Oportunidades na área de gênero - Setembro/2021

Publicado em 09/09/2021 - 01:24

As informações divulgadas nesta página, exceto tópico 1 - Núcleo Pagu, foram extraídas de sites de organizações externas ao Núcleo e por isso não são de responsabilidade do Núcleo ou da Universidade Estadual de Campinas.
 
Para recebimento de oportunidades via e-mail, envie uma mensagem com o título "inscrição divulga-pagu" para: pagu@unicamp.br.
 
TÓPICO 1
 
 
CADERNOS PAGU
Cadernos pagu, revista online, de acesso aberto e gratuito do Núcleo de Estudos de Gênero-Pagu, publica artigos inéditos com contribuições científicas originais, que colaborem para a difusão de conhecimentos no campo dos estudos de gênero e a leitura crítica da produção internacional. Recebe artigos em fluxo contínuo em português, inglês e espanhol. Todo o material publicado, inclusive no período anterior à indexação no SciELO, se encontra disponível em https://www.pagu.unicamp.br/pt-br/cadernos-pagu e http://http//periodicos.sbu/%C2%A0. No Scielo, disponível a partir da edição 16, em http://www.scielo.br/cpa%C2%A0%C2%A0.
 
 
TÓPICO 2 - FINANCIAMENTO DE PESQUISA
 
 
Fluxo Contínuo
A Fundação de Pesquisa de São Paulo (FAPESP) oferece em fluxo contínuo financiamento para projetos de pesquisa individuais e colaborativos a serem desenvolvidos sob a responsabilidade de um Pesquisador Responsável com título de doutor ou qualificação equivalente avaliada por sua súmula curricular, vinculado a entidades de ensino superior e pesquisa, públicas ou privadas, no Estado de São Paulo.
Para saber mais, acesse: http://www.fapesp.br/auxilios/
 
Chamada FAPESP 25/2017
Chamada de Propostas - Programa de Apoio a Núcleos de Excelência
Prazo para recebimento de propostas: fluxo contínuo
Serão selecionadas propostas em temas relacionados às mais diversas áreas do conhecimento, em consonância com os objetivos do Programa de Apoio a Núcleos de Excelência.
Apoio: FAPESP e CNPq
 
Chamada FAPESP 41/2016
DFG/FAPESP  Coordinated Programmes
Prazo para recebimento: fluxo contínuo
Propostas deverão seguir as normas da modalidade Auxílio à Pesquisa – Projeto Temático.
Apoio: FAPESP e Sociedade Alemã de Amparo à Pesquisa (DFG)
 
Chamada FAPESP 40/2016
DFG/FAPESP Research Grant Proposals
Prazo para recebimento: fluxo contínuo
Propostas deverão seguir as normas da modalidade Auxílio à Pesquisa – Regular.
Apoio: FAPESP e Sociedade Alemã de Amparo à Pesquisa (DFG)
 
Chamada FAPESP 42/2015
Chamada de propostas em colaboração com propostas submetidas ao EU Horizon 2020
Prazo para recebimento de propostas: fluxo contínuo
A pesquisa em colaboração abrange todas as áreas do conhecimento.
Apoio: FAPESP e União Europeia/Horizonte 2020
 
Fundo de Estruturação de Projetos - BNDES FEP
O BNDES apoia com recursos não reembolsáveis, provenientes do BNDES Fundo de Estruturação de Projetos (BNDES FEP), estudos técnicos ou pesquisas que estejam relacionadas ao desenvolvimento econômico e social do Brasil e da América Latina e que possam orientar a formulação de políticas públicas. Também são passíveis de apoio estudos que propiciem, direta ou indiretamente, a geração de projetos de elevado retorno social, que possam implicar significativos investimentos públicos ou privados.
 
Chamada FAPESP/UKRI
A FAPESP e os Conselhos de Pesquisa (Research Councils) do Reino Unido (UKRI, na sigla em inglês) tem como objetivo apoiar o desenvolvimento de projetos conjuntos de pesquisa propostos por pesquisadores vinculados a instituições de pesquisa do Reino Unido e do Estado de São Paulo.
Prazo para recebimento de propostas: Fluxo contínuo
Mais informações em: http://www.fapesp.br/10273
 
 
TÓPICO 3 - ENVIO DE ARTIGOS, TRABALHOS E PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS
 
 
3.a - Chamada para submissão de trabalhos
 
 
Dossiê Temático: Gênero e Serviço Social no Mundo do Trabalho
O contato do Serviço Social com o debate de gênero não é recente. As primeiras aproximações ocorreram na década de 1980 com a participação de docentes e profissionais na militância feminista e no contato com os estudos sobre mulheres. Esse processo contribuiu, posteriormente, para a criação dos primeiros grupos de pesquisa e projetos de extensão sobre o tema, bem como a inserção desse conteúdo em disciplinas, de forma transversal, em algumas unidades de ensino. Na década de 1990, a questão foi inserida no nosso Código de Ética e a Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social (ABEPSS) reconheceu a importância do debate para a formação profissional ao incluí-lo nas diretrizes curriculares. Contudo, tal temática só ganhou maior visibilidade no Serviço Social nos últimos anos. Assim, a discussão sobre gênero, a partir de diferentes perspectivas teóricas, passou a integrar as pesquisas, a grade curricular dos cursos de graduação em disciplinas obrigatórias ou eletivas e o campo da intervenção profissional.
Ademais, o conjunto Conselho Federal de Serviço Social e Conselhos Regionais de Serviço Social (CFESS/CRESS) começou a adotar ações que abordam a temática, como a criação de grupos de trabalho, campanhas e divulgação de materiais. Não obstante tais iniciativas, ainda observam-se lacunas e a necessidade de avançar na produção do conhecimento essa questão. Nesse sentido, com vistas a contribuir para a ampliação da discussão acerca das relações de gênero no Serviço Social, a revista Gênero organiza o dossiê temático “Gênero e Serviço Social nos Mundos do Trabalho”. Serão recebidos trabalhos realizados por meio de pesquisas empíricas e teóricas, bem como relatos de experiências que tratam dos seguintes temas:
História da formação profissional e sua inserção na divisão sociotécnica e sexual do trabalho;
Perspectivas teóricas de análise sobre gênero e mundo do trabalho;
Mercado de trabalho profissional;
Feminização da pobreza: impactos para a prática profissional;
Campanhas das entidades representativas do Serviço Social sobre a questão de gênero e o mundo do trabalho;
Mundo do trabalho, “profissões femininas” e masculinidades;
Exames de biografias de profissionais a partir da perspectiva de gênero: trajetórias no mundo do trabalho;
Impactos da pandemia do COVID-19 na profissão e na inserção das mulheres e dos homens no mundo do trabalho; etc.
Sugere-se que a perspectiva interseccional, a qual busca relacionar os diversos marcadores da diferença e da desigualdade - classe, raça/etnia, orientação sexual, identidade de gênero, regionalidade e geração - seja contemplada nas reflexões abordadas.
Previsão de publicação: 31 de junho de 2022.
Período de submissão: setembro de 2020 a setembro de 2021.
 
Dossiê Temático: “Feminismos materialistas: recepções latino-americanas”
Organização:
Maira Abreu- Universidade de São Paulo (USP)
Patrícia Trópia - Universidade Federal de Uberlândia (UFU)
Rafaela Cyrino- Universidade Federal de Uberlândia (UFU)
Revista Caderno Espaço Feminino – NEGUEM/UFU
Prazo para para recebimento dos artigos: setembro de 2021.
Envio dos artigos, com indicação do dossiê temático para o coordenador do dossiê: rafaelacyrino@ufu.br; mairaabreu2014@gmail.com; tropia@uol.com.br.
Resumo:
Este dossiê tem por objetivo reunir estudos teóricos e empíricos que mobilizam, dialogam ou adotam conceitos e problemáticas dos feminismos materialistas francófonos. Essa corrente teórico-política emerge no contexto francês, na década de 1970, em meio a intensas mobilizações feministas. Em ruptura com as análises marxistas sobre a chamada “questão feminina” da época, que associavam a opressão feminina a um problema em termos de “mentalidade” ou “superestrutural”, diversas autoras propõem mostrar a materialidade dessa forma de dominação e a necessidade de promover análises nas quais essa dimensão tenha centralidade. Christine Delphy, Colette Guillaumin, Nicole-Claude Mathieu, Monique Wittig e Paola Tabet são algumas das principais representantes dessa perspectiva. Concebendo as relações hierárquicas e assimétricas entre os sexos como relações sociais de dominação, exploração e opressão que não se confundem com as relações de classe, essas reflexões trouxeram um novo olhar e novas possibilidades teórico e políticas.
Cabe ressaltar que diversas outras teorizações influenciadas pelo marxismo surgem no seio da “segunda onda” do feminismo, que podem ser consideradas igualmente como materialistas. Mas, esse dossiê visa particularmente uma dessas reflexões, os feminismos materialistas francófonos. Interessa-nos particularmente os aspectos materiais dessa dominação: a apropriação não somente do tempo de trabalho, mas igualmente do corpo, da sexualidade assim como as dimensões materiais e ideológicas dessas relações de dominação e o impacto material da naturalização dessa forma de dominação na vida das mulheres.
O anti-essencialismo é, portanto, um elemento central nessas reflexões. Compreendendo que o processo de opressão das mulheres configura uma totalidade, os feminismos materialistas propõem a desnaturalização da categoria sexo, concebida, por esta corrente feminista, não como uma categoria natural, mas como uma categoria social e política. A categoria sexo, além de ser central no processo de apropriação das mulheres, é a categoria que, como observa Monique Wittig, funda a sociedade heterossexual. Este dossiê pretende dar visibilidade às abordagens que contribuam para uma análise anti-essencialista numa perspectiva materialista não só para compreender melhor a base material e ideológica da opressão das mulheres, mas para analisar as articulações entre racismo e sexismo, os nexos causais entre capitalismo, sexismo e racismo, as diversas formas de opressão vinculadas à matriz heteronormativa, entre outras.  Os anti-essencialismos gestados no contexto anglófono e os conceitos que emergem dessa reflexão (como sistema sexo-gênero, gênero, dentre outros) são mais conhecidos no contexto brasileiro. Mas, na mesma época, outros conceitos anti-essencialistas emergem no contexto francês, entre eles: sexagem, pensamento straight e relações sociais de sexo.
Pouco conhecidas no Brasil e em diversos países da América Latina, essas autoras foram tardiamente traduzidas para o português e espanhol num contexto no qual se privilegiou a tradução e circulação dos feminismos anglófonos, particularmente estadunidenses. Um dos objetivos desse dossiê é justamente compreender a recepção dessas autoras, a cirulação de conceitos, o modo como foram apropriados, adaptados, re-transformados e incorporados nas reflexões latino-americanas.
Além de estimular a produção acadêmica voltada para abordagens que analisem a economia política dos sexos, rompendo com o mainstream que associa economia e produção ao mercado, este dossiê tem como propósito acolher trabalhos que permitam pensar diversas dimensões das relações sociais de sexo: o trabalho, a sexualidade, a construção social dos corpos, a violência.
Em termos empíricos o dossiê pretende acolher trabalhos que realizem análises feministas materialistas, com ênfase em pesquisas que permitam estabelecer nexos multicausais entre sexismo, racismo, capitalismo e colonialidade. Estudos de natureza teórica também são bem-vindos, desde que promovam análises originais. As diferenças internas e seus principais desafios face à crise do capitalismo contemporâneo agravada pela pandemia e pela mundialização do neoliberalismo; as proximidades e/ou tensões que se observam entre o feminismo materialista e outras perspectivas feministas, como o feminismo marxista, o ecofeminismo, as perspectivas centradas na noção de empoderamento, entre outras; as dicotomias opondo abordagens culturalistas e materialistas, os diálogos possíveis com o feminismo decolonial, feminismos pós-modernos e queer são temas possíveis a serem desenvolvidos.
Pouco presente nos debates acadêmicos brasileiros e na crítica feminista de uma forma mais geral, essas reflexões começam a interessar cada vez mais pesquisadoras e militantes nos últimos anos no Brasil e em outros países latino-americanos.
Esse dossiê pretende dar maior visibilidade aos feminismos materialistas, no sentido, justamente, de estimular uma produção feminista centrada em análises abrangentes e profundas das relações sociais de sexo, em suas várias dimensões e interfaces.
 
Pesquisa em Gênero, Sexualidade e Educação na Perspectiva Pós-Estruturalista
Chamada para o Dossiê
Pesquisa em Gênero, Sexualidade e Educação na Perspectiva Pós-Estruturalista
Editores do Dossiê:
Dr. Anderson Ferrari (UFJF)
Dr. Marco Lopes de Souza (UESB)
Dra. Paula Regina Costa Ribeiro (FURG)
O campo dos estudos de gênero e sexualidade articulado com a educação vem se constituindo e, hoje, já se consolida como um campo de conhecimento. Isso significa dizer que este campo tem mobilizado grupos de estudos e pesquisas vinculados ao CNPq com foco nesses interesses, linhas de pesquisas em programas de Pós-graduação, Associações Nacionais centradas nas discussões de Gênero e Sexualidade, Grupos de Trabalhos nas principais associações acadêmicas, Seminários Nacionais e Internacionais, enfim, um conjunto de ações que nos possibilita afirmar os estudos de Gênero, Sexualidade e Educação como um campo que produz e divulga conhecimentos. Esse campo tem uma forte influência da perspectiva pós-estruturalista, que investe na problematização de questões importantes e centrais para a sociedade como, por exemplo, a produção das diferenças e das desigualdades de gênero e sexuais nos seus atravessamentos com raça/etnia, geração e classe. Trazendo para a Educação, esse enfoque se debruça no espaço escolar e num sentido de educação para além das escolas como contextos em que as relações de gênero e sexualidade produzem sujeitos como efeitos de práticas discursivas, de saberes, de relações de poder e das ações entre sujeitos. Neste sentido, a proposta de um dossiê como esse é para que possamos acolher, conhecer e divulgar as pesquisas que têm tomado a perspectiva pós-estruturalista em diálogo com outros estudos, tais como Estudos Gays e Lésbicos, Estudos Foucaultianos, Estudos Culturais, Estudos Feministas, Estudos Queer como provocações para pensar a constituição dos sujeitos e seus pertencimentos nas suas interseccionalidades de gênero, sexualidade, raça/etnia, geração, religião, classe entre outras. Pesquisas que trabalham com esse sentido de constituição dos sujeitos como processos educativos que envolvem não somente as escolas, mas outros espaços também educativos, em que que as relações são marcadas pelos discursos, práticas, saberes que produzem identidades e pertencimentos, assim como nos possibilita colocar sob suspeita nossas formas de pensar, agir, ser e estar no mundo. Nossa proposta também é problematizar como essas pesquisas pautadas na perspectiva pós-estruturalista, em diálogo com outros estudos, têm mobilizado as nossas formas de olhar e entender o campo dos estudos de gênero, sexualidade e educação.
Palavras-chave: Gênero. Sexualidade.  Educação. Pós-Estruturalismo.
Recepção: Mai / 2021 a Set / 2021
Data de encerramento: 30/09/2021
Avaliação de Artigos: Out / 2021 a Nov / 2021
Publicação: Dez / 2021
 
Dossiê: Literatura e Velhice
 
Ementa: A velhice é um marcador social recorrente na Literatura; sua representação, contudo, é geralmente evidenciada de forma homogênea, como se a experiência de envelhecimento fosse tão semelhante que fizesse desaparecer as diferenças no que diz respeito à classe, ao gênero, à etnia e à religião. Para Simone Beauvoir, “se os velhos manifestam os mesmos desejos, os mesmos sentimentos, as mesmas reivindicações que os jovens, eles escandalizam; neles, o amor, o ciúme, parecem odiosos ou ridículos, a sexualidade repugnante” (1990, p. 10). Entretanto, Guita Debert (2012) demonstra que há uma tendência contemporânea de inverter a representação da velhice como um processo de perdas, atribuindo-a novos significados, cujos experiência vivida e os saberes acumulados são ganhos que possibilitariam aos mais velhos oportunidades de explorar novas identidades, realizar projetos que não puderam se concretizar em outras etapas da vida, estabelecer relações mais efetivas com o mundo dos mais jovens e mais velhos. Tomando o pensamento de Rita Terezinha Schmidt (2017, p. 40), para quem “a obra literária não habita um mundo ideal, mas um mundo real do qual se alimenta e no qual atua, refletindo e interpenetrando o mesmo e, assim, influenciando ideias, valores e ação”, consideramos que a Literatura, enquanto espaço de poder, insurge contra os modelos hegemônicos ao redefinir novas perspectivas de conceber o envelhecimento. Para além disso, entendemos, como Paul B. Preciado, a Literatura como uma tecnologia de subjetivação, capaz de criar corpos políticos e imaginários identitários (PRECIADO, 2018; 2020). A literatura revela-se também como via alternativa de resistência e visibilidade para parcela dos idosos do grupo LGBTQIA+, notadamente as pessoas trans, cuja estimativa de vida no Brasil não favorece a expectativa de atingirem a "transvelhice", em razão das inegáveis violações aos seus direitos e à vida digna (NERY, 2019). Por certo, as verdades desagradáveis - para o gênero humano ao qual pertencemos, ou para nós mesmos - têm maiores possibilidades de conseguir exprimir-se em uma obra literária do que em uma filosófica ou científica (TODOROV, 2014). Assim, nossa proposta consiste em acolher, para submissão, trabalhos que enfoquem em concepções que reconfigurem as representações da velhice na Literatura.
Data limite para o envio dos manuscritos: 30 de outubro de 2021.
Disponível em:
 
Chamada Pública: Dossiê Temático “Mulheres e Homens nas Mitologias”
"Este dossiê aceita trabalhos que apresentem e valorizem pesquisas focadas nas mitologias de diferentes povos. Desse modo, são bem vindas as produções sobre os povos ancestrais da América (Abya Yala, Pindorama, Awantisuyu e Anáhuac), África, Ásia e Oceania nas suas respectivas ancestralidades, bem como outras narrativas sobre criação, divindades e suas diferentes expressões da vida ou pós vida.
Data final de submissão: 30 de novembro de 2021
Disponível em:
 
Chamada de publicação volume 9, número 2, jul./dez. 2021: Dossiê Corpos dissidentes nos espaços educativos em tempos de discurso de ódio
Disponível em:
 
Chamada de manuscritos N° 01/2021 – Cuidar de mulheres e crianças no SUS: diálogos sobre a gestão do trabalho e educação e as práticas do cuidado
A Editora Rede UNIDA e a Secretaria de Saúde do Estado de Pernambuco tornam a chamada de manuscritos para compor a coletânea de textos crianças no SUS: diálogos sobre a gestão do cuidado” sobre a temática da gestão do trabalho ao planejamento e dimensionamento da força de trabalho em serviços e sistemas de saúde do estado de Pernambuco tecnologias e metodologias, avaliação de iniciativas, ensaios teóricos e empíricos, apresentação de resultados de pesquisas e outros formatos compatíveis com as Normas de Publicação da Editora Rede Uni por pares são: tratar-se de iniciativas que envolvam diferentes processos de gestão do trabalho e da educação desenvolvimento de capacidades i multiprofissional (trabalho em equipe) e ênfase no sistema público de saúde. O processo será regido pelas disposições desse edital e pelas normas editoriais da Editora REDE UNIDA.
 
CHAMADA PARA DOSSIÊ - Edição 2021/2 - “Os Estudos Sociais da Ciência e Tecnologia e a esfera pública contemporânea”
Resumo: Interessam-nos contribuições teóricas, metodológicas e/ou empíricas que abordem de forma multidimensional e interdisciplinar a ciência e tecnologia, desde suas convergências ou dissidências com as subjetividades contemporâneas, passando pelas políticas públicas adotadas por governos de distintos matizes ideológicos, até suas relações com o capitalismo de contornos neoliberais. Por fim, como instâncias abertas a disputas, são relevantes esforços que analisem como as ciências e tecnologias são construídas socialmente e perpassadas pelas mais distintas agências – como movimentos da sociedade civil, interesses de mercado, valores morais, entre outros fatores – que revelam os limites e potencialidades do conhecimento científico, bem como suas fronteiras com formas diversas de conhecimento.
Os trabalhos serão aceitos até o dia 1º de novembro de 2021, com previsão de publicação para o primeiro trimestre de 2022. 
Mais informações podem ser encontradas no site da revista: https://periodicos.ufjf.br/index.php/csonline/index
 
Revista Pensata: Chamada para parecerista
A revista Pensata dos Alunos do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da UNIFESP – é uma revista acadêmica que se propõe a abrir um espaço de reflexão crítica e diálogo interdisciplinar entre a Antropologia, a Ciência Política e a Sociologia a partir das propostas temáticas das três linhas de pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da UNIFESP (Conflitos, Sujeitos, Direitos; Pensamento, Conhecimento, Expressão; e Territórios, Trabalho, Políticas Públicas), sem excluir, entretanto, temas relativos a outras áreas do conhecimento em diálogo com as Ciências Sociais. Será contemplada a publicação de artigos, resenhas, entrevistas, transcrições, e traduções em português e em espanhol, visando com isso tanto uma pluralização linguística do conteúdo divulgado quanto uma integração de pesquisas e perspectivas dos países latino-americanos vizinhos.
A Revista Pensata convida pesquisadores(as) doutores(as) para integrar o corpo de avaliadores do periódico.
 
Revista de Estudos Teatrais - Pitagoras 500: Dossiê "Gêneros na Cena Teatral" 
As dimensões psicofísicas dos corpos atuantes na cena teatral destacam e expõem de modo crescente e polêmico as políticas de gênero nas performações e nos processos criativos da cena, evidenciando questões, relativamente recentes, voltadas às poéticas da criação cênica. O olhar e a atuação de um teatro contemporâneo com grupos teatrais feministas têm se manifestado globalmente, sobretudo nos países africanos e latino-americanos, em que a condição de vulnerabilidade feminina é mais acentuada. 
No Brasil, a atenção múltipla da cena ativista se desdobra em grupos artísticos e de investigação acadêmica, atravessada por abordagens e estudos de gênero, práticas e procedimentos teatrais múltiplos, mobilizações e intervenções comunitárias. 
Nesta edição, a Revista Pitágoras 500 propõe uma chamada de artigos que tratem de temas relativos às singularidades das questões de gênero e sexualidade presentes nas várias instâncias do processo de criação e recepção teatral, bem como nos percursos da formação des artistes da cena (laboratórios, textos, encenações, pedagogias).  
Data de Submissão – até 26/09/2021 
 
Revista Diversidade e educação: Dossiê "Corpos dissidentes nos espaços educativos em tempos de discurso de ódio"
A Revista Diversidade & Educação é uma revista de divulgação científica semestral do Programa de Pós-Graduação em Educação em Ciência e do Grupo de Pesquisa Sexualidade e Escola da Universidade Federal do Rio Grande do Rio Grande - FURG. Publica artigos e relatos de experiências educativas nas temáticas de corpos, gêneros, sexualidades e relações étnico-raciais, além de resenhas de livros e filmes.
A revista tem como foco textos que tratem dessas temáticas no espaço escolar e em outros espaços educativos.
Tem como público-alvo estudantes, professores/as, pesquisadores/as da área da educação, além do público interessado na área em geral.
Data de Submissão – até 30/09/2021
Mais informações: periodicos.furg.br/divedu
 
Periódicus lança chamada de texto para dossiê: Cultura Fílmica Plural
A discussão tradicional da cinefilia, com seus cânones e desdobramentos no campo do cinema – e que reverberam na realização, na prática crítica, na curadoria, no ensino e na pesquisa sobre filmes – fundou-se quase exclusivamente na perspectiva de um “sujeito universal”:  branco, masculino, cis e hétero normativo e, portanto, na maior legitimidade do olhar desse sujeito. Uma cultura fílmica plural abarca reflexões que se recusam a hierarquizar as muitas cosmovisões e as poéticas diversas possíveis de articulação em imagens e sons e na elaboração de teorias e pensamentos.
Este dossiê se abre para artigos que se engajem na tarefa de ampliar as possibilidades de compreensão da cultura fílmica, imaginando paradigmas para seus múltiplos aspectos, num alargamento das circunscrições para além dos cânones “universais”. Reflexões interdisciplinares com o campo do cinema são incentivadas. Destacamos entre as ideias que movem nossos debates: Poética Negra Feminista de Denise Ferreira da Silva, Nova Cultura Fílmica do Girish Shambu, Fabulação Crítica de Saidiya Hartman, Temporalidades Espiralares e Afrografias em Leda Maria Martins, Aquilombamento a partir de Beatriz Nascimento, Opacidade de Édouard Glissant, Plantação Cognitiva de Jota Mombaça, entre outras. Esperamos estabelecer um diálogo entre estas e outras incursões epistemológicas não-hegemônicas. Serão bem-vindos textos que se articulem a partir de questões provocadas por cinematografias negras, indígenas, femininas, lgbtqia+, entre outros.
Organizadoras:
Amaranta César (Doutorado em Cinema e Audiovisual pela Universidade de Paris III / Professora adjunto de Cinema e Audiovisual da UFRB)
Carol Almeida (Doutorado em Comunicação na UFPE/ Pesquisadora independente)
Janaína Oliveira (Doutorado em História Social da Cultura, PUC-Rio/ IFRJ/FICINE)
Kênia Freitas (Doutorado em Comunicação e Cultura pela UFRJ / Pesquisadora independente)
Tatiana Carvalho Costa (Doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Comunicação UFMG / Professora no curso de Cinema e Audiovisual no Centro Universitário UNA)
Textos até 31 de dezembro de 2021 e a edição deverá ser publicada até junho de 2022.
 
Periódicus lança chamada de texto para dossiê: Territorialidades Dissidentes e(m) Narrativas Urbanas
A proposta deste dossiê consiste em reunir pessoas pesquisadoras e interessadas em compreender as interfaces entre o espaço e expressões de gêneros e de sexualidades dissidentes, salientando a visibilidade e o ato de aparecer em público como pressuposto fundamental à (des)construção de discursos em torno do corpo, suas subjetividades e suas territorialidades no espaço urbano. Interessa-nos observar as muitas configurações de gênero e sexualidade e seus trânsitos, tendo os espaços implicados na ação performativa de identidades transitórias que desestabilizam normas sociais e regimes de visibilidade.
Nos interessa, neste dossiê, reunir trabalhos que discutam territórios e urbanidades que se estabelecem pelos conflitos que derivam dos diversos modos de ser e de estar de sujeitos na cidade, aqueles que desviam as regras verticais do jogo urbano pelo exercício de suas presenças e pela composição de suas corporeidades criativas, estranhas e muitas vezes lidas e assumidas como monstruosas, pois fora dos padrões sociais e avessas às pretendidas pacificações homogeneizante e enobrecedoras da cidade. Agregamos com essa chamada, investigações interdisciplinares que discutam as políticas do corpo e do cotidiano urbano, entendendo o “direito de aparecer em público” (BUTLER, 2018) enquanto premissa básica, e tantas vezes negada, do “direito à cidade” (LEFEBVRE, 1968) de sujeitos sexualmente desviantes da normatividade heterossexual e binária em termos de gênero.
Compõem também o campo de interesse deste dossiê, trabalhos que produzam diálogos entre diversas disciplinas e exponham processos metodológicos investigativos em torno do corpo e do espaço e as diferentes formas e linguagens possíveis na produção de narrativas urbanas que fazem aparecer corpos dissidentes e suas múltiplas maneiras de criar territórios e outras formas de viver a cidade.
Organizadores:
Prof. Dr. Eduardo Rocha Lima - Faculdade de Arquitetura UFBA, Coordenador da linha de pesquisa Corpos, Cidades e Territorialidades Dissidentes - NuCuS.
Prof. Dr. Roney Gusmão - Centro de Cultura, Linguagens e Tecnologias Aplicadas, CECULT_UFRB, membro da linha de pesquisa Corpos, Cidades e Territorialidades Dissidentes - NuCuS.
Textos até 30 de junho de 2022 e a edição deverá ser publicada até dezembro de 2022.
 
Revista Periódicus - Núcleo de Pesquisa em Culturas, Gêneros e Sexualidade UFBA: Dossiê "Cultura Fílmica Plural e Territorialidades Dissidentes e(m) Narrativas Urbanas"
A Revista pretende discutir duas temáticas para compor o dossiê, o primeiro é "Cultura Fílmica Plural" e "Territorialidades
Cultura Fílmica: A discussão tradicional da cinefilia, com seus cânones e desdobramentos no campo do cinema – e que reverberam na realização, na prática crítica, na curadoria, no ensino e na pesquisa sobre filmes – fundou-se quase exclusivamente na perspectiva de um “sujeito universal”:  branco, masculino, cis e hétero normativo e, portanto, na maior legitimidade do olhar desse sujeito. Uma cultura fílmica plural abarca reflexões que se recusam a hierarquizar as muitas cosmovisões e as poéticas diversas possíveis de articulação em imagens e sons e na elaboração de teorias e pensamentos.
Este dossiê se abre para artigos que se engajem na tarefa de ampliar as possibilidades de compreensão da cultura fílmica, imaginando paradigmas para seus múltiplos aspectos, num alargamento das circunscrições para além dos cânones “universais”. Reflexões interdisciplinares com o campo do cinema são incentivadas. Destacamos entre as ideias que movem nossos debates: Poética Negra Feminista de Denise Ferreira da Silva, Nova Cultura Fílmica do Girish Shambu, Fabulação Crítica de Saidiya Hartman, Temporalidades Espiralares e Afrografias em Leda Maria Martins, Aquilombamento a partir de Beatriz Nascimento, Opacidade de Édouard Glissant, Plantação Cognitiva de Jota Mombaça, entre outras. Esperamos estabelecer um diálogo entre estas e outras incursões epistemológicas não-hegemônicas. Serão bem-vindos textos que se articulem a partir de questões provocadas por cinematografias negras, indígenas, femininas, lgbtqia+, entre outros.
Territorialidades Dissidentes e(m) Narrativas Urbanas: A proposta deste dossiê consiste em reunir pessoas pesquisadoras e interessadas em compreender as interfaces entre o espaço e expressões de gêneros e de sexualidades dissidentes, salientando a visibilidade e o ato de aparecer em público como pressuposto fundamental à (des)construção de discursos em torno do corpo, suas subjetividades e suas territorialidades no espaço urbano. Interessa-nos observar as muitas configurações de gênero e sexualidade e seus trânsitos, tendo os espaços implicados na ação performativa de identidades transitórias que desestabilizam normas sociais e regimes de visibilidade.
Neste dossiê, a proposta é reunir trabalhos que discutam territórios e urbanidades que se estabelecem pelos conflitos que derivam dos diversos modos de ser e de estar de sujeitos na cidade, aqueles que desviam as regras verticais do jogo urbano pelo exercício de suas presenças e pela composição de suas corporeidades criativas, estranhas e muitas vezes lidas e assumidas como monstruosas, pois fora dos padrões sociais e avessas às pretendidas pacificações homogeneizante e enobrecedoras da cidade. Agregamos com essa chamada, investigações interdisciplinares que discutam as políticas do corpo e do cotidiano urbano, entendendo o “direito de aparecer em público” (BUTLER, 2018) enquanto premissa básica, e tantas vezes negada, do “direito à cidade” (LEFEBVRE, 1968) de sujeitos sexualmente desviantes da normatividade heterossexual e binária em termos de gênero.
Compõem também o campo de interesse deste dossiê, trabalhos que produzam diálogos entre diversas disciplinas e exponham processos metodológicos investigativos em torno do corpo e do espaço e as diferentes formas e linguagens possíveis na produção de narrativas urbanas que fazem aparecer corpos dissidentes e suas múltiplas maneiras de criar territórios e outras formas de viver a cidade.
Data de Submissão: Cultura Fílmica até 31/12/2021 e Territorialidades Dissidentes até 30/06/2021
 
Revista Interdisciplinar do Programa de Pós-Graduação em Cidades - Margens: Dossiê "Pesquisa em Gênero, Sexualidade e Educação na Perspectiva Pós-Estruturalista”
 
O campo dos estudos de gênero e sexualidade articulado com a educação vem se constituindo e, hoje, já se consolida como um campo de conhecimento. Isso significa dizer que este campo tem mobilizado grupos de estudos e pesquisas vinculados ao CNPq com foco nesses interesses, linhas de pesquisas em programas de Pós-graduação, Associações Nacionais centradas nas discussões de Gênero e Sexualidade, Grupos de Trabalhos nas principais associações acadêmicas, Seminários Nacionais e Internacionais, enfim, um conjunto de ações que nos possibilita afirmar os estudos de Gênero, Sexualidade e Educação como um campo que produz e divulga conhecimentos. Esse campo tem uma forte influência da perspectiva pós-estruturalista, que investe na problematização de questões importantes e centrais para a sociedade como, por exemplo, a produção das diferenças e das desigualdades de gênero e sexuais nos seus atravessamentos com raça/etnia, geração e classe. Trazendo para a Educação, esse enfoque se debruça no espaço escolar e num sentido de educação para além das escolas como contextos em que as relações de gênero e sexualidade produzem sujeitos como efeitos de práticas discursivas, de saberes, de relações de poder e das ações entre sujeitos. Neste sentido, a proposta de um dossiê como esse é para que possamos acolher, conhecer e divulgar as pesquisas que têm tomado a perspectiva pós-estruturalista em diálogo com outros estudos, tais como Estudos Gays e Lésbicos, Estudos Foucaultianos, Estudos Culturais, Estudos Feministas, Estudos Queer como provocações para pensar a constituição dos sujeitos e seus pertencimentos nas suas interseccionalidades de gênero, sexualidade, raça/etnia, geração, religião, classe entre outras. Pesquisas que trabalham com esse sentido de constituição dos sujeitos como processos educativos que envolvem não somente as escolas, mas outros espaços também educativos, em que que as relações são marcadas pelos discursos, práticas, saberes que produzem identidades e pertencimentos, assim como nos possibilita colocar sob suspeita nossas formas de pensar, agir, ser e estar no mundo. Nossa proposta também é problematizar como essas pesquisas pautadas na perspectiva pós-estruturalista, em diálogo com outros estudos, têm mobilizado as nossas formas de olhar e entender o campo dos estudos de gênero, sexualidade e educação.
Data de Submissões: até 30/09/2021
 
Grupo de Pesquisa Ciência, Saúde, Gênero e Sentimento – CISGES/Revista Pluralistas: Dossiê “Materialidade construindo narrativas: design gráfico transgressor nos livros/objetos para a infância”
O dossiê pretende reunir artigos de pesquisadores que investiguem o livro para a infância a partir da sua materialidade, isto é, como resultante do desenvolvimento das áreas do design de produto e gráfico, aliado ao design editorial. A característica transgressora dos livros/objeto convida à interação e a participação do leitor em vários níveis de leitura, atravessando os sentidos e provocando emoções, ampliando os horizontes de uma narrativa para além do significado das palavras. O livro, enquanto objeto, é fruto da experimentação, da interdisciplinaridade, da ampliação e conjunção de conhecimentos. Um livro pode nos levar às outras formas de arte e principalmente nos leva a compreender a vida. Torna-se parte dela. Num mundo em metamorfose e dominado pela tecnologia, trabalhar com a materialidade é um grande desafio para os artistas do livro, que desenvolvem verdadeiras engenhocas literárias de forma independente e experimental, trilhando, muitas vezes, caminhos paralelos ao mercado editorial tradicional. O diálogo entre pesquisadores desse dossiê nos insere nesse universo onde a criatividade, ousadia e ludicidade são as leis que regem um mundo de fantasia feito de papel.
Data de Submissões: até 21/09/2021
 
Revista interprogramas de Pós-graduação em Comunicação do Centro Oeste Esferas: Dossiê "Democracia e cidadania nas ondas sonoras"
A Esferas, Revista Interprogramas de Pós-graduação em Comunicação do Centro Oeste é um espaço virtual coletivo de trocas e reflexões, sob a égide dos cinco Programas de Pós-graduação em Comunicação do Centro-Oeste: UCB, UnB, UFG, UFMS e UFMT; divulga as chamadas para dossiês abertas para 2022.
Chamada dossiê Democracia e cidadania nas ondas sonoras: Interessa ao dossiê selecionar trabalhos de autoras e autores que trabalhem os fundamentos do rádio expandido e hipermidiático, das emissoras em AM e FM, na internet ou das produções crescentes de podcasts no Brasil em reflexões acerca dos debates políticos e democráticos vivenciados na atualidade em um momento de pandemia do novo coronavírus. Também interessam abordagens relativas a apropriação da linguagem por meios tradicionais e alternativos, as saídas encontradas pela radiodifusão comunitária e a disseminação dos conteúdos radiofônicos ou em áudio nas redes sociais e seus atravessamentos no profissionalismo da comunicação nas perspectivas de raça, etnia, classe, gênero em suas especificidades na América Latina.
Data de Submissões: até 31/01/2022
 
Revista interprogramas de Pós-graduação em Comunicação do Centro Oeste Esferas: Dossiê "Mito e Comunicação Digital"
A Esferas, Revista Interprogramas de Pós-graduação em Comunicação do Centro Oeste é um espaço virtual coletivo de trocas e reflexões, sob a égide dos cinco Programas de Pós-graduação em Comunicação do Centro-Oeste: UCB, UnB, UFG, UFMS e UFMT; divulga as chamadas para dossiês abertas para 2022.
O trabalho pretende observar e analisar a relação entre o poder narrativo do mito e as mitologias que deles advêm, mas também as tendências fracas ou fortes à mitificação, a partir da teorização do mito em suas várias vertentes (antropológica, narratológica, psicológica, filosófica, estética etc.) parece uma forma eficiente de compreender o mal-estar e os anseios da civilização contemporânea, com a finalidade última de lidarmos melhor com elas, uma vez que as relações sociais são coletivamente mediadas por tecnologias digitais.
Data de Submissões: até 30/04/2022
 
Revista interprogramas de Pós-graduação em Comunicação do Centro Oeste - Esferas: Dossiê "Comunicação e Estudos Biográficos"
Essa chamada visa congregar os profissionais da Comunicação e de outras áreas que pesquisam (auto)biografias, memórias, histórias de vida, perfis biográficos, e visa ampliar o diálogo com especialistas nacionais e internacionais; desenvolver a interdisciplinaridade no campo comunicacional; estimular a divulgação e a informação sobre a pesquisa (auto)biográfica na área de Comunicação; promover a crítica e o pluralismo teórico e metodológico em suas diferentes produções.
Data de Submissões: até 31/08/2022
 
Submissões de trabalhos à II Mostra de Pesquisas sobre violências contra as mulheres – MOSTRA VCAM
O período de 01/06 à 12/09/2021 está aberto para submissões de trabalhos à II Mostra de Pesquisas sobre violências contra as mulheres – MOSTRA VCAM.
O II Seminário Estadual de Enfrentamento da Violência contra as Mulheres do Poder Judiciário de Santa Catarina (PJSC), contará com a II Mostra de Pesquisa Científica sobre Violência Contra as Mulheres, organizada pela Universidade Federal de Santa Catarina através do Dispolítica: Núcleo de pesquisa em direito, subjetividade e política, e, MARGENS: modos de vida, família e relações de gênero. Ambos os eventos ocorrerão de modo virtual e gratuito, em parceria com o Poder Judiciário de Santa Catarina.
O objetivo da Mostra de Pesquisa é promover o intercâmbio científico entre as produções acadêmicas e as práticas jurídicas sobre os enfrentamentos dos diversos tipos de violências praticados contra as mulheres.
 
Coisas do Gênero - Revista de estudos feministas em teologia e religião: ecofeminismo (s), teologias e territórios
O termo Ecofeminismo traz à discussão a relação entre duas bases que estruturam a sociedade atual: o patriarcado e o capitalismo. Entendendo que as mulheres são as maiores vítimas da violência da degradação ambiental, os movimentos ecofeministas articulam, em uma perspectiva sistêmica, as buscas por direitos iguais para mulheres e homens, por sustentabilidade e a defesa do meio-ambiente. Dentro desses movimentos, a reflexão teológica está associada à teologia ecofeminista. Ela envolve o desenvolvimento conceitual das relações entre as religiões patriarcais, junto aos seus sistemas simbólicos, e a evolução social patriarcal e capitalista, propondo de ações e discursos para desenvolver espiritualidades engajadas na busca dessas novas relações. Este dossiê busca refletir sobre teorias, metodologias e práticas ecofeministas e suas histórias, aceitando artigos em perspectivas plurais
 
Chamada Temática para submissão de artigos,resenha, entrevista ou ensaio – Revista Profanações
Atualmente a Revista Profanações conta com pesquisadores pareceristas vinculados ao pensamento agambeniano e/ou de seus interlocutores de universidades da Argentina, Chile, Peru, Colômbia, México, Espanha, Itália e, de diversas regiões do Brasil.
A Revista Profanações convida os/as interessados/as em contribuir com a temática proposta, sob a forma de artigo, resenha, entrevista ou ensaio. Esperamos receber contribuições sobre a temática apresentada acima, assim como análises comparativas, que considerem as contribuições da biopolítica italiana frente a possíveis diálogos com autores europeus, latino-americanos e/ou asiáticos, além de análises sobre a (bio)política no Brasil à luz do pensamento italiano. Nesse sentido, são bem-vindas quaisquer contribuições que estejam de acordo com os interesses da “Revista Profanações” (vide “Foco e Escopo” da revista).
Prazo para submissão: Fluxo contínuo
 
Revista Argumentos
Argumentos é uma revista eletrônica do Departamento de Política e Ciências Sociais da Universidade Estadual de Montes Claros. Seu objetivo geral é estabelecer-se como um espaço de debate e intercâmbio em ciências sociais sob uma perspectiva crítica. Sua área temática, portanto, inclui antropologia, sociologia e ciência política.
Nosso público-alvo são pesquisadores de ciências sociais e humanas (acadêmicos, estudantes, membros de organizações sociais e da comunidade em geral). Argumentos tem o português como idioma principal, mas recebe e publica pesquisas em espanhol e inglês. Sua periodicidade é semestral. Convidamos a apresentação de artigos científicos públicos não publicados e originais, sujeitos a um processo de revisão por pares. Lançamos dois dossiês por ano, mas temos uma recepção aberta e permanente de itens ao longo do ano.
Atualmente, a Argumentos está em indexadores com os metadados DOAJ, Latindex, Redib, Sumarios.org, Diadorim, Mines Journals; no indexador de métricas do Google Scholar; e nos mecanismos de busca da CAPES, Portal de Jornais - ANPOCS, LatinREV - CLACSO, MIAR e EZB. Cada artigo publicado pela Argumentos também possui o sistema de identificação DOI (Digital Object Identifier). As avaliações seguirão uma ética de avaliação duplo cego. Depois de passar pelo Comitê Editorial da revista, responsável por verificar se os padrões exigidos na seção "Diretrizes para autores" são cumpridos, os artigos são enviados anonimamente a dois árbitros, especialistas na área, para uma avaliação cuidadosa dos sua qualidade Em caso de desacordo, o artigo será enviado a um terceiro especialista. Os documentos recomendados para publicação com revisão de conteúdo serão enviados novamente a dois revisores, preferencialmente os do processo inicial.
Mais informações podem ser encontradas na página da revista: https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/argumentos
Os artigos podem ser enviados através do email: revista.argumentos@unimontes.br ou através da plataforma.
 
Revista Gênero
A revista publica trabalhos que contribuam para o estudo das relações de gênero, escritos a partir de diferentes tradições disciplinares, dentro de um arco de questões que dizem respeito à condição feminina, homossexualidades, masculinidades dentre outros temas correlatos.
 
Revista Diversidade e Educação
A Revista Diversidade e Educação é uma revista de divulgação científica semestral e publica artigos e relatos de experiências educativas nas temáticas de corpos, gêneros, sexualidades e relações étnico-raciais. A revista tem como foco textos que tratem dessas temáticas no espaço escolar e em outros espaços educativos.
  
Revista LibertAção
O Consultor Ad Hoc tem a função de auxiliar na avaliação dos artigos das diversas áreas do conhecimento enviados para o periódico. Para a seleção dos consultores que formarão o cadastro, serão considerados a titularidade (doutorado em Filosofia, Educação ou áreas afins) e a vinculação institucional.
As áreas temáticas da revista são Ensino de Filosofia, Marxismo e Educação, Filosofias Africanas, descolonização curricular/decolonialidades e filósofas contemporâneas.
Os/as interessados/as devem enviar os dados pessoais (nome, e-mail), suas áreas de interesse/pesquisa, bem como o link do currículo lattes para o e-mail revlibertacao@gmail.com com assunto Cadastro de Consultor Ad Hoc.
Mais informações: revlibertacao@gmail.com
 
Revista Pensata: Chamada para parecerista
A revista Pensata dos Alunos do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da UNIFESP – é uma revista acadêmica que se propõe a abrir um espaço de reflexão crítica e diálogo interdisciplinar entre a Antropologia, a Ciência Política e a Sociologia a partir das propostas temáticas das três linhas de pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da UNIFESP (Conflitos, Sujeitos, Direitos; Pensamento, Conhecimento, Expressão; e Territórios, Trabalho, Políticas Públicas), sem excluir, entretanto, temas relativos a outras áreas do conhecimento em diálogo com as Ciências Sociais. Será contemplada a publicação de artigos, resenhas, entrevistas, transcrições, e traduções em português e em espanhol, visando com isso tanto uma pluralização linguística do conteúdo divulgado quanto uma integração de pesquisas e perspectivas dos países latino-americanos vizinhos.
A Revista Pensata convida pesquisadores(as) doutores(as) para integrar o corpo de avaliadores do periódico.
 
 
3.b - Inscrições abertas para participação em eventos
 
 
Jornada de Estudos: Análise do Discurso de Corpus Digitais - Desafios Epistemológicos e Metodológicos
A jornada de estudos tem como tema central a análise do discurso de corpus digitais.  A circulação de discursos online traz novas questões sobre a metodologia de pesquisa em análise do discurso, como indicam os trabalhos de vários autores (as) dessa nova área de pesquisa.
Assim, é oportuno se questionar sobre os possíveis usos dos diferentes suportes textuais digitais, cuja abundância impõe uma série de desafios ao analista do discurso. Se por um lado estes discursos possibilitam ao pesquisador (a) a reconstituição de enunciados antes pouco acessíveis, como a discussão em torno de uma polêmica política, a natureza semiótica e a massa de dados textuais das publicações digitais podem provocar rupturas metodológicas.
Deste modo, o objetivo deste encontro é discutir os novos desafios epistemológicos ligados a estas manifestações linguísticas digitais a partir dos seguintes questionamentos: como constituir e explorar um corpus suficientemente representativo das discussões que acontecem na web? Como estudar estas produções com as noções fundadoras da análise do discurso? É necessário modificá-las ou adaptá-las a uma realidade discursiva digital? Se sim, de que forma? Como compreender os diferentes registros discursivos e os diferentes papéis dos enunciadores (comentários anônimos, por exemplo)? Como incorporar as ferramentas tecnológicas (programas, plataformas e coleta de dados) aos procedimentos analíticos?
O evento abordará tais questões a partir de diversas temáticas e problemáticas de pesquisa em torno dos discursos políticos e midiáticos. Serão aceitos trabalhos sobre o discurso de blogs e fóruns, sobre as discussões em redes sociais digitais ou ainda sobre os meios de comunicação digitais.
Os trabalhos deverão se articular em torno de pelo menos uma das seguintes áreas temáticas:
* Constituição do corpus de pesquisa
* Definição e aplicação da metodologia de pesquisa
* O lugar da argumentação nos discursos digitais
* Parecer crítico sobre o procedimento de investigação mobilizado
Data de submissão – até 25/09/2021
Data do evento - 22 e 23/11/2021
Mais informações: jeadal2021@gmail.com
 
Colóquio Mulheres Mecenas
Por ocasião do V Centenário do Nascimento da Infanta D. Maria, Duquesa de Viseu e fundadora da primeira igreja de Santa Engrácia, o Artis- Instituto de História da Arte da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa em parceria com o Panteão Nacional organizam o Colóquio Mulheres Mecenas, que se realiza nos dias 25 e 26 de novembro de 2021, no Palácio dos Marqueses do Lavradio (Campo de Santa Clara).
Desde a Antiguidade aos nossos dias, as mulheres têm tido um papel de relevo na formação do gosto, no colecionismo artístico e na proteção às Artes e Letras. Contudo, a História das Mulheres e de Género só nos últimos anos ganhou espaço próprio, depois de várias gerações dos Annales terem consolidado uma metodologia de análise histórica segundo uma vertente pluridisciplinar, no âmbito das Ciências Sociais.
Estes estudos têm vindo a revelar a ação feminina em diferentes campos numa perspetiva global e também no domínio da arte a mulher deixou de ser vista apenas como a musa inspiradora de artistas, passando ela própria a ser avaliada enquanto criadora da obra de arte, doadora e mecenas. É este domínio do mecenato artístico que emoldura o presente colóquio a propósito da evocação da Infanta D. Maria, modelo de princesa culta e mecenas do largo tempo do Renascimento, no qual viveu. O encontro servirá para a discussão do tema do mecenato no feminino nos diversos tempos históricos, sublinhando o modo como as mulheres nas sociedades patriarcais, ao mesmo tempo que cultivavam conhecimento, encontraram, por esta via, formas de exercer poder e influência.
Data de submissão – até 10/09/2021
Data do evento - 25 e 26/11/2021
 
VI Fórum Permanente de Museus Universitários
No dia 17 de maio de 2021, abriram as inscrições para o VI Fórum Permanente de Museus Universitários (VI FPMU), que acontecerá de 18 a 22 de outubro de 2021. O evento, realizado pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), por meio da organização do Museu de Arqueologia e Etnologia, em parceria com a Rede Brasileira de Coleções e Museus Universitários, conta com o apoio de diversas universidades do Brasil.
Em sua primeira edição virtual, o FPMU tem como objetivo agregar, debater e propor a elaboração de uma política pública para os Museus Universitários Brasileiros, a partir do estímulo das discussões sobre a identificação, a organização, a preservação e a pesquisa dos acervos e das coleções universitárias, apoiando os distintos processos museológicos em andamento nas instituições brasileiras e, principalmente, contribuir para a valorização e a divulgação dos acervos nacionais.
O evento, previsto inicialmente para acontecer de forma presencial em Curitiba no ano passado e adiado para 2021 por conta da pandemia, será voltado para profissionais, pesquisadoras e pesquisadores, docentes, e estudantes que pesquisam ou trabalham com as diferentes tipologias de Coleções e de Museus Universitários.
Data do evento - 18 e 22/10/2021
Mais informações: https://vifmu.ufpr.br/portal/
 
4ª Conferência Bienal da Associação para Estudos Africanos de África | ASAA2022
África e o Humano: Questionamentos Antigos, Novos Imaginários
ASAA2022. 4ª Conferência Bienal da Associação Africana de Estudos Africanos — ASAA
11–16 de Abril de 2022. Universidade de Cape Town, África do Sul
Co-organizado pelo HUMA – Instituto de Humanidades em África da Universidade da Cidade do Cabo, o evento pretende criar um espaço interdisciplinar de conversas entre as disciplinas – ciências sociais e humanas (SSH) e ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM) – centrando-se na produção de novos conhecimentos sobre África e o ser humano.
ASAA2022: Datas chave
14 Jul 2021: Chamada por resumos
30 Set 2021: Submissão dos resumos
01 Nov 2021: ASAA2022 registo antecipado
14 Nov 2021: Notificação da aceitação dos resumos
31 Jan 2022: Encerramento do registo antecipado
01 Fev 2022: Início do registo
03–08 Abr 2022: Excursões pré-conferência
09–10 Abr 2022: Chegadas pré-conferência
11–12 Abr 2022: ASAA2022 workshops e reuniões pré-conferência
13 Abr 2022: ASAA2022 abertura da conferência e plenárias
14 Abr 2022: ASAA2022 debates da conferência
15–16 Abr 2022: ASAA2022 sessões paralelas da conferência
17–22 Abr 2022: Excursões pós-conferência
30 Maio 2022: Apresentação de notas de conceitos para os volumes editados da série “Encounters” HUMA-ASAA
30 Jun 2022: Submissão de versões preliminares de artigos para a série “Encounters”
01 Set 2022: Notificação da aceitação das versões preliminares de artigos para a série “Encounters”
30 Set 2022: Submissão das versões finais dos artigos para a série “Encounters”
01–30 Mar 2023: Lançamento da série HUMA-ASAA “Encounters”
A ASAA encoraja aos apresentadores de trabalhos para refletirem sobre o tema da conferência e abordarem as questões sublinhadas na descrição do tema. Agradecemos que leia a informação e a seguir clique no botão abaixo para submeter a sua proposta no nosso portal online para o efeito.
Os artigos selecionados serão publicados na série “Encontros” da HUMA-ASAA.
Para mais informações, consulte a chamada completa em português e o website da ASAA2022.
 
V Seminário Desfazendo Gênero
Saiba o que está sendo preparado para o V Seminário Internacional Desfazendo Gênero:
Conferências Magnas: Estamos em contato com pesquisadores e ativistes que pautam suas pesquisas e lutas no eixo violência/gênero/interseccionalidades para disponibilizar conferencistas internacionais
Mesas redondas: Com dois convidades, um moderadore traz um tema e coloca na mesa para debate, com pautas atuais e necessárias em torno da temática principal do evento. Serão indicados marcadores da diferença como prioridade para o número máximo de mesas-redondas a serem realizadas
Simpósios Temáticos: Receberemos propostas de Simpósios Temáticos em torno de eixos históricos do Desfazendo Gênero. As propostas serão recebidas até o dia 08 de outubro e os Simpósios Temáticos aceitos para essa edição serão aprovados até o número máximo de 30) serão divulgados para receber trabalhos que serão apresentados, debatidos e posteriormente publicados nos anais do evento. Os trabalhos poderão ser submetidos entre os dias 10 de setembro e 10 de outubro de 2021
Rodas de Conversa: Tecendo Redes: Nesta edição online, como uma estratégia de aproximar as pessoas, mesmo que virtualmente, receberemos propostas de movimentos sociais, grupos de pesquisa, associações, ONGs, grupos de advocacy ou quaisquer outros grupos organizados que queiram se apresentar e tecer ou ampliar redes de ativistas, pesquisadores e interessados nos temas correlatos ao Desfazendo Gênero.  As propostas serão recebidas até o dia 27 de setembro. Serão aprovadas para essa edição 18 Rodas de Conversa para três ou dois encontros de 1h10.
Mostra de fotografias: A 5ª edição do Desfazendo Gênero receberá fotografias que serão selecionadas a partir de alguns marcadores e alguns requisitos técnicos e parâmetros sobre direitos autorais, direitos de imagens e regras de disponibilidade de imagens em site público. As inscrições terão início em 03 de setembro e encerram em 03 de outubro. 
Mostra de vídeos: Também nesta 5ª edição será realizada mostra de vídeos que serão selecionadas a partir de alguns marcadores e alguns requisitos técnicos como disponibilidade do vídeo no youtube, parâmetros de tempo entre outros requisitos. As inscrições terão início em 1º de setembro e encerram em 30 de setembro.  Período de submissão: 14/07/2020 até 05/09/2020
Data de Submissão: Simpósio até 10/10/2021, Roda de Conversa até 27/09/2021, Mostra de Fotografias até 03/10/2021
 
II Seminário Efeitos de Gênero: Dos Corpos Violentados às Afetividades Ativas
O Seminário Efeitos de Gênero (SEGE) é uma iniciativa do GT regional da ANPUH (Associação Nacional de História), que desde sua fundação, em 2018, percebe a necessidade de ampliar os espaços de debates entre acadêmicos(as), estudiosos(as) e grupos de pesquisas em Minas Gerais, numa abordagem interdisciplinar. Essa percepção coaduna com os propósitos do Grupo de Pesquisa e Estudos Gênero e Violência (GPEG), institucionalizado na Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes) e cadastrado no CNPq. Em parceria com instituições de ensino e movimentos sociais, em 2019, realizamos a primeira edição do SEGE na Unimontes.
Em sua segunda edição, o evento institui como subtítulo: “Dos corpos violentados às afetividades ativas”, revelando a relevância de mobilizações teórico-práticas para o enfrentamento das violências de gênero vividas no passado e no presente. Ressaltamos que o contexto atual pede urgência na constituição de alianças entre os corpos dissidentes e precarizados para o fortalecimento das lutas contra o avanço das agendas conservadoras que têm projetado retrocessos nos direitos historicamente conquistados pelos movimentos sociais. A partir do refinamento teórico e da partilha de saberes e fazeres, o II SEGE deseja abrir possibilidades de construção de horizontes outros a partir de diálogos e dos afetos. Almejamos que os feminismos, em sua pluralidade potente, nos inspire nas elaborações coletivas, alegres, respeitosas e justas.
Data de Submissão: 21 e 22/10/2021
 
I Simpósio Internacional de Crítica Feminista e Autoria Feminina, IV Encontro Internacional Interculturalidade e Escrita Feminina Latino-Americana / Colóquio de Literatura e Imprensa Feminina
O grupo de pesquisa Crítica feminista e Autoria feminina: cultura, memória e identidade, cadastrado no diretório de grupo de pesquisa do CNPq – Brasil, propõe a realização do I Simpósio Internacional de Crítica Feminista e Autoria Feminina, no período de 02 a 04/12/2021, integrando dois outros encontros: IV Encontro Internacional Interculturalidade e Escrita Feminina Latino-Americana / Colóquio de Literatura e Imprensa Feminina. O primeiro se dá pela parceria entre a UFGD, a Unioeste e a Universidad de Jaén. O segundo, pela Universidade Estadual do Piauí e Universidade Estadual do Maranhão. Nesta edição, pretendemos reunir investigações voltadas aos textos e à crítica de mulheres a partir dos conceitos de cultura, memória e identidade.
Terá apresentações e debates a partir de conferências, mesas redondas e dos simpósios.
Data de Submissão: 02 e 03/12/2021
 
X SIEPEX - Salão Integrado de Ensino: "Conexão Ciência"
Nesse contexto, a escolha do tema “Conexão Ciência” foi motivada pela percepção da necessidade de reestruturar as ações de ensino, pesquisa e extensão para tornar os conhecimentos produzidos na universidade ainda mais acessíveis à sociedade. 
“A grande maioria da população não sabe, por exemplo, qual o papel das universidades em cada inovação que ocorre no dia a dia. Essa responsabilidade - de divulgar e esclarecer -  é inerente às instituições de ensino superior que, na maioria das vezes, ‘sabem fazer’ mas não ‘fazem saber’, ou seja, fazem muito, mas pouco comunicam sobre o que fazem deixando a sociedade sem informações sobre todo o histórico da contribuição do meio acadêmico para o desenvolvimento social em todos os sentidos”, comenta Erli, fazendo uma referência a uma fala do governador Eduardo Leite quando afirmou que, além de “saber fazer” é importante “fazer saber”.
Erli afirma ainda que o tema “Conexão Ciência” é abrangente e compreende todas as áreas do conhecimento, permitindo a integração entre universidade e a sociedade e o amplo debate sobre a importância das conexões para o avanço do conhecimento.
“A ideia é não limitarmos os debates a um único tema e permitir que a integração entre áreas seja discutida, tentando ao máximo reduzir as barreiras, ampliando as discussões interdisciplinares e oferecendo integração entre sociedade e universidade e entre ensino-pesquisa-extensão-administração, que ocorrem como uma constante na vida acadêmica e são interdependentes para o sucesso do avanço da ciência”, disse.
Data do evento: 28/09 a 15/10/2021
 
II Fórum Sociedade Crítica (FSC)
O Fórum Sociedade Crítica (FSC), principal evento do Programa de Pós-Graduação em Ciências Humanas e Sociais da Universidade Federal do Oeste da Bahia (PPGCHS/UFOB), articula-se a partir das duas linhas de pesquisa do Programa, a saber "Linguagem, cultura e poder" e "Sociedade, políticas públicas e sustentabilidade", e tem por objetivo debater questões candentes nas sociedades contemporâneas, a exemplo das relações etnicorraciais, dos Direitos Humanos, do gênero e das sexualidades, dos estudos críticos em Educação e História, dos estudos sobre distintas capacidades corporais, dos Estudos Descoloniais, do direito à identidade e ao território, dentre outros assuntos, todos abordados à luz de teorias críticas nas Ciências Humanas e Sociais e em caráter inter/trans/multidisciplinar.
Com primeira edição em 2019, o evento, à época, contou com mais de 300 pessoas inscritas, e reuniu pesquisadoras/es de distintas regiões do Brasil, de outros países da América Latina, bem como do continente europeu. Neste ano, o II FSC ocorrerá na modalidade online e terá como foco as estratégias epistemológicas e políticas mobilizadas pelos movimentos sociais e a(r)tivistas para se oporem ao status quo e à sua sanha de destruição da vida. O tema do evento será Vida insubmissa, pensamento transgressor.
O Fórum tem duas possibilidades de participação: a) ouvinte e b) apresentador(a) de resumo expandido em GT. Os resumos expandidos devem ser submetidos conforme os eixos temáticos abaixo. Pessoas com título de doutorado poderão propor Painéis Temáticos, os quais igualmente deverão obedecer aos eixos temáticos do evento.
O prazo-limite para submissão de resumo expandido e para proposição de painéis temáticos é dia 18 de agosto de 2021.
Eixos temáticos do II FSC:
* GT1 – Estudos das relações etnicorraciais
* GT2 – Estudo sobre gênero e sexualidades
* GT3 – Estudos De(s)coloniais
* GT4 – Educação: questões atuais
* GT5 – Linguagens e interculturalidade
* GT6 – Movimentos Sociais e lutas por (re)conhecimento
* GT7 – Sociedade, políticas públicas e qualidade de vida
* GT8 – Justiça ambiental e Sustentabilidade
Data do evento: 05 a 07/10/2021
 
 
TÓPICO 4 - CURSOS NA ÁREA DE GÊNERO
 
 
Núcleo de estudos interdisciplinares sobre a mulher
No âmbito acadêmico, o NEIM tem estimulado o crescente interesse de estudantes pela análise das questões de gênero e condição feminina na sociedade e na história. Nesse sentido, tem colaborado, efetivamente, ministrando cursos em nível de graduação e pós-graduação através dos departamentos de Ciência Política, Antropologia, Sociologia e História da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, bem como nos Cursos do Instituto de Letras, Escola de Enfermagem e Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia. Junta-se a esse esforço a criação, em 2005, do programa de Pós-Graduação (Mestrado e Doutorado) em Estudos Interdisciplinares sobre Mulheres, Gênero e Feminismo (PPGNEIM).  
Mais informações sobre os cursos: http://www.neim.ufba.br/wp/cursos/
 
Docência em gênero e sexualidade
As instituições de ensino devem ser espaços que promovem a aceitação às diferenças e discutem os temas mais urgentes da sociedade. Muitas questões consideradas tabus podem ser trabalhadas desde a infância para evitar situações posteriores de discriminação, preconceito e violência. Curso para capacitar educadores para desenvolverem atividades na área, atuando com a prática docente relacionada ao tema como forma de contribuir para mudanças significativas na sociedade.