesmo e, assim, influenciando ideias, valores e ação”, consideramos que a Literatura, enquanto espaço de poder, insurge contra os modelos hegemônicos ao redefinir novas perspectivas de conceber o envelhecimento. Para além disso, entendemos, como Paul B. Preciado, a Literatura como uma tecnologia de subjetivação, capaz de criar corpos políticos e imaginários identitários (PRECIADO, 2018; 2020). A literatura revela-se também como via alternativa de resistência e visibilidade para parcela dos idosos do grupo LGBTQIA+, notadamente as pessoas trans, cuja estimativa de vida no Brasil não favorece a expectativa de atingirem a "transvelhice", em razão das inegáveis violações aos seus direitos e à vida digna (NERY, 2019). Por certo, as verdades desagradáveis - para o gênero humano ao qual pertencemos, ou para nós mesmos - têm maiores possibilidades de conseguir exprimir-se em uma obra literária do que em uma filosófica ou científica (TODOROV, 2014). Assim, nossa proposta consiste em acolher, para submissão, trabalhos que enfoquem em concepções que reconfigurem as representações da velhice na Literatura.

Data limite para o envio dos manuscritos: 30 de outubro de 2021.

Disponível em:

https://periodicos2.uesb.br/index.php/folio/chamada

 

Chamada Pública: Dossiê Temático “Mulheres e Homens nas Mitologias”

"Este dossiê aceita trabalhos que apresentem e valorizem pesquisas focadas nas mitologias de diferentes povos. Desse modo, são bem vindas as produções sobre os povos ancestrais da América (Abya Yala, Pindorama, Awantisuyu e Anáhuac), África, Ásia e Oceania nas suas respectivas ancestralidades, bem como outras narrativas sobre criação, divindades e suas diferentes expressões da vida ou pós vida.

Data final de submissão: 30 de novembro de 2021

Disponível em:

http://novo.revista.uepb.edu.br/index.php/REFIEDI/announcement/view/7

 

Chamada de publicação volume 9, número 2, jul./dez. 2021: Dossiê Corpos dissidentes nos espaços educativos em tempos de discurso de ódio

Disponível em:

https://periodicos.furg.br/divedu/announcement/view/283

 

CHAMADA PARA DOSSIÊ - Edição 2021/2 - “Os Estudos Sociais da Ciência e Tecnologia e a esfera pública contemporânea”

Resumo: Interessam-nos contribuições teóricas, metodológicas e/ou empíricas que abordem de forma multidimensional e interdisciplinar a ciência e tecnologia, desde suas convergências ou dissidências com as subjetividades contemporâneas, passando pelas políticas públicas adotadas por governos de distintos matizes ideológicos, até suas relações com o capitalismo de contornos neoliberais. Por fim, como instâncias abertas a disputas, são relevantes esforços que analisem como as ciências e tecnologias são construídas socialmente e perpassadas pelas mais distintas agências – como movimentos da sociedade civil, interesses de mercado, valores morais, entre outros fatores – que revelam os limites e potencialidades do conhecimento científico, bem como suas fronteiras com formas diversas de conhecimento.

Os trabalhos serão aceitos até o dia 1º de novembro de 2021, com previsão de publicação para o primeiro trimestre de 2022. 

Mais informações podem ser encontradas no site da revista: https://periodicos.ufjf.br/index.php/csonline/index

 

Revista Pensata: Chamada para parecerista

A revista Pensata dos Alunos do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da UNIFESP – é uma revista acadêmica que se propõe a abrir um espaço de reflexão crítica e diálogo interdisciplinar entre a Antropologia, a Ciência Política e a Sociologia a partir das propostas temáticas das três linhas de pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da UNIFESP (Conflitos, Sujeitos, Direitos; Pensamento, Conhecimento, Expressão; e Territórios, Trabalho, Políticas Públicas), sem excluir, entretanto, temas relativos a outras áreas do conhecimento em diálogo com as Ciências Sociais. Será contemplada a publicação de artigos, resenhas, entrevistas, transcrições, e traduções em português e em espanhol, visando com isso tanto uma pluralização linguística do conteúdo divulgado quanto uma integração de pesquisas e perspectivas dos países latino-americanos vizinhos.

A Revista Pensata convida pesquisadores(as) doutores(as) para integrar o corpo de avaliadores do periódico.

Mais informações: https://periodicos.unifesp.br/index.php/pensata/announcement/view/220

 

Periódicus lança chamada de texto para dossiê: Cultura Fílmica Plural

A discussão tradicional da cinefilia, com seus cânones e desdobramentos no campo do cinema – e que reverberam na realização, na prática crítica, na curadoria, no ensino e na pesquisa sobre filmes – fundou-se quase exclusivamente na perspectiva de um “sujeito universal”:  branco, masculino, cis e hétero normativo e, portanto, na maior legitimidade do olhar desse sujeito. Uma cultura fílmica plural abarca reflexões que se recusam a hierarquizar as muitas cosmovisões e as poéticas diversas possíveis de articulação em imagens e sons e na elaboração de teorias e pensamentos.

Este dossiê se abre para artigos que se engajem na tarefa de ampliar as possibilidades de compreensão da cultura fílmica, imaginando paradigmas para seus múltiplos aspectos, num alargamento das circunscrições para além dos cânones “universais”. Reflexões interdisciplinares com o campo do cinema são incentivadas. Destacamos entre as ideias que movem nossos debates: Poética Negra Feminista de Denise Ferreira da Silva, Nova Cultura Fílmica do Girish Shambu, Fabulação Crítica de Saidiya Hartman, Temporalidades Espiralares e Afrografias em Leda Maria Martins, Aquilombamento a partir de Beatriz Nascimento, Opacidade de Édouard Glissant, Plantação Cognitiva de Jota Mombaça, entre outras. Esperamos estabelecer um diálogo entre estas e outras incursões epistemológicas não-hegemônicas. Serão bem-vindos textos que se articulem a partir de questões provocadas por cinematografias negras, indígenas, femininas, lgbtqia+, entre outros.

Organizadoras:

Amaranta César (Doutorado em Cinema e Audiovisual pela Universidade de Paris III / Professora adjunto de Cinema e Audiovisual da UFRB)

Carol Almeida (Doutorado em Comunicação na UFPE/ Pesquisadora independente)

Janaína Oliveira (Doutorado em História Social da Cultura, PUC-Rio/ IFRJ/FICINE)

Kênia Freitas (Doutorado em Comunicação e Cultura pela UFRJ / Pesquisadora independente)

Tatiana Carvalho Costa (Doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Comunicação UFMG / Professora no curso de Cinema e Audiovisual no Centro Universitário UNA)

Textos até 31 de dezembro de 2021 e a edição deverá ser publicada até junho de 2022.

Disponível em: https://periodicos.ufba.br/index.php/revistaperiodicus/announcement/view...

 

Periódicus lança chamada de texto para dossiê: Territorialidades Dissidentes e(m) Narrativas Urbanas

A proposta deste dossiê consiste em reunir pessoas pesquisadoras e interessadas em compreender as interfaces entre o espaço e expressões de gêneros e de sexualidades dissidentes, salientando a visibilidade e o ato de aparecer em público como pressuposto fundamental à (des)construção de discursos em torno do corpo, suas subjetividades e suas territorialidades no espaço urbano. Interessa-nos observar as muitas configurações de gênero e sexualidade e seus trânsitos, tendo os espaços implicados na ação performativa de identidades transitórias que desestabilizam normas sociais e regimes de visibilidade.

Nos interessa, neste dossiê, reunir trabalhos que discutam territórios e urbanidades que se estabelecem pelos conflitos que derivam dos diversos modos de ser e de estar de sujeitos na cidade, aqueles que desviam as regras verticais do jogo urbano pelo exercício de suas presenças e pela composição de suas corporeidades criativas, estranhas e muitas vezes lidas e assumidas como monstruosas, pois fora dos padrões sociais e avessas às pretendidas pacificações homogeneizante e enobrecedoras da cidade. Agregamos com essa chamada, investigações interdisciplinares que discutam as políticas do corpo e do cotidiano urbano, entendendo o “direito de aparecer em público” (BUTLER, 2018) enquanto premissa básica, e tantas vezes negada, do “direito à cidade” (LEFEBVRE, 1968) de sujeitos sexualmente desviantes da normatividade heterossexual e binária em termos de gênero.

Compõem também o campo de interesse deste dossiê, trabalhos que produzam diálogos entre diversas disciplinas e exponham processos metodológicos investigativos em torno do corpo e do espaço e as diferentes formas e linguagens possíveis na produção de narrativas urbanas que fazem aparecer corpos dissidentes e suas múltiplas maneiras de criar territórios e outras formas de viver a cidade.

Organizadores:

Prof. Dr. Eduardo Rocha Lima - Faculdade de Arquitetura UFBA, Coordenador da linha de pesquisa Corpos, Cidades e Territorialidades Dissidentes - NuCuS.

Prof. Dr. Roney Gusmão - Centro de Cultura, Linguagens e Tecnologias Aplicadas, CECULT_UFRB, membro da linha de pesquisa Corpos, Cidades e Territorialidades Dissidentes - NuCuS.

Textos até 30 de junho de 2022 e a edição deverá ser publicada até dezembro de 2022.

Disponível em: https://periodicos.ufba.br/index.php/revistaperiodicus/announcement/view...

 

Revista interprogramas de Pós-graduação em Comunicação do Centro Oeste Esferas: Dossiê "Democracia e cidadania nas ondas sonoras"

A Esferas, Revista Interprogramas de Pós-graduação em Comunicação do Centro Oeste é um espaço virtual coletivo de trocas e reflexões, sob a égide dos cinco Programas de Pós-graduação em Comunicação do Centro-Oeste: UCB, UnB, UFG, UFMS e UFMT; divulga as chamadas para dossiês abertas para 2022.

Chamada dossiê Democracia e cidadania nas ondas sonoras: Interessa ao dossiê selecionar trabalhos de autoras e autores que trabalhem os fundamentos do rádio expandido e hipermidiático, das emissoras em AM e FM, na internet ou das produções crescentes de podcasts no Brasil em reflexões acerca dos debates políticos e democráticos vivenciados na atualidade em um momento de pandemia do novo coronavírus. Também interessam abordagens relativas a apropriação da linguagem por meios tradicionais e alternativos, as saídas encontradas pela radiodifusão comunitária e a disseminação dos conteúdos radiofônicos ou em áudio nas redes sociais e seus atravessamentos no profissionalismo da comunicação nas perspectivas de raça, etnia, classe, gênero em suas especificidades na América Latina.

Data de Submissões: até 31/01/2022

Mais informações: https://portalrevistas.ucb.br/index.php/esf/announcement/view/78

 

Revista Espaço Acadêmico: Dossiê “(Bio)grafando Mulheres”

Em março deste ano, a Associação Nacional de Pós-Graduação de Ciências Sociais- ANPOCS, em parceira com o LABGEN da UFF, realizou um Seminário intitulado: Mulheres na Teoria Social, recuperando a história de várias mulheres de diferentes continentes e sua importância para o pensamento social, contudo, ausentes dos espaços institucionais.
Na história escrita da humanidade, as mulheres raramente aparecem, não porque não participaram dela, mas porque a história da humanidade foi uma história contada pelos homens, tornando assim as mulheres quase "invisíveis" ou não relevantes. Apenas em meados do século XX, com o avanço de uma história social e dos movimentos feministas, foi feita uma tentativa para reconhecer o papel da mulher no desenvolvimento político, científico, social e econômico que tinha se tornado invisível na história.
O objetivo desse Dossiê é a partir das noções de biografia (escrita de uma vida) e trajetória (o que atravessa uma vida), recuperar as singularidades de histórias de mulheres no campo das ciências e das artes. Esse reconhecimento das mulheres na análise histórica significa não apenas dar às mulheres um lugar nos vários eventos do passado, mas também reinterpretar esses eventos à luz de seus impactos diferenciais.
Apesar dos obstáculos, são muitas as mulheres que conseguiram por sua determinação, imaginação, força e a sua voz fazer o seu caminho na sociedade do seu tempo e abrir oportunidades a outras mulheres em espaços acadêmicos, artísticos, políticos e sociais. Infelizmente, não foram tantas as reconhecidas, nem se valorizou as suas enormes contribuições. A escritora Virgínia Woolf na sua obra “Mulheres e ficção” (1929), relata o quanto o campo da literatura foi renegado às mulheres devido às normas e cultura de uma época. Fazer literatura, ciência ou arte era papel dos homens e por muito tempo permaneceu dessa forma, assim, as narrativas carregaram, em seus enredos, primordialmente os lugares que eles ocuparam.
No entanto, muitas mulheres foram pioneiras em afrontar o sistema patriarcal vigente, em enfrentar esses obstáculos, sendo protagonistas em todos os movimentos artísticos, desde a Renascença até hoje. Artistas como Sofonisba Anguissola, retratista italiana, considerada a primeira mulher artista do Renascimento e cujas obras foram atribuídas a pintores da corte do rei. Hilma af Klint, artista sueca que criou o movimento abstrato, Frida Kahlo, uma surrealista mexicana, artista que se tornou um ícone do feminismo e da comunidade LGBTI e muitos outros, que ganharam reconhecimento por seus trabalhos após sua morte. No Brasil, artistas como Tarsila do Amaral, uma pintora modernista considerada a mais famosa artista brasileira do século 20, que ajudou a definir um estilo de identidade nacional pós-colonial para o seu país. No campo da literatura, Virgínia Woolf aponta as renomadas escritoras inglesas Emily Bronte e Jane Austen como algumas das poucas mulheres que conseguiram fazer literatura no seu tempo, entretanto, nenhuma delas publicaram seus romances com seus próprios nomes. O primeiro romance publicado por Jane Austen, “Orgulho e preconceito”, continha apenas a inscrição: “Um romance. Em três partes. Escrito por uma dama.”, os outros livros eram creditados à “mesma autora” dos outros livros. Emilly Bronte, a autora da obra “O morro dos ventos uivantes”, publicava suas obras com o pseudônimo de Ellis Bell. O romance "Middlemarch: um estudo da vida na província", considerado um dos melhores em literatura inglesa, foi escrito por George Elliot, pseudônimo da escritora Mary Ann Evans.
Na ciência, as mulheres conseguiram menos destaque ainda e seguem ofuscadas desde então. A cientista Katherine Johnson, responsável pelos importantes cálculos matemáticos que levaram o homem à lua, alcançou reconhecimento tempos depois dos seus feitos com a estreia do filme “Estrelas além do tempo” (2016); de forma semelhante, a cientista Marie Curie, ganhadora de dois Prêmios Nobel, viveu grande parte de sua vida na sombra do marido, conquistando reconhecimento posteriormente. No Brasil, Virgínia Bicudo, responsável por trazer e popularizar a Psicanálise no Brasil, na Colômbia, Margarita Marino de Botero, a primeira defensora ambiental da Colômbia que participou ativamente das discussões ecológicas mais importantes do mundo e outras grandes cientistas e acadêmicas seguem renegadas ao esquecimento.
Dessa forma, propomos para esse dossiê o acolhimento de artigos que contemplem as biografias das mulheres que marcaram a história em diversas áreas do conhecimento e dos saberes, além de reflexões que permitam compensar o esquecimento na história já contada e reinscrever por meio de memórias e narrativas um outro posicionamento para os fatos e eventos   históricos.

Data de Submissões: até 04/03/2022

Mais informações: https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/EspacoAcademico/announcement/vie...

 

Revista interprogramas de Pós-graduação em Comunicação do Centro Oeste Esferas: Dossiê "Mito e Comunicação Digital"

A Esferas, Revista Interprogramas de Pós-graduação em Comunicação do Centro Oeste é um espaço virtual coletivo de trocas e reflexões, sob a égide dos cinco Programas de Pós-graduação em Comunicação do Centro-Oeste: UCB, UnB, UFG, UFMS e UFMT; divulga as chamadas para dossiês abertas para 2022.

O trabalho pretende observar e analisar a relação entre o poder narrativo do mito e as mitologias que deles advêm, mas também as tendências fracas ou fortes à mitificação, a partir da teorização do mito em suas várias vertentes (antropológica, narratológica, psicológica, filosófica, estética etc.) parece uma forma eficiente de compreender o mal-estar e os anseios da civilização contemporânea, com a finalidade última de lidarmos melhor com elas, uma vez que as relações sociais são coletivamente mediadas por tecnologias digitais.

Data de Submissões: até 30/04/2022

Mais informações: https://portalrevistas.ucb.br/index.php/esf/announcement/view/79

 

Revista interprogramas de Pós-graduação em Comunicação do Centro Oeste - Esferas: Dossiê "Comunicação e Estudos Biográficos"

Essa chamada visa congregar os profissionais da Comunicação e de outras áreas que pesquisam (auto)biografias, memórias, histórias de vida, perfis biográficos, e visa ampliar o diálogo com especialistas nacionais e internacionais; desenvolver a interdisciplinaridade no campo comunicacional; estimular a divulgação e a informação sobre a pesquisa (auto)biográfica na área de Comunicação; promover a crítica e o pluralismo teórico e metodológico em suas diferentes produções.

Data de Submissões: até 31/08/2022

Mais informações: https://portalrevistas.ucb.br/index.php/esf/announcement/view/80

 

Revista Sul Sul de Ciências Humanas e Sociais: Dossiê “Nos encarnes da vida: produção, gestão e difusão de conhecimento em gênero, sexualidades e queer”

A Revista Sul-Sul de Ciências Humanas e Sociais informa que está aberta a chamada para o Dossiê Vol. 02 N. 03 - Nos encarnes da vida: produção, gestão e difusão de conhecimento em gênero, sexualidades e queer. 

O dossiê é coordenado por Anderson Ferrari, Doutor em Educação pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp, Brasil), Professor adjunto de Ensino de História da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF, Brasil); Clebemilton Nascimento, Professor Assistente vinculado ao Centro de Letras da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), Doutorando em Difusão do Conhecimento pela UFBA e Suely Aldir Messeder, Doutora em Antropologia pela Universidade Santiago de Compostela, validado no Brasil pelo Programa de Pós-Graduação em Antropologia - UFBA, professora titular da Universidade do Estado da Bahia - UNEB.

Data de Submissões: até 20/12/2022

Mais informações: revistas.ufob.edu.br

 

Revista REMHU: "Mujeres migrantes y trabajo doméstico”

En el campo de estudios sobre migraciones, y en particular sobre mujeres migrantes, el trabajo doméstico (remunerado y no remunerado) se torna central en la organización, sostenimiento y reproducción de los proyectos migratorios. En diferentes latitudes, el trabajo doméstico y del cuidado ha sido un mercado de trabajo en el que la migración - interna e - internacional ha tenido una gran relevancia, podría decirse que guarda un “nexo estructural” (Ariza, 2011, p; 18). El incremento de la demanda de trabajo doméstico y cuidado se ha resuelto, precariamente, con la contratación entre particulares de mano de obra inmigrante femenina (Anderson, 2000, 2001, 2007; Ariza, 2011; Cox, 2006).

En este sentido, la relación entre la migración de mujeres y el trabajo doméstico es histórica y da cuenta de los renovados mecanismos de jerarquización, racialización y generización laboral, que promueven la reproducción de desigualdades entre varones y mujeres, y también entre las propias mujeres a partir de la pertenencia de clase, la asignación racial y el origen nacional. La concentración de mujeres migrantes en el trabajo doméstico muestra entonces que la intersección de desigualdades de clase, género, raza y nacionalidad resulta un elemento constitutivo de la fuerza de trabajo. Desigualdades que se expresan en la persistente invisibilización, precarización y desvalorización social que enfrentan las trabajadoras domésticas migrantes, las cuales se profundizan cuando estas mujeres se encuentran en condición de irregularidad migratoria.

El crecimiento del trabajo asalariado de mujeres, la persistencia de la división del trabajo generizado y racializado, la disminución sustancial del apoyo estatal para la reproducción social y la privatización de los espacios de cuidado infantil ha dado lugar a una creciente demanda de mujeres inmigrantes ejerciendo trabajo doméstico y del cuidado (Chang, 2000; Hill Maher, 2003; Hondagneu – Sotelo 2011; Mattingly, 2001; Parreñas, 2001).  Los resultados de los últimos reportes (WIEGO, 2021; OIT, 2021) confirman un impacto desproporcionado en los medios de subsistencia de las mujeres trabajadoras durante la pandemia del Covid-19.

El trabajo doméstico constituye uno de los sectores más afectados por las crisis derivadas de la pandemia, lo que representa un obstáculo creciente al cumplimiento efectivo de los derechos y avances que ha generado tanto las luchas sindicales, de organizaciones de trabajadoras como la adopción en algunos países del convenio 189 de la OIT. En el caso concreto de las mujeres migrantes que se dedican a este trabajo, la emergencia sanitaria las expuso a nuevas situaciones de desprotección y vulnerabilidad al mismo tiempo que desnudó antiguas formas de desigualdad vinculadas a las condiciones de informalidad y precariedad que caracteriza a este trabajo. Si bien en varios países las trabajadoras domésticas han sido consideradas esenciales, mujeres migrantes trabajadoras han sido excluidas de los sistemas de protección y de salud por su nacionalidad.

Esta propuesta parte del reconocimiento de la importancia de los estudios sobre migraciones, trabajo doméstico (sea remunerado o no) y género en las sociedades contemporáneas, especialmente en un contexto caracterizado por una creciente hostilidad hacia las poblaciones migrantes. Es decir, un contexto de creciente vulnerabilidad y de emergencia sanitaria en donde la lucha organizada ha pasado a ocupar más los medios digitales buscando alcanzar más trabajadoras y trabajadores, pero donde la brecha digital se acentúa y potencia aún más el aislamiento y la falta de acceso a derechos laborales.

La propuesta es reunir artículos que analicen la relación entre mujeres migrantes y el trabajo doméstico con diversas posibilidades de reflexión, por ejemplo, la explotación de la fuerza de trabajo, la violencia, los abusos, la mercantilización del afecto, el cuidar de otros/as, el aislamiento, la pérdida de privacidad, las formas de resistencias, lucha y organización, entre otros. Son también bienvenidas las contribuciones que analicen las situaciones de vulnerabilidad y desprotección de las trabajadoras domésticas migrantes, potenciadas en el contexto de la pandemia producto del coronavirus, como así también su capacidad de agencia y las estrategias de lucha y resistencia que despliegan en pos de transformar esas situaciones.

Este dossier buscar ampliar las perspectivas analíticas sobre el tema en los más diversos contextos en que el trabajo doméstico está siendo históricamente realizado por mujeres migrantes.

Sugerimos algunos tópicos que pueden ser profundizados en los artículos:

- Interseccionalidad y trabajo doméstico

- División sexual del trabajo y migración

- Explotación de la fuerza de trabajo femenina

- Inmovilidad, confinamientos y trabajo remunerado en casa particular

- Trabajo afectivo y mercantilización del afecto

- Maternidad, migración y trabajo

- Relaciones de cuidado y cuidadoras

- Trabajadoras domésticas y sus derechos

- Políticas migratorias y de trabajo

- Derechos de las mujeres migrantes y acción de organizaciones internacionales y de la sociedad civil organizada

- Formas de resistencia, lucha y organización

- Racismo institucional, trabajo doméstico y migración

- Violencia de género

- Feminización de la pobreza

Data de Submissões: até 20/12/2022

Mais informações: http://remhu.csem.org.br/index.php/remhu/announcement/view/27

 

Coisas do Gênero - Revista de estudos feministas em teologia e religião: ecofeminismo (s), teologias e territórios

O termo Ecofeminismo traz à discussão a relação entre duas bases que estruturam a sociedade atual: o patriarcado e o capitalismo. Entendendo que as mulheres são as maiores vítimas da violência da degradação ambiental, os movimentos ecofeministas articulam, em uma perspectiva sistêmica, as buscas por direitos iguais para mulheres e homens, por sustentabilidade e a defesa do meio-ambiente. Dentro desses movimentos, a reflexão teológica está associada à teologia ecofeminista. Ela envolve o desenvolvimento conceitual das relações entre as religiões patriarcais, junto aos seus sistemas simbólicos, e a evolução social patriarcal e capitalista, propondo de ações e discursos para desenvolver espiritualidades engajadas na busca dessas novas relações. Este dossiê busca refletir sobre teorias, metodologias e práticas ecofeministas e suas histórias, aceitando artigos em perspectivas plurais

Mais informações: http://periodicos.est.edu.br/index.php/genero/announcement/view/52

 

Chamada Temática para submissão de artigos,resenha, entrevista ou ensaio – Revista Profanações

Atualmente a Revista Profanações conta com pesquisadores pareceristas vinculados ao pensamento agambeniano e/ou de seus interlocutores de universidades da Argentina, Chile, Peru, Colômbia, México, Espanha, Itália e, de diversas regiões do Brasil.

A Revista Profanações convida os/as interessados/as em contribuir com a temática proposta, sob a forma de artigo, resenha, entrevista ou ensaio. Esperamos receber contribuições sobre a temática apresentada acima, assim como análises comparativas, que considerem as contribuições da biopolítica italiana frente a possíveis diálogos com autores europeus, latino-americanos e/ou asiáticos, além de análises sobre a (bio)política no Brasil à luz do pensamento italiano. Nesse sentido, são bem-vindas quaisquer contribuições que estejam de acordo com os interesses da “Revista Profanações” (vide “Foco e Escopo” da revista).

Prazo para submissão: Fluxo contínuo

Mais informações: http://agambenbrasil.com.br/revista-profanacoes/

 

Revista Argumentos

Argumentos é uma revista eletrônica do Departamento de Política e Ciências Sociais da Universidade Estadual de Montes Claros. Seu objetivo geral é estabelecer-se como um espaço de debate e intercâmbio em ciências sociais sob uma perspectiva crítica. Sua área temática, portanto, inclui antropologia, sociologia e ciência política.

Nosso público-alvo são pesquisadores de ciências sociais e humanas (acadêmicos, estudantes, membros de organizações sociais e da comunidade em geral). Argumentos tem o português como idioma principal, mas recebe e publica pesquisas em espanhol e inglês. Sua periodicidade é semestral. Convidamos a apresentação de artigos científicos públicos não publicados e originais, sujeitos a um processo de revisão por pares. Lançamos dois dossiês por ano, mas temos uma recepção aberta e permanente de itens ao longo do ano.

Atualmente, a Argumentos está em indexadores com os metadados DOAJ, Latindex, Redib, Sumarios.org, Diadorim, Mines Journals; no indexador de métricas do Google Scholar; e nos mecanismos de busca da CAPES, Portal de Jornais - ANPOCS, LatinREV - CLACSO, MIAR e EZB. Cada artigo publicado pela Argumentos também possui o sistema de identificação DOI (Digital Object Identifier). As avaliações seguirão uma ética de avaliação duplo cego. Depois de passar pelo Comitê Editorial da revista, responsável por verificar se os padrões exigidos na seção "Diretrizes para autores" são cumpridos, os artigos são enviados anonimamente a dois árbitros, especialistas na área, para uma avaliação cuidadosa dos sua qualidade Em caso de desacordo, o artigo será enviado a um terceiro especialista. Os documentos recomendados para publicação com revisão de conteúdo serão enviados novamente a dois revisores, preferencialmente os do processo inicial.

Mais informações podem ser encontradas na página da revista: https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/argumentos

Os artigos podem ser enviados através do email: revista.argumentos@unimontes.br ou através da plataforma.

 

Revista Gênero

A revista publica trabalhos que contribuam para o estudo das relações de gênero, escritos a partir de diferentes tradições disciplinares, dentro de um arco de questões que dizem respeito à condição feminina, homossexualidades, masculinidades dentre outros temas correlatos.

Mais informações: http://www.periodicos.uff.br/revistagenero

 

Revista Diversidade e Educação

A Revista Diversidade e Educação é uma revista de divulgação científica semestral e publica artigos e relatos de experiências educativas nas temáticas de corpos, gêneros, sexualidades e relações étnico-raciais. A revista tem como foco textos que tratem dessas temáticas no espaço escolar e em outros espaços educativos.

Mais informações: https://periodicos.furg.br/divedu/about/submissions

  

Revista LibertAção

O Consultor Ad Hoc tem a função de auxiliar na avaliação dos artigos das diversas áreas do conhecimento enviados para o periódico. Para a seleção dos consultores que formarão o cadastro, serão considerados a titularidade (doutorado em Filosofia, Educação ou áreas afins) e a vinculação institucional.

As áreas temáticas da revista são Ensino de Filosofia, Marxismo e Educação, Filosofias Africanas, descolonização curricular/decolonialidades e filósofas contemporâneas.

Os/as interessados/as devem enviar os dados pessoais (nome, e-mail), suas áreas de interesse/pesquisa, bem como o link do currículo lattes para o e-mail revlibertacao@gmail.com com assunto Cadastro de Consultor Ad Hoc.

Mais informações: revlibertacao@gmail.com

 

Revista Pensata: Chamada para parecerista

A revista Pensata dos Alunos do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da UNIFESP – é uma revista acadêmica que se propõe a abrir um espaço de reflexão crítica e diálogo interdisciplinar entre a Antropologia, a Ciência Política e a Sociologia a partir das propostas temáticas das três linhas de pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da UNIFESP (Conflitos, Sujeitos, Direitos; Pensamento, Conhecimento, Expressão; e Territórios, Trabalho, Políticas Públicas), sem excluir, entretanto, temas relativos a outras áreas do conhecimento em diálogo com as Ciências Sociais. Será contemplada a publicação de artigos, resenhas, entrevistas, transcrições, e traduções em português e em espanhol, visando com isso tanto uma pluralização linguística do conteúdo divulgado quanto uma integração de pesquisas e perspectivas dos países latino-americanos vizinhos.

A Revista Pensata convida pesquisadores(as) doutores(as) para integrar o corpo de avaliadores do periódico.

Mais informações: https://periodicos.unifesp.br/index.php/pensata/announcement/view/220

 

 

3.b - Inscrições abertas para participação em eventos

 

 

Jornada de Estudos: Análise do Discurso de Corpus Digitais - Desafios Epistemológicos e Metodológicos

A jornada de estudos tem como tema central a análise do discurso de corpus digitais.  A circulação de discursos online traz novas questões sobre a metodologia de pesquisa em análise do discurso, como indicam os trabalhos de vários autores (as) dessa nova área de pesquisa.

Assim, é oportuno se questionar sobre os possíveis usos dos diferentes suportes textuais digitais, cuja abundância impõe uma série de desafios ao analista do discurso. Se por um lado estes discursos possibilitam ao pesquisador (a) a reconstituição de enunciados antes pouco acessíveis, como a discussão em torno de uma polêmica política, a natureza semiótica e a massa de dados textuais das publicações digitais podem provocar rupturas metodológicas.

Deste modo, o objetivo deste encontro é discutir os novos desafios epistemológicos ligados a estas manifestações linguísticas digitais a partir dos seguintes questionamentos: como constituir e explorar um corpus suficientemente representativo das discussões que acontecem na web? Como estudar estas produções com as noções fundadoras da análise do discurso? É necessário modificá-las ou adaptá-las a uma realidade discursiva digital? Se sim, de que forma? Como compreender os diferentes registros discursivos e os diferentes papéis dos enunciadores (comentários anônimos, por exemplo)? Como incorporar as ferramentas tecnológicas (programas, plataformas e coleta de dados) aos procedimentos analíticos?

O evento abordará tais questões a partir de diversas temáticas e problemáticas de pesquisa em torno dos discursos políticos e midiáticos. Serão aceitos trabalhos sobre o discurso de blogs e fóruns, sobre as discussões em redes sociais digitais ou ainda sobre os meios de comunicação digitais.

Os trabalhos deverão se articular em torno de pelo menos uma das seguintes áreas temáticas:

* Constituição do corpus de pesquisa

* Definição e aplicação da metodologia de pesquisa

* O lugar da argumentação nos discursos digitais

* Parecer crítico sobre o procedimento de investigação mobilizado

Data de submissão – até 25/09/2021

Data do evento - 22 e 23/11/2021

Mais informações: jeadal2021@gmail.com

 

Colóquio Mulheres Mecenas

Por ocasião do V Centenário do Nascimento da Infanta D. Maria, Duquesa de Viseu e fundadora da primeira igreja de Santa Engrácia, o Artis- Instituto de História da Arte da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa em parceria com o Panteão Nacional organizam o Colóquio Mulheres Mecenas, que se realiza nos dias 25 e 26 de novembro de 2021, no Palácio dos Marqueses do Lavradio (Campo de Santa Clara).

Desde a Antiguidade aos nossos dias, as mulheres têm tido um papel de relevo na formação do gosto, no colecionismo artístico e na proteção às Artes e Letras. Contudo, a História das Mulheres e de Género só nos últimos anos ganhou espaço próprio, depois de várias gerações dos Annales terem consolidado uma metodologia de análise histórica segundo uma vertente pluridisciplinar, no âmbito das Ciências Sociais.

Estes estudos têm vindo a revelar a ação feminina em diferentes campos numa perspetiva global e também no domínio da arte a mulher deixou de ser vista apenas como a musa inspiradora de artistas, passando ela própria a ser avaliada enquanto criadora da obra de arte, doadora e mecenas. É este domínio do mecenato artístico que emoldura o presente colóquio a propósito da evocação da Infanta D. Maria, modelo de princesa culta e mecenas do largo tempo do Renascimento, no qual viveu. O encontro servirá para a discussão do tema do mecenato no feminino nos diversos tempos históricos, sublinhando o modo como as mulheres nas sociedades patriarcais, ao mesmo tempo que cultivavam conhecimento, encontraram, por esta via, formas de exercer poder e influência.

Data de submissão – até 10/09/2021

Data do evento - 25 e 26/11/2021

Mais informações: https://coloquiomulheresmecenas.dgpc.pt/

 

VI Fórum Permanente de Museus Universitários

No dia 17 de maio de 2021, abriram as inscrições para o VI Fórum Permanente de Museus Universitários (VI FPMU), que acontecerá de 18 a 22 de outubro de 2021. O evento, realizado pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), por meio da organização do Museu de Arqueologia e Etnologia, em parceria com a Rede Brasileira de Coleções e Museus Universitários, conta com o apoio de diversas universidades do Brasil.

Em sua primeira edição virtual, o FPMU tem como objetivo agregar, debater e propor a elaboração de uma política pública para os Museus Universitários Brasileiros, a partir do estímulo das discussões sobre a identificação, a organização, a preservação e a pesquisa dos acervos e das coleções universitárias, apoiando os distintos processos museológicos em andamento nas instituições brasileiras e, principalmente, contribuir para a valorização e a divulgação dos acervos nacionais.

O evento, previsto inicialmente para acontecer de forma presencial em Curitiba no ano passado e adiado para 2021 por conta da pandemia, será voltado para profissionais, pesquisadoras e pesquisadores, docentes, e estudantes que pesquisam ou trabalham com as diferentes tipologias de Coleções e de Museus Universitários.

Data do evento - 18 e 22/10/2021

Mais informações: https://vifmu.ufpr.br/portal/

 

4ª Conferência Bienal da Associação para Estudos Africanos de África | ASAA2022

África e o Humano: Questionamentos Antigos, Novos Imaginários

ASAA2022. 4ª Conferência Bienal da Associação Africana de Estudos Africanos — ASAA

11–16 de Abril de 2022. Universidade de Cape Town, África do Sul

Co-organizado pelo HUMA – Instituto de Humanidades em África da Universidade da Cidade do Cabo, o evento pretende criar um espaço interdisciplinar de conversas entre as disciplinas – ciências sociais e humanas (SSH) e ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM) – centrando-se na produção de novos conhecimentos sobre África e o ser humano.

ASAA2022: Datas chave

14 Jul 2021: Chamada por resumos

30 Set 2021: Submissão dos resumos

01 Nov 2021: ASAA2022 registo antecipado

14 Nov 2021: Notificação da aceitação dos resumos

31 Jan 2022: Encerramento do registo antecipado

01 Fev 2022: Início do registo

03–08 Abr 2022: Excursões pré-conferência

09–10 Abr 2022: Chegadas pré-conferência

11–12 Abr 2022: ASAA2022 workshops e reuniões pré-conferência

13 Abr 2022: ASAA2022 abertura da conferência e plenárias

14 Abr 2022: ASAA2022 debates da conferência

15–16 Abr 2022: ASAA2022 sessões paralelas da conferência

17–22 Abr 2022: Excursões pós-conferência

30 Maio 2022: Apresentação de notas de conceitos para os volumes editados da série “Encounters” HUMA-ASAA

30 Jun 2022: Submissão de versões preliminares de artigos para a série “Encounters”

01 Set 2022: Notificação da aceitação das versões preliminares de artigos para a série “Encounters”

30 Set 2022: Submissão das versões finais dos artigos para a série “Encounters”

01–30 Mar 2023: Lançamento da série HUMA-ASAA “Encounters”

A ASAA encoraja aos apresentadores de trabalhos para refletirem sobre o tema da conferência e abordarem as questões sublinhadas na descrição do tema. Agradecemos que leia a informação e a seguir clique no botão abaixo para submeter a sua proposta no nosso portal online para o efeito.

Os artigos selecionados serão publicados na série “Encontros” da HUMA-ASAA.

Para mais informações, consulte a chamada completa em português e o website da ASAA2022.

Disponível em: https://plataforma9.com/congressos/4-conferencia-bienal-da-associacao-pa...

 

V Seminário Desfazendo Gênero

Saiba o que está sendo preparado para o V Seminário Internacional Desfazendo Gênero:

Conferências Magnas: Estamos em contato com pesquisadores e ativistes que pautam suas pesquisas e lutas no eixo violência/gênero/interseccionalidades para disponibilizar conferencistas internacionais

Mesas redondas: Com dois convidades, um moderadore traz um tema e coloca na mesa para debate, com pautas atuais e necessárias em torno da temática principal do evento. Serão indicados marcadores da diferença como prioridade para o número máximo de mesas-redondas a serem realizadas

Simpósios Temáticos: Receberemos propostas de Simpósios Temáticos em torno de eixos históricos do Desfazendo Gênero. As propostas serão recebidas até o dia 08 de outubro e os Simpósios Temáticos aceitos para essa edição serão aprovados até o número máximo de 30) serão divulgados para receber trabalhos que serão apresentados, debatidos e posteriormente publicados nos anais do evento. Os trabalhos poderão ser submetidos entre os dias 10 de setembro e 10 de outubro de 2021

Rodas de Conversa: Tecendo Redes: Nesta edição online, como uma estratégia de aproximar as pessoas, mesmo que virtualmente, receberemos propostas de movimentos sociais, grupos de pesquisa, associações, ONGs, grupos de advocacy ou quaisquer outros grupos organizados que queiram se apresentar e tecer ou ampliar redes de ativistas, pesquisadores e interessados nos temas correlatos ao Desfazendo Gênero.  As propostas serão recebidas até o dia 27 de setembro. Serão aprovadas para essa edição 18 Rodas de Conversa para três ou dois encontros de 1h10.

Mostra de fotografias: A 5ª edição do Desfazendo Gênero receberá fotografias que serão selecionadas a partir de alguns marcadores e alguns requisitos técnicos e parâmetros sobre direitos autorais, direitos de imagens e regras de disponibilidade de imagens em site público. As inscrições terão início em 03 de setembro e encerram em 03 de outubro. 

Mostra de vídeos: Também nesta 5ª edição será realizada mostra de vídeos que serão selecionadas a partir de alguns marcadores e alguns requisitos técnicos como disponibilidade do vídeo no youtube, parâmetros de tempo entre outros requisitos. As inscrições terão início em 1º de setembro e encerram em 30 de setembro.  Período de submissão: 14/07/2020 até 05/09/2020

Data de Submissão: Simpósio até 10/10/2021, Roda de Conversa até 27/09/2021, Mostra de Fotografias até 03/10/2021

Mais informações: http://desfazendogenero.com.br/

 

V SEMINÁRIO INTERNACIONAL DESFAZENDO GÊNERO

Consoante às outras quatro edições anteriores do Seminário Desfazendo Gênero, o debate da quinta edição está em torno de problemas diversos que envolvem as relações de gênero e as sexualidades com a historicidade das práticas sociais. O evento, que completa 10 anos em suas edições bianuais, tem como propósito reunir pessoas interessadas de diversas formações e perfis, com predominância para estudantes, pesquisadores/as, professores/as de diferentes níveis de ensino, artistas e ativistas. Para a 5ª edição, organizada pelo Programa de Pós-Graduação em Sociedade, Tecnologias e Políticas Públicas da Unit, sob a coordenação da professora Verônica Marques, foi escolhido pela comissão organizadora como macrotema “Conhecimento dissidente, cura coletiva e novas modulações da experiência”. Orientado pelo macrotema, esta edição tem por objetivo provocar, no contexto pandêmico da Covid-19, discussões pontuais e transversais, de modo a compor propostas sobre outras “pandemias ocultas” na sociedade do século XXI. Evocamos o pensamento dissidente que conduz a outros saberes e abre margem para instigantes desafios a serem enfrentados em campos severamente disputados. É preciso não negligenciar a violência e seus impactos em corpos dissidentes, esses que tencionam e subvertem expectativas conservadoras e normalizadoras. Agências, processos de subjetivação, representações políticas e políticas públicas configuram mecanismos de resistência e disposições da cura frente a bionecropolítica genderizada. Comunidade lgbtqia+, negra, quilombola, indígena, ativista, ao tempo que interpelam publicamente os poderes hegemônicos do cis-heteropatriarcado exclamam: #parem de nos matar!

Data de Submissão: 22 a 25/11/2021

Mais informações: https://www.desfazendogenero.com.br/normas-inscricao.php

 

VI Congresso Internacional de Direitos Humanos de Coimbra

O “VI Congresso Internacional de Direitos Humanos de Coimbra: uma visão transdisciplinar”, mais uma vez, convida toda a comunidade acadêmica para um momento de reflexão e de debates acerca de diferentes e relevantes problemáticas sócio-jurídicas encontradas no âmbito dos Direitos Humanos. A proposta deste evento acadêmico internacional é fomentar, conforme sua proposição temática, a construção de ideias e o desenvolvimento de teorias científicas a partir de uma perspectiva multidisciplinar e crítica das ciências sociais e jurídicas.

Data de Submissão: 12 a 14/10/2021

Mais informações: https://www.cidhcoimbra.com/

 

II Seminário Efeitos de Gênero: Dos Corpos Violentados às Afetividades Ativas

O Seminário Efeitos de Gênero (SEGE) é uma iniciativa do GT regional da ANPUH (Associação Nacional de História), que desde sua fundação, em 2018, percebe a necessidade de ampliar os espaços de debates entre acadêmicos(as), estudiosos(as) e grupos de pesquisas em Minas Gerais, numa abordagem interdisciplinar. Essa percepção coaduna com os propósitos do Grupo de Pesquisa e Estudos Gênero e Violência (GPEG), institucionalizado na Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes) e cadastrado no CNPq. Em parceria com instituições de ensino e movimentos sociais, em 2019, realizamos a primeira edição do SEGE na Unimontes.

Em sua segunda edição, o evento institui como subtítulo: “Dos corpos violentados às afetividades ativas”, revelando a relevância de mobilizações teórico-práticas para o enfrentamento das violências de gênero vividas no passado e no presente. Ressaltamos que o contexto atual pede urgência na constituição de alianças entre os corpos dissidentes e precarizados para o fortalecimento das lutas contra o avanço das agendas conservadoras que têm projetado retrocessos nos direitos historicamente conquistados pelos movimentos sociais. A partir do refinamento teórico e da partilha de saberes e fazeres, o II SEGE deseja abrir possibilidades de construção de horizontes outros a partir de diálogos e dos afetos. Almejamos que os feminismos, em sua pluralidade potente, nos inspire nas elaborações coletivas, alegres, respeitosas e justas.

Data de Submissão: 21 e 22/10/2021

Mais informações: https://www.even3.com.br/sege2021/

 

Workshop Mulheres e Resistência(s) no Império Português

Na história do Império português, as mulheres vivenciaram e integraram formas diversas de resistências. Numa iniciativa conjunta do CHAM–Centro de Humanidades da NOVA FCSH e PROFHISTÓRIA-UFMA, o Workshop “Mulheres e Resistência(s) no Império Português” tem como intenção apresentar trabalhos, estabelecer diálogos e propiciar debates a partir de várias vertentes em torno da temática proposta. A intenção é agregar investigações desenvolvidas a partir de diversos prismas e assim promover um profícuo diálogo entre os investigadores, abarcando assim significativa diversidade de trabalhos e reflexões sobre as múltiplas resistências nas suas várias formas. Propõe-se, neste sentido, a abordagem de estudos relacionados a práticas de resistências, destacadamente: processos migratórios e povoamento, redes de sociabilidades, trajetórias de vida, estratégias de sobrevivência, saberes e práticas de saúde, religião, política, educação, comportamentos, vestimentas, etc. Buscar-se-á debater, ainda, a respeito de tais práticas, as suas dimensões e narrativas historiográficas.

Por motivos de segurança, e tendo em conta a actual crise pandémica, o Workshop será exclusivamente on-line.

Data de Submissão: 20/10/2021

Mais informações: http://mulhereseresistencias.mozello.pt/ou https://www.facebook.com/mulheresresistencias/

 

III SIMPÓSIO DE GÊNERO E DIVERSIDADE

A terceira edição do Simpósio de Gênero e Diversidade da UFPel terá como tema “De(s)colonizar o pensamento em tempos de pandemia” e ocorrerá entre os dias 10 e 12 de novembro. O evento é organizado pelo grupo de pesquisa D’Generus: Núcleo de Estudos Feministas e de Gênero e ocorrerá de forma remota.

O evento será uma plataforma para a discussão do momento histórico ora vivido, marcado pelo aprofundamento de desigualdades sociais, especialmente nos países do Sul global como o Brasil, tendo como analisadores questões de gênero e de diversidade humana. Os objetos de estudo são construídos a partir de lógicas interseccionais, articulados com um amplo conjunto de marcadores sociais como classe, etnia/raça, sexualidade, contexto centro-periferia entre outras.

O grupo de pesquisa tem caráter interdisciplinar e, por conseguinte, o evento apresenta e defende a interdisciplinaridade no que tange a discussão de questões de gênero e de diversidade humana. Serão priorizados estudos e pesquisas em andamento ou concluídas, mas que tenham resultados ou implicações metodológicas que fomentem o debate em seu campo.

Os trabalhos completos serão publicados na primeira edição da Revista D’Generus: Revista de Estudos Feministas e de Gênero que será lançada durante o evento.

Entre os palestrantes do Simpósio estão a professora da UnB, Flávia Biroli, a professora e escritora Vilma Piedade, a professora da UFF, Virgínia Fontes e a professora da PUC-Goiás, Lucia Rincon.

Data de Submissão: 10 a 12/11/2021

Mais informações: https://www.even3.com.br/3simposio2021/

 

I Simpósio Internacional de Crítica Feminista e Autoria Feminina, IV Encontro Internacional Interculturalidade e Escrita Feminina Latino-Americana / Colóquio de Literatura e Imprensa Feminina

O grupo de pesquisa Crítica feminista e Autoria feminina: cultura, memória e identidade, cadastrado no diretório de grupo de pesquisa do CNPq – Brasil, propõe a realização do I Simpósio Internacional de Crítica Feminista e Autoria Feminina, no período de 02 a 04/12/2021, integrando dois outros encontros: IV Encontro Internacional Interculturalidade e Escrita Feminina Latino-Americana / Colóquio de Literatura e Imprensa Feminina. O primeiro se dá pela parceria entre a UFGD, a Unioeste e a Universidad de Jaén. O segundo, pela Universidade Estadual do Piauí e Universidade Estadual do Maranhão. Nesta edição, pretendemos reunir investigações voltadas aos textos e à crítica de mulheres a partir dos conceitos de cultura, memória e identidade.

Terá apresentações e debates a partir de conferências, mesas redondas e dos simpósios.

Data de Submissão: 02 e 03/12/2021

Mais informações: https://doity.com.br/coloquioliteraturafeminina

 

X SIEPEX - Salão Integrado de Ensino: "Conexão Ciência"

Nesse contexto, a escolha do tema “Conexão Ciência” foi motivada pela percepção da necessidade de reestruturar as ações de ensino, pesquisa e extensão para tornar os conhecimentos produzidos na universidade ainda mais acessíveis à sociedade. 

“A grande maioria da população não sabe, por exemplo, qual o papel das universidades em cada inovação que ocorre no dia a dia. Essa responsabilidade - de divulgar e esclarecer -  é inerente às instituições de ensino superior que, na maioria das vezes, ‘sabem fazer’ mas não ‘fazem saber’, ou seja, fazem muito, mas pouco comunicam sobre o que fazem deixando a sociedade sem informações sobre todo o histórico da contribuição do meio acadêmico para o desenvolvimento social em todos os sentidos”, comenta Erli, fazendo uma referência a uma fala do governador Eduardo Leite quando afirmou que, além de “saber fazer” é importante “fazer saber”.

Erli afirma ainda que o tema “Conexão Ciência” é abrangente e compreende todas as áreas do conhecimento, permitindo a integração entre universidade e a sociedade e o amplo debate sobre a importância das conexões para o avanço do conhecimento.

“A ideia é não limitarmos os debates a um único tema e permitir que a integração entre áreas seja discutida, tentando ao máximo reduzir as barreiras, ampliando as discussões interdisciplinares e oferecendo integração entre sociedade e universidade e entre ensino-pesquisa-extensão-administração, que ocorrem como uma constante na vida acadêmica e são interdependentes para o sucesso do avanço da ciência”, disse.

Data do evento: 28/09 a 15/10/2021

Mais informações: https://www.uergs.edu.br/10-siepex-amplia-possibilidades-de-participacao...

 

II Fórum Sociedade Crítica (FSC)

O Fórum Sociedade Crítica (FSC), principal evento do Programa de Pós-Graduação em Ciências Humanas e Sociais da Universidade Federal do Oeste da Bahia (PPGCHS/UFOB), articula-se a partir das duas linhas de pesquisa do Programa, a saber "Linguagem, cultura e poder" e "Sociedade, políticas públicas e sustentabilidade", e tem por objetivo debater questões candentes nas sociedades contemporâneas, a exemplo das relações etnicorraciais, dos Direitos Humanos, do gênero e das sexualidades, dos estudos críticos em Educação e História, dos estudos sobre distintas capacidades corporais, dos Estudos Descoloniais, do direito à identidade e ao território, dentre outros assuntos, todos abordados à luz de teorias críticas nas Ciências Humanas e Sociais e em caráter inter/trans/multidisciplinar.

Com primeira edição em 2019, o evento, à época, contou com mais de 300 pessoas inscritas, e reuniu pesquisadoras/es de distintas regiões do Brasil, de outros países da América Latina, bem como do continente europeu. Neste ano, o II FSC ocorrerá na modalidade online e terá como foco as estratégias epistemológicas e políticas mobilizadas pelos movimentos sociais e a(r)tivistas para se oporem ao status quo e à sua sanha de destruição da vida. O tema do evento será Vida insubmissa, pensamento transgressor.

O Fórum tem duas possibilidades de participação: a) ouvinte e b) apresentador(a) de resumo expandido em GT. Os resumos expandidos devem ser submetidos conforme os eixos temáticos abaixo. Pessoas com título de doutorado poderão propor Painéis Temáticos, os quais igualmente deverão obedecer aos eixos temáticos do evento.

O prazo-limite para submissão de resumo expandido e para proposição de painéis temáticos é dia 18 de agosto de 2021.

Eixos temáticos do II FSC:

* GT1 – Estudos das relações etnicorraciais

* GT2 – Estudo sobre gênero e sexualidades

* GT3 – Estudos De(s)coloniais

* GT4 – Educação: questões atuais

* GT5 – Linguagens e interculturalidade

* GT6 – Movimentos Sociais e lutas por (re)conhecimento

* GT7 – Sociedade, políticas públicas e qualidade de vida

* GT8 – Justiça ambiental e Sustentabilidade

Data do evento: 05 a 07/10/2021

Mais informações: https://www.even3.com.br/sociedadecritica/

 

 

TÓPICO 4 - CURSOS NA ÁREA DE GÊNERO

 

 

Núcleo de estudos interdisciplinares sobre a mulher

No âmbito acadêmico, o NEIM tem estimulado o crescente interesse de estudantes pela análise das questões de gênero e condição feminina na sociedade e na história. Nesse sentido, tem colaborado, efetivamente, ministrando cursos em nível de graduação e pós-graduação através dos departamentos de Ciência Política, Antropologia, Sociologia e História da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, bem como nos Cursos do Instituto de Letras, Escola de Enfermagem e Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia. Junta-se a esse esforço a criação, em 2005, do programa de Pós-Graduação (Mestrado e Doutorado) em Estudos Interdisciplinares sobre Mulheres, Gênero e Feminismo (PPGNEIM).  

Mais informações sobre os cursos: http://www.neim.ufba.br/wp/cursos/

 

Docência em gênero e sexualidade

As instituições de ensino devem ser espaços que promovem a aceitação às diferenças e discutem os temas mais urgentes da sociedade. Muitas questões consideradas tabus podem ser trabalhadas desde a infância para evitar situações posteriores de discriminação, preconceito e violência. Curso para capacitar educadores para desenvolverem atividades na área, atuando com a prática docente relacionada ao tema como forma de contribuir para mudanças significativas na sociedade.

Mais informações: https://www.educamaisbrasil.com.br/cursos-e-faculdades/docencia-em-gener...